Nascendo mais uma putinha Hotwife

Um conto erótico de Corno da Putinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2736 palavras
Data: 12/05/2026 18:44:57

Eu me chamo Júlio e minha esposa, Cecilia ou como muitos a chamam Ce. Tenho 52 anos, sou branco, corpo normal nem magro nem gordo, 1,75m 80kg. Minha esposa é branca, 48 anos, 1,63m 61kg, cabelos castanho claro, olhos verdes, seios médios e uma buceta carnuda com um delicioso clitóris avantajado, bundinha redonda, tipo mignon . Somos um casal normal, casados há 30 anos. Nossa vida sexual veio ao longo desses anos se moldando a nossas experiências vividas, e é aqui que começo a contar nossa história. Casamos muito cedo eu com 21anos e minha esposa com 18 ela virgem. Como a maioria dos casais fomos pagar aluguel eu ganhava pouco e minha esposa como sempre foi muito ativa e responsável apesar da pouca idade resolveu que iria fazer faxina p ajudar nas despesas. E aqui começa minha história de corno, e minha esposa se descobrir que nao resiste a um macho dominador mandao pauzudo.

Estacionei o carro em frente à casa alugada a mudança havia sido exaustiva, mas a nova vida prometia tranquilidade—pelo menos era o que eu pensava.

— "Chegamos, amor. O que você acha?" — perguntei, passando o braço pela cintura de Ce enquanto ela observava a casa simples, com um quintal espaçoso e uma varanda que convidava ao descanso.

Ce, com seus 18 anos recém completados e um corpo que fazia qualquer homem virar a cabeça— sorriu, ajustando o top justo que mal continha seus seios médios, e firmes.

— "Gostei. E olha, o vizinho já veio nos receber." — Ela apontou para um homem alto moreno quase negro mesmo, 1,85m, cabelos grisalhos bem cortados, braços fortes e uma postura que denotava autoridade. Era Tadeu, 65 anos, viúvo, ex-dono de uma construtora e, agora, seu senhorio.

— "Seu Tadeu, prazer. Sou Júlio , e esta é minha esposa, Cecilia, mais todos a chamam de Ce." — cumprimentei, apertando a mão firme do homem.

Tadeu sorriu, mas seus olhos não se desgrudaram de Ce. Ela usava uma bermuda de academia, tão justa que o contorno de sua buceta carnuda ficava evidente, e o velho não perdeu o detalhe.

— "Prazer, Cecilia ou Ce se me permite. Se precisarem de qualquer coisa, é só chamar. Tenho dois funcionários que podem ajudar com a mudança." — Sua voz era grave, rouca, como se cada palavra fosse um comando.

Notei o olhar demorado, mas não dei importância. Afinal, quem não olharia para minha Ce?

No outro dia, comecei a trabalhar e Ce ficou organizando a mudança, combinei com minha esposa que ela buscaria emprego depois de alguns meses. Trabalhei o dia todo, quando cheguei em casa, encontrei seu Tadeu trocando o encanamento da pia, havia um vazamento. A cena que foi um pouco estranha, o velho deitado no chão, abaixo da pia e minha mulher de vestido curtinho ao lado, conversando. Mas, notei que havia um volume nas calças do velho. Acabou o ajuste e logo foi embora.

À noite, no jantar, Ce não parava de elogiar Tadeu.

— "Ele é tão atencioso Jú, (como ela me chama) . Um homem de verdade, sabe? Com uma autoridade que nao sei explicar." — Ela tomou um gole de vinho, os olhos brilhando.

Senti o ciúme queimar, mas também uma excitação estranha.

— "Cuidado, Ce. Homem velho sabe o que quer. E pelo jeito você gosta deles, não é?" — provoquei ela intencionalmente, querendo ver sua reação.

Ela riu, jogando o cabelo para trás.

— "Imagina, um velho de 65 anos me pegando? Eu prefiro você, meu marido." — Mas seu sorriso, apesar da pouca idade era malicioso, e Ce sempre foi muito dada de conversar com todos riso fácil, sempre muito extrovertida. — "Confessa ficou com ciumes do velho?"

— "Ce"!

— "Ah, não finja. Vi você olhando quando chegou." — Ela disse rindo e me encarando. — "Nao é isso meu amor, só estranhei vc com um vestido muito curto, próximo a ele enquanto ele estava deitado no chão?" Disse a encarando de volta. ''Eu quis trocar minha roupa quando o Tadeu chegou e se ofereceu p ajudar com o cano da pia, mais ele nao deixou meu amor.'' Ela disse com uma carinha toda doce. ''E desde quando vc obedece ao Tadeu agora'', eu perguntei.

''Ele tem um jeito que nao sei explicar meu amor, nao pude falar nao para ele.'' Terminamos nosso jantar, Ce assistia sua novela, e eu pensativo com aquelas palavras que me deixavam curioso, ''nao pude falar nao para ele''- até onde isso iria. Naquela noite devorei minha esposa com um tesão que nao entendia ainda.

— "Safada. Vem aqui." — Puxei-a para cama ja caindo de boca na sua buceta já úmida.

— "Humm… que delicia meu amor?" — sussurrou, enquanto forçava minha cabeça contra sua buceta gostosa.

Ce me chupou como só ela sabia fazer—lenta no início, depois com uma voracidade que me deixava louco. Seus olhos verdes me hipnotizavam enquanto ela engolia cada centímetro, gemendo como se fosse a melhor coisa do mundo.

— "Nao sou um cara dotado, mais dou pro gasto?" — Fodemos até altas horas, comi minha esposa em todas as posições que conseguimos fazer, pois se tem uma coisa que nao posso negar, é como Ce é muito fogosa, ela nao nega fogo.

No outro dia, fui trabalhar, seguindo minha rotina, despedi de minha mulher e sai logo cedo. Tive um dia agradável no trabalho, na volta passei na padaria comprar pão para tomar café com minha esposa ela adora pão, cheguei em casa mas o que encontraria adiante mudaria para sempre nossa dinâmica.

Entrei silenciosamente, hábito de quem gosta de surpreender a esposa. Os primeiros sons me chegaram da cozinha - vozes baixas, um tom de conversa que não era casual. Meu coração acelerou antes mesmo de meu cérebro processar o porquê.

Pela fresta da porta entreaberta, vi a cena: Tadeu, nosso vizinho de 65 anos, estava de pé próximo à pia, e Ce, minha esposa de 18 anos, estava a poucos centímetros dele. Ela usava apenas um vestido leve de algodão que conhecia bem - comprara na viagem ao litoral e que mal cobria suas coxas e deixa seu corpo jovial ainda mais convidativo.

— "Seu Tadeu, por favor... não é certo", ouvi Ce dizer, mas sua voz tremia de um modo que conhecia bem - era o mesmo tremor que tinha quando estava excitada.

O velho, com seus 1,85m de altura que o faziam parecer ainda mais imponente diante dos meus 1,75m, sorriu com experiência. "Ce, minha flor, você passa o dia todo com esses vestidinhos, mostrando essa bunda gostosa... Acha que um homem fica imune?"

Ele se aproximou mais, e vi sua mão grande - realmente, tudo nele era grande - descer suavemente pelo braço dela. Ce não recuou.

— "O Júlio pode chegar a qualquer momento"- ela protestou, mas era um protesto fraco, quase um convite.

— "Seu marido nao é o problema minha flor, pois nao passa de um corninho", Tadeu respondeu, seus dedos agora traçando círculos no ombro exposto dela. "E eu vi como você me olha quando acha que não estou percebendo. Aquela vez que consertei a pia... você com aquele vestidinho. Quase perdi o controle ali mesmo."

Ce corou na mesma hora, denunciando que o velho estava certo, meu pau endureceu na calça. Ela realmente estava com um vestidinho muito mais curto naquele dia, e desde o primeiro dia ela sempre foi muito dada a ele, como que o convidando a descobrir seus segredos, agora percebo!

— "Eu... eu quis trocar o senhor nao deixou..." ela tentou argumentar com ele.

Tadeu riu baixo, um som grave e experiente. "Minha querida, depois de 40 anos casado e mais de dez como viúvo, conheço quando uma mulher está excitada. Sua buceta carnuda marcava o tecido do vestido como um mapa do tesouro. Bati três punhetas pensando naquela visão quando cheguei em casa."

Eu deveria estar furioso, invadir a cozinha e dar um soco naquele velho safado. Mas algo mais forte me prendia ali - uma curiosidade, um tesão que subia como maré.

— "Você é um velho safado", disse Ce, mas havia um sorriso nos lábios.

— "Velho, sim. Safado, com orgulho. E dotado também", ele respondeu, levando a mão de Ce até sua calça.

O volume que eu já tinha notado antes agora era evidente - um montão impressionante que deformava o tecido. Ce tentou puxar a mão, mas Tadeu a segurou com firmeza.

— "Pega, Ce. Sente o que um homem de verdade carrega."

— "Tadeu, não..."

— "Pega, sua safada. Você quer, eu sei que quer. Seu maridinho tem um pauzinho normal, não é? Uns 15 centímetros? Dá para ver pela cara de corno dele, entenda minha flor, vc nasceu para ser uma putinha submissa, vc gosta da coisa, tem um lado de vadia que eu vou te ajudar a assumir".

Eu me contraí, sentindo-me exposto, mesmo na minha posição escondida. Como ele sabia?

Ce respirou fundo, e sua mão finalmente se fechou sobre o volume. Os olhos dela se arregalaram.

— "Meu Deus..."

— "É, minha putinha. Agora sente o tamanho da rola que você vem provocando há semanas."

Ele desabotoou a calça lentamente, e mesmo de onde estava, pude ver quando aquele monstro surgiu. Meu próprio pau, que considerava normal com seus 15cm, parecia um brinquedo perto daquela coisa. Deve ter uns 22cm, pensei, espesso e cheio de veias salientes, com a cabeça arroxeada já lubrificada de excitação.

Ce parecia hipnotizada. "É... é enorme."

— "É tudo seu, se quiser", ele sussurrou, puxando-a mais perto. "Vamos, Ce. Traição é quando há sentimentos. Isso aqui é só prazer. Seu marido vai aceitar numa boa quando saber, que a putinha gostosa dele adora um macho dominador . E depois você volta para ele mais mulher, mais fogosa ainda. Ele vai agradecer''.

Ela hesitou por um segundo que pareceu uma eternidade. ''Então, veio a ordem, de joelhos minha cadelinha'', disse Tadeu com uma autoridade de macho dominante.

— "Não, Tadeu, eu não posso..."

— "Pode sim, sua vadia submissa. De joelhos e abre essa boca que fica me provocando com sorrisos e olhares. Vamos, mostra que sabe fazer mais do que isso." Nem acreditei quando minha esposa na mesma hora obedeceu Tadeu, e se ajoelhou na frente dele.

Ele posicionou a cabeça enorme contra seus lábios. Ce tentou virar o rosto, mas Tadeu segurou seu queixo com firmeza.

— "Para de frescura, Ce. Você quer isso desde que me viu pela primeira vez. Eu vi como seus olhos percorreram meu corpo. Você tem tesão por Homens mais experientes, que sabem como tratar uma mulher de verdade."

Ela gemeu, e o som foi como um choque elétrico no meu corpo. Meu punho agora se movia freneticamente sobre minha calça.

— "Por favor...", ela suplicou, mas era um pedido vazio, sem convicção.

— "Chupa, Ce. Chupa minha rola como você queria fazer desde o primeiro dia. Engole essa pica toda, sua puta casada."

E então aconteceu, algo despertou em minha esposa, para muda-la para sempre, ou faze-la assumir esse lado adormecido como disse Tadeu. Ce abriu a boca, e aqueles lábios que conhecia tão bem envolveram a cabeça enorme do pau de Tadeu. O velho gemeu de prazer, uma mão se enterrando nos cabelos castanhos dela.

— "Assim... boa menina. Agora vai fundo."

Para meu espanto e excitação, Ce não apenas obedeceu - ela se entregou. Suas mãos se fecharam na base do pau, tentando abarcar a espessura monumental. Ela começou a mover a cabeça para frente e para trás, sincronizando com as mãos, exatamente como fazia comigo - só que com uma intensidade que nunca tinha visto.

— "Caralho, que boquete gostoso", Tadeu rosnou, seus quadris começando a empurrar. — "Você pratica no pau pequeno do seu marido, é? Treina para quando encontrar uma rola de verdade?"

Ce não respondeu - não poderia, com a boca cheia - mas um gemido gutural de aprovação saiu de sua garganta. Ela estava gostando. Estava amando ser tratada daquela forma, e se dedicava mais a chupar cada centímetro daquela monstruosidade.

Foi então que Tadeu olhou diretamente para onde eu estava. Nossos olhos se encontraram através da fresta, e ele sorriu - um sorriso lento, cúmplice, vitorioso.

Ele deveria saber que eu estava ali o tempo todo. E em vez de parar, ele fez um aceno positivo com a cabeça, como se dissesse: Está gostando do show, corno?

Minha mão acelerou. Eu estava completamente dominado pelo tesão agora, qualquer noção de raiva ou traição foi dissolvida em pura excitação. Eu queria ver mais. Precisava ver mais.

Tadeu voltou a atenção para Ce que estava completamente dominada pelo velho, mamava com uma dedicação que me deixou tonto. Suas bochechas afundavam, seus lábios esticados ao máximo tentando conter a circunferência colossal.

— "Está gostando, sua putinha? Gosta de rola grande assim?", ele perguntou, puxando seus cabelos para que ela olhasse para cima.

Ce soltou o pau com um pop audível. — "É... é maior que qualquer coisa que já vi", ela respondeu, ofegante. — "Me enche toda..."

— "E o seu maridinho? Ele sabe que você é uma putinha de rola grande?"

Ela balançou a cabeça, voltando a envolver a cabeça com seus lábios. — "Ele... ele não sabe de nada..."

— "Mas ele vai saber", Tadeu disse, olhando para mim novamente. — "Ele vai ver como você fica depois de mamar uma pica de verdade. Vai sentir sua mudança, vai conhecer uma mais quente... Vai notar a diferença quando você voltar para a cama dele, ainda com meu cheiro na pele."

— "Isso, gostosa. Chupa esse pau de homem de verdade." — Tadeu gemia, olhando para a porta, sabendo que eu estava ali. — "Seu marido vai adorar essa sua nova versão minha vadia. Logo ele vai entender que você é uma putinha que nao resiste a um homem dominador de verdade, um macho que pode te comer de uma maneira que ele nunca vai conseguir?"

Ce congelou por um segundo, mas não parou. Ao contrário—ela aumentou o ritmo, as mãos trabalhando a base do pau enquanto sua boca fazia barulhos obscenos.

— "Vai gozar, seu Tadeu? Quer que eu engula tudo?" — perguntou, com a voz rouca de desejo, assumindo de vez esse lado putinha dela.

Ce gemeu novamente, e suas mãos apertaram a base do pau com mais força. Ela começou a chupar com mais intensidade, sua língua dançando ao redor da cabeça, suas bochechas movendo-se freneticamente.

— "Vou gozar, sua puta. Onde você quer cadela, fala pro seu macho?"

Ela não parou, apenas acelerou o ritmo, seus olhos fechados em concentração total.

— "Na boca", Tadeu decidiu. "Engole tudo, Ce. Toda a porra de um homem de verdade."

Ele começou a gemer mais alto, seus quadris empurrando para frente, suas mãos segurando a cabeça dela no lugar. Eu podia ver seus músculos se contraindo, seu estômago se apertando.

— "Vai... vai sair... engole, puta! Engole tudo!"

O orgasmo dele foi visível - seu corpo inteiro estremeceu, e ele enterrou o pau até o fundo da garganta de Ce. Ela engasgou levemente, mas não recuou.

Seus olhos verdes se arregalaram quando o primeiro jato a atingiu, mas ela continuou sugando, engolindo, limpando aquela vara enorme com a língua enquanto ele ainda pulsava.

Eu não aguentei mais. Com um gemido abafado, gozei nas minhas calças, o orgasmo me tomando com uma intensidade que nunca havia sentido. Minhas pernas tremiam, e precisei me apoiar na parede para não cair.

Ela arfou, mas não protestou.

Quando recuperei um pouco a visão, vi Tadeu se afastando, seu pau ainda semiduro e brilhante da saliva de Ce. Ele o guardou lentamente, como um artesão guardando sua ferramenta mais preciosa.

Ce se levantou, ofegante, com os lábios inchados e vermelhos, os olhos vidrados. Tadeu se aproximou, abraçou-a e sussurrou algo em seu ouvido que a fez corar ainda mais — "Da próxima vez, vou foder essa buceta apertada até você gritar. E seu marido vai assistir tudo, como o corno que ele é."

Tadeu a puxou para si, beijando-a com violência. Então ele se virou, olhou diretamente para mim novamente, acenou com a cabeça em reconhecimento, e saiu.

Fiquei parado, escondido, tentando processar o que tinha acontecido. Minha calça estava molhada e pegajosa, meu coração batia como um tambor, e um milhão de emoções conflitantes brigavam dentro de mim.

Ouvi passos se aproximando. Quando me virei, Ce estava parada a poucos metros, os braços cruzados sobre os seios, o vestido ainda desarrumado. Seus olhos verdes me encontraram, e não havia surpresa neles - apenas um reconhecimento profundo e uma centelha de desafio.

— "Júlio", ela disse, sua voz rouca da garganta ter sido usada de maneira tão intensa. — "Acho que precisamos conversar."

E eu sabia que nada nunca mais seria o mesmo.

Fotos aqui sao da Ce mesmo, fizemos questão que todos conheçam nossa historia.

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Comentários

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Q bosta,.mais um conto de um corno frouxo e trouxa q se casou com uma vagabunda sem caráter

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Então há nada melhor que casar com uma vagabunda. Ser possessivo é coisa do passado e doentio. Deixa as mulheres casadas se divertirem e depois virem animar seus maridos

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Existe uma diferença muito grande entre exclusividade e possessividade, home de verdade não vive igual cachorro de rua (comendo resto dos outros), Alpha come sozinho, beta dividi com medo de perder, pois sabe q não é homem suficiente pra sua esposa, aí terceiriza o serviço pra alguém competente, um Alpha, e vive das sobras, isso quando sobra alguma coisa pra ele

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