MEU FILHO E EU TRANSFORMAMOS MINHA SOGRA NUMA PUTA FAMINTA PT1

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 3633 palavras
Data: 13/05/2026 19:06:00

Meu nome é Adalberto, tenho 33 anos e sou casado com a Angela há quase 18 anos. Nós nos conhecemos na escola particular em Campinas. Eu tinha 15 e ela acabara de completar 15 também quando engravidei ela. Éramos dois adolescentes assustados na mesma sala. Nossos pais brigaram feio na época, mas acabamos nos casando cedo e criando o Maycon juntos. Hoje ele tem 18 anos e está no último ano do ensino médio, um garoto alto, quieto e focado nos estudos.

Sou engenheiro civil e trabalho em home office, o que me dá bastante tempo livre dentro de casa. Angela, com 32 anos, é gerente de projetos numa grande multinacional e viaja quase a semana toda: sai na segunda de manhã e só volta sexta à noite. Nosso casamento é sólido. Temos sexo bom e frequente nos fins de semana, ela é carinhosa, companheira e ainda me olha com desejo. Angela é linda: loira natural, olhos verdes claros, pele bem cuidada, corpo definido de quem malha todos os dias e pratica yoga religiosamente mesmo viajando. Seios médios e firmes, cintura fina, bunda redonda e empinada, pernas longas e torneadas. Aos 32 anos ela continua chamando muita atenção por onde passa.

Eu também me cuido. Tenho 1,90m, moreno claro, cabelo preto curto, ombros largos, peito definido e braços fortes. Malho no porão de casa quase todos os dias.

Tudo estava dentro da rotina até o ano passado, quando meu sogro faleceu de um infarto repentino. Desde então, minha sogra Neide ficou morando sozinha no apartamento dela. Neide tem 52 anos, mas aparenta facilmente uns 8 a 10 a menos. É uma mulher que cuida obsessivamente do corpo e da aparência.

Ela é idêntica à atriz pornô brasileira das antigas, Michelle Fernandes: cabelos vermelhos tingidos, longos e ondulados, que caem pelos ombros e costas. Rosto bonito, com traços marcantes — olhos expressivos, boca carnuda e cheia, maquiagem sempre bem feita. Corpo impressionante para a idade: seios grandes e siliconados (firmes e empinados), cintura ainda marcada, quadril largo, bunda grande, redonda e durinha de tanto malhar. Pernas grossas mas bem torneadas, pele clara e bem cuidada. Ela frequenta academia, faz pilates e cuida da alimentação. Quando anda pela rua, muitos homens viram o pescoço duas ou três vezes. É o tipo de coroa que causa inveja em mulheres bem mais novas.

Essa semana Neide pegou uma gripe forte, com febre baixa, tosse e cansaço. Angela, que estava prestes a viajar, não pensou duas vezes:

— Amor, minha mãe vai ficar uns dias aqui em casa. Nosso sobrado é grande, tem dois quartos extras completos no andar de baixo. Não vou deixar ela sozinha gripada enquanto eu viajo a semana toda.

Eu concordei sem reclamar. Não via problema nenhum.

Era uma terça-feira à tarde quando o interfone tocou. Eu estava no escritório de casa, vestindo apenas uma regata justa e um short de moletom. Desci para abrir o portão.

Neide desceu do Uber devagar, puxando uma mala pequena. Mesmo gripada, com o nariz levemente vermelho e um casaquinho leve sobre o vestido, ela estava impressionante. O vestido floral de tecido leve marcava suas curvas generosas: os seios volumosos esticavam o decote, a cintura se afinava e os quadris largos preenchiam o tecido. As pernas bronzeadas e bem torneadas apareciam até a metade das coxas.

— Oi, Beto… — disse com a voz rouca da gripe e um sorriso cansado, mas ainda charmoso. — Desculpa invadir sua casa assim.

— Imagina, Neide. Você não tá invadindo. Essa casa é da família toda.

Peguei a mala dela. Quando subi a escada na frente, senti seu perfume doce misturado com o cheiro de remédio. Não resisti e olhei para trás uma vez. A bunda dela, grande e empinada, balançava suavemente a cada degrau. Engoli em seco.

Levei ela até o quarto de hóspedes do andar de baixo: cama queen size, banheiro privativo, ar-condicionado, televisão e uma pequena varanda com vista para o quintal e a piscina.

— Aqui você fica bem à vontade. Tem toalhas limpas no banheiro e o armário está vazio pra você guardar suas coisas. Se precisar de qualquer coisa, é só me chamar. Fico o dia inteiro em casa trabalhando lá em cima.

Neide tirou o casaquinho devagar. O vestido colava no corpo, marcando claramente os bicos dos seios grandes e siliconados. Ela tossiu e sentou na beira da cama, cruzando as pernas.

— Obrigada, Beto. Você sempre foi um genro maravilhoso. Angela tem muita sorte de ter um homem como você.

Nossos olhares se encontraram por alguns segundos a mais do que o normal. Ela sorriu de canto de boca, aquele sorriso safado que eu nunca tinha reparado antes. Depois baixou os olhos e tossiu novamente.

— Vou tomar um banho quente pra ver se alivia essa gripe. Depois desço pra tomar um chá, se você não se importar.

— Fique totalmente à vontade, Neide. Qualquer coisa é só gritar.

Fechei a porta do quarto dela e subi as escadas devagar. Meu coração batia um pouco mais forte que o normal. Balancei a cabeça, tentando afastar os pensamentos.

“Caralho… é só a sogra. Tá gripada, tem 52 anos e é mãe da minha mulher.”

Mas a imagem daqueles seios enormes marcando o vestido, daquela bunda redonda subindo a escada e daquele sorriso de canto de boca não saía da minha cabeça.

Mais tarde, por volta das 19h, desci e pedi duas pizzas grandes: uma de calabresa e outra de frango com catupiry. Maycon já estava na sala, de short de basquete e camisa do Corinthians, sentado no sofá grande com o controle da TV na mão. Ele tinha acabado de fazer 18 anos e estava no último ano do colégio. Sempre fomos muito ligados, pai e filho. Angela nunca gostou muito dessa nossa intimidade “de homem”, mas eu achava saudável.

O jogo Corinthians x São Paulo estava prestes a começar. Eu também estava de short folgado e regata, sem camisa por cima. Sentamos lado a lado, comemos pizza, bebemos refrigerante e comentamos cada lance. Era nosso ritual de sempre.

No intervalo do jogo, Maycon pegou o celular, ficou mexendo um pouco e deu aquele sorrisinho safado que eu já conhecia.

— Pai, vou pro quarto bater uma rapidinha. Tô muito carregado hoje…

Eu ri alto, jogando um pedaço de borda de pizza nele.

— Vai lá, seu vagabundo! Mas vê se arruma uma namorada logo, hein? Tá na idade já.

Ele riu também e subiu as escadas correndo.

— Pode deixar, velho. Depois eu desço pra ver o final.

Fiquei sozinho na sala, assistindo os comentários do intervalo. Uns dez minutos se passaram. O jogo já tinha voltado quando ouvi passos apressados descendo a escada.

Era Neide.

Ela vinha quase correndo, de camisola de algodão fino que ia até o meio das coxas. A gripe ainda deixava sua voz rouca, mas os olhos estavam arregalados. Os seios grandes balançavam livres por baixo do tecido, os bicos marcando claramente.

— Beto! — disse baixinho, mas urgente. — O Maycon tá batendo punheta no quarto dele! Vai lá dar uma bronca nele agora!

Fiquei paralisado por um segundo, pizza na mão.

— Como assim, Neide? Tem certeza?

— Tenho! Eu fui pegar um copo d’água na cozinha e quando passei no corredor do quarto dele, a porta estava entreaberta. Vi nitidamente… ele deitado na cama, short abaixado, mão na rola, mexendo rápido enquanto olhava o celular.

Ela estava visivelmente constrangida, mas também firme. Neide era aquele tipo de mulher tradicional: ia à missa todo domingo, participava de grupos de oração, falava de moral e bons costumes. Mesmo sendo uma coroa extremamente gostosa, com aquele corpo de Michelle Fernandes, ela mantinha uma postura de respeito na sociedade.

Passei a mão no rosto, sem graça.

— Neide… olha… amanhã eu converso com ele com calma. Essas coisas de adolescente, se a gente chega pegando pesado pode traumatizar o menino. Ele acabou de fazer 18 anos, tá cheio de hormônio… Eu vou falar, mas devagar.

Ela cruzou os braços por baixo dos seios, o que só os deixou ainda mais empinados.

— Tudo bem… mas isso não está certo. Ele fazendo isso com a porta aberta, ainda mais com a avó dele em casa…

— Eu resolvo, prometo.

Neide balançou a cabeça, ainda insatisfeita, e voltou para o quarto dela no andar de baixo. Fiquei mais uns minutos na sala, mas já não conseguia prestar atenção no jogo. Minha cabeça estava cheia: a imagem da minha sogra vendo o neto se masturbando… e, pior, o corpo dela naquela camisola fina descendo a escada.

No dia seguinte, acordei cedo. Neide já estava na cozinha, tinha feito café, pão na chapa, suco de laranja e ovos mexidos. Ela parecia recuperada da gripe, maquiada levemente, cabelos vermelhos soltos e ondulados, usando um robe de seda curto que deixava as pernas grossas e bem torneadas à mostra.

Maycon desceu logo depois, uniformizado da escola.

— Nossa, vó! Que delícia esse café… Obrigado! — disse ele, dando um beijo no rosto dela.

— Bom dia, meu neto. Estuda bastante hoje, hein? — respondeu ela com um sorriso carinhoso.

Maycon comeu rápido, pegou a mochila e saiu para o colégio.

Assim que a porta fechou, Neide virou-se para mim, apoiando as mãos na mesa. O robe se abriu um pouco no decote, revelando o vale profundo entre os seios grandes e siliconados.

— E então, Beto? Você falou com ele?

Eu menti sem piscar:

— Falei sim. Conversei com ele hoje cedo antes de você levantar. Ele ficou sem graça, mas entendeu.

Neide me olhou fixamente.

— E o que você disse?

— Que é normal na idade dele, que os hormônios estão à flor da pele… mas que tem que ter mais cuidado com a porta, principalmente agora que você está aqui em casa.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, depois sentou na cadeira à minha frente, cruzando as pernas. O robe subiu um pouco mais nas coxas grossas.

— Eu acho isso errado, Beto. Muito errado. Menino da idade dele não devia ficar se masturbando o tempo todo como um animal. Isso vicia, desvia o foco dos estudos… Eu posso falar com ele se você não quiser.

Respirei fundo e respondi com calma:

— Neide, eu entendo sua preocupação, você é da igreja, tem seus valores… mas o Maycon é um bom menino. Não usa drogas, não fica na rua até tarde, não tem amizade errada. Ele estuda, ajuda em casa. Se eu proibir ele de se aliviar, pode ser pior. Melhor ele bater uma punheta em casa do que sair por aí fazendo besteira, correndo risco de gravidez, doença, ou se envolvendo com gente errada.

Ela mordeu o lábio inferior carnudo, pensativa. Os olhos dela pareciam brilhar de um jeito diferente.

— Mesmo assim… eu acho que precisa fazer alguma coisa. Se você não quiser falar de novo, eu mesma falo com ele. Sou avó dele, tenho autoridade.

Coloquei minha mão sobre a dela na mesa, num gesto que pretendia ser tranquilizador. A pele dela era macia, quente.

— Tudo bem, Neide. Se você quiser falar com ele, eu te apoio. Mas vamos fazer com calma, sem constranger o menino. Se ele te desrespeitar ou não te ouvir, aí eu entro na conversa mais firme. Combinado?

Ela olhou para minha mão sobre a dela por um segundo a mais, depois assentiu devagar.

— Combinado, Beto.

Quando ela se levantou para lavar a louça, o robe curto marcou perfeitamente a bunda grande e redonda. Fiquei sentado, tomando o resto do café, sentindo um calor estranho subir pelo corpo.

Maycon chegou da escola por volta das 17h30. Eu estava na sala revisando uns projetos no notebook quando o chamei discretamente no canto, perto da escada.

— Vem cá, filho. Rapidinho.

Ele se aproximou, mochila ainda nas costas.

— Aconteceu uma merda ontem. Sua avó te viu no quarto… batendo punheta. Porta entreaberta. Ela veio me contar toda nervosa.

Maycon arregalou os olhos e ficou vermelho.

— Caralho, pai…

— Fica tranquilo. Eu já acalmei ela por enquanto. Mas se ela perguntar, você fala que eu já conversei com você, que te dei bronca e que vai tomar mais cuidado com a porta. Entendeu?

— Pode deixar, pai. Vou tomar cuidado.

Dei um tapa leve no ombro dele e deixei o assunto morrer.

Mais tarde, por volta das 20h, eu estava no escritório quando ouvi a voz da Neide lá embaixo:

— Maycon, meu neto… vem aqui na sala um minutinho. Quero conversar com você.

Desci discretamente e parei no corredor. A conversa já tinha começado. Maycon estava sentado no sofá, acuado, olhando para o chão. Neide estava de frente para ele, ainda com o robe curto de seda, pernas cruzadas, os seios volumosos quase saltando no decote. A voz dela era firme, mas carinhosa:

— …isso não é certo, meu filho. Você é um menino bonito, inteligente, está no último ano. Ficar se masturbando o tempo todo vicia, tira o foco dos estudos, faz mal pra saúde espiritual. Eu vi ontem e fiquei muito preocupada. Sua mãe nunca te ensinou…

Maycon estava mudo, só ouvindo, apertando as mãos entre as pernas. Eu entrei na sala devagar. Neide me viu e fez sinal para eu sentar ao lado dela.

— Beto, senta aqui. Você é o pai, tem que participar dessa conversa.

Sentei. O clima estava pesado. Neide continuou o sermão, falando sobre pecado, disciplina e valores cristãos. Maycon parecia cada vez mais acuado. De repente, ele levantou a cabeça, olhou direto para mim e disse:

— Pai… vou contar pra ela.

Meu coração deu um salto.

— Contar o quê, Maycon?

Ele respirou fundo, virou-se para a avó com cara de sofrimento e soltou a bomba:

— Vó… eu tenho uma doença. Uma doença séria. Se eu não gozar direto, eu posso entrar em coma… ou até morrer.

Neide ficou paralisada, boquiaberta. Os olhos dela se arregalaram.

— Que que é isso, Maycon?! Do que você tá falando, menino do céu?!

Ele continuou, inventando com uma cara tão séria que até eu me impressionava:

— É verdade, vó. Quando eu e meu pai fomos no médico particular ano passado, ele descobriu. É uma coisa rara nos hormônios. Se o sêmen acumula muito, pode dar sobrecarga no corpo, pressão alta, problema no cérebro… O médico falou que o melhor é liberar com frequência. Às vezes eu tomo um remédio também, mas o que realmente alivia é… fazer isso.

Eu olhei bem para ele. Sabia que era a maior mentira do mundo, mas o miserável era um gênio. Fiquei quieto, só acenei devagar com a cabeça, fingindo preocupação.

Neide virou o rosto para mim, chocada:

— Beto… isso é verdade? Sua mãe nunca me disse nada disso!

Engoli em seco e entrei na mentira:

— É verdade, Neide. A gente preferiu não contar pra Angela pra não deixar ela preocupada. O médico falou que é raro, mas que o Maycon precisa mesmo… se aliviar regularmente. Eu acompanhei as consultas.

Maycon completou, ainda com cara de vítima:

— Por isso eu bato punheta, vó. Não é porque eu sou safado… é porque eu preciso. O médico falou que se eu segurar pode ser perigoso.

Neide ficou em silêncio por quase um minuto inteiro, processando. Seus seios grandes subiam e desciam com a respiração acelerada. Ela parecia genuinamente abalada.

— Filho do céu… me desculpa. Eu não imaginava… Eu pensei que você estava só… ai, meu Deus.

Maycon ainda arrematou, baixando a voz como se tivesse vergonha:

— Por favor, vó… não conta pra minha mãe. Eu tenho muita vergonha. Ela não pode saber disso de jeito nenhum. Promete?

Neide olhou para mim, depois para ele. Suspirou fundo, o robe abrindo um pouco mais no peito.

— Tá bom, meu neto. Eu não vou contar pra sua mãe. Mas… pelo amor de Deus, toma cuidado. E fecha essa porta da próxima vez, pelo menos enquanto eu estiver aqui.

— Pode deixar, vó. Desculpa te deixar nervosa.

Neide se levantou, ainda atordoada, e deu um beijo na testa do neto. Quando ela passou por mim, seu perfume doce invadiu meu nariz e eu pude ver de perto o decote generoso e as coxas grossas.

Fiquei sentado na sala com Maycon depois que ela desceu para o quarto. Assim que ela sumiu, eu olhei pra ele e sussurrei:

— Seu filho da puta… você é foda.

Ele deu um sorrisinho safado e respondeu baixinho:

— Tive que inventar algo pesado, pai. Senão ela ia me encher o saco a semana toda.

Subi para o escritório ainda pensando na cena toda. A cara de choque da Neide, o jeito que os seios dela tremiam enquanto ela respirava nervosa, o robe curto marcando aquele corpo de 52 anos… e agora essa mentira absurda que, de alguma forma, deu um salvo-conduto para o meu filho continuar batendo punheta em casa.Já era fim de tarde, por volta das 18h20. O sol estava baixando e entrava alaranjado pelas janelas do sobrado. Eu estava inquieto, com a imagem da minha sogra ainda fresca na cabeça. Decidi descer para falar com Maycon. Queria pedir pra ele dar uma diminuída nos próximos dias, pelo menos enquanto a avó estivesse em casa.

Andava pelo corredor do andar de baixo quando parei de repente.

A porta do quarto do Maycon estava entreaberta. E lá estava Dona Neide, parada no corredor, olhando pelo vão da porta. Ela estava completamente imóvel, uma das mãos segurando o batente, o corpo levemente inclinado para frente. O robe curto de seda subia nas coxas grossas e bronzeadas, marcando a curva generosa da bunda.

Eu me escondi rápido na quina da parede, coração acelerado, e espiei.

Neide estava vidrada. Os olhos fixos lá dentro. Do meu ângulo dava pra ver o que parecia ser Maycon deitado na cama, short abaixado até os joelhos, a mão subindo e descendo no pau duro. Ele batia uma bem gostosa, devagar, quase exibindo. O pau dele era grande pra caralho — quase do mesmo tamanho que o meu. Grosso, veioso, cabeça rosada e brilhando. Fiquei olhando, sem reação.

De repente Maycon soltou um grito alto:

— Ahhh! Porra!

Neide se assustou violentamente, deu um passo para trás. Mas antes que ela pudesse fugir, Maycon gritou de novo, voz sofrida:

— Ai, ajuda! Tá doendo!

Neide hesitou por dois segundos, depois empurrou a porta e entrou.

Eu me aproximei devagar, pé ante pé, e parei exatamente onde ela estava antes. A porta tinha ficado entreaberta. Consegui ver tudo.

Maycon estava com a cara contorcida, fingindo dor. A mão ainda segurava a base do pau latejando.

— Vó… tá doendo muito… Eu tava assistindo um vídeo e não consegui gozar… parece que travou, não consigo terminar. Tá inchado pra caralho…

Neide estava desesperada, as mãos tremendo.

— Meu Deus, Maycon! O que eu faço? Deixa eu ver… ai, Jesus!

Ela tentou pegar o celular dele para ver o que ele estava assistindo, mas estava bloqueado.

— Qual a senha, meu filho?

— Não dá tempo, vó! Tá doendo demais… Por favor…

Neide olhou para o pau do neto, duro, pulsante, veias saltadas. Engoliu em seco. Os seios grandes subiam e desciam rápido dentro do robe.

— O que você precisa, Maycon? Fala pra vó…

— Me ajuda, vó… só um pouco… Por favor. Não conta pro meu pai. Ele vai me matar.

Neide ficou em silêncio por uns longos segundos, respirando pesado. Depois olhou para a porta (eu me escondi um pouco mais) e sussurrou:

— Deixa eu te ajudar… mas você nunca conta pra ninguém. Nem pro seu pai. Entendeu?

— Prometo, vó.

Ela sentou na beira da cama, o robe subindo até quase mostrar a calcinha. Com a mão direita, hesitante, envolveu o pau grosso do neto.

Eu fiquei paralisado no corredor, pau latejando dentro do short. Ver aquilo era surreal.

Neide começou devagar. A mão dela era macia, com unhas bem feitas. Ela apertou o pau dele na base e subiu devagar até a cabeça, espalhando o pré-gozo que escorria. Depois desceu novamente, num movimento firme e ritmado.

— Assim, meu filho? Tá melhor? — perguntou com a voz rouca, quase um sussurro.

— Tá… continua, vó… mais rápido…

Ela acelerou o movimento. A mão subia e descia com mais força, o polegar passando por cima da cabeça inchada a cada subida. O pau do Maycon brilhava, molhado. O barulho molhado da punheta ecoava baixinho no quarto.

Neide estava visivelmente excitada. Os bicos dos seios enormes estavam duros, marcando o tecido fino do robe. Ela mordia o lábio carnudo enquanto masturbava o neto com habilidade, como quem já sabia exatamente o que fazer.

— Que pau grande você tem, Maycon… — murmurou, quase sem perceber.…

Eu senti uma mistura louca de emoções. Orgulho de ver que meu filho já era quase tão bem-dotado quanto eu. Assustado com a situação. E uma raiva excitada da Neide — aquela mesma mulher que havia me humilhado anos atrás, quando engravidei a Angela ainda adolescentes, me chamando de irresponsável, de moleque, de destruidor do futuro da filha. E agora ali estava ela, batendo uma punheta gostosa pro próprio neto de 18 anos.

Maycon gemia baixo, empurrando o quadril para cima, fodendo a mão da avó.

— Vó… tá bom demais… não para…

Neide apertou mais forte, torceu a mão no meio do caminho, acelerou o ritmo. Os seios dela balançavam a cada movimento. Ela estava ofegante, o rosto vermelho.

— Goza, meu neto… vai, libera tudo… vó tá te ajudando…

Maycon arqueou as costas. Com um gemido rouco, começou a gozar. Jatos grossos e brancos subiram alto, caindo no peito dele, na barriga e na mão da Neide. Ela continuou batendo devagar, ordenhando até a última gota, olhando fascinada para o tanto de porra que saía.

Quando terminou, Neide ficou olhando para a mão melada, respirando pesado. Parecia em transe.

Eu me afastei devagar pelo corredor, coração disparado, pau duro pra caralho dentro do short.

Voltei para o escritório sem fazer barulho, sentei na cadeira e fiquei olhando para o teto, a imagem daquela cena gravada na minha mente: a mão da minha sogra, aquela coroa gostosa de 52 anos idêntica à Michelle Fernandes atriz que já bati muitas, masturbando meu filho com vontade.

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Comentários

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Imagino a raiva da esposa ao descobrir. ela trabalhando e a puta da mãe dela aproveitando e gozando com os dois homens da sua vida... Não vem falar que todo mundo aceita traição numa boa, principalmente mulher.. competitivas, vai querer matar a mãe dela ou se dar o mesmo prazer, agora com a justificativa de arrumar outras rolas.

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Top demais, sou fã dessa atriz tb mt gostosa

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