Massagem na amiga

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 893 palavras
Data: 12/05/2026 22:13:40

Era um domingo ensolarado em Curitiba, com o sol filtrando pelas janelas da casa de Adriane e Marcelo. O cheiro de churrasco dominava o ar, enquanto Andressa e Leonardo, amigos de longa data, chegavam para o almoço habitual. A conversa fluía leve entre garfadas de picanha suculenta, regada a chimarrão gelado.

— Ai, gente, minhas costas estão me matando — reclamou Andressa, massageando o ombro com uma careta. — Trabalho o dia todo nessa cadeira horrível no escritório.

Adriane serviu mais salada, rindo.

— Você precisa de uma massagem decente. O Marcelo é fera em massoterapia. Fez curso completo anos atrás.

Marcelo corou, mastigando devagar. Ele evitou o olhar de Andressa, sentindo um aperto no peito — Leonardo era seu melhor amigo, e ele não queria complicações.

— Para, Adriane. Não atuo mais nisso. Foi só um hobby — murmurou.

Leonardo, prático como sempre, sorriu para a namorada.

— Vai nessa, amor. Eu te vejo sofrendo toda noite. Deixa o Marcelo ajudar.

Andressa hesitou, seus olhos castanhos brilhando sob os cabelos loiros cacheados. Olhou para Marcelo com dúvida e uma faísca de curiosidade.

— Tá bom, mas só lombar, hein? Você não se importa?

Marcelo engoliu em seco, o peso da amizade com Leonardo ecoando na mente.

— Por você e pelo Leo, eu faço. Só lombar, combinado.

A Massagem Discreta

Depois do almoço, com Adriane e Leonardo na sala assistindo TV e rindo alto de um jogo do Coritiba, Marcelo levou Andressa ao quarto de hóspedes. A porta se fechou com um clique suave. O ar fresco carregava aroma de lavanda do difusor, e o som distante do trânsito na BR-277 filtrava pelas cortinas.

Andressa tirou a blusa, ficando de sutiã e calça jeans, e deitou de bruços na cama.

— Relaxa, só lombar — repetiu ela, voz abafada pelo travesseiro.

Marcelo untou as mãos com óleo de amêndoas, aquecendo-as com fricção. Seus dedos fortes tocaram a pele macia logo acima da calça, pressionando a base da coluna com polegares firmes.

— Aqui dói mais? — perguntou, voz baixa.

— Uhum... ali — respondeu ela, arqueando levemente as costas.

Ele deslizava com precisão, desfazendo nós profundos. O calor subia, e memórias de tantra antigo voltavam: movimentos circulares para alinhar chakras, respirações sincronizadas. Mas ele hesitava — Leo está ali do lado. Isso é loucura. Seus dedos roçaram acidentalmente a lateral do corpo dela, subindo aos ombros.

— Respira fundo comigo — sugeriu, grave. — Inspira... expira. Sincroniza.

Andressa obedeceu, o ritmo acalmando os dois. Dedos desceram devagar, roçando a borda da calcinha que aparecia sob o jeans. Ela sussurrou, sem se mexer:

— Marcelo... isso não é só lombar.

O quadril dela se ergueu sutilmente. Ele inclinou-se, lábios roçando a nuca em um sopro quente.

— É pra soltar a energia bloqueada. Confia... sente o fluxo subindo pela espinha.

As mãos circularam as coxas por fora, pressionando pontos internos com edging — toques que prometiam mais, mas recuavam. Andressa ofegava baixo, corpo tremendo. Um riso alto veio da sala, congelando-os por um segundo.

— Meu Deus... que loucura — murmurou ela, virando o rosto, olhos vidrados. — Não para... mas devagar.

Marcelo a virou devagar, desabotoando o jeans com cuidado. O óleo escorria entre os seios, e ele massageou em círculos lentos nos mamilos endurecidos, beijando o ventre enquanto controlava a respiração dela.

— Tantra é união de energias... segura o pico — sussurrou, dedos penetrando ritmados, mas parando antes do clímax.

Ela cravou as unhas no lençol, pernas se abrindo.

— Por favor... me leva lá — implorou baixinho, gozando em ondas controladas, corpo convulsionando suave.

Eles ofegaram juntos, suados. Marcelo limpou o óleo, ajudando-a a se vestir. O risco da sala próxima ainda pairava.

— Segunda, no seu escritório, pós-expediente. Pra continuar direito, sem interrupções — propôs, olhos famintos, mas voz culpada.

— Combinado. Nosso segredo — respondeu ela, mordendo o lábio, ajustando a blusa.

Segunda-feira, 18h. O escritório de Andressa, em um prédio discreto no Batel, esvaziava com o rush do fim de expediente. Curitiba

chovia miúdo lá fora, o som abafando tudo. Ela trancou a porta, de salto alto, saia lápis e blusa decotada, perfume doce invadindo o ar.

— Cheguei pro "tratamento" — disse, jogando-se nos braços dele.

Marcelo a beijou com fome contida, mãos subindo pela saia. Leo confia em mim. Mas isso é inevitável.

— Tira tudo. Hoje é completo — ordenou, acendendo velas e uma playlist suave de tantra com flautas.

Nua na maca improvisada sobre a mesa, Andressa brilhava sob o óleo. Ele começou pelas pernas, lambendo a parte interna das coxas devagar, subindo ao clitóris inchado com a língua ritmada.

— Abre pra mim... sincroniza a respiração — murmurou, chupando com edging, dedos penetrando fundo enquanto segurava o orgasmo dela.

— Ahhh... mais fundo, usa a boca toda — sussurrou ela, unhas cravadas na madeira, voz baixa para não ecoar no corredor vazio.

Ele se despiu, pau duro pulsando. Posicionou-se entre as pernas, roçando a entrada molhada.

— Tantra é união lenta... entra centímetro por centímetro — sussurrou, penetrando devagar, gemendo com ela em respirações uníssonas.

Andressa rebolava, seios balançando, mas ele controlava o ritmo.

— Forte agora... me enche — implorou, orgasmos múltiplos a sacudindo em ondas.

Ele acelerou, tapas leves nas nádegas, dedilhando o ânus enquanto bombava, edging até o limite.

— Aperta mais, deusa... segura comigo — rosnou, explodindo dentro dela em jatos quentes, selando a energia.

Exaustos, deitaram abraçados na maca, suor e óleo misturados, chuva batendo na janela.

— Toda semana aqui? — perguntou ela, traçando círculos no peito dele.

— Toda semana. Nosso segredo tantrico — confirmou, beijando-a, o peso da amizade ainda ali, mas ofuscado pelo desejo.

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