CONTANDO PRA MINHA NAMORADA QUE MIJEI NA AMIGA DELA, ELA QUIS TAMBÉM

Um conto erótico de DENTISTA DOM
Categoria: Heterossexual
Contém 1433 palavras
Data: 13/05/2026 10:11:50

Acordei no dia seguinte depois do sexo mais louco e mais intenso que vivi nos últimos tempos, já querendo contar tudo para minha namorada… mas ela já não estava na cama.

Eu precisava contar antes que ela soubesse pela Viviane ou, pior, que a Viviane tivesse contado para a Débora e a Débora acabasse comentando com a Gi. Aquilo facilmente viraria uma fofoca e sabe-se lá o que poderia chegar aos ouvidos da minha namorada.

Fui procurar pela casa e não encontrei nenhuma das meninas. Pensei comigo: porra… só falta as três terem saído juntas e a Viviane já ter contado tudo.

Fiquei sentado na varanda e acabei pegando no sono. Acordei com minha bermuda sendo abaixada e a Viviane começando a me chupar, esfregando em mim enquanto me provocava.

Quando ela fez uma pausa, soltou, sorrindo:

“Pica gostosa… passou a noite inteira me fodendo e já tá assim de novo…”

Mas aquilo foi só um “bom dia”. Ela subiu minha bermuda de volta, com certa dificuldade para guardar tudo dentro.

Já estava entrando na casa quando puxei ela pelo braço e perguntei:

“Você falou com a Giovana ou com a Débora sobre ontem?”

Ela olhou para o próprio braço, depois para mim, me encarando de frente:

“Me fodendo eu sou completamente submissa… mas tu não tá me fodendo agora. Então ou tira a pica pra fora e começa a me comer pra justificar me pegar desse jeito… ou me solta.”

Soltei, mas insisti na pergunta.

Ela respondeu em tom debochado:

“Não, gato… mas também não precisa se preocupar. A Giovana não liga. Ela sabia que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde. E a Débora não tá nem aí pra você… afinal.”

Retruquei na hora:

“Como assim a Giovana não liga? Ela é minha namorada. Como ela não ligaria sabendo que eu passei a noite inteira comendo a amiga dela?”

Ela deu de ombros e respondeu com naturalidade:

“Ué… afinal, foi pra isso que viemos pra cá, meu bem.”

Respirei fundo e falei:

“Tudo bem… mas eu quero contar pra Giovana, ok? Então, por favor, não comenta nada com a Débora. Deixa eu falar com a Gi primeiro.”

Ela apenas deu de ombros, apertou minhas bolas de leve, me deu um beijo na boca e saiu andando.

Fiquei olhando enquanto ela ia embora e pensei comigo:

“Essa menina é completamente maluca… mas gostosa pra caralho.”

Duas horas depois, as meninas voltaram.

Assim que chegaram, a Giovana veio me dar um beijo toda sorridente, carregando as compras nas mãos. A Débora foi direto para a cozinha separar as coisas e começar o almoço. Todo mundo estava morrendo de fome.

Elas pediram para eu cozinhar, afinal, meus dotes na cozinha eram tão conhecidos quanto os da cama.

Levantei meio contrariado, porque tudo o que eu queria era conversar logo com a Giovana… mas fui preparar o almoço mesmo assim.

Viviane parecia decidida a me enlouquecer. Passava por mim e apertava minhas bolas, encostava do meu lado, provocava, me atiçava o tempo inteiro. Metia a mão na buceta e passava pelos minha boca… Eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, as meninas iam perceber que tinha alguma coisa acontecendo.

Deixei boa parte do almoço adiantada e então chamei a Giovana para conversar.

Porque, se eu não tirasse aquilo da cabeça, meu dia simplesmente não iria andar.

Chamei Giovana pelo braço e fomos para o nosso quarto. Ela me perguntou o que estava acontecendo, e eu disse que precisávamos conversar.

“Fala, amor… você está me preocupando.”

“Gi, você lembra ontem, quando te falei que a Valentina não estava bebendo e tudo mais?”

Ela me interrompeu na hora.

“De novo isso, amor?! Você está cismado com ela? Vem, vamos terminar o almoço.”

Puxei ela de volta para sentar.

“Não.”

Falei em um tom um pouco mais firme.

Ela me olhou assustada.

“Gi, não é cisma. Eu sei que todo esse final de semana legal foi algo que vocês planejaram e tudo mais… e foi muito bacana. Mas acho que tudo tem um certo limite. E eu… ontem meio que extrapolei esse limite, e preciso te contar.”

Ela parecia já entender onde eu queria chegar, mas queria ouvir da minha boca. Apenas me olhou e disse:

“Tô ouvindo. Continua.”

“Ontem, quando voltamos da festa, a Valentina estava completamente sóbria. A Débora foi direto para o quarto dela e você estava caída. Te dei banho, te coloquei pra dormir, tomei meu banho e fui pegar um copo d’água. Quando saí do quarto, dei de cara com ela só de calcinha.”

Respirei fundo antes de continuar.

“Quando questionei o que ela estava fazendo, ela falou que estava me esperando… pra eu comer ela a noite toda. Mas não só comer… pra arregaçar ela a noite toda…”

O olhar dela mudou na mesma hora. As mãos foram para a cabeça, como se ela já estivesse entendendo tudo antes mesmo de eu terminar.

Como se o silêncio dela dissesse exatamente aquilo:

“Você comeu ela… enquanto eu estava desacordada de bêbada…”

Amor, ela se aproximou de mim… e simplesmente aconteceu - é claro que não vou ficar aqui contando detalhe por detalhe de como transei com ela “ ela me interrompeu e falou” claro que vai, quero saber tudo. Eu olhei espantado, com um pouco de excitação, como quem pensasse, é sério?

Ela sem pensar, falou. SIM.

Fiz exatamente o que ela pediu: ela começou me mamando de uma maneira; que sem dúvida, me tirou a consciência que ainda restava em mim. Gozei fundo na garganta dela…

Peguei ela no colo e joguei com força ela no sofá e comecei e meter com força os dedos e chupar a buceta dela, que ela teve um squirt na minha cara que me fez perder meio a noção por um instante. Giovana deu risada, mas começou meio que ficar ofegante, inquieta, e passar a mao pelo corpo e reparei que o shorts de pano que usava começou a molhar na buceta. Perguntei, amor. Você está exitada ouvindo comk eu fodi sua amiga?

Ela deu de ombros e disse, Continua amor,,.

Eu fiquei empolgado e continuei.

Comecei a fuder ela da melhor forma possível, gozei umas três vezes, e finalizei mijando nela.

Ela pegou no meu braço e perguntou…

TU MIJOU NA VIVIANE?? E ELA?

“Se assustou, mas curtiu!”

A essa altura, eu já estava completamente excitado, e ela também. O corpo dela denunciava tudo, buceta completamente molhada, mesmo por baixo do short de tecido que usava.

Passei a mão nela, metendo dois dedos e chupando, provocando devagar, enquanto ela me puxava para um beijo intenso.

Mas logo se afastou um pouco e soltou: “Porra amor… tu é foda. Tu me conta um negócio desses e ainda me deixa assim, morrendo de vontade… vai se fuder.”

“Tu que pediu pra contar, Giovana… não sei quem é mais doida aqui. Tudo maluca.”

“Vai se fuder…”

Ela me empurrou na cama, sentou em cima de mim e começou a se esfregar devagar, me beijando com uma intensidade que fazia tempo que não existia entre nós. Ainda estávamos vestidos, mas parecia que aquilo deixava tudo ainda mais provocante. Giovana ficou ainda mais excitada depois de ouvir sobre a amiga dela.

Depois de muito provocação, ela falou baixinho: “Vai… me come. Mas hoje eu quero diferente… quero devagar, quero um sexo carinhoso.”

E foi exatamente assim. Um sexo gostoso, intenso na medida certa. Como um casal apaixonado de verdade.

Comecei a movimentar olhando fundo nos olhos dela, segurando seus braços acima da cabeça enquanto ela respirava cada vez mais forte.

Até que ela gritou: “CARALHO, TO GOZANDO… EU TE AMO, CARALHO!”

Aquilo me atravessou inteiro.

O momento ficou tão intenso que eu senti que não conseguiria segurar por muito mais tempo. Avisei ela, VOU GOZAR TAMBÉM, Giovana respondeu sem hesitar:

“Goza dentro.”

Perguntei se ela tinha certeza.

“GOZA… vamos juntos.”

Aquilo só aumentou ainda mais o clima entre nós.

Continuei com mais vontade, mais intensidade, até que finalmente chegamos juntos ao limite.

Giovana, sem cerimônias, pediu:

“Quero finalizar, com você mijando em mim também…”

Animado com o pedido dela, peguei ela no colo e levei para o chuveiro. A água caía quente enquanto ela me olhava sorrindo, completamente entregue ao momento.

Mandei ela abrir a boca, e comecei mijando, diferente de Viviane, ela recebia sem cerimônia, apenas fechava os olhos e curtia o momento…

Quando tudo terminou, a levantei, puxei para perto, demos um beijo longo e silencioso, daqueles que dizem mais do que qualquer palavra.

Passei a mão no rosto dela e falei baixinho:

“Cara… eu te amo muito.”

E a verdade é que eu realmente amava ela

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