Segredos de Primos

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1148 palavras
Data: 01/05/2026 01:11:25
Última revisão: 01/05/2026 01:22:15

Oi, galera, antes das fodas loucas com meu primo Marcelo, tudo começou leve na fazenda — conversas inocentes sobre sexo que viraram desejos quentes, sem nunca nos tocarmos. Eu, Marina, morena de 1,60m com coxas grossas e peitinhos firmes, e ele, Marcelo, malhado do campo. Famílias vizinhas, mas nosso segredo crescia devagar, deixando a gente louco de curiosidade.

Tudo começou nas tardes quentes no alpendre, sentados bebendo refrigerante.

— Ei, Marina, já viu filme pornô? — ele perguntou um dia, rosto corado.

— Já, daqueles com bucetona levando rola grossa — respondi rindo.

— Conta mais, que tesão dá? — cutucou.

— Dá vontade de experimentar, imagina um pau veiudo me chupando o grelo.

Ele engoliu seco:

— Eu sonho com boquinha gulosa mamando minhas bolas.

Ríamos nervosos, mas o papo fluía — trocávamos infos:

— Mulher goza mais com dedo no cu — eu dizia;

— Pau inchado goza jato forte se apertar a base — ele ensinava.

Desejos saíam:

— Quero sentar num pauzão até o talo — confessava;

— Adoraria lamber xana melada — ele sonhava.

Outro dia, TV na sala vazia: sintonizamos um canal pornô na parabólica, uma puta de tetas enormes gemendo "fode minha buceta mais forte!", levando rola grossa de quatro, porra na cara no final. Sentados no sofá, pernas quase se roçando, olhos grudados na tela:

— Quero te ver gozar assim — ele sussurrou, pau meia-bomba marcando;

— Mostra teu pau latejando pra mim — eu quis, xana úmida enfiando na calcinha.

Ficamos comentando cada gemido, tesão fervendo sem tocar. Dias depois, curiosidade me levou a espionar: pela fresta da porta do quarto da empregada (uma morena peituda da fazenda), vi Marcelo com ela — de quatro na cama, ele socando pauzão por trás, bundinha dela tremendo, gemendo "fode mais forte, patrãozinho!". Ele puxava cabelo, palmadas na bunda vermelha, depois virou ela de lado, mama tetas enormes enquanto metia fundo. Ela gozou gritando, ele puxou e gozou na cara dela, jatos quentes lambuzando boca e olhos. Saí quieta, xana pingando, imaginando ele fazendo igual comigo.

Eu já tinha visto o pauzão dele às escondidas — uma vez espiando pela fresta da porta do banheiro, ele punhetando forte, mão subindo e descendo na rola veiuda e roxa, apertando a base pra segurar, bolas subindo tensas e balançando pesadas, veias inchadas pulsando violentas, gemendo baixo "porra que tesão" até gozar cinco jatos longos e grossos na pia, leite quente e viscoso escorrendo devagar, limpando com gemido satisfeito e pau ainda meia-bomba. Fiquei parada na sombra, xana encharcada latejando, saia levantada com dedinhos esfregando o clitóris quietinha até gozar tremendo, mordendo o lábio pra não gemer. Ele via meus peitinhos sem sutiã "sem querer" — eu de baby look fina no almoço, bicos duros e arrepiados marcando o tecido quando o papo esquentava sobre sexo; ou trocando camisa no quintal, peitinhos pequenos saltando livres e firmes, auréolas rosadas visíveis.

— Ops, desculpa — fingia, mas olhos grudados, pau endurecendo na calça.

Essas intimidades acidentais nos deixavam curiosos pra caralho — conversas no WhatsApp à noite escalavam:

— Sonhei com teu pau me arrombando — eu;

— Tua xana deve ser apertada e quente — ele.

Uma vez, no quarto dele, filme pornô no celular — uma vadia de cu empinado levando dupla penetração, gritando "me enche de leite!". Sentados na cama lado a lado, pernas roçando "sem querer", volume no play: ela mama pau enquanto leva no cu, gozada na boca.

— Imagina eu te chupando assim — ele babou;

— Quero teu pau me fodendo por trás — respondi, clitóris latejando.

Ficamos comentando cada gemido, tesão fervendo sem tocar.

O ponto de virada veio numa tarde chuvosa, chuva grossa batendo no telhado de zinco, casa vazia. Ele me chamou pro quarto pra "ver um filme no celular". Entramos, porta fechada, ar úmido e pesado. Celular na cama, filme pornô rolando — puta de pernas abertas levando dedada e chupada, depois rola arrombando fundo. Sentamos lado a lado, coxas roçando "sem querer", respiração acelerada. Olhos na tela: ela gozando esguichando, leite na cara...

Não me contive e perguntei:

— Me conta como é foder a empregada, vi vocês no quarto dela.

Ele surtou, olhos arregalados:

— Porra, tu viu? Ela mama pau como ninguém, de quatro empina o cu e goza fácinho.

E continuou:

— Puxo cabelo, meto forte, gozo na cara dela lambuzada.

Meu tesão explodiu:

— Faz igual comigo, Marcelo, me come como ela, agora!

Viro pro lado, olhos nos dele famintos, e nos beijamos pela primeira vez — línguas brigando selvagens, saliva escorrendo pelos queixos, mãos trêmulas no rosto um do outro. Ele puxa minha blusinha fina pra cima, peitinhos saltando livres:

— Porra, esses peitinhos durinhos, sempre quis mamar — devora um bico com fome, sugando forte, mordendo o outro com dentes, língua rodando nos auréolas rosadas. Gemo alto, arrepios na espinha, xana babando na calcinha.

Minhas mãos descem pro volume dele, abrindo o zíper devagar — pauzão salta pra fora, roxo e veiudo, cabeça babada, veias grossas pulsando.

— Que pauzão lindo, sempre quis punhetar — aperto a base, mão subindo e descendo lenta, polegar na cabeça melada, bolas pesadas na palma. Ele geme rouco:

— Punheta gostosa, priminha, aperta mais as bolas!

Deito na cama, ele por cima, beijos descendo pro pescoço, mamilos chupados até doerem de prazer. Saia sobe, calcinha rasgada de lado — dedos dele roçando o clitóris inchado:

— Tá pingando meleca, xana gulosa quer o quê?

— Dedos agora, me fode com a mão! — imploro. Dois dedos grossos entram na xana apertada, fodendo com barulho molhado, polegar no clitóris, acertando o ponto G. Grito:

— Ai caralho, assim, mais fundo!

Gozo tremendo, mel jorrando nos dedos dele, pernas contraídas.

Ele fica de pé na cama, pauzão na minha cara:

— Mama ele, boquinha que eu sonhei.

Engulo gulosa, língua na cabeça babada, descendo pras bolas mamando uma de cada vez, engasgando no talo, saliva escorrendo.

— Porra, chupa como puta, engole tudo! — ele fode minha garganta devagar.

Não aguento:

— Enfia na xana agora, me fode pela primeira vez, arromba tudo!

Abro pernas escancaradas, xana piscando melada. Ele se posiciona, pau na entradinha apertada, esfrega nos lábios:

— Vai doer gostoso, aguenta meu caralho.

Empurrão lento — cabeça esticando, dor ardente misturada a prazer, rasgando o hímen.

— Filho da puta, devagar... ahhh, que delícia! — gemo rasgada.

Ele enterra até as bolas, pau pulsando dentro:

— Tua xana mama meu pau, que quentinha e apertada!

Mete devagar virando ritmado, bolas batendo na bunda, mesa de cabeceira rangendo. Viro de lado, perna no ar:

— Fode assim, mais fundo!

Estocadas fortes, clitóris esfregado na mão dele, gozo de novo:

— Tô gozando no teu pau, porra!

Ele rosna:

— De quatro agora, cadelinha!

Empino bundinha, abro bunda:

— Enfia brutal, me come como animal!

Socada violenta, cabelo puxado, palmadas na bunda vermelha:

— Toma, aguenta esse caralho te rasgando!

Minha mão no clitóris, outra nos sacos dele apertando: gozo insano, xana contraindo.

— Goza dentro, me enche de leite quente!

Ele urra, pau inchando, jatos grossos inundando fundo, porra escorrendo pelas coxas misturada ao meu mel.

Caímos exaustos, suados, conversas virando realidade. Ali acabou a curiosidade: começou o vício. Daí pra frente, fodemos em todo canto — cozinha, curral, caminhonete.

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