Tinha uns treze anos quando vi uma mulher nua pela primeira vez, desde então quero ver toda hora.
Morava em uma pequena cidade do interior de São Paulo, meu pai sempre foi envolvido com política, e em uma das eleições para deputado ele montou uma central de cabos eleitorais em uma casa alugada especificamente para isso.
Comecei a ajudá-lo na organização, e logo era eu quem comandava a equipe de cerca de 10 cabos eleitorais. Eram todas mulheres, a mais velha deveria estar na casa dos 35 e a mais nova 16.
Meu pai sempre foi "biscateiro", motivo pelo qual só tinha mulheres na equipe, tinha certeza de que ele comia pelo menos 3 delas.
Entre elas, tinha uma, a qual mesmo com muito esforço não consigo lembrar seu nome, mas todos a chamavam de Pernambuca, que sempre me atiçava a imaginação, pois como a cidade era pequena, todos acabavam sabendo da vida de todos, e corria a história de que ela era muito putinha.
Certa vez escutei um amigo de meu irmão mais velho contar que deu carona para ela até uma cidade vizinha e que como pagamento havia recebido o melhor boquete de sua vida. Corri para o banheiro bater uma punheta após ouvir os detalhes.
Mas vamos ao que interessa, as cabos eleitorais saiam para a entrega dos "santinhos" em dupla, e Pernambuca sempre vinha me pedir uma rota mais perto da central, e percebendo como eu a encarava, ela começou a me agradar para conseguir o que queria. Mesmo sendo um moleque virgem, percebi que era minha chance de tirar umas casquinhas, mas nunca imaginei que iria conseguir mais do que umas encoxadas.
Certo dia O candidato a deputado visitou nossa cidade pela manhã, almoçou em casa e me perguntou como andava a campanha e se eu daria conta de ficar alguns dias sem o meu pai perto, pois ele queria levar meu pai para dar suporte como assessor. A resposta foi que ele poderia levar meu pai (sabia que a putaria ia ser boa) mas que eu precisaria de mais material de campanha.
No dia seguinte encostou uma caminhonete carregada de material, naquela época era muito diferente as campanhas, eram entregues de tudo um pouco, copos, canetas, chaveiros, réguas, cadernos, baralhos, tudo com a foto e o nome do deputado impresso no material.
Como não podia faltar, vinham muitas camisetas, e sempre que chegavam camisetas novas eu me deliciava, pois as garotas acabavam trocando de camiseta na minha frente, era o máximo ver 10 mulheres só de soutien. Isso me rendeu muitas punhetas
Naquele dia uma das garotas, a Márcia, ela devia ter uns 25 anos, uma loira gostosa com quem meu pai saía, mesmo estando sem nada por baixo resolveu trocar na minha frente mesmo assim, me causando uma ereção sem precedentes, afinal de contas eram os primeiros peitinhos que eu via ao vivo.
A Pernambuca como era muito esperta viu me perguntou disfarçadamente se eu tinha gostado, na lata respondi que preferia ter vistos os dela. Neste momento ela começou a tirar sua camiseta lentamente, parece que todo mundo parou para olhá-la, levou a mão no feixe nas costas e quando foi tirar fez sinal bem sensual com o dedo dizendo que não e colocou a camiseta nova. Todas riram e começaram a sair para suas obrigações.
Quando todas saíram corri e quase me acabei na punheta, nem consegui organizar o material que chegou.
Era tanto material, que mesmo que quisesse, sozinho levaria uns três dias para organizar tudo.
No final do dia quando as meninas voltaram, comentaram que eu nada tinha feito, foi quando Pernambuca me sugeriu que no dia seguinte ela ficasse comigo na central para organizar tudo, que ela adoraria poder não sair naquele sol escaldante.
Mesmo disposto a aceitar sua sugestão, perguntei o que eu ganharia, uma vez que a salvaria do sol. Sua resposta quase me fez enfartar, pois como ela mesma disse, além de uns beijinhos quem sabe eu não veria o que ela não tinha mostrado mais cedo.
Passei a noite esperando para ver no que ia dar aquilo, nem fui para escola naquela manhã (a equipe só trabalhava na parte da tarde), almocei e corri para a central. As meninas foram chegando uma a uma e nada da Pernambuca chegar, comecei até a soltar a rota de algumas e ela não chegava. Já era quase uma da tarde quando ela chegou, com uma sainha rodada, a camiseta do deputado dada um nó na lateral e uma sandália rasteirinha. Todas estranham o traje e questionaram se ela não trabalharia naquele dia, foi quando ela disse que aquele dia o trabalho seria comigo.
As meninas começaram a rir e foram saindo, até ficarmos somente eu, Pernambuca e a Aninha, a mais nova do grupo, aquela de 16 anos. Tinha me esquecido dela, como poderia ter me esquecido dela, e agora o que eu faria com ela? Era norma do meu pai que as meninas só trabalhassem em dupla.
Meu mundo caiu, tinha que ficar com as duas lá ou ficar sozinho, resolvi ficar com as duas e ver se pelo menos eu ganhava uns beijinhos dela.
Começamos a organização, imediatamente mandei a Aninha lavar banheiro, tão logo ela saiu parti pra cima da Pernambuca tentando beija-la e ela se esquivando até que disse que caso não fosse pra rolar nada que era pra ela pegar seu material e sair pra rua.
- Lembro-me que ela pensou um pouquinho e disse:
Venha cá que vou lhe ensinar a beijar então.
Foi um beijo gostoso, molhado, cheio de tesão da minha parte, mas foi um beijo que a surpreendeu, pois pelo menos nos beijos eu já era experiente.
Os beijos se seguiram e ela foi entrando no clima e eu cada vez mais confiante de mim comecei a alisá-la, até que toquei em seus seios, e que seios. A Pernambuca a era o que hoje podemos chamar de cavala, pernão, peitão, bundão, vinha de família nordestina, e tinha até um certo sotaque.
Naquela agarração, uma mão já estava acariciando sua bunda e a outra por baixo da sua camiseta, era difícil colocar a mão por baixo com aquele nó na lateral, mas eu era valente e quando consegui pôr a mão no biquinho de seu seio ouvimos a Aninha chegando. Sempre a Aninha.
Nem lembrava da existência da Aninha, tinha certeza de que em poucos minutos já estaria mamando naquelas delícias, e lá vem a Aninha pra estragar tudo.
Começamos a organizar tudo e sempre que dava eu encoxava a Pernambuca com a desculpa de pegar alguma coisa atrás dela, com o tempo ela também começou a se alisar em mim, a Aninha logo percebeu, mas nada dizia, só ria.
Vendo que a Aninha já tinha sacado tudo, tentei beijá-la, ela me chamou de louco e mas fui defendido justamente pela Aninha, que disse:
- Fica esfregando a bunda nele o dia todo e vai regular um beijinho!
Começamos os três a rir e até a Pernambuca perguntar, se é pra beijar, beija você.
A Aninha levantou-se de onde estava veio até mim, me deu um selinho e olhou para a ela.
Imediatamente tentei abraçar a Aninha que correu dizendo para sair de perto dela com esse negócio duro. Foi quando percebi o tamanho da minha ereção.
Naquela época eu usava somente uns shorts de náilon, e minha ereção era muito nítida, como estava com muito tesão, ajeitei ele nos shorts e disse que era culpa delas.
Depois disso, a primeira vez que a Pernambuca passou do meu lado, disfarçadamente ela segurou firme me pau, me levando a loucura.
Tentei novamente beijá-la, ela recusou novamente, assim que a Aninha foi ao banheiro tentei novamente, desta vez fui correspondido, desta vez ela estava com um olhar diferente, levou a mão imediatamente ao meu pau, tirou-o dos shorts e começou a me masturbar.
Ouvimos o barulho da descarga, e ela me disse que na frente da Aninha nem beijo rolava. Quando a Aninha chegou já estávamos recompostos, com exceção do meu pau que não baixava nunca. Pedi então que a Aninha fosse na padaria buscar uns pães e uma Coca-Cola.
O trajeto levava pelo menos 15 min para ir e outros 15 para voltar, teria pelo menos meia hora a sós com a Pernambuca até que a Aninha voltasse.
Assim que a Aninha saiu a Pernambuca me atacou, os beijos estavam mais quentes que antes, meu pinto estava para fora e eu tentando colocar minha mão por dentro da calcinha dela. Do nada ela lembrou-se que a porta estava aberta, e que alguém poderia entrar, rapidamente corri e fechei a porta, quando voltei encontrei sem camiseta, com seus seios de fora, cobertos apenas por suas mãos.
Não perdi tempo fui direto querendo chupá-los, via nas revistas e queria fazer igual, só não sabia como. Ela foi me ensinando, os dois em pé eu chupando seus seios conforme ela indicava e ela me masturbando, parecia que eu estava ali há horas, mas não deve ter se passado mais do que 5 min.
Estava tão bom que gozei em sua mão, ela começou a rir.
Eu queria saber o motivo dela rir tanto, foi quando ela levantou a saia e disse, que eu fui tão afoito que nem percebi que ela estava sem calcinha.
Rapidamente parti pra cima dela novamente ela quis correr mais não deixei, comecei acariciar sua bucetinha, novamente ela dando as ordens, quanto mais eu movimentava os dedos mais molhada ela ficava.
Naquela época, diferentemente de hoje, as mulheres não se depilavam, no máximo aparavam os pelos, mas na situação que eu estava eu queria mesmo era penetrá-la, e quando pensei que iria conseguir ela se desvencilhou-se de mim ajoelhando-se e dizendo que u teria que me contentar com uma chupadinha.
Eu que já pensava que não conseguiria nada por causa da Aninha, me dei por satisfeito, a Pernambuca pegou meu pinto com a mão esquerda enquanto com a direita ela esfregava seu grelinho.
A chupada que ela iniciou foi fantástica, ela engolia meu pau inteiro e brincava com a língua, sentir aquela boca macia e quente era um delírio, em minha cabeça parece que aquela chupada durou muito, mais tenho certeza de que foram poucos minutos.
Acabei não resistindo e gozei novamente.
Fui para o banheiro me limpar e antes de terminar ouvi a Aninha chamando e pedindo para abrir a porta.
Depois desse dia, sempre que possível eu segurava as duas comigo no comitê, nunca consegui comer a Pernambuca, a Aninha até ajudava saindo da sala, mas nunca passou do sexo oral.
Com o tempo passei investir na Aninha, cheguei até a chupar seus peitinhos, mas logo a eleição terminou, ela começou a namorar um carinha esquisito, ela engravidou e forma morar juntos.
Não demorou também para a família da Pernambuca se mudar e nunca mais tive notícias dela.
Nunca vou me esquecer dela, mesmo tendo me esquecido de seu nome