Meu vizinho, uma descoberta!

Um conto erótico de Casal Maravilhoso
Categoria: Heterossexual
Contém 710 palavras
Data: 12/05/2026 16:22:02

Eu nunca imaginei que uma tarde comum pudesse mudar tanta coisa.

Aos 43 anos, levava uma vida tranquila ao lado de Marcelo, seu marido de 49anos, numa pequena cidade do interior de São Paulo. O casamento já não tinha o mesmo brilho de antes, mas seguia firme entre rotinas previsíveis, contas pagas e silêncios cada vez mais longos.

Naquela quinta-feira quente, eu estava tentando abrir um pote de palmito na cozinha quando perdi a paciência.

— Marcelo nunca tá em casa quando eu preciso… — resmunguei sozinha.

Olhei pela janela e vi a caminhonete do vizinho estacionada. Mário, um homem de 60 anos, viúvo havia alguns anos, negro, conhecido pelo jeito calmo e pelas conversas demoradas no portão.

Peguei o pote nas mãos, atravessei o quintal até a casa ao lado.

Bati palmas.

Nenhuma resposta.

O portão estava apenas encostado, como éramos vizinhos de longa data eu entrei.

— Mário? — chamei, entrando alguns passos.

Foi então que ouvi o barulho do chuveiro vindo do corredor.

E percebi a porta do banheiro aberta.

Sem querer, meus olhos encontraram Mário sob a água quente, completamente nu, distraído, passando sabonete pelos ombros largos apesar da idade.

Eu travei na hora.

Tentei desviar o olhar, mas já era tarde demais.

Mário percebeu a minha presença pelo reflexo do espelho embaçado.

— Mara? — perguntou, surpreso.

Eu senti o rosto queimando.

— Meu Deus… desculpa… eu só vim pedir ajuda com um pote…

Mário soltou uma risada baixa.

— Então entrou logo até o banheiro?

O tom brincalhão fez o meu coração acelerar, e virando eu não acreditei, que instrumento enorme ele tinha entre as pernas.

Eu devia sair.

Devia pedir desculpas.

Devia voltar para casa.

Mas permaneci parada.

A água escorria pelo corpo dele enquanto o vapor preenchia o ambiente. Havia algo estranhamente masculino na segurança tranquila daquele homem mais velho.

Mário pegou a toalha devagar, sem pressa para se cobrir completamente, assim eu estava vidrada e não conseguia tirar os olhos de sua pica.

— Quer deixar o pote aí? Já abro pra você.

Eu engoli seco.

Os olhos dos dois se encontraram por alguns segundos longos demais.

E naquele instante alguma coisa mudou. Ele abriu o pote e fui para minha casa.

Depois daquele dia, passei a encontrar desculpas bobas para conversar com o vizinho. Às vezes era uma ferramenta. Outras vezes, café demais feito em casa. Pequenas visitas que se prolongavam mais do que deveriam.

Marcelo nem desconfiava.

Numa noite de sábado, após um churrasco na vizinhança, Eu voltei sozinha para casa enquanto Marcelo ficou jogando conversa fora com amigos na rua.

Poucos minutos depois, ouvi batidas discretas na porta dos fundos.

Era Mário.

O silêncio entre os dois dizia tudo.

— Não consigo parar de pensar naquele dia — ele confessou.

Eu senti um arrepio subir lentamente pelo meu corpo.

Eu sabia exatamente do que ele falava.

O banheiro.

O vapor.

O olhar dele sobre ela.

Sem responder, apenas se aproximou.

Mário me segurou pela cintura com firmeza, puxando-me devagar para perto. O beijo veio lento no começo, carregado de hesitação, até que eu correspondi com intensidade acumulada de semanas.

O perigo deixava tudo mais forte.

A poucos metros dali, Marcelo ainda ria com os vizinhos sem imaginar que, dentro da nossa casa, eu me entregava ao homem que cumprimentava todos os dias por cima do muro.

Quando Mário deslizou a mão pelos meus cabelos, eu fechei os olhos, tomada por uma mistura de culpa e desejo que já não conseguia controlar.

E pela primeira vez em muitos anos, senti desejada de verdade. Então Mário me virou de costas, levantou meu vestido, colocou minha calcinha de lado. Naquele momento senti ele roçar e entrada da minha bucetinha melada, aos poucos foi penetrando sua pica em mim.

Com movimentos bem lentos, sentia um tesão muito grande com sua pica deflorando minha bucetinha, e enquanto uma mão me segurava pela cintura, a outra entrou pela lateral de meu vestido, alcançando meus seios, onde os bicos estavam rígidos de tesão.

As risadas na rua de meu marido e amigos, deixavam o ambiente de perigo, ainda mais excitante. Não demorou e gozei, onde meu corpo tremeu demais, e me abaixando, comecei a chupar sua pica, até ele explodir em um gozo maravilhoso em minha boca.

Após esse dia, sempre nos visitamos, sem Marcelo perceber

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Comentários

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Parabéns amo esses contos todo homem merece uma esposa assim.

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