Esvaziando o saco com Mika - final

Um conto erótico de moreno_gostoso
Categoria: Grupal
Contém 388 palavras
Data: 02/05/2026 00:51:15

Continuando o conto anterior...

Mika desde a adolescência sempre foi uma menina bem à frente de seu tempo. Falava sobre sexualidade de forma livre e espontânea, e as "provocações" comigo eram apenas brincadeiras de uma cumplicidade única entre amigos. A fase adulta trouxe essa cumplicidade num nível que ela se sentia absolutamente a vontade em mostrar fotos nuas pra seu melhor amigo, sabendo que poderia confiar nele.

Do mesmo jeito, que ali, naquele momento, poderia confiar nesse amigo para realizar suas fantasias.

Deitado na borda da piscina sob um sol escaldante, eu tinha a melhor visão com a Mika engolindo meu pau enquanto Zé Carlos a fodia de dentro da piscina. Ao Lado, Renato já dedilhava o cuzinho dela, querendo mais...

- Safadinho... Mika respondeu...

Levantamos da piscina, arrumei as espreguiçadeiras, almofadas. Mika interrompeu o que fazia, e a conduzi pelas mãos até a espreguiçadeira. Mas antes, após um beijo bem carinhoso, sussurrou no meu ouvido.

- Te amo seu puto, está realizando um sonho bem antigo!

- Te amo também, quenga veia.... Se tiver algum problema só me avisar

Mika deitou o Zé carlos na espreguiçadeira, e sentou na pica dele ajustando seu quadril para trás. Renato se posicionou, cuspiu e colocou sua jeba no cuzinho, até o fim. Mika segurou forte na minha coxa, revirando os olhos. Logo ela começou a mexer o quadril, cavalgando Zé Carlos e sincronizando com Renato, cada vez mais rápido, mais forte, mais brutal

Meu pau latejava com essa cena, e Mika não me deixava apenas olhando, na vontade. Fazia questão de me chupar vorazmente, se apoiando no meu pau algumas vezes, outras punhetando, mas sempre presente para os três.

Não demorou para os três gozarem, ficando apenas eu para o final. Quando terminaram e foram se lavar, Mika continuou a me chupar, agora me puxando pelas coxas, querendo engolir até as bolas. Não demorou para eu gozar também, enchendo sua garganta de porra

Após a ducha, os meninos foram colocar suas roupas, e fomos nos vestir.

Paguei os meninos, que se recusaram

- Não tio, já recebemos o pagamento já, afirmou Renato

- Negócios à parte Renato, insisti sorrindo. Apenas mantenha o sigilo total sobre o que aconteceu aqui.

Após um bom banho, e um lanche da tarde, nos deitamos nus no sofá para tirar um cochilo, e mais um sexo de conchinha gostoso, abraçados.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Moreno_gostoso83 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários