A Dentista Gostosa, O Marido Nerd, A estagiária e os Órfãos Negros PT 3 Ultrapassando Limites

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3468 palavras
Data: 13/05/2026 13:06:48

Eu, Jaqueline , 32 anos, dentista formada, loira de olhos verdes marcantes, 1,66m de altura, corpo curvilíneo e bem torneado, seios médios siliconados, cintura definida, pernas fortes e cabelo loiro levemente ondulado. Sempre fui uma mulher segura, casada há dez anos com Maurício, dedicada ao meu trabalho no posto de saúde.

Nunca imaginei que um dia estaria aqui, parada no corredor escuro da minha própria casa, enrolada em um robe fino, assistindo escondida enquanto dois jovens que acolhi transavam com força no quarto ao lado.

Tudo começou com a boa intenção de ajudar. A ONG pegou fogo, eles perderam tudo… e agora eu estava pagando o preço dessa generosidade de uma forma que nunca esperava. Meu corpo traía minha mente a cada segundo.

Estava lá, parada no corredor, espiando pela fresta da porta entreaberta.

Henrique estava atrás de Marina, metendo com força. Seu corpo negro forte e definido brilhava de suor. Ele segurava a cintura dela com as duas mãos grandes enquanto enfiava aqueles 22 centímetros grossos, veiosos e pesados até o fundo. O barulho molhado e obsceno ecoava no quarto a cada estocada forte.

— Ahhh… assim… me fode gostoso, Henrique! — gemia Marina, empinando a bunda média, de quatro na cama.

Henrique grunhia baixo, acelerando o ritmo. Seu abdômen marcado contraía a cada investida, fazendo seu pau grosso entrar e sair brilhando da boceta dela. Marina tremia, os seios firmes balançando enquanto ele a fodia com intensidade, quase com raiva.

— Toma essa rola… safada — rosnava ele, dando um tapa forte na bunda dela.

Marina gemeu mais alto, empinando ainda mais. Henrique metia sem piedade, fundo e rápido, até que apertou a cintura dela com força, empurrou bem fundo e gozou, enchendo-a enquanto Marina tremia em outro orgasmo, gemendo o nome dele.

Eu me afastei da porta antes que eles terminassem, com o coração na boca e a calcinha completamente encharcada. Voltei para o quarto do casal em silêncio, me deitei ao lado de Maurício, que dormia profundamente, e fechei os olhos.

Mas o sono não veio fácil.

Aquilo que rolou na fazenda mais cedo não saía da minha cabeça. Eu masturbando o pau enorme do Henrique ainda molhada do banho , a grossura quente latejando na minha mão, o olhar dele enquanto eu o punhetava… o jeito como Gegê e ele falavam de mim, descrevendo meu corpo, meus seios, minha bunda enquanto se masturbavam.

Excitação. Curiosidade. Vergonha.

Uma mistura perigosa que não me deixava dormir. Eu apertava as coxas uma contra a outra, sentindo o calor entre elas, sabendo que estava pisando em um território cada vez mais arriscado.

E o pior… era que uma parte de mim queria continuar.

Ainda processando tudo o que havia acontecido na fazenda e no corredor à noite, aquela manhã começou tranquila e normal. Tomei café com Maurício, conversamos sobre coisas banais e por alguns minutos quase consegui fingir que éramos só nós dois novamente.

Até Marina aparecer na cozinha.

Ela desceu as escadas com cara de quem mal tinha dormido: cabelo loiro liso um pouco bagunçado, olhos castanhos com olheiras leves, mas ainda assim linda. Usava um shortinho curto de pijama que deixava a bunda média bem marcada e uma regata fina, sem sutiã, deixando os seios firmes e empinados bem evidentes. Caminhava devagar, com um sorriso satisfeito no rosto.

— Bom dia… Ai, Jaque, mal dormi essa noite — disse ela, se espreguiçando de forma exagerada. — Henrique precisou da minha ajuda a noite toda. O coitado estava muito necessitado… tive que dar várias voltas nele até ele conseguir dormir.

Senti uma pontada forte de ciúme e irritação, mas não disse nada.

Foi quando Maurício apareceu na cozinha. Meu marido, 1,83m, corpo naturalmente forte, barba sempre baixa e bem alinhada, cabelos escuros bagunçados e óculos de armação fina, vestia uma camisa polo e calça jeans, pronto para sair.

— Amor, vou até a cidade vizinha hoje. Surgiu um trabalho urgente com um cliente importante. Devo voltar só no final da tarde ou à noite — disse ele, me dando um beijo na testa.

Marina, que estava servindo café, virou-se rapidamente com um sorriso:

— Maurício, que coincidência! Eu também preciso ir até a cidade. Perdi todas as minhas roupas no incêndio e preciso pegar uma encomenda que fiz online. Será que você pode me dar uma carona?

Maurício hesitou por um segundo, mas acabou concordando:

— Claro, sem problema.

Os dois saíram juntos pouco depois. Gegê também avisou que iria sair para se divertir com uns amigos da antiga comunidade e só voltaria mais tarde.

De repente, eu estava sozinha em casa… com Henrique.

Não demorou muito e Larissa chegou, pontual como sempre. Subiram direto para o quarto dele. Eu tentei me ocupar na cozinha, mas a curiosidade era grande demais. Fui até o corredor e, mais uma vez, a porta estava entreaberta.

Larissa estava de joelhos, chupando Henrique com vontade. Segurava o pau grosso de 22cm com as duas mãos enquanto descia a boca o máximo que conseguia, babando bastante, fazendo sons molhados e obscenos. Henrique gemia baixo, com a mão na cabeça dela, empurrando devagar.

No meio do boquete, o celular de Larissa tocou. Ela parou, atendeu e fez uma cara preocupada.

— Merda… minha mãe passou mal. Tenho que ir agora pro hospital — disse ela, levantando-se rapidamente e se arrumando. — Desculpa, Henrique. Te compenso da próxima vez.

Larissa saiu correndo da casa. Henrique ficou sentado na beira da cama, o pau ainda completamente duro, latejando, brilhando de saliva, sem ter aliviado.

Eu estava passando pelo corredor quando ele me viu. Seus olhos intensos me prenderam.

— Jaque… — chamou ele com a voz rouca. — Por favor… eu tô explodindo. Não consigo ficar assim. Me ajuda… só dessa vez.

Henrique segurava o pau grosso na mão, olhando para mim com desespero e desejo.

Eu fiquei parada na porta, sentindo o coração disparar e o corpo inteiro esquentar.

Fiquei parada na porta do quarto, o coração batendo forte no peito. Sabia que não deveria estar ali. Sabia que era perigoso. Mas Henrique olhava para mim com aqueles olhos intensos, o pau enorme latejando na mão dele, completamente duro e brilhando de saliva da boca de Larissa.

— Jaque… por favor… tá doendo. Eu não consigo ficar assim — pediu ele, a voz rouca de tesão e desespero.

Eu resisti. Dei um passo para trás.

— Henrique… eu não posso. Isso é errado. Eu sou casada, eu…

Mas ele continuou ali, sentado na beira da cama, o abdômen marcado subindo e descendo, o pau de 22 centímetros grosso, cheio de veias saltadas, a cabeça grande e rosada latejando. Parecia ainda mais inchado depois da chupada interrompida.

Eu senti pena. Um misto de pena, curiosidade e excitação que me dominou. Suspirei, entrei no quarto e fechei a porta atrás de mim.

— Só com a mão… e rapidinho — murmurei, me aproximando.

Sentei ao lado dele na cama. Minha mão tremia quando envolvi seus dedos ao redor daquela grossura quente e pesada. Mal conseguia fechar a mão inteira. Comecei a masturbar devagar, sentindo as veias pulsando contra minha palma.

— Assim, dona Jaque… — gemeu Henrique, inclinando a cabeça para trás. — Sua mão é tão macia…

Eu acelerei um pouco o movimento, subindo e descendo toda a extensão. O pau dele era quente, pesado, latejava forte. Uma gota grossa de pré-gozo escorreu da cabeça e eu espalhei com o polegar, lubrificando toda a rola. O som molhado da minha mão subindo e descendo preenchia o quarto.

Henrique respirava pesado, olhando para meus seios que subiam e desciam dentro da blusa. Eu masturbava com as duas mãos agora — uma na base, outra concentrada na cabeça grossa —, girando o punho, apertando firme.

— Porra… assim… você faz tão gostoso… — grunhia ele.

Eu estava molhada, excitada, sentindo vergonha e tesão ao mesmo tempo. Continuei masturbando mais rápido, admirando aquele pauzão negro latejando na minha mão.

Estava quase cedendo. Quase abaixava a cabeça para colocar na boca quando ouvimos a porta da sala bater.

— Jaque! Cadê você? — gritou Marina da sala, com a voz alta e animada.

Eu gelei. Maurício e Marina tinham voltado mais cedo.

Entrei em pânico, mas não parei. Comecei a masturbar Henrique bem rápido e forte, as duas mãos trabalhando desesperadamente naquele pau enorme.

— Goza logo… vai… — sussurrei, nervosa.

Henrique apertou o lençol, o corpo tensionando. Com um gemido rouco abafado, ele gozou.

Jatos fortes e grossos de porra voaram alto. O primeiro acertou minha blusa, o segundo minha coxa, vários outros caíram na barriga dele, no peito e na cama. Eram jatos longos, potentes, muito sêmen acumulado. Eu continuei punhetando até a última gota, sentindo o pau dele pulsar violentamente na minha mão.

Assim que terminou, eu me levantei rapidamente, com as mãos e a roupa sujas de porra dele.

— Limpa isso! — falei baixo e saí correndo do quarto, o coração na boca.

Corri para o banheiro do corredor, o coração ainda disparado. Fechei a porta e me olhei no espelho: tinha porra de Henrique na blusa e na coxa. Limpei tudo o mais rápido que consegui, lavei as mãos com cuidado e troquei de roupa, vestindo um short jeans e uma blusa solta. Respirei fundo algumas vezes, tentando recuperar a compostura, e desci as escadas.

Quando cheguei na sala, Maurício estava sem camisa, só de bermuda, mostrando o corpo naturalmente forte. Marina estava ao lado dele, sorridente, com um copo de suco na mão.

— Jaque! Chegou! — disse Marina com um sorriso largo. — Seu marido é um verdadeiro cavaleiro, sabia? Um tarado ficou me incomodando na rua quando eu saí da loja, e o Maurício veio e me defendeu na hora. Quase bateu no cara!

Maurício ficou visivelmente tímido, coçando a nuca e olhando para o chão.

— Exagero dela… só pedi para o cara parar de incomodar — murmurou ele.

Foi quando Gegê, que estava sentado no sofá, falou:

— Maurício, aquele churrasco ainda está de pé?

Maurício abriu um sorriso aliviado por mudar de assunto:

— Claro que sim! Já encomendei as carnes e as bebidas. Vai ser no sábado. Eu e Jaque não bebemos álcool, mas comprei refrigerante, suco e água pra todo mundo.

Eu forcei um sorriso e disse:

— Fico feliz que você esteja se dando tão bem com o Gegê, amor.

Maurício olhou para mim e completou, ainda sorrindo:

— Com a Marina também. Ela é super divertida. Só o Henrique que ainda não se abriu direito… fica mais na dele.

Quando ele falou o nome de Henrique, senti meu coração acelerar forte. A imagem dele gozando jatos grossos na minha mão há poucos minutos ainda estava fresca na minha mente. Engoli em seco, tentando manter a expressão normal.

— É… ele é mais reservado mesmo — respondi, com a voz um pouco mais baixa que o normal.

Marina me olhou com um brilho malicioso nos olhos castanhos, como se suspeitasse de algo. Eu desviei o olhar rapidamente e fui para a cozinha, sentindo as pernas ainda fracas.

A tensão na casa só parecia aumentar a cada hora.

No dia seguinte, saí cedo com Marina para o posto de saúde. O dia foi corrido, cheio de atendimentos, e eu tentei não pensar no que estava acontecendo em casa. À noite, quando voltamos, Maurício me avisou que ia encontrar um colega de trabalho para resolver um projeto urgente. Marina, por sua vez, disse que iria ao shopping aproveitar as promoções para repor algumas roupas que perdeu no incêndio.

Pela primeira vez em dias, eu teria um tempo sozinha em casa. Ou quase.

Aproveitei o momento e fui para a piscina. Coloquei um biquíni preto elegante, de cintura alta, que marcava bem minhas curvas, o silicone dos seios e minha bunda empinada. Entrei na água morna e comecei a nadar devagar, tentando relaxar.

Não demorou muito e Henrique apareceu no deck, só de bermuda. Seu corpo negro forte e definido brilhava sob a luz da piscina. Ele me observava em silêncio por alguns minutos, depois entrou na água.

Ficamos um tempo em silêncio. Até que ele se aproximou, o olhar intenso fixo em mim.

— Jaque… eu não consigo parar de pensar em ontem — murmurou ele. — Olha o que você faz comigo…

Ele saiu um pouco da água e encostou na borda. A bermuda estava esticada para frente. O pau dele estava completamente duro, formando uma barraca enorme. Ele abaixou a bermuda e aquele 22 centímetros grossos e veiosos saltaram para fora, latejando no ar fresco da noite.

— Por favor… me ajuda de novo — pediu ele, quase suplicando.

Eu resisti por alguns segundos, mas o tesão falou mais alto. Me aproximei dele na borda da piscina. Segurei aquele pauzão com as duas mãos e comecei a masturbar devagar, sentindo a grossura quente pulsando contra minha palma. Henrique gemeu baixo, inclinando a cabeça para trás.

Eu acelerei o movimento, girando as mãos, apertando a cabeça grossa. O pré-gozo escorria abundante, lubrificando tudo. Henrique respirava pesado, olhando para meus seios molhados dentro do biquíni.

Sem conseguir me controlar, eu me abaixei, abri a boca e coloquei a cabeça dele na boca. Era enorme. Mal conseguia abocanhar metade. Comecei a chupar com vontade, subindo e descendo a cabeça enquanto masturbava a base com as duas mãos. O pau dele enchia minha boca, pulsando na minha língua. Eu babava bastante, fazendo barulhos molhados enquanto chupava mais fundo, tentando engolir o máximo possível.

— Porra, Jaque… sua boca é perfeita… — gemia Henrique, segurando meu cabelo loiro molhado.

Eu chupei com mais fome, olhando para cima com meus olhos verdes, sentindo ele latejar forte na minha boca. Continuei chupando e punhetando ao mesmo tempo até sentir ele tensionar.

— Eu vou gozar… — avisou ele.

Tirei o pau da boca e continuei masturbando rápido. Henrique soltou um gemido rouco e gozou violentamente. Jatos grossos e fortes de porra voaram sobre meus seios, pescoço e dentro da piscina. Foram vários jatos longos e abundantes. Eu continuei punhetando até tirar tudo.

Ficamos em silêncio por alguns segundos, só a respiração pesada dele e o barulho da água.

Na manhã seguinte, Acordei e desci para a cozinha. Maurício já estava animado, chamando Henrique para correr com ele.

— Vamos, Henrique! Hoje você corre comigo e com o Gegê.

Os três saíram logo depois. Eu fiquei em casa organizando algumas coisas quando Gegê, que aparentemente não tinha ido correr, apareceu na cozinha.

Ele me olhou com aquele sorriso sarcástico e calmo, e falou direto:

— Henrique me contou sobre ontem à noite na piscina… sobre o boquete que você deu pra ele.

Senti meu rosto queimar. Gegê se aproximou, encostando na bancada.

— Ele disse que você chupou ele gostoso… que sua boca é quente pra caralho. — Gegê abaixou um pouco a bermuda e segurou o próprio pau, já meio duro. 19 centímetros bem grossos, veias aparentes. Ele começou a se masturbar devagar na minha frente. — Eu também sinto muito tesão por você, Jaque. Toda vez que te vejo, fico assim…

Ele masturbava o pau olhando para mim, os olhos pretos expressivos cheios de desejo.

— Gegê, para… — falei, com a voz baixa e firme, dando um passo para trás.

Mas foi tarde. Gegê acelerou o movimento da mão no seu pau de 19 centímetros bem grosso e, com um gemido abafado, gozou. Jatos de porra espirraram no chão da cozinha enquanto ele olhava para mim.

— Você é uma gostosa pra caralho, Jaque… — disse ele, ofegante. — O meu sonho é perder a virgindade com você. Quero ser o primeiro a te foder de verdade.

Fiquei sem reação. Antes que eu pudesse responder, ouvi a porta da frente abrir. Henrique e Maurício voltavam da corrida, suados.

— Estamos nos dando super bem! — disse Maurício, animado e ofegante. — O Henrique é forte pra burro, acompanhou meu ritmo o tempo todo.

Henrique apenas acenou com a cabeça, olhando para mim de forma intensa por um segundo antes de subir para tomar banho.

Mais tarde, Marina desceu usando um biquíni minúsculo branco que mal cobria os seios firmes e a bunda. Ela foi direto para a piscina. Maurício, sentado na varanda, não conseguia disfarçar — ficava observando ela nadar e sair da água, o corpo molhado brilhando.

À noite, depois que todos foram para os quartos, Maurício me puxou para o nosso quarto com um desejo que há muito tempo eu não via.

Transamos com muita intensidade. Ele me jogou na cama, tirou minha roupa e chupou meus seios siliconados com fome, mordendo os mamilos enquanto eu gemia. Depois desceu, abriu minhas pernas fortes e me lambeu com vontade, enfiando a língua fundo. Eu gozei pela primeira vez na boca dele.

Maurício me virou de quatro e enfiou seus 18 centímetros de uma vez. Metia forte, segurando minha cintura, batendo contra minha bunda empinada.

— Porra, Jaque… você tá tão molhada hoje… — grunhia ele, acelerando.

Eu empinava mais, rebolando contra ele. Maurício me fodeu de quatro, depois de lado, e por fim por cima, olhando nos meus olhos verdes enquanto metia fundo. Gozamos juntos, forte, suados e agarrados. Foi uma das melhores noites de sexo que tivemos em anos.

Depois de recuperar o fôlego, levantei para ir ao banheiro. Ao passar pelo corredor, a porta do quarto de Henrique estava entreaberta novamente.

Marina estava montada nele, cavalgando devagar. Seus seios firmes pulavam enquanto ela descia e subia na rola grossa de 22cm. Gegê estava sentado na outra cama, completamente pelado, masturbando seus 19cm enquanto assistia.

— Isso… rebola gostoso… — gemia Henrique, apertando a bunda dela.

Marina acelerou, gemendo baixo, até que Henrique gozou dentro dela. Gegê também gozou logo depois, jorrando na própria mão.

Marina saiu de cima de Henrique, respirando pesado, e disse:

— Olha… eu preciso de um tempo. Não vou conseguir aliviar você toda vez que precisar, Henrique. Tá ficando demais pra mim.

Eu me afastei silenciosamente antes que me vissem, o corpo ainda quente da transa com Maurício, mas a cabeça completamente bagunçada.

No dia seguinte, Marina e eu fomos juntas para o posto de saúde. O turno foi tranquilo e, no final da tarde, eu a chamei para irmos ao shopping. Ela aceitou animada.

Marina escolheu várias roupas curtas e provocantes: shorts jeans que mal cobriam a bunda, saias curtas, tops decotados e cropped. Em determinado momento, ela pegou um vestido preto curtíssimo, colado ao corpo, e me entregou:

— Experimenta esse, Jaque. Vai ficar incrível em você.

Eu experimentei. O vestido era realmente curto, marcava meus seios siliconados, minha cintura definida e deixava minhas pernas fortes bem à mostra. Gostei. Tirei uma foto no provador e mandei para Maurício.

Ele respondeu rápido:

“Caralho, amor… você está gostosa demais. Tô aqui na quadra com o Gegê e o Henrique jogando futebol. Aliás, sou péssimo nisso kkk”

Sorri e terminamos as compras.

Ao retornarmos para casa, a tensão voltou rapidamente.

Marina, usando uma das roupas novas , short curto e top justo , começou a se insinuar para Maurício na sala. Ela se sentava perto dele, ria de tudo que ele falava e tocava seu braço.

Maurício, tímido como sempre, disse:

— Você e o Henrique formariam um belo casal, viu? Vocês combinam.

Henrique, que estava por perto, concordou na hora:

— É… combinamos sim.

Marina riu e respondeu:

— Eu não sinto ciúmes não… pode ficar tranquilo.

Maurício elogiou, meio sem graça:

— Você é bem bonita mesmo, Marina. Tem um corpo incrível.

Marina se levantou e o abraçou apertado, colando os seios firmes nele. Henrique me olhou intensamente nesse momento. Gegê, sentado no sofá, apenas sorria com aquele ar sarcástico.

O que será que está acontecendo aqui? — pensei, sentindo uma mistura de ciúme e desconforto.

Mais tarde, Henrique me chamou para o quintal, longe dos outros.

— Larissa não vai aparecer hoje… tô precisando muito, Jaque. Me ajuda?

Eu hesitei, mas acabei cedendo:

— Só vou chupar… nada além disso.

Entramos no quarto dele. Eu me ajoelhei e puxei a bermuda dele. O pau de 22 centímetros já estava semi-duro. Coloquei na boca e comecei a chupar, subindo e descendo com vontade, babando bastante enquanto masturbava a base com as mãos.

Henrique gemeu, segurou meu cabelo loiro e empurrou levemente. Depois me levantou, abaixou a alça do meu vestido e chupou meus seios siliconados com fome, mordendo os mamilos enquanto enfiava a mão dentro do meu short e me masturbava com os dedos grossos.

— Que boceta molhada… — sussurrou ele, enfiando dois dedos fundo.

Eu gemi, quase cedendo, mas me afastei apressada antes que fosse longe demais.

— Chega… — falei, saindo do quarto rápido, com a respiração alterada.

Deitei na cama ao lado de Maurício. Ainda estava muito excitada. Acabei subindo em cima dele, quicando devagar no pau dele até gozar baixinho. Depois adormeci, ainda molhada e inquieta.

Acordei no meio da madrugada com sede. Ao passar pelo corredor, vi novamente a porta entreaberta.

Marina estava de quatro na cama, completamente nua, sendo comida por Henrique com força. Ele segurava a cintura dela e metia aqueles 22cm fundo, batendo forte contra a bunda dela. O barulho molhado era claro.

— Isso… me fode… — gemia Marina.

Eu observei por alguns segundos, sentindo o corpo esquentar novamente, depois voltei para o quarto e me deitei, tentando dormir.

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