A Submissão do Thiago- Parte 13.1- No porão da Sinistra

Um conto erótico de Rafa Porto
Categoria: Gay
Contém 3166 palavras
Data: 13/05/2026 14:07:41

Fala, galera! Chegou mais um conto fresquinho do Thiago! Pra variar, ficou bem longo, então dividi em duas partes. Espero que curtam!

E para os fãs do gaúcho: calma que a sequência já tá vindo! Publico a primeira parte do capítulo final até sexta, sem falta!

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O porão para onde o Yuri tinha me levado continuava igual ao que eu me lembrava. Úmido, escuro, tão amplo que fazia até eco quando a gente caminhava. Tudo o que eu conseguia ver apenas os contornos de umas máquinas estranhas, sem fazer a menor ideia pra que elas serviam!

“Caralho, e pensar em quantos caras da facul passaram pelo que eu tô passando agora!”, pensei, enquanto olhava prumas máscaras esquisitas penduradas na parede mais próxima. Mano, como é que podia: até meu terceiro ano, minha vida universitária tinha sido perfeitamente normal: aulas, festinhas nas repúblicas, jogos universitários. O de sempre. Até que, de repente, eu descubro que uns caras da República - que além de organizarem um cassino clandestino daquele tamanho, o que já seria um escândalo, digno de matéria no jornal local – controlavam uma sociedade secreta, que simplesmente... engaiolava o pau de caras e fazia eles de submissos! E debaixo do nariz de todo mundo? Era inacreditável!

- Feliz de estar de volta, Thi Thi? Quem diria, você aqui voltando com o rabinho entre as pernas depois de todo aquele teatrinho, né não?- o Yuri esbanjou um sorrisão de orelha a orelha. Ele então esfregou a mão uma na outra, com aquele ar de vilão de filme que vai botar um plano em prática - bom, bora pro que interessa...sei que você, sendo a vagabunda que é, deve tá com um fogo danado nessa buceta. Mas antes, a gente precisa resolver algumas coisinhas…me acompanha!

O Yuri me guiou até uma porta lá nos fundos do porão. A gente entrou em um banheiro mal iluminado, mas que, até onde eu podia perceber, não tinha nada de tão incomum. Mas mesmo assim, senti um arrepio subir pela minha espinha. Meu instinto me avisava que algo diferente iria rolar daquela vez. Tá, tudo bem, eu já sabia muito bem que em algum momento o Thiagão seria...bom, “rebaixado pra segunda divisão”, como o Nicolas tinha descrito. Mas da outra vez, quando fui negociar com o Yuri a favor do Bernardo, não teve nada dessa história de ir até o banheiro.

- Vou te falar hein, Thi Thi...tu acertou em cheio com o uniforme! Tu conhece mesmo teu macho! – o Yuri me olhava salivando, como se ele fosse um vira-lata de rua e eu um pedaço de alcatra, exposto na vitrine do açougue - Mas agora, vou precisar que tu fique como veio ao mundo! Peladinha, bebê!

“Peladinha”, a palavra se repetia na minha cabeça como uma chibatada. Que vergonha: eu, um homem feito, de 1.85cm, iria ficar “peladinha” só porque outro cara tinha mandado! Fui me despindo peça por peça, bem devagar, sempre de cabeça baixa. Mas mesmo sem ver, sabia que o Yuri saboreava cada peça que eu jogava no chão, revelando uma parte do meu corpo talhado em anos de futebol e academia.

Quando fiquei só de cueca, travei. O Yuri, claro, captou minha incerteza, sem eu mesmo ter dito uma palavra:

- Ih, que foi, Thi Thi? Vai se fazer de moça virgem agora? Bora lá, que eu já vi esse grelo e esses ovários mais de uma vez!

Mano... não bastasse meu pau ter sido reduzido a um “grelo”, agora meu saco – que porra, modéstia parte, sempre tinha sido um sacão de respeito! – foi rebaixado a ... “ovários”. Era ridículo eu ficar tão sentido por um apelido idiota desse. Mas bem nessa hora, junto com o soco que senti no meu orgulho masculino, meu pau ficou instantanemanete meia bomba. Não podia negar: quanto mais baixo eu me afundava na lama da humilhação, mais eu descobria um nível de tesão que nunca imaginei existir na vida!

Cumpri as ordens: abaixei a cueca em um gesto rápido, logo erguendo a cabeça e estufando o peito, tentando salvar o mínimo de dignidade que me restava. Cheguei a ver meu cacete e saco caiindo pesadões pra fora da cueca boxer. Minha maior mostra de masculinidade, balançando solta no ar, soberana. Desfrutando da sua liberdade por um último momento…

- Uau, que isso, meu irmão! – o Yuri voltou a zoar, com a confiança cada vez mais em alta– uma pica desse tamanho só pode ser herança de família! Diz aí, teu coroa é dotadão assim também?

- Ele...ele é sim... – nunca imaginei que eu fosse discutir o tamanho do pau do meu pai com outro cara na vida!

- É, realmente, tu herdou um puta tesouro no meio das pernas, Thi Thi! Digno de um príncipe!

Chegando mais perto, o Yuri me ergueu meu queixo com os dedos, me obrigando a ficar cara-a-cara com ele. Porra, eu nunca tinha visto aquele maluco tão eletrizado. Os olhos dele – duas jabuticabas pretonas, enormes – brilhavam de uma forma assustadora. Era quase um buraco negro. Impossível de resistir:

- Espero que tenha se divertido com teu queridão ontem...ah, aliás: cadê o videozinho da tua noite da vitória, campeão? Não vai me dizer que esqueceu....

- Não, imagina, Yuri! Tá no celular! – “mas que porra é essa, Thiago? Tu respondendo assim todo servil, com aquele jeito de funcionário que quer mostrar serviço? Patético!”

-Hmmm, bom garoto! – algo no jeito que o Yuri falava “bom garoto” sempre me fazia querer que ele me chamasse assim de novo – onde tá teu celular? Quero ver o que o senhor aprontou ontem...

Nem me arrisquei a dizer uma palavra: peguei meu celular, jogado no meio da pilha formada pelas minhas roupas, e entreguei na mão do Yuri. Ele me perguntou a senha de desbloqueio:

– Dá aqui que eu desbloqueio, na boa...- falei, já estendendo o braço para pegar o celular da mão do meu ex-rival. Ele se desviou a tempo e me olhou com uma cara de reprovação, mas com certa calma. Cmo um pai lidando com uma travessura do filho.

– Nada disso, Thi Thi...- ele fazia que “não” com a cabeça - bora, desembucha!

– É– revelei a senha, crente que o Yuri não iria saber do significado daquela data.

– Hmm...dia do nascimento do CR7, é? – o Yuri abriu um sorrisisinho enquanto deslizava os dedos pela tela, ganhando acesso a minhas mensagens, minhas redes...tudo! – bom, faz sentido! Vou te falar que você sempre me lembrou ele mesmo, Thiago...

“Porra, na moral?”. Apesar do meu nervosismo, não pude conter minha animação. Desde pequeno, o Cristiano Ronaldo sempre foi um dos meus maiores ídolos, minha grande referência no futebol. Ouvir da boca do Yuri que eu “lembrava” ele era motivo de uma alegria insana pra mim. Na verdade, só confirmava a impressão que eu tinha tido no dia anterior, de que o Yuri realmente me admirava como jogador!

– Na moral, senhor Thiago... – o Yuri me olhou, dessa vez sem nenhuma ironia na voz – tu é um cara sério, disciplinado, comprometido com tudo o que faz. Além de ser todo vaidoso, ter esse corpão...não é à toa que tu é o galã dessa facul! Me lembra o CR7, sem zoeira...

Eu estava pronto para rir e soltar um “ah, nem é tão assim!”, me fazendo de modesto. Mas nem deu tempo. Se tinha um cara que sabia mudar o ritmo do jogo como ninguém, era o Yuri. Nesse ponto, ele, e não eu, era quem mais lembrava as variações monstras do CR7 em campo. Ele fechou a cara de repente e molhou os lábios antes de lançar mais essa humilhação:

– Com algumas diferenças importantes: primeiro que esse rabetão carnudo aqui ó, só o Thiagão do futebol tem! – senti a palma da mão dele arder na minha bunda, fazendo um estalo que ecoou pelo porão - e aqui entre nós, duvido que o Cristiano tem essa mesma vocação pra fêmea sedenta que você!

O Yuri então abriu a galeria do celular, logo achando o vídeozinho que gravei com a Ju na noite anterior. Tentei segurar a barra o melhor que eu pude, mas foi foda. Em outras situações, nem ligaria muito caso algum brother mais chegado assistisse um vídeo meu comendo uma mina. Pelo contrário: capaz até de ficar orgulhoso, ainda mais se fosse uma gravação com uma puta gostosa como a Ju! Mas outra coisa, completamente diferente, era o Yuri assistir a uma parada assim! Se durante a transa com a Ju me senti invencível, ali no porão da Sinistra eu me sentia um puta idiota ouvindo os gemidos dela e os meus urros, me esforçando para parecer machão. Tudo aquilo me parecia meio exagerado, falso, uma imitação barata daqueles pornôs hétero que eu tanto assistia desde quando era adolescente. Teve uma hora que até olhei pro lado de tanta vergonha, quando no vídeo eu gritei um “vai, gostosa!” e depois meti um tapão na bunda dela, perguntando “quem é o dono da maior pica dessa facul?”,. A Ju, claro, respondeu toda manhosa: “você, Thiago!”.

O Yuri soltou uma gargalhada alta:

– Caralho, isso é genial! “Quem é o dono da maior pica dessa facul?” – ele me imitou, fazendo uma voz grossa exagerada

Graças a Deus o vídeo já tava quase terminando! Me lembrava bem da cena final, quando enquadrei bem minha vara dura, no ápice da sua glória, jorrando gala quente nas costas da Ju. Já tava imaginando mais alguma zoeira pesada do Yuri, feita sob medida pra arrasar meu orgulho. Mas pra minha surpresa, não foi o que rolou. Ele assistiu o vídeo quieto, com os olhos grudados na tela:

– Cacete Thiago, mas isso aqui...- ele me falou logo depois que o vídeo terminou- é uma obra-prima! Porra, esse final foi show demais! Tu todo grandão, fortão, marretando a buceta da Ju. Certeza que ela deve ter ficado doidinha!

– Hmmm...é, acho que sim...- fiquei meio inseguro. Onde que o Yuri queria chegar com aquele papinho?

– É...- o olhar dele se encheu de maldade- isso tudo só me dá mais gosto de te submeter, sabia? Pegar um prícipe como você e reduzir toda essa banca a nada...

E chegando por trás, ele sussurrou bem ao pé do meu ouvido, me puxando de leve pela cintura:

– Transformar esse cara lindão, tão admirado por todo mundo, na minha mulher! Na minha princesinha de grelo preso!

– Ahhhh! - deixei escapar um suspiro do fundo da minha alma. Quando me dei por mim, meu pau já tava duro feito pedra, escorrendo de pré-gozo!

– É, Thi Thi...como a gente sempre diz aqui na Sinistra: o grelinho nunca mente!

Eis que o Yuri surge então com uma caixinha preta na mão direita. É, a brincadeira tinha acabado. Naquela caixinha de madeira, com aparência tão inocente, estava o começo de uma nova vida. Bom, pelo menos até a Amandinha voltar do intercâmbio...

– Preparada?- o Yuri disse, claramente todo orgulhoso com o que tinha aprontado.

Com a ponta dos dedos, peguei a caixinha das mãos dele.. Abri. Imaginei que reencontraria ali a velha jaulinha de prata, minha fiel companheira durante aqueles longos 30 dias de confinamento. Mas não. O que tinha ali era um cinto de castidade- obviamente! Mas era um modelo diferente, de plástico, rosa bebê.

Cacete, era uma cor tão delicada, tão...feminina! Seria ridículo enjaular o “Thiagão” naquele negócio!Mas o mais assustador de tudo era que o cinto parecia tão...menor!

– Yuri, foi mal, mas acho que tu se enganou, mano! - quis devolver a caixinha - Sem chance do meu pau caber nisso!

– É, eu já imaginava essa sua reação... mas fica tranquillo, que eu sei o que tô fazendo! - o Yuri então começou a me explicar – eu sei bem que tu é um cara movido a desafio. Então, por isso mesmo, tá na hora da gente desbloquear o próximo nível. Esse novo cintinho que eu escolhi tem só 5cm. E pô, agora que esse trabuco que tu tem no meio das pernas vai ficar sem uso... pensei que seria uma boa economizar um pouco de espaço!

Fiquei tão em choque que nem consegui responder. Meu pauzão, minha “herança de família”, como o Yuri definiu, ficaria confinado em 5 centímetros de uma jaulinha rosa de plástico. Mano, só minha pica mole tinha mais de 10cm! Como assim ela iria caber naquele treco?

O Yuri então me puxou pelo cabelo, me obrigando a olhar pro espelho de corpo inteiro pendurado na parede. Me deparei com minha pica, tinindo de dura, empunhada como a espada de um guerreiro, denunciando meu tesão alucinado:

– Guarda bem esse cara que tu tá vendo no espelho, Thi Thi. Vou te vendar agora, e quando terminar, tu vai encontrar uma imagem bem diferente no reflexo. E ah, falando nisso...tenho mais uma novidade pra você...

“Novidade?” Quer dizer que além daquela porra de cintinho rosa, mais alguma surpresa me aguardava?

– Agora que tu é oficialmente meu submisso, a gente vai ter que mudar algumas coisas. Por sorte, você já não é muito peludinho, mas mesmo assim... – ele começou a acariciar meu peito, a única parte do meu corpo que eu tinha uma pelagem mais grossa - eu curto minhas fêmeas lisinhas, Thi Thi...com a pele macia, de seda, sacou? Como homem da relação, só eu tenho que ter pelo no corpo!

“Ah mano, essa não!”. Senti um nó na garganta. Agora tava explicado o lance do banheiro. Quer dizer que aquele psicopata tava planejando me depilar esse tempo todo? Como se eu fosse a porra de uma mina, de uma garotinha que passa a cera no banheiro antes de se encontrar com o namorado? Era bizarro demais pra ser verdade!

Na hora, me lembrei de quando eu, lá com meus 12 anos, comecei a ganhar meus primeiros pelos no corpo. Me veio à mente a cena do meu pai, o seu Sérgio, me ensinando a fazer barba: “tu tá virando homem, meu filho!”, conseguia sentir o orgulho na voz dele. Porra, em quantos churrascos naquele tempo meu pai não virava pros amigos e lançava algum comentário besta, típico de pai babão, do tipo “porra, meu garoto já tá com as bolas descendo!”. Na época eu não sabia onde enfiar a cara de tanta vergonha! Mas por outro lado, a verdade é que eu também estava pulando de felicidade de finalmente “estar virando homem”!Ao contrário de muitos dos meus amigos, que tiveram aquela fase meio esquisita na adolescência, quando a voz fica esganiçada e o corpo todo desengonçado, a puberdade passou super tranquila pra mim. Não sei se porque sempre joguei muita bola e pratiquei muita atividade física desde cedo, não demorei muito pra deixar o ar de menino e ganhar corpo e porte de homem. Minha voz engrossou rápido, fui um dos primeiros da turma a ter barba, e logo meu pau e meu saco começaram a se destacar no vestiário.

Sem falar que, da noite pro dia, passei a fazer um sucesso danado entre as meninas! Daí foi questão de tempo até ficar famoso como o “Thiagão do futebol” por toda a escola! A cada dia que passava, fui ficando cada vez mais confiante na minha pele, mais seguro com meu novo “eu”. Me lembro até de passar um tempão fazendo poses na frente do espelho, fascinado com as transformações do meu corpo, animado por finalmente estar me tornando igual aos jogadores de futebol que sempre admirei. Me tornando o cara que eu sempre quis ser!

E agora, quem diria: o lendário “Thiagão” estava a ponto de permitir que outro malandro prendesse a parte mais importante do seu corpo e depilasse o corpo inteirinho, das pernas ao rosto! Porra, tudo bem, eu até podia não ser dos caras mais peludões da facul– como o Yuri, por exemplo, que os pelos pretos do peitão pulavam sempre por debaixo da camiseta ou da regata. Mas ainda sim, meus pelos eram parte inquestionável de quem eu era. Tanto é que nunca nem cogitei me depilar, mesmo contra a vontade de algumas namoradas minhas. Nem conseguia imaginar como eu ficaria!

– Poxa, Yuri...será que essa parada não tá indo longe demais? Tu já tá me trancando nessa caralha de cinto de castidade. Agora... me depilar? Sério?

Eu sabia que pro Yuri, se eu não resistisse contra aquelas propostas depravada deles, pelo menos um pouquinho, não teria graça. Ele tinha que conquistar a vitória na marra:

– Tu não tem visão, Thiago. Você tá com medo agora, mas na hora que se ver lisinha- ele acariciava meu corpo, pasando pela virilha, minhas coxas, minhas bunda...não por acaso, minhas partes do corpo em que tinha pelos....vai ficar besta com o resultado! Deixa eu te perguntar: tu chegou a ler Playboy quando moleque?

Mais uma memória destravada da adolescência. O Thiago de 13 anos, com a grana que tinha acabado de receber de mesada do meu pai, correndo pra banca pra comprar a edição da Playboy daquele mês. Lia as revistas quando todo mundo da casa já dormindo, no banheiro do meu quarto. Apesar do meu pai saber – e claro, aprovar -que eu lesse aquela porra. Sabrina Sato, Flávia Alessandra, Juliana Paes...ah meu irmão, quantas “homenagens” sensacionais aquele banheiro testemunhou!

– Hmmm...sim! – sussurrei em resposta, não querendo dar a entender pro Yuri que a revista ocupava um lugar especial na minha adolescência.

– Óbvio que sim...- ele deu um daqueles clássicos risinhos dele – pois então, Thi Thi...naquela época, quando tu lia, tu não curtia uma bucetinha depilada? Ou vai me dizer que tu pagava pra ver uma gostosa com uma Mata Atlântica lá embaixo?

– Sim...- confessei, já abaixando a cabeça- na real, sempre gostei de mulher depilada...

– Tá vendo? Você entende meu ponto! – e erguendo mais uma vez meu queixo, ele me obrigou a me encarar no espelho –hoje, Thi Thi, você vai se transformar numa daquelas gostosas pra quem tu batia punheta na sexta série...

E então, com as mãozonas dele amassando no meu peitoral, como se fossem duas conchas, o Yuri arrematou dizendo:

– Na minha coelhinha da Playboy! Sem as orelhinhas de coelho...pelo menos ainda!

“Ah, CARALHO!”. O tesão falou mais alto que o medo: meu pauzão, latejando de duro, soltou um jato bizarro de pré-gozo. Por um segundo achei que fosse gozar, só de ouvir o Yuri falar aquelas atrocidades!

Ele então tirou uma venda preta do bolso e puxou as duas pontas atrás do meu rosto. Me olhei fixamente no espelho: queria gravar na memória a imagem do cara que eu via na minha frente. Uma lágrima ameaçou escorrer pelo meu rosto. “Tu tá virando homem, meu filho!”, lembrei mais uma vez do meu pai me dizendo, com o olho brilhando de felicidade, quando me ensinou a me barbear.

Pois é: quando o Yuri retirasse a venda, o “filhão do seu Sérgio”, que tanto era motivo de orgulho nos churrascos da família, se veria com um reflexo bem diferente em frente ao espelho...

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É isso, pessoal! Aliás, aviso que já tô aqui trabalhando na sequência! E por favor, qualquer comentário que tiverem, não deixem de compartilhar!

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Comentários

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Faz o thiago jogar bola com um plug anal gigantesco na buceta,ela vai amar

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Agora só falta o Thiagão fazer depilação a laser e usar calcinha!

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