Era uma vez Marizete, uma coroa de 50 anos, esposa de Edmundo de 56 anos, junto com seu marido, era dona de uma pequena loja de materiais de construção no seu bairro numa pequena cidade do interior.
O negócio do casal tinha épocas de boas vendas e tinha épocas que tinham dificuldade, mas estavam na maior parte das vezes mantendo o equilíbrio com um lucro razoável que dava para ter alguns luxos, a casa deles nos fundos já tinha energia solar, ar-condicionado em todos os comados e era toda forrada, tudo fruto de muitos anos da sua loja.
Marizete tinha 1,68m de altura, cabelos pretos um pouco abaixo dos ombros, olhos castanhos claros, branca, corpo cheio forte pesando 70km, seios grandes sempre cobertos com blusas de manga que cobriam tudo, coxas grossas que estavam sempre semicobertas com um shortinho jeans ou com as pernas completamente cobertas por uma calça leg, quando não era shortinho, era calça leg, mas uma coisa que nunca mudava era os seus pés que estavam sempre usando lindas havaianas e sempre com as unhas bem feitas com francesinha e outra cor combinando, calçava 36 em belos pés branquinhos gordinhos, bem cheinhos, com dedos curtos. Às vezes o esposo massageava seus pés e ela amava, mas nada além disso acontecia, seus filhos já eram adultos e tinha saído de casa faz tempo, eram só os dois, Marizete e Raimundo.
O esposo Edmundo cuidava das entregas de materiais e Marizete cuidava do atendimento no balcão na loja, este balcão não era muito alto e também não cobria o chão completamente, tinha pernas de madeira como se fosse uma cômoda e os clientes que vinham se sentar perto para serem atendidos por Marizete, conseguiam ver os pés dela se olhassem para baixo.
Um dia uma senhora que parecia ter a mesma idade de Marizete, acompanhada de um jovem de uns 25 anos, entraram na loja, estavam bem arrumados, o jovem se sentou num banco um pouco mais afastado e a mulher veio se sentar na cadeira para atendimento no balcão perto de Marizete, esta foi atender a senhora que se revelou se chamar Maria Cândida, mas que poderia só a chamar de Maria, apresentou seu filho Jhonatas, que informou que poderia o chamar apenas de Jhon como os amigos, depois falaram uma lista de materiais que queriam a entrega para um terreno que tinham comprado, o esposo de dona Maria e pai de Jhon estaria no local para receber tudo.
Enquanto Marizete pesquisava tudo no notebook e anotava, fazia os cálculos e respondia as perguntas da senhora ali a sua frente, dona Maria, ela se distraia e não percebia que o jovem ali usava o seu celular para filmar os seus pés lindos com as havaianas rosas com correias finas brancas combinando com as unhas rosinhas com francesinha branca nas pontas, que pés lindos aqueles!
No final do atendimento, dona Maria falou sorridente:
- Senhora Marizete, enquanto você me atendia, eu não deixei de reparar como são lindos os seus pés, que unhas perfeitas, ainda estão combinando com as havaianas!
- Ah obrigada! Ah senhora reparou, imagina, eu só gosto de cuidar deles!
- Eu quando mais jovem já trabalhei muito de pedicure, peguei em muitos pezinhos lindos como os da senhora, deixa eu ver melhor o detalhe da unha? Só passar os pezinhos aqui por baixo pra mais perto!
- Não precisa, a senhora deve ter mais coisas a fazer e eu também! - Falou Marizete tentando escapar do pedido, mas dona Maria gentilmente insistiu:
- POR FAVOR! Vai bem rápido, além do mais, só estamos nós aqui dentro, só quero os admirar mais de perto sobre meu olhar de ex pedicure, é rápido, pense no grande valor que paguei agora, o cliente sempre tem razão, certo?
- Ta certo, mas não são tão bonitos assim como a senhora pensa, aqui – falou Marizete e estirou os pés por baixo do balcão de modo que ficaram pertinho de dona Maria ali na cadeira a frente do mesmo, esta se inclinou um pouco e foi com as duas mãos em direção ao pezinho esquerdo de Marizete, o segurou e o acariciou com uma mão alisando por cima, Marizete se arrepiou toda, então bem devagar dona Maria tirou a havaiana do pezinho que segurava e a colocou sobre seu colo, Marizete inquieta falou?
- Bonito mesmo? Gostou?
- Sim querida, são lindos, que unhas perfeitas, dedinhos em escadinha, solas rosadas, hum... – e então como de surpresa para o desespero de Marizete, dona Maria segurou o seu pé esquerdo ali pelo tornozelo com uma mão e com a outra mão começou a dedilhar e fazer cócegas, imediatamente Marizete começou a gargalhar e tentar puxar o pé de volta:
- AHAHAHAHAHAHA... EI PARAAA... AHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUS... AHAHAHAHAHAHAHA... EU TENHO CÓCEGAAAS SENHORAAA... AHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PARA POR FAVOOOR... AHAHAHAHA...
Foram os trinta segundos de cócegas ali, depois dona Maria bem devagar coloca a havaiana no pezinho que segurava e o solta, Marizete imediatamente puxa os pés de volta, com um sorriso forçado fala:
- Essa brincadeira foi muito perversa senhora, eu morro de cócegas nos pés!
- Percebi, foi divertido, obrigado por tudo senhora Marizete, por favor mande os materiais o mais rápido possível no endereço que te dei!
- Sim, pode deixar e obrigado pela preferência, voltem sempre! – agradeceu Marizete, quando os dois saíram, ela pensou no ocorrido e levou apenas na brincadeira, logo não contou para o marido nada do ocorrido.
Enquanto andavam no carro de volta, com Jhon dirigindo, a sua mãe dona maria sorridente perguntou:
- Conseguiu filmar tudo?
- SIM SENHORA, TUDO!
- Ótimo, vamos mostrar para o seu pai!
***
Uma semana tinha se passado e Jhonatas, ou Jhon, como ele preferia ser chamado, foi sozinho na loja de materiais de construção onde foi simpaticamente bem recebido por Marizete, dado o valor absurdo da ultima compra que a mãe dele tinha feito, ela imaginava que a família tinha condições e foi logo sendo o mais simpática e cordial possível, saiu do balcão, deu um abraço no jovem e perguntou se dona Maria estava bem, depois voltou para a sua cadeira de escritório atrás do balcão, Jhon falou que seu pai era dono de uma pequena construtora de casas e que tinham chegado recente na cidade, logo Marizete estava certa, eles tinham condições!
Naquele momento Marizete estava com sua blusa grande com estampa da loja cobrindo bem seus seios fartos, um shortinho jeans e as mesmas havaianas rosas clarinhas com correia fina branca ali nos seus belos pezinhos tamanho 36 gordinhos bem cheinhos, Jhon tinha reparado em tudo na hora do abraço, ele enquanto falava com a senhora Marizete, lançava olhares de vez em quando para os pés belos ali embaixo do balcão, na hora de realizar o pagamento, de propósito deixou o cartão cair, pediu desculpas e se abaixou para o pegar, assim que chegou próximo dos pés Marizete, John segurou rápido o pezinho direito pelo tornozelo e com a outra mão livre enviou os dedos entre as havaianas e o pezinho fazendo o toque do dedilhar nervoso das pontos dos dedos alcançar o meio da solinha rosada do pezinho que segurava, imediatamente Marizete começou a gargalhar desesperada tentando puxar o pé:
- AHAHAHAHAHA... MENINOOO PARAAA... AHAHAHAHAHAHA PRIMEIRO SUA MÃE... AHAHAHAHAHA... AGORA VOCÊ... AHAHAHAHAHA PARAA POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHA POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHA...
- Eu acho que esse valor que a senhora fez aí, poderia melhorar um pouquinho né já que estamos pagando à vista – falou Jhon ali no chão sem parar de fazer cócegas no pezinho direito de Marizete que se remexia toda desesperada na sua cadeira tentando puxar o pé atacado com as cócegas enquanto gargalhava:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU FAÇOOO... AHAHAHAHA SÓ PARA POR FAVOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PARAAA... AHAHAHAHAHA...
Foi quase um minuto inteiro de cócegas, então John parou, pegou o cartão e subiu se sentando na cadeira novamente, Marizete baixou um pouco o valor total e o rapaz fez o pagamento, mas mesmo com o desconto, ainda era uma quantia generosa, mesmo com o incomodo das cócegas nos seus pés nas duas vezes que vendeu para aquela família, a soma das duas compras já superava o valor mensal dos clientes normais do dia a dia.
Seu Edmundo que fazia as entregas ele mesmo, logo conheceu o pai de Jhon e esposo de dona Maria, o seu Jose e fizeram amizade, as duas famílias se juntaram em um jantar num restaurante local chique e brindaram as novas amizades e “parcerias”.
Durante o jantar, houve um momento que Marizete foi no banheiro, então quando ela estava sozinha no banheiro retocando a maquiagem, se ajeitando de frente para o espelho, dona Maria e mais três colegas apareceram entrando sorridentes no banheiro, foram até Marizete a cercando, dona Maria no ouvido de Marizete falou olhando:
- Esses seus sapatos estão muito lindos querida, mas eu queria ver como estão os seus pezinhos!
- Não, por favor Maria, aqui não! Isso não é momento e local dessas brincadeiras de mal gosto, POR FAVOR!
- Você não quer que meu marido quebre o contrato que acabou de selar com o seu valendo muito dinheiro para vocês, certo? Fique quietinha agora! – falou dona Maria e deu o sinal para as colegas que a acompanhavam, uma ficou na entrada do banheiro vigiando, as outras duas seguraram Marizete pelos braços e então dona Maria se abaixo chegando nos pés da coitada e bem devagar segura o seu pé esquerdo pelo tornozelo com uma mão e com a outra mão tira seu sapato, revelando um lindo pezinho de tamanho 36 cheinho, gordinho com os dedos curtinhos em escadinha perfeita do mindinho ao dedão, as unhas de Marizete naquele momento estavam pintadas de um branquinho levemente brilhante, suave, dona Maria acaricia lentamente o pezinho a sua mãe o alisando enquanto Marizete se treme toda e suplica:
- POR FAVOOR AQUI NÃO!
- Não temos muito tempo querida, vamos ver como esta a sensibilidade desse pezinho – falou dona Maria e começou a dedilhar seus dedos no meio da solinha macia e rosada do pezinho cheinho que segurava, imediatamente Marizete começou a gargalhar e balançar desesperada o pé que recebia cócegas tentando o soltar:
- AHAHAHAHAHAHAHA... NÃAAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA DONA MARIAAAA POR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHA... PARAAA... AHAHAHAHAHAHAHA... PAREEE... AHAHAHAHAHAHAHA...
- Nossa, continua uma delicadeza só, que delicia querida – falou dona Maria sem parar de fazer cócegas no pezinho esquerdo de Marizete ali, foram dois minutos de cócegas, então ela parou, colocou o sapatinho no pezinho esquerdo novamente e olhou para menina da porta que falou:
- TUDO LIMPO SENHORA, NINGUEM A VISTA AINDA!
- Ótimo, vamos para o pezinho direito agora!
- POR FAVOOR MARIA POR FAVOOOR NÃAAAO... EEEI NÃAAO POR FAVOR NÃAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUUS... AHAHAHAHAHA EU TENHO CÓCEGAAAAS DEMAAAAIS... AHAHAHAHAHAHA... PAREEE AHAHAHAHAHAHAHAHA... – foi a senhora Marizete implorando para dona Maria para enquanto a mesma descalçava seu pezinho direito removendo o sapato e depois iniciando as cócegas, quanto mais Marizete implorava, mais cócegas no seu pé direito dona Maria lhe fazia:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... ALGUÉEEM PODE APARECEEEER... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEE POOR FAVOOR... AHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHA… SOLTA MEU PÉEE… AHAHAHAHAHAHAHAHA…
Quando dona Maria estava com três minutos de cócegas no pezinho direito, Marizete suplicava entre as gargalhadas:
- AHAHAHAHAHAHA... EU VOU ME MIJAAA... AHAHAHAHAHAHA... PARAA POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU NÃAO AGUENTO... AHAHAHAHAHAHAHA...
- Tem gente vindo senhora – avisou a menina que estava na porta, rapidamente dona Maria colocou o sapatinho no pezinho direito de Marizete, se levantou e as outras duas soltaram a coitada ali que por pouco não tinha se mijado na roupa, dona Maria antes de sair, avisa no ouvido de Marizete:
- Seus pezinhos continuam uma delicia de sensíveis querida, até nosso próximo encontro, meu marido está louco para lamber, beijar e fazer muitas cócegas nessas suas solinhas rosadas, continue cuidando bem delas.
Algumas mulheres entraram no banheiro enquanto dona Maria e suas “capangas” foram saindo, a senhora Marizete ali de 50 anos se tremia toda olhando para um dos espelhos e pensando em tudo aquilo:
- MEU DEUS EM QUE SITUAÇÃO EU ME METI!
***
Já em casa, o seu Jose pergunta ao filho e esposa:
- Como está o processo de dominação da senhora Marizete? Quando vou poder finalmente ter ela aqui para me deliciar com aqueles pezinhos gostosos?
- Logo pai, estamos evoluindo bem – respondeu Jhon, dona Maria complementou:
- Até o fim deste mês eu arranjarei tudo querido, já comecei no restaurante a chantagear ela com a quebra do acordo e contrato da nossa parceira com a loja deles, logo teremos ela a vontade e a traremos pra casa!
- Muito bem, continuem o progresso!
***
Era cedo, umas 7:15 da manhã, fazia pouco tempo que Marizete tinha aberto a loja, ainda não tinha atendido ninguém, quando o carro já conhecido chegou, uma grande picape Hilux, de dentro saiu dona Maria e o seu filho Jhon sorridentes, foram entrando sorridentes já indo para as cadeiras a frente do balcão da senhora Marizete que logo deu um sorriso forçado e puxou os pés para trás, então falou os cumprimentando:
- Bom dia gente! Chegaram cedo, o que vão querer hoje?
- Faz poucos dias que nós completamos nosso estoque semanal com vocês senhora Marizete, hoje viemos por outro motivo – falou Jhon já olhando para os pés cruzados ali nas havaianas de Marizete debaixo do balcão, esta sentiu um desconforto crescente e foi logo perguntando:
- E o que eu poderia os ajudar hoje meus queridos?
Dona Maria deu um largo sorriso e falou:
- Os seus pés, querida, queremos os seus pezinhos aqui sobre o balcão, por favor tire as chinelas e coloque os pezinhos agora juntos aqui sobre o balcão!
- Eu acho que não ouvir bem, querer que eu coloque meus pés sobre o balcão? Para que? Estão doidos hoje é? – respondeu Marizete já sentindo a intensão da dupla ali, dona Maria falou então séria:
- Lembra do que falei no banheiro ontem? Os seus pés são a garantia de mantermos o contrato e acordo que vai garantir muito dinheiro para vocês, o senhor Edmundo vai odiar saber que desistimos do investimento em vocês para comprar e investir em outra loja, vai querer mesmo isso? Posso cancelar tudo com uma simples ligação para o meu esposo agora mesmo!
- NÃAO! TÁ TUDO BEM, ESPEREM! – falou Marizete e obedeceu colocando os dois pés cruzados sobre o balcão ali ao alcance de dona Maria e seu filho Jhon a sua frente, estes rapidamente seguraram os pés de Marizete e imediatamente começaram a lhe fazer cócegas juntos, com Jhon fazendo cócegas no pezinho direito e dona Maria no pezinho esquerdo, Marizete começou a gargalhar alto desesperada implorando para pararem no mesmo instante:
- AHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHA CÓCEGAAAAS NÃAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... LARGUEEEM MEUS PÉEES POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
- Mais que pezinhos lindos mais sensíveis a cócegas ela tenha filho, o seu pai vai amar!
- Vai sim mãe, o papai vai judiar muito destes pezinhos!
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA SEUS LOUCOOOS... AHAHAHAHAHAHA PAREEM... AHAHAHAHAHAHAHAHA POR FAVOOOOR… AHAHAHAHAHA MEU DEUUUS… AHAHAHAHAHAHAHAHAHA… SOLTEM MEUS PÉEEES… AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…
As mãos de dona Maria e seu filho Jhon atacam principalmente o meio das solas, pois desde cedo perceberam que era a região onde a senhora Marizete era mais sensível, a coitada se remexia louca ali desesperada entre gargalhadas tentando puxar os pés que eram massacrados com cócegas sem piedade, quanto mais ela implorava, mais cócegas seus pezinhos recebiam:
- AHAHAHAHAHAHAHAHA... EU NÃAAO AGUENTOOO... AHAHAHAHAHAHA POR FAVOOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA PARREEEM... AHAH AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Quando estava chegando nos cinco minutos de cócegas sem parar, Marizete gritava entre as gargalhadas:
- AHAHAHAHAHAAHAHAHA... EU ESTOU ME MIJANDOOO... AHAHAHAHA POR FAVOOOR EU NÃAO AGUENTO... AHAHAHAHAHAHAHAHA PAREEM AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHA...
O short jeans de Marizete começou a se molhar visivelmente enquanto ela gargalhava, nesse momento entrou um senhor na loja que vinha comprar alguns sacos de cimento e falou surpreso com a cena:
- O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO?
Dona Maria e seu filho John se olharam e pararam as cócegas soltando os pés da senhora Marizete ali, então se levantaram e Maria falou:
- Só estava tirando algumas dúvidas e brincando um pouco com a senhora Marizete, até mais querida!
Após isso os torturadores saíram na Hilux e a senhora Marizete agradeceu ao senhor Alfredo ali e lhe deu um super desconto como forma de ficarem bem, com a promessa do senhor Alfredo não contar a ninguém a cena que viu.
Os dias foram passando e dona Maria e seu filho Jhon começaram a vim com cada vez mais frequência a loja visitar a senhora Marizete, toda visita faziam questão de chantagear a coitada com a possível quebra da parceria e acordo e a grande perda de dinheiro que a loja deles iria sofrer com aquilo, não demorava muito e logo Marizete estava cedendo os seus lindos pezinhos gordinhos cheinhos de tamanho 36 com solinhas rosadas para o casal de filho e mão ali malvados começarem a lhe fazer cócegas em sessões com média de cinco minutos sem pausa:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHA EU NÃAO AGUENTOOO... AHAHAHAHAHAHA VOU ME MIJAAAR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHA...
- Calma querida, são só cosquinhas, calma! – dizia a malvada dona Maria sem para junto com seu filho Jhon de fazer cócegas nos pés de Marizete que se contorcia toda ali na sua cadeira com os as pernas estiradas e os pés nervosos recebendo as cócegas enquanto se remexiam desesperados, logo estava se mijando na roupa e era solta, os torturadores agradeciam e iam embora.
No inicio eram duas a três visitar por semana, acompanhadas sempre de uma grande compra semanal, a compra semanal se manteve, mas as visitas depois da terceira semana passaram a ser diárias, de segunda a sexta, assim que abria a loja, a coitada da Marizete recebia a dona Maria e o seu filho Jhon que lhes faziam cócegas nos seus pés até ela se mijar, tempo médio de cinco minutos sem pausa de cócegas, então a deixaram em paz e seguiam embora.
Tinha dias que Marizete implorava quase chorando para os dois torturadores ali de manhã cedo:
- SÓ HOJE POR FAVOOR SEM CÓCEGAS! SÓ HOJE GENTE EU IMPLORO! POOOR FAVOOOR HOJE NÃAAO!
- Você que não podemos querida, vamos, coloque os pezinhos sobre o balcão por favor, quanto mais a senhora demorar, maior é a chance de algum outro cliente entrar e ver nossa brincadeira como alguns já viram, vai querer mesmo isso? O contrato está por um tris de nós cancelarmos, eu só preciso de uma ligação, lembre-se! – ameaçava dona Maria, logo já chorando a senhora Marizete entregava os pés e imediatamente o casal ali de mãe e filho lhe agarravam os pezinhos e começavam com tudo a lhe fazer cócegas sempre bem concentradas no meio das solinhas rosadas super sensíveis, as gargalhadas histéricas sem controla de Marizete então vinham com tudo:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUUS ME AJUDAAAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEM POOR FAVOOOR... AHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Com um mês nesse ritmo, a senhora Marizete recebeu uma ligação, quando atendeu, a voz era do senhor Jose, o esposo de dona Maria e pai de Jhon, ele falou:
- Olá senhora Marizete, é um prazer está entrando em contato, não te vejo pessoalmente desde a noite do nosso acordo assinado no restaurante, imagino que saiba o porque estou te ligando, certo?
- Sim, sua esposa deixou claro que ela e o seu filho estavam preparando meus pés para o senhor – respondeu Marizete nervosa, no final do mês passado dona Maria mandou um link com vários vídeos caseiros que alguns contratados externos tinham feito dela recebendo cócegas desesperada ali dentro da loja, no meio tinham vídeos feitos por ela e o filho também expondo o ponto fraco de Marizete, logo além de quebrar o contrato e acordo, a chantagem aumentou para os vídeos serem divulgados e a cidade inteira descobrir como a coitada da Marizete é sensível e fraca perante cosquinhas nos seus pezinhos, ela iria virar piada na cidade e talvez até atraísse mais malucos querendo seus pés, perante aquilo, dona Maria lhe disse que agora a partir do próximo mês, ela teria um encontro mensal com o seu Jose, o grande empresário e patrocinador de tudo, um encontro onde ela cederia por uma hora inteira seus pés para o senhor Jose fazer o que quisesse com eles, o que significaria provavelmente muito mais cócegas do que ela recebia diariamente.
- Sim querida, é isso mesmo, no próximo sábado o seu esposo vai ficar aí cuidando da loja em seu lugar, enquanto você vai vim nos visitar para revisar os valores e metas da nossa parceria, você é a encarregada disso, por uma hora estará conosco aqui em casa cumprindo seus deveres, claro, isso para seu esposo, porque na verdade estará deitada presa numa cadeira de cócegas enquanto eu cuidarei muito bem dos seus pezinhos! Se prepare, próximo sábado é o nosso primeiro encontro! – finalizou o senhor Jose encerrando a ligação.
Marizete estava em apuros, tinha se metido numa trama de dominação envolvendo seus belos pezinhos que se arrependia amargamente de ter conhecido aquela maldita família.
***
Finalmente chego o tão planejado sábado que a senhora Marizete estava com tanto medo e o seu Jose aguardava tanto, como combinado, o esposo de Marizete ficou cuidando da loja enquanto ela iria revisar na casa dos Nascimento revisar o contrato e as metas, mas na verdade, ela estava indo para ser presa e receber cócegas por uma hora nos seus pés feitas pelo dono da construtora, o seu Jose.
Assim que chegou na mansão, dona Maria e o filho Jhon acompanharam Marizete até o subsolo da mansão onde existia um conjunto de tuneis, parecia um labirinto, enquanto caminhavam, Marizete perguntou a dona Maria:
- Você não tem ciúmes de deixar o seu esposo sozinho comigo? Porque você o ajuda nesse lance? Seu filho é homem, eu entendo, mas a senhora!
- O Jose me ama, mas ele ama mais ainda pés, belos pés femininos e cosquentos como seus, infelizmente meus pés são feios e eu não sinto cócegas nas minhas solas, logo isso atrapalhou muito o início da nossa relação, mas para o compensar, eu ajudo meu querido esposo a conseguir belos e sensíveis pezinhos, não se engane querida, você não é a primeira!
No final de um longo corretor ali dentro no subterrâneo depois de entrarem e saírem de vários tuneis, eles chegaram de frente para um quarto com as paredes de padra, lá dentro sorridente o seu Jose aguardava sentado numa poltrona bastante confortável.
Nesse quarto tinha uma cama de casal com correntes para as mãos e pés, uma mesa redonda com correntes para prender alguém ali em x todo esticado, uma das paredes eram cheias de objetivos de fazer cócegas como penas, pentes, pinceis entre outros objetos, em cima de uma cômoda existiam vários frascos de óleo e gel, por último, bem no meio do quarto, perto da poltrona de seu Jose, existia uma cadeira de cócegas inclinável e ajustável que parecia uma maca daquelas de hospital, só que vermelha, Marizete foi deitada sobre essa cadeira, teve os pulsos presos com presilhas de couro grosso, então seus pezinhos foram presos também em presilhas de couro ajustáveis, arrochados e agora lá estava Marizete, estirada presa na cadeira de cócegas, vestindo uma calça lag, uma camisa comprida e nos pés as suas lindas havaianas rosas de correias finas brancas que lentamente foram removidas.
Maria e Jhon foram embora e encostaram a porta do quarto, agora estavam só Marizete presa ali na cadeira de cócegas e a sua frente um velho de uns 60 anos, mas bem conservado e até bonito, era o seu Jose, ele posicionou suas mãos ali perto das solinhas rosadas dos pezinhos de Marizete e falou:
- Hora das cosquinhas, minha querida!
- DEVAGAAAR POOOR FAVOOR SENHOOOR... AHAHAHAHHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA… MEU DEUUUS… AHAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHA… - começava naquele momento as cócegas nos pés de Marizete feitas pelo malvado seu Jose.
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHA MEU DEUUUUS… AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA PARAAAAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHA…
Os dedos habilidosos do velho safado dedilhavam e escavavam sem parar o meio das solas rosadas gordinhas dos pezinhos de tamanho 36 de Marizete que se balançavam desesperados sem parar, quanto mais a coitada implorava, mais cócegas o seu Jose lhe fazia ali com suas mãos hábeis dedilhando e escavacando o meio das suas sensíveis solas:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHA PIEDADEEEE… AHAHAHAHAHAHAHAHA… MEU DEUUUS PARAAAHAHAH HAHAHAHAHAHAHAHAHA… PAREE POR FAVOOOR… AHAHAHAHAHA…
Naquele início foram três sessões de cinco minutos com apenas um minuto de descanso entre cada uma, sempre nesses intervalos Marizete perdoa tempo atoa implorando:
- POOR FAVOOR EU NÃAO AGUENTO, EU NÃAO MEREÇO ISSO, POR FAVOOR ME SOLTAAAA... EEEI NÃAAO CÓCEGAAS DE NOVO NÃAAAAAO... NÃAAAAAO... AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA... SOLTAAA MEUS PÉEES AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – era Marizete implorando, mas no fim do intervalo não tinha jeito e as cócegas nos seus pés eram recomeçadas.
Ao fim daqueles quinze minutos iniciais de cócegas apenas com as mãos, o seu João passou uns dez minutos apenas lambendo intensamente as solinhas rosadas alternadamente ali a sua frente, dava no meio das lambidas, alguns beijos com chupões e pequenas mordiscadas nas laterais, calcanhares e parte fofa abaixo dos dedinhos, Marizete dava pulos gritando:
- AAAAAAI... AHAHAHAAHA... ASSIM DÓI... EEEI... AAAAI AAAI... AHAHAHA MEU DEUS... AAAI... AIIIII... AAAAAHHHH...
Quando seu Jose lambia entre os dedos, Marizete não aguentava e se desmanchava gargalhando:
- AHAHAHAHAHAHA AI ENTRE OS DEDOS NÃAAAO... AHAHAHAHAHAHAHA FAZ COSQUINHAAAS... AHAHAHAHAHAHA PARAAA POR FAVOOR... AHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Depois de satisfeito com as lambidas intensas, seu Jose começava a chupar um por um os dedinhos de cada pezinho como se fossem deliciosos pirulitos pop sendo chupados intensamente, principalmente os dedões que eram os dedos que eram mais chupados e passavam mais tempo dentro da boca do velhinho safado ali, Marizete, uma mulher experimente de 50 anos, tinha experimentado muito coisa na sua juventude, mas podolatria nunca, era a primeira vez que ela tinha seus pés degustados e saboreados daquele jeito, era um pouco nojento no começo, mas ela estava começando a gostar, esse é o problema, quando dona Marizete estava começando a gostar, a sentir um pouco de prazer ali com os pés lambidos e chupados, o seu Jose paro, olhou para ela e falou com um sorriso bem malvado:
- A hora do descanso acabou, agora é hora das cosquinhas novamente!
Bem calmo, o seu Jose pegou uma longa pena de ganso, então veio com a ela até o pezinho direito de Marizete e então começou a esfrega-la lentamente no meio da solinha, ao mesmo tempo que a sua outra mão dedilhava o meio da sola do outro pezinho, sem resistir muito, Marizete começou a gargalhar novamente:
- AHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUS... AHAHAHAHAHAHA... EI PARA COM A PENAAAA... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA PARE COM AS CÓCEGAAAS POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHA...
A peninha de ganso era deslizava pelas laterais, pelo meio da sola, subindo e entre os dedos e depois voltava descendo e passava um longo tempo subindo e descendo o meio da sola, isso quando a outra mão do seu Jose dedilhava alternando entre o meio da solinha e a região abaixo e entre os dedinhos do outro pezinho, tudo isso em conjunto fazia Marizete sentir muitas cócegas e rir sem parar desesperada:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHA PAREEEE… AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…
Foram cinco minutos sem parar, depois teve uma rapidíssima pausa de trinta segundos e então seu Jose recomeçando agora usando a pena no pezinho esquerdo e os seus dedos no pezinho direito, Marizete mal tinha se recuperado e já era massacrada novamente com as cócegas nos seus pezinhos lindos gordinhos cheinhos de solas rosadas naquele momento:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU PRECISO DESCANSAAAR... AHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Depois daquela sessão, seu Jose pegou uma segunda pena de ganso e passou a deslizar agora duas penas de ganso nas solas lisinhas engiadinhas dos pezinhos gordinhos de Marizete, era uma pena em cada pezinho fazendo o máximo de cócegas possível:
- NÃAAO POR FAVOOOR DUAS NÃAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAAHA EEI AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... AHAUAHAUAAHAHAHA...
- Calma querida, são só peninhas, calma – dizia repetidas vezes o seu Jose enquanto massacrava a coitada da Marizete ali com penas fazendo cócegas em seus pés super sensíveis...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOR EU TO… AHAHAH AHAHAHAHAHAHAHAHAHA… TODA MIJADAAAA… AHAHAHAHAHAHA EU NÃAAO AGUENTOOOO… AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…
Depois de sofrer as cócegas com as duas penas ali nos seus pés, Marizete teve um descanso de dez minutos onde por todo esse tempo o seu Jose passou lambendo, cheirando, beijando e chupando seus pezinhos intensamente, o velho experimentou cada centímetro daquelas solas rosadas daqueles pés gordinhos cheinhos deliciosos, quando parou, os pés de Marizete estavam completamente babados, cheios da saliva do torturador.
- Agora vamos para as cócegas avançadas – falou seu Jose para Marizete, então pegou um frasco de óleo de bebe e o derramou com abundancia sobre as solas dos pezinhos da coitada, espelhando bem o óleo por todo o pezinho, assim que sentiu que as solas dos pés de Marizete estavam completamente meladas com o óleo ali usado, seu Jose pegou uma escova redonda de cabelo e passou ela rapidamente só para testar, bem no meio da solinha do pezinho direito de Marizete que na mesma hora gargalhou alto assustada e histérica:
- AHAUAHAUHAHAHA... PARA!
- Que delicia querida, vamos continuar!
Jose começou nesse momento então a verdadeira tortura, com uma mão esfregava a escova de cabelo na sola do pezinho direito, com a mão dedilhava deslizando seus dedos na sola do pezinho esquerdo sempre alternando entre o meio da sola e a região entre os dedinhos, Marizete gargalhava como uma louca desesperada:
- AHAHAHAHAHAHAHAUAHAUAAHAAHAUAHAAAHAHA... PARAAAA... AHAHAHAHAHAHAHA... AHAUAHAUAHAUAHAAAHAHAAHAHAHUAHAHA POR FAVOOOOR... AHAHAHAHAAUAHAAHAHAUAHAAUAHAHAHAHA...
- Eu não posso parar querida, está divertido demais aqui, prazeroso demais!
- AHAHAHAHAHHAUAHAUAHAAUAHAUAHAAHAHAHAUAHAHAHA... MEU DEUUUS... AHAUAHAUAHAUAAHAHAHAHAAHAHAAUAHAUHAHA... ALGUÉEM ME AJUDAAAAHAHAHAHAHAAHAHAUAHAUAAHAHAHA...
Com três minutos apenas Marizete estava se mijando, com cinco minutos o seu Jose parou, mas não deu tempo nem da coitada ali se recuperar e imediatamente uma nova sessão de cócegas começou, agora com a escova de cabelo sendo esfregava no meio da sola do pezinho esquerdo enquanto o sola do pezinho direito recebia cócegas feitas pela outra mão do seu Jose, Marizete estava acabada e sendo levada ao extremo para superar todos os seus limites com aquela tortura exaustiva de cócegas nos seus pezinhos gordinhos cheinhos de tamanho 36 com solas rosadas super macias e lisinhas:
- AHAHAHAHAHAHAAHAHAHAUAHAAUAHAHAUAHAHAHA... POOR FAVOOR... AHUAAHAUAHAUAAAHAHAHAAHAHAHA... EU PRECISO DESCANSAAAR... AHAUAHAUAHAUAHAUAAUAAHAHAHAHAHAUAHA...
Marizete, aquela mulher simples de 50 anos, dona de uma humilde loja de construção com seu marido, nunca pensou na vida que chegaria naquela situação, sendo massacrada por cócegas no seu ponto fraco, os seus pés que o marido no máximo fazia uma massagem aqui acola para a relaxar, ela agora vitima dessa família sádica, não bastava aquele mês inteiro com dona Maria e seu filho lhe fazendo visitas na loja e lhes fazendo cócegas nos seus pés por alguns minutinhos terríveis, ela estava agora ali a mais de uma hora presa naquela cadeira de cócegas indefesa sendo massacrada ali, custava lhe acreditar que era real aquele inferno de cócegas nos seus pés...
- AHAHAHAAHAHAHAHAUAAHAUAHAHAHAUAAHAHAHA... EU NÃAAO AGUENTOOO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PARAAHAHAHAHAHAHA...
Quando finalmente seu Jose parou, ele pegou o frasco de óleo e o virou derramando uma quantidade boa nas mãos e depois espalhando tudo nas solas dos pezinhos de Marizete ali presa, foram apenas um minuto parando as cócegas para espalhar mais óleo nas solas, depois para o desespero total de Marizete, com um sorriso sádico, o seu Jose lhe mostrou uma segunda escova de cabelo idêntica a primeira que já estava usando e falou:
- Agora vamos brincar com as duas escovinhas, uma em cada pezinho!
- NÃAAO POR FAVOOR SEU JOSE POR FAVOOOR! NÃAO FAZ ISSO POR FAVOOOOR... EI NÃAAAAO... AHAUAHAUAHAAUAHAUAHHAUAHAAUAHAU AHAUAHAUAAHAUAHAUAHAUAAHAUAAHAUAAAAAUAHAUHAHAUA... – implorou desesperada Marizete, mas então foi interrompida e perdeu o total controle quando as escovas de cabelo começaram a freneticamente serem esfregadas juntas no meio das solas rosadinhas de seus pezinhos sensíveis, agora Marizete não conseguia mais falar nada, apenas gargalhar histérica e sem controle nenhum:
- AHAUAHAUAHAUAHAUAHAUAAHAUAHAAAHAAHUAAHAHAUAAHAHA AHAAAHUAAHAUAAHAUAHAUAHAUAAHAUAHAUAHAAHAHAAAHAHAHAHAHAHAHAHAUAHAUAHAAUAHAUAHAAUAHAUAHAUAHAAHAHA...
- Isso querida, ria, gargalhe, enlouqueça de tantas cócegas, vamos, que delicia de pés sensíveis a senhora tem querida Marizete, minha vontade é de não te soltar nunca mais e passar o dia todo aqui – falou o seu Jose para o desespero de Marizete que em cinco minutos já estava toda vermelha e quase desmaiando sem ar de tanto rir, quando finalmente as cócegas pararam.
Depois dessa ultima sessão terrível, o seu Jose passou mais uns dez minutos lambendo e beijando intensamente as solinhas da coitada ali presa e no final chupou gostoso seus dedinhos, para finalmente a soltar, mas Marizete ainda teve que ir de livre e espontâneo vontade para a cama onde se deitou e com os pés masturbou o seu Jose deslizando as solinhas lisinhas dos seus pezinhos subindo e descendo sem parar sobre o pau grande do velho até ele gozar e quando gozou, gozou forte melando bem as solinhas da submissa e depois as suas havaianas, que delicia!
Marizete então calçou as havaianas gozadas nos seus pés gozados e foi sendo acompanhada pela família até a saída da mansão, se encerrava ali o primeiro de muitos encontros.
O tempo foi passando e os encontros que eram uma vez por mês, passaram a ser a cada quinze dias, depois semanais, o que eram sessões de apenas uma hora e uma hora e meia no máximo, passaram a ser pela tarde inteira para o desespero de Marizete:
- POOOR FAVOOR SENHOOOR EU NÃAO AGUENTO... NÃAAO ESSA ESCOVA ELETRICA ENTRE OS DEDOS NÃAAAAO... AHAUAHAUAAHAHAHA AHAHAHAAUAHAAUAHAUAHAAUAHAHAHAAHAHAHA... – era a coitada da Marizete desespera quando o seu Jose lhe mostrou a escova de dente elétrica e veio na direção do seu pezinho direito a esfregar entre os seus dedinhos, era uma das piores torturas de cócegas aquela...
- AHUAAHAUAAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEE... AHAUAHAUAHAHAHAHA AHAUAHAUAAHAHAHAAHAHAHAHA... POR FAVOOOR... AHAUAHAUAHAH AHAHAHAHAHA...
A pequena cidade cresceu, as obras se multiplicaram e as vendas de materiais de construção foram recordes por cima de recordes, no auge dos negócios, o senhor Raimundo aceitou a proposta do seu Jose e família e vendeu a sua esposa Marizete como escreva de cócegas e podolatria da família Nascimento, a entregando de vez para os seus torturadores que a prenderam nos fundos da mansão no subterrâneo e continuaram a lhe fazerem cosquinhas nos seus delicados pezinhos pelo resto da sua vida, as risadas da senhora Marizete nunca paravam ali dentro daquele quarto de calabouço:
- NÃAAO POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAAHAHAAHAHAHAHAHA... SENHOOOOR... AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA... PIEDADEE... AHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHA… NOS PÉEES NÃAAAO… AHAHAHAHAHAHA…
Assim continuou a senhora Marizete em sua nova vida, uma vida de cócegas...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... DE NOVO NÃAAAO... AHAHAHAHAHAHA...
FIM!
