Sou a Mara, tenho 43 anos e carrego uma beleza madura que chamava atenção sem esforço. Morena, cabelos ondulados sempre presos de qualquer jeito durante a rotina corrida, morava com Marcelo, 49, em uma cidade tranquila do interior de São Paulo, onde todo mundo parecia saber da vida alheia antes mesmo que ela acontecesse.
Casados havia mais de vinte anos, eu e Marcelo viviamos uma rotina confortável, porém previsível. Ele passava os dias dividido entre trabalho e preocupações com orçamento, boletos e a interminável reforma da casa antiga que haviam comprado para finalmente transformá-la no lar dos sonhos.
Foi nessa reforma que tudo começou.
Toda manhã, às sete em ponto, chegavam Valdir, o pedreiro, homem de mãos calejadas, barba por fazer e fala tranquila, e Juninho, seu servente, mais jovem, forte e sempre disposto a arrancar um sorriso meu, com comentários bem-humorados.
No início, eu apenas observava.
O som das ferramentas, o cheiro de cimento, a movimentação constante pela casa... havia algo na presença daqueles dois homens que quebrava a monotonia dos meus dias. Enquanto Marcelo saía cedo e voltava tarde, eu me via cada vez mais envolvida pela energia masculina que ocupava cada canto da obra.
Sem perceber exatamente quando, começou a mudar pequenos detalhes.
Primeiro, trocou as calças largas por shorts jeans. Depois, regatas mais ajustadas, vestidos leves, chinelos que deixavam as pernas à mostra. Dizia para mim mesma que era apenas por causa do calor abafado do interior paulista.
Mas sabia que não era só isso.
Notava os olhares discretos.
Valdir mantinha certa postura profissional, embora às vezes demorasse um segundo a mais quando eu aparecia oferecendo café. Já Juninho era menos cuidadoso; sorria de lado, sustentava o olhar e parecia se divertir com aquele jogo silencioso.
Eu comecei a prolongar conversas bobas.
Perguntava sobre a obra, reclamava de detalhes irrelevantes, inventava dúvidas só para permanecer ali mais alguns minutos. Aos poucos, a tensão crescia como uma corrente elétrica invisível.
Certa tarde, Marcelo avisou por mensagem que chegaria muito tarde.
A casa estava silenciosa, exceto pelo som ritmado de ferramentas no corredor. Apareci usando um vestido curto estampado, cabelos soltos e um perfume doce que contrastava com o cheiro bruto da construção.
Ao passar pela sala, senti os dois olhares pousarem em mim de maneira impossível de ignorar.
Parei.
Me virei lentamente.
— Querem um café? — perguntei, com um sorriso quase inocente.
Valdir trocou um olhar rápido com Juninho antes de responder.
— Aceito.
Na cozinha, enquanto preparava o café, eu sentia o coração acelerar por algo que mal compreendia. Não era apenas desejo. Era a sensação de estar sendo vista novamente.
Desejada novamente.
Quando os dois entraram para pegar as xícaras, o espaço pareceu pequeno demais.
A proximidade criou um silêncio denso.
Juninho apoiou a mão no balcão, próximo demais. Valdir manteve distância, mas não desviou os olhos.
Eu percebi naquele instante que havia cruzado uma linha invisível dias atrás — e agora já não sabia se queria voltar.
Lá fora, o som distante de um cachorro latindo na rua.
Dentro da cozinha, apenas respirações contidas e uma tensão que parecia fazer a própria casa recém-reformada prender o fôlego.
A reforma da casa estava quase terminando.
Eu, porém, parecia apenas começar. Sem me conter, coloquei a mão por cima da calça de Juninho, apalpando sua pica e comecei a apertar. O volume foi crescendo, então me abaixei, ficando de joelhos na frente dele. Fui descendo o zíper e abaixei parte de sua cueca, tirando sua pica para fora.
Valdir somente nos olhava, apalpando sua pica por cima da calça. Comecei com beijinhos e lambidas, mas logo comecei a chupar freneticamente. Baixava naquele momento o Espírito de Puta em mim, sabendo que alí eu iria fuder com aqueles dois homens.
Me levantei, fui tirando meu vestido e minha calcinha. Estava na frete dos dois completamente nua. Juninho foi chupando meus seios, com as auréulas escuras, bem redondinhas, pontudos. Parecia uma criança esfomeada, pela força que chupava.
Valdir ainda continuava parado nos olhando, parecia estar saboreando o momento. Foi quando peguei os dois pela mão, levando até meu quarto, me posicionei de quatro na cama e abri bem as pernas. Então os dois se livraram de suas roupas e vieram pra cima.
Valdir começou a chupar minha bucetinha enquanto eu chupava a pica de Juninho. Minha bucetinha babava de tesão, foi quando senti entrar, Valdir começou a me penetrar, que pica deliciosa. Eu chupava cada vez mais forte a pica de Juninho, que de olhos fechados, aproveitava cada momento.
Foram momentos de tesão e prazer, até que coloquei Valdir deitado de subi em cima dele, sentando em sua pica maravilhosa e depravadamente pedi para Juninho comer meu cú.
Estava naquele momento sendo uma verdadeira puta, sendo penetrada duplamente, onde nós todos explodimos em uma gozada alucinada. Sentia dentro de minha bucetinha e cuzinho, o esperma quente inundando tudo.
Ficamos os três deitados um bom tempo, eu no meio daqueles dois homens, que a partir daí, começaram a fazer parte do meu dia a dia, na obra e também na putaria.
Quando a reforma acabou, minha vida ficou um vazio, mas que logo vou preencher!
