Meu nome é Guguh, tenho 19 anos e sou de São Paulo. Sou um garoto doce, de voz manhosa, pele clara, corpo magrinho e bunda empinada. Todo mundo acha que sou tímido e inocente… mas por dentro eu sou uma putinha carente que adora ser tratada com brutalidade por machos mais velhos.
Naquela tarde, Marcos me mandou uma mensagem em eu saber como ele conseguiu meu número, mas devia ser com o Lucas, seu sobrinho:
— Tô chegando. Fica na esquina da sua rua em 10 minutos. Short curto, sem cueca.
Eu obedeci. Fiquei esperando na calçada, coração batendo forte, short jeans branco bem curto marcando minha bunda, regata fina colada no corpo. Mal deu tempo de pensar e uma picape preta grande parou bruscamente ao meu lado, cantando pneu.
A janela desceu. Marcos estava dirigindo, óculos escuros, camisa aberta mostrando o peito peludo e tatuado. Ele me olhou de cima a baixo como um animal olhando pra presa.
— Entra, putinha.
Assim que abri a porta, ele me puxou pelo braço com força, me jogando no banco do passageiro. Mal fechei a porta e ele já acelerou, uma mão grande segurando minha coxa com firmeza, apertando forte.
— Porra, como eu tava com saudade desse cu — rosnou ele, a voz grave e rouca. — Abre as pernas.
Eu obedeci imediatamente, abrindo as coxas no banco enquanto ele dirigia. A mão dele subiu pelo meu short, apertou minha bunda e enfiou um dedo grosso no meu cu sem aviso.
— Ahh… — gemi manhoso, mordendo o lábio. — Tio Marcos… vai com calma… ainda tô sensível da ultima foda com João.
— Calma porra nenhuma — ele respondeu, enfiando o dedo mais fundo enquanto dirigia com uma mão só. — Esse cu é meu. Eu fodo do jeito que eu quero.
Ele parou o carro num estacionamento deserto atrás de um prédio abandonado. Mal desligou o motor e já puxou meu short pra baixo, expondo minha bunda. Me virou de costas pra ele, me colocou de quatro no banco do passageiro e cuspiu grosso no meu cu.
— Olha só como tá piscando… pedindo rola de macho.
— Eu sou assim pra você… — respondi doce, empinando mais a bunda pra ele. — Sou sua putinha carente… pode me usar bem forte hoje…
Marcos soltou um grunhido animal, abriu a calça e encostou aquela rola grossa e pesada na minha entrada. Segurou meus quadris com as duas mãos e meteu tudo de uma vez, até as bolas.
— Aaaahhh! — gritei, apertando o banco do carro. — Tá grande demais… tá me rasgando, tio Marcos!
Ele começou a socar com força, o carro balançando a cada estocada bruta. Uma mão segurava meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás, enquanto a outra dava tapas fortes na minha bunda.
— Isso, geme gostoso pra mim — rosnou ele no meu ouvido. — Fala que você é minha vadia.
— Eu sou sua vadia… — respondi manhoso, voz tremendo de tesão. — Sou sua putinha doce… me fode bem forte… me arromba todinho…
Marcos acelerou as socadas, o som molhado da carne ecoando dentro do carro. Ele mordia meu ombro, suava em cima de mim, me usando como um buraco.
— Esse cu tá melhor que da última vez… tá mais guloso. Você nasceu pra levar pau de macho grande, né?
— Nasci… — gemi, rebolando contra ele. — Nasci pra servir homens como você… me enche de porra, por favor…
Ele meteu mais fundo, grunhindo como um animal, e gozou forte dentro de mim, enchendo meu cu com jatos grossos e quentes.
Quando terminou, ele ainda ficou dentro, pulsando, e deu um tapa forte na minha bunda.
— Boa garota. Agora senta direito que eu vou te levar pra um motel. Hoje você não vai pra casa cedo.
Eu, com o cu cheio da porra dele escorrendo, virei o rosto pra ele com olhar pidão e respondi baixinho:
— Pode me levar pra onde quiser… sou todo seu hoje.
Marcos nem esperou eu me arrumar. Puxou meu short de volta pra cima, ainda com a porra dele escorrendo do meu cu, e ligou o carro.
— Senta direito e abre as pernas. Quero sentir meu gozo escorrendo enquanto dirijo.
Eu obedeci, sentando com as pernas bem abertas no banco, sentindo o líquido quente vazando devagar pela minha coxa. Durante todo o caminho pro motel, a mão dele não saiu da minha perna, apertando, subindo até enfiar um dedo grosso no meu cu novamente, mexendo a porra lá dentro.
— Olha como tá molhado… você adora ficar cheio de porra de macho, né?
— Adoro… — respondi manhoso, voz baixa e doce. — Adoro ficar marcado por você, tio Marcos. Meu cu é seu.
Ele sorriu de lado, safado, e apertou mais forte.
Chegamos no motel. Um lugar discreto, daqueles com garagem privativa. Assim que entramos no quarto, Marcos trancou a porta e me empurrou contra a parede.
— Tira tudo. Quero você pelado o tempo todo.
Tirei a regata e o short rapidamente, ficando completamente nu na frente dele. Marcos tirou a camisa devagar, revelando aquele peito largo, peludo e tatuado. Depois abriu a calça, deixando o pau grosso e pesado pular pra fora, ainda brilhando da nossa foda no carro.
Ele me pegou no colo como se eu fosse leve, minhas pernas enroscadas na cintura dele, e me beijou com força, mordendo meu lábio inferior. Depois me jogou na cama de casal.
— De quatro. Empina esse rabo pra mim.
Eu me posicionei rápido, joelhos e peito no colchão, bunda bem empinada, abrindo as pernas. Marcos cuspiu no meu cu já melado e meteu tudo de uma vez novamente.
— Aaaahh…! — gemi alto, apertando o lençol. — Tá tão fundo… me arromba, tio… me usa bem forte…
— Assim que eu gosto — grunhiu ele, começando a socar com força bruta. — Gemendo manhoso, pedindo rola… você é a putinha mais safada que eu já comi.
Ele me fodeu forte por uns minutos, depois me virou de frente, jogou minhas pernas sobre os ombros dele e meteu olhando no meu rosto. Eu segurava nas costas dele, unhas cravando na pele, gemendo sem parar.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — mandou ele, a voz rouca. — Quero ver essa carinha doce enquanto te destruo.
— Tô olhando… — respondi ofegante, olhos marejados. — Me fode mais forte… me quebra todinho… eu aguento… sou sua vadia…
Marcos acelerou, o suor pingando do peito dele no meu corpo. Depois me virou de lado, ergueu uma das minhas pernas e meteu por trás, mordendo meu pescoço enquanto socava.
— Fala pra mim… de quem é esse cu?
— É seu… — gemi, voz manhosa. — Esse cu é seu, tio Marcos… pode usar sempre que quiser… sou sua putinha particular…
Ele grunhiu satisfeito e me fodeu ainda mais fundo. Quando estava quase gozando de novo, me colocou de quatro na beira da cama, segurou meus cabelos como rédea e meteu com tudo.
— Vai receber mais porra, garoto.
— Sim… me enche… me enche todinho…
Com um rugido baixo, ele gozou pela segunda vez, jatos grossos e quentes invadindo meu interior. Quando tirou, ficou olhando o estrago: meu cu vermelho, aberto, piscando e escorrendo porra grossa.
Eu, ainda de quatro, olhei pra trás com cara de pidão e falei baixinho:
— Não para… por favor… eu ainda tô com muita fome de você…
Marcos sorriu, passou a mão na minha bunda melada e deu um tapa forte.
— Não vou parar tão cedo, putinha. Hoje você vai dormir com meu pau dentro de você.
Marcos me tinha completamente dominado. Eu estava de quatro na beira da cama, bunda bem empinada, enquanto ele metia fundo e forte, segurando meus quadris com aquelas mãos enormes. Cada estocada fazia meu corpo balançar e meu pauzinho vazar no lençol.
— Assim, tio… me fode mais forte… — gemi manhoso, voz tremendo de prazer. — Me usa como sua putinha… eu sou todo seu hoje…
— Porra, garoto… você fica ainda mais safado quando tá bem arrombado — grunhiu ele, dando um tapa forte na minha bunda. — Esse cu tá piscando pedindo mais porra…
Ele acelerou o ritmo, socando fundo, as bolas pesadas batendo contra mim. Eu estava no céu, completamente entregue, rebolando pra trás pra encontrar as estocadas dele.
Foi quando meu celular, que estava jogado na mesinha de cabeceira, começou a tocar.
O toque ecoou no quarto. Era o toque que eu tinha colocado especialmente pro Professor João. Ele tocou uma, duas, três vezes… Mas eu mal registrei. Estava perdido demais no prazer, gemendo alto com cada socada grossa que Marcos me dava.
— Ahhh… tio Marcos… tá tão fundo… me rasga… — choraminguei, empinando mais.
Marcos percebeu o celular tocando, mas em vez de parar, ele segurou meus cabelos com mais força e meteu ainda mais fundo, quase me fazendo gritar.
— Deixa tocar — rosnou ele, a voz rouca de tesão e dominância. — Você não vai atender porra nenhuma. Agora você tá servindo o tio Marcos. Entendeu?
— Sim… — gemi, a voz manhosa e quebrada. — Eu tô servindo você… só você agora… não vou atender…
O celular tocou de novo. Insistente. Eu sabia que era o João. Provavelmente saindo mais cedo de casa, fugindo da esposa, querendo ir pro apartamento que ele mesmo tinha me ajudado a alugar justamente pra gente ter um lugar seguro pra foder. Mas naquele momento eu não ligava. Meu cu estava sendo usado por um macho mais bruto, mais velho, mais dominante… e eu estava no paraíso.
Marcos puxou meu cabelo pra trás, arqueando minhas costas, e falou bem perto do meu ouvido enquanto socava sem parar:
— Quem é que tá te ligando, hein? O professorzinho? Querendo comer esse cu que eu já tô destruindo?
— É ele… — respondi ofegante, quase sem voz. — Mas eu não quero ele agora… quero você… me fode mais, tio Marcos… por favor…
Ele riu rouco, satisfeito, e meteu com ainda mais força, fazendo a cama bater contra a parede.
— Isso mesmo, putinha. Deixa ele esperando. Hoje esse cu tem dono. E o dono sou eu.
O celular tocou mais uma vez… e parou. João tinha desistido. Enquanto isso, Marcos me virava de lado, erguia minha perna e voltava a meter fundo, olhando no meu rosto enquanto me usava.
Eu, com os olhos marejados de prazer, só conseguia gemer baixinho:
— Sou todo seu… me usa o quanto quiser… não quero mais ninguém hoje… só seu pau me arrombando…
Marcos sorriu com malícia, segurou meu pescoço com uma mão e acelerou as estocadas.
— Boa garota. Agora aguenta que eu vou te encher de novo.
Continua...