Meus pais tem algumas características marcantes. Primeiro porque são um casal com enormes diferenças físicas. Ele é branco, alto, moreno e forte enquanto mamãe é preta ébano, miúda, corpinho sinuoso e cabelos cacheados naturais. Por meu padrão de beleza ela é a mãe mais linda que conheço e pelo que dizem, minhas irmãs acham meu pai também muito bonito fisicamente, pois como pessoa é horrível.
Outra característica marcante deles é que são, muito, muitos religiosos, inclusive dando cursos de casamento na igreja de nosso bairro. Essa devoção a religião traz várias consequências para os filhos, eu e mais duas irmãs, pois são excessivamente rígidos em nossa criação.
Muito machista meu pai, mamãe aceita essa severidade, mas minhas irmãs sofrem sendo controladas de perto por ele e mesmo tendo 20 e 19 anos, são tratadas como se tivessem 12. É um pecado, pois são lindas de cair o queixo e estavam perdendo o melhor de suas juventudes.
Diante desses inimigos comuns que são nossos pais, minha mãe fazendo tudo que meu pai quer, nos damos super bem e por várias vezes um ajudava o outro a escapar de uma bronca ou um castigo. No caso delas quando saiam com amigas sem contar a meus pais e no meu caso quando tirava notas baixas e elas ajudavam a acobertar.
Sendo o irmão mais novo com 18 anos sempre fui paparicado pelas duas e por gostar de estar com elas desde pequeno, nunca tivemos brigas e mesmo sendo garotas e eu um garoto, nunca me colocaram de lado e era comum ir ao quarto delas e ficarmos conversando até tarde da noite, já que não podíamos sair como jovens normais.
No entanto em certo momento algo mudou com elas me deixando de lado enquanto pareciam mais próximas do que nunca. Pensei em muitas coisas, por exemplo terem arrumado namoradinhos escondidas de nossos pais e não quererem contar suas intimidades para mim.
Fiquei muito magoado pois mesmo se fosse isso poderiam me falar que tinham namorados e só não me contar o que acontecia entre eles e eu ficaria bem. Por meses essa minha exclusão só foi aumentando. Não que me evitassem, mas já não me chamavam para conversas de irmão e irmãs como tínhamos.
O pior é que eu conhecia as amigas delas e conversando com várias, todas me juraram de pés juntos que minhas irmãs não tinham namorados com medo de meus pais. Na verdade, elas nem conversavam com os garotos evitando qualquer mal-entendido que pudesse chegar a eles. Sabendo disso, ficava ainda mais triste por terem me excluído e um pouco de raiva já fervia em meu sangue, mesmo as amando como sempre.
Não são só meus pais que tem características marcantes, pois minhas irmãs são cópias fiéis deles e nem se parecem irmãs. Leah é branca, morena de cabelos longos ondulados, alta, seios médios em lágrima perfeitos, corpo sinuoso de matar do coração e puxou a meu pai. Seus rosto levemente quadrado com bochechas salientes e olhos castanhos é lindo fazendo um conjunto perfeito com seu corpo. Tinha 20 anos e uma personalidade forte e por ser a mais velha achava que os irmãos deveriam obedece-la.
Sara, 19 anos é lindamente preta ébano como minha mãe, tem um corpo falso magra incrivelmente perfeito lembrando um violino por sua cor e seu formato. Seus seios cônicos são pequenos, sua barriguinha demarcada naturalmente e seu quadril e bunda esculpidas pela natureza. Seus olhos são pretos como sua pele e sua boca carnuda em forma de coração em seu rosto oval a deixa maravilhosa com seus lindos cabelos cacheados e curtos. Sua personalidade é dócil e amável o que faz com que todos em casa se aproveitassem de sua bondade e presteza, principalmente nossos pais.
Cada uma dessas características de seus corpos, conhecia apenas por as ver de biquinis comportados em nossa casa, pois meus pais não as deixavam ir a clubes ou a praia com amigas.
Eu por minha vez, completo os nomes bíblicos dos filhos de meus pais e me chamo Lucas. Fisicamente sou alto e forte como meu pai, branco como ele, mas tenho olhos pretos com meu cabelo cacheado que são iguais aos de minha mãe e de Sara, mas diferente delas corto curto não deixando parecer que são cacheados.
Uma ano mais novo do que Sara, não vou ser hipócrita e dizer que não as cobiçava, mas era uma cobiça comportada pois sabia que era errado e que aquelas eram as únicas mulheres que nunca poderia ter.
Frequentemente me masturbava pensando nelas e algumas vezes com suas calcinhas usadas no banheiro de uso comum entre nossos quartos, um ocupado por mim e o outro por elas duas. Se as cobiçava e me masturbava em homenagem a elas, também me sentia extremamente culpado todas as vezes pôr as amar como irmãs e achar que estava manchando nosso amor fraternal.
Fora isso, os discursos de nossos pais, muito mais meu pai, tentando nos manter sob controle as vezes eram raivosos contra o sexo antes do casamento, contra a devassidão, contra o homossexualismo e todas as formas de relacionamento que não fosse de um marido e uma esposa fazendo sexo recatado após o casamento para procriação. Porém a opressão faz com que os oprimidos reajam de alguma forma e foi isso que descobri naquela tarde de quarta-feira.
Sempre fui apaixonado por esportes e por minha altura e físico jogava vôlei e todos os dias após as aulas da manhã fazíamos um treino de uma hora, mas as quartas-feiras nosso treino era de 3 horas o que me fazia chegar em casa logo após as 4 da tarde. Gostava tanto que mesmo com frio, chuva e sol não perdia um treino no ginásio coberto e invariavelmente o treinador marcava nessas tardes um jogo treino com alguma outra equipe e por nada eu me ausentava. Ou melhor quase nada.
Naquela quarta-feira saí bem de casa após o café da manhã, mas conforme foram passando as horas fui ficando mal do estomago chegando a vomitar e ter diarreia algumas vezes tendo que ir até a enfermaria e após algumas perguntas e respostas a conclusão foi de que tive uma infecção estomacal por ter comido alguns pastéis na noite anterior.
Fui medicado pela enfermeira e mandado para casa antes do treino e como vou e volto caminhando pouco barulho faço quando chego porque entro pela porta da garagem e mamãe exige que eu tire os tênis sujos antes de pisar dentro de casa.
Como meu pai e mamãe trabalham o dia todo, ele como Diretor de uma empresa e ela advogada em um escritório, ficamos sempre sozinhos durante a tarde a não ser as segundas-feiras quando uma faxineira vem fazer a limpeza. Se mamãe não deixa algo pronto na geladeira, nós mesmo fazemos algo para comer e temos que deixar a cozinha limpa.
Normalmente eu chegava morto de fome e já parava na cozinha para comer, mas como estava passando mal subi a escada em direção a meu quarto que era o último no corredor após o quarto de minhas irmãs e já no final da escada comecei a escutar ruídos estranhos. Conforme fui chegando ao topo percebi que eram vozes e gemidos femininos ficando curioso.
O corredor sem janelas ficava na penumbra sem acender as luzes e era como estava naquele momento. Deixei minha mochila para não fazer barulho e fui caminhando sabendo que aqueles ruídos vinham do quarto de minhas irmãs e o que ouvi me deixou com as pernas bambas e o coração acelerado.
– Você vai me obedecer, minha putinha?
– Sim, eu vou.
– Então chupa a bucetinha de sua irmã bem gostoso e se me fizer gozar, depois faço você gozar também.
Quando cheguei próximo a porta percebi que estava uns 2 centímetros aberta e quando me deparei com o que acontecia, só pude concluir que elas foram descuidadas deixando a porta aberta pois sabiam que eu nunca faltava a meus treinos.
Quando coloquei os olhos naquele vão vi a cena mais chocante de minha vida e também a mais linda e excitante, muito mais do que os vídeos que via escondido de meus pais. Leah e Sara estavam nuas na cama de Leah com Sara se abaixando entre as pernas da irmã e provavelmente começando a chupar sua buceta conforme ela havia ordenado.
Não dava para ver direito pois estavam de lado em relação a porta e o que conseguia ver eram aqueles seus seios maravilhosos, totalmente diferentes na forma e na cor. Aliás o contraste branco de Leah com o preto ébano de Sara deixava aquela cena ainda mais erótica e linda fazendo meu pau virar pedra no mesmo instante.
Naquele momento descobri que tinha que tomar uma decisão. Ou assistia aquela cena indecentemente excitante de minhas maravilhosas irmãs e me masturbava até gozar, ou pegava meu celular e gravava para ter aquela cena para todas minhas punhetas futuras, e foi por essa opção que me decidi.
Coloquei a câmera do celular no vão e comecei a gravar, mas mantendo os olhos em minhas irmãs também gravando aquela imagem em minha mente, só pensando que se meus pais descobrissem, com certeza absoluta minhas irmãs seriam expulsas de casa, o que me deixou preocupado.
– Isso minha putinha. Bem aí. Ahhuuuu. Você está ficando cada vez melhor, falou Leah.
Só me lamentava por não poder ver suas bucetinhas enquanto filmava e escutava aquele ruido de algo bem molhado que vinha do meio das pernas de Leah.
– A quem você pertence, minha putinha?
Tendo que responder a pergunta de Leah, Sara parou um pouco o que estava fazendo e respondeu.
– A você Leah. Sou sua, só sua.
Como na vida real, no sexo também era Leah era quem fazia Sara fazer o que ela queria, me vindo a mente se Sara realmente queria fazer o que estava fazendo ou se tinha sido obrigada por nossa irmã mandona.
Minutos se passaram com Leah gemendo ou dizendo algo que fazia parecer que estava subjugando nossa irmãzinha para atender seus desejos obscenos.
– Você sempre vai ser só minha. Não vou deixar você namorar com ninguém e se não me obedecer nunca mais faço você gozar. Na hora do sexo você vai me chamar de senhora.
A excitação por aquela cena lindamente erótica era incontrolável, mas devagar ia subindo dentro de mim uma revolta por ver Leah tratando nossa doce irmã daquela forma. Com aquele vídeo que gravava, poderia acabar com sua vida, muito mais do que com a vida de Sara que parecia estar sendo obrigada. Porém um gemido alto me tirou dessa revolta.
– Ohhhhhhhhh. Assim. Assim. Estou gozando minha putinha. Urghhhhhhhh.
Ver Leah se envergando e empinado aqueles seios deliciosos enquanto empurrava a cabeça de Sara em sua buceta era o momento mais extraordinariamente excitante de minha vida por serem minhas lindas irmãs e por estar vendo uma cena daquelas ao vivo pela primeira vez. Quase gozei na calça, mas me segurei pois nada poderia atrapalhar aquela gravação.
Após alguns segundos o orgasmo imenso de Leah começou a diminuir e ela soltou a cabeça de Sara que se levantou e ficou ajoelhada entre as pernas da irmã esperando o final.
Quando seu gozo terminou, Leah nem deu tempo para se recuperar e já estava dando ordens para Sara novamente.
– Como você foi uma boa putinha para sua irmã, vou retribuir, mas antes vamos esfregar nossas bucetinhas.
Aquela opressão de meus pais tinha transformado a incontrolável Leah em um animal sexual por não ter liberdade para ter algo com garotos, então tinha achado um modo de livrar sua tensão sexual no auge de seus 20 anos e sobrou para a irmãzinha que sempre cedia aos pedidos de qualquer um da família.
Em meus momentos de desrespeito aos meus pais, fuçava a internet em busca de vídeos, mas sem me dar conta que o terror sexual a que eles nos submetiam tinha poder sobre mim. Já me sentindo culpado por cobiçar minhas irmãs, nunca me interessei por vídeos de sexo entre familiares e nem por sexo homossexual, o pecado supremo para meus religiosos pais. Meus vídeos preferidos eram sempre os de sexo hetero, anal e sempre com garotas parecidas com as garotas que eu conhecia.
Vendo aquele sexo entre duas mulheres lindas, tão diferentes e sendo minhas irmãs estava tão excitado que não me importaria de desobedecer a meus pais e nem deixaria o remorso me dominar se pudesse estar lá com elas participando, mas as julgando homossexuais aquilo que já era impossível de ter algo com minhas irmãs tinha se tornado irreal. O que me restava era aproveitar aquele presente dos céus e depois usar aquele vídeo até destruir meu pau de tanta punheta.
Quando se colocaram ao inverso uma da outra na cama ficaram de lado para mim, mas totalmente entretidas no que faziam. Foi aí que pude ver suas bucetinhas, a de Leah com ralos cabelinhos pretos lisos que deixavam seus lábios estreitos e rosas visíveis entre eles. Os de Sara pretos e crespinhos em cachinhos pequenos que escondiam seus lábios que só pude ver como um leve risco rosa quando ela abriu as pernas para se encaixar também nas pernas abertas de Leah.
Se movendo uma em direção a outra suas bucetinhas se encontraram me fazendo perder a visão de seu lábios, só podendo enxergar pouco de seus pelos. Naquele momento não sabia que posição era aquela, mas vim a saber no futuro que se tratava da posição tesoura que as lésbicas usam. Mais enérgica e ativa em tudo era Leah quem mais se movimentava esfregando suas intimidades.
– Esfrega essa bucetinha mais forte Sara. Vamos ver se conseguimos gozar como nas outras vezes.
Pelo que Leah falou descobri que faziam aquilo há algum tempo, provavelmente pelos últimos 3 meses pois foi quando me excluíram de suas vidas quase que totalmente.
Enquanto os gemidos de Leah eram mais estridentes os de Sara eram contidos, mas por seu rostinho ela parecia estar gostando. Aquele seria o melhor vídeo de todos os tempos e talvez nunca mais gozasse assistindo qualquer outro vídeo.
– De quem é essa bucetinha pretinha e linda, perguntou Leah gemendo cada vez mais forte.
– Ohhmmmm. É sua Leah.
– Quando eu quiser?
– Quando você quiser. Uhhh.
– Onde eu quiser?
– Simmmm. Estou gozando. Auurghhh.
– Também estou. Ohhhhhh.
Além da esfregação de suas bucetas incessantemente naquele momento, seus corpos tremiam lindamente enquanto no rosto de cada uma se podia ver o êxtase que estavam sentido. No de Leah feições intensas e no de Sara elas eram contidas com gemidos suaves.
Eu estava como uma estátua admirando aquela cena erótica parecendo até artística devido a beleza de minhas irmãs e ao contraste de seus corpos. Sentia meu pré-gozo vazar, mas me segurava e minha única preocupação verdadeira era a bateria do celular não acabar para poder continuar gravando até Leah cumprir sua promessa de lamber a bucetinha de Sara.
No meu ir e vir de emoções tinha momentos que pensava que Sara estava sendo obrigada por Leah, para logo em seguida pensar que fazia por vontade própria em uma onda de sentimentos contraditórios.
Logo que terminaram a insaciável Leah se desencaixou e já deitou entre as pernas de Sara a fazendo deitar de costas no colchão.
– Já que você foi uma boa putinha para sua irmã, vou retribuir, falou aproximando o rosto da bucetinha de Sara.
Levando os dedos para abrir sua fenda, começou a brincar com os cabelos cacheadinhos. Eu não conseguia ver novamente por estarem de lado, mas pelos movimentos tirava essa conclusão. E Leah confirmou.
– Se a mamãe não invadisse nossos quartos e nos visse nuas as vezes, iriamos raspar nossos pelos para deixar bem lisinhas, pois ficaria muito mais gostoso brincar com elas, você não acha?
– Acho que sim Leah, principalmente os meus que são enroladinhos e atrapalham mais.
Sem responder Leah se inclinou e certamente sua língua corria pela bucetinha pretinha e rosada da irmã e eu só imaginava poder ver aquela cena estando ao lado, mostrando que nunca estamos felizes com o que temos.
Com a cabeça com movimentos mais bruscos do que aqueles que Sara fez quando a chupou, Leah ia fazendo a irmãzinha se contorcer toda de prazer e parecia a maltratar, pois todas as vezes que Sara estava próxima de gozar, Leah parava para escutar a suplica da irmã.
– Por favor Leah, me faça gozar.
Após minutos de tortura e suplicas de Sara, Leah parou de vez e se levantando sobre um braço esticou o outro e do nada deu um tapa forte no rosto da irmã e só não o marcou, pois, a pele escura disfarçava. Dentro de mim subiu um ódio instantâneo por Leah estar agredindo aquele amor de pessoa que era nossa amável irmãzinha.
Ainda assim me contive, pois não queria que soubessem que tinha visto tudo.
– Peça direito sua putinha, ou não vou fazer você gozar.
– Por favor Leah, me faça gozar, Sara suplicou se humilhando.
Outro tapa ainda mais forte atingiu o rosto perfeito de Sara fazendo meu corpo tremer de raiva nem conseguindo segurar a câmera direito. Tive a certeza que Leah tinha obrigado nossa irmãzinha a fazer o que ela queria e aquele vídeo seria a prova de seu abuso. Se fosse mostrar a meus pais para defender Sara, só editaria tirando as partes que Sara parecia gostar, ferrando Leah de vez.
Para não me expor a elas, reuni toda minha força de vontade e me contive esperando que aquela fosse a última agressão. Meu sangue fervia quase ao ponto de explodir.
– Não é assim que você fala com sua dona, fale direito ou vai continuar apanhando e não vai gozar.
Meu sangue ferveu ainda mais e com certeza meus olhos lançavam raios de ódio para Leah. Dependendo da resposta de Sara, não me aguentaria.
– Me desculpe, minha senhora. Por favor, eu te imploro, me faça gozar.
Diante da humilhação final de Sara, foi impossível resistir e abrindo a porta invadi o quarto ainda com a câmera na mão ligada e me vendo, sob seus olhares incrédulos e aterrorizados fui chegando até a cama onde puxei Leah do meio das pernas de Sara a jogando para trás em sua cama. Nesse momento parei de filmar e enfiei o celular no bolso.
– Não se atreva a tocar outra vez nela, ou vou te arrebentar Leah. Além disso, filmei tudo desde o começo e vou mostrar a nossos pais o que você anda obrigando a Sara fazer com você, falei com ódio mortal.
Chocadas, tentavam cobrir a nudez em desespero enquanto choravam aterrorizadas de medo.
– Você está bem Sara? Ela te machucou? E seu rosto?
Olhando amedrontada para mim não conseguia responder e minhas perguntas continuaram enquanto eu olhava com ódio para Leah que já estava em uma posição defensiva imaginado que poderia agredi-la.
– Há quanto tempo ela te obriga a fazer isso?
De novo Sara não respondeu e a única coisa que faziam era chorar e tentar esconder seus corpos sem muito sucesso. O tempo foi passando e sem que ninguém falasse, fui fazer outra pergunta a Sara que percebendo não deixou, me interrompendo.
– Vá embora de nosso quarto Lucas. Você não tem o direito de invadir assim.
– Não invadi, pois a porta estava aberta e só entrei porque a Leah estava te agredindo.
– Se estava ou não estava é problema meu.
– Como assim? Você é menor e mais frágil do que ela e sabe que sempre te defendi de qualquer pessoa. Não vou ficar parado vendo ela dar tapas no seu rosto.
– Vai embora Lucas. Vai embora, outra hora conversamos, por favor.
Com esse por favor, percebi que poderia estar fazendo minha irmãzinha estar se humilhando a mim também me cortando o coração. Também achei que ela poderia estar com medo da reação de Leah quando eu não estivesse junto, então não quis a fazer sofrer mais.
– Está bem Sara. Porque é você pedindo eu vou, mas bem preocupado de te deixar aqui com essa louca. E Leah, não se atreva a encostar nela, pois se acontecer vou cumprir o que falei mandando o vídeo para nosso pai só com as partes que você humilha a Sara, falei saindo do quarto e indo em direção ao meu.
Chegando lá, pulei na cama e chorei muito com ódio de Leah e com pena de Sara que recebia em troca de sua bondade toda aquela humilhação e agressão da própria irmã. Meu ódio era tanto que pensava em formas de punir Leah com aquele vídeo até a chantageando.
Que fique claro que nunca faria qualquer tipo de chantagem usando aquele vídeo pois poderia fazer com que Leah corresse o risco de ser colocada para fora de casa por nossos pais e eu a amava demais, apesar do ódio momentâneo.
Sabendo que meu pai frequentemente bisbilhotava meu celular, me controlei e enviei o vídeo para a nuvem com criptografia, cancelei a sincronização automática e também enviei para um e-mail secreto que eu tinha apagando o e-mail enviado depois. Restou apenas apagar do celular e foi o que fiz a seguir, tendo a segurança de só eu poder acessar o vídeo que tinha de minhas duas deliciosas irmãs transando em uma relação lésbica linda, mas imperdoável aos olhos de nossos pais.
Passaram-se umas duas horas e o silencio era total em casa o que não era nenhuma garantia de paz entre minhas irmãs pois poderiam estar falando baixo e eu não escutaria. Faltava uma hora para nossa mãe chegar e um pouco mais para nosso pai e pelo menos aquele ódio que causava estresse tinha quase sumido, mas ainda estava puto com Leah e ela teria que ter uma explicação muito boa para que eu não fizesse algo contra ela.