Eu sou o Lucas e Minha irmã a Ana, a gente brincava de médico, de casinha, de qualquer coisa que nos deixasse juntinhos. Era tudo inocente no começo, só selinhos rápidos, mão passando por baixo da roupa, um toque curioso na bucetinha dela, ela apertando meu pauzinho ainda pequeno. Ninguém achava nada, nossos pais até sorriam quando nos viam grudados, diziam que era bonitinho a nossa ligação.
Com o tempo mais maduros, começou a mudar. A gente dormia no mesmo quarto, numa cama de solteiro que eles colocaram pra nós "ficarem mais próximos". Naquela cama, no escuro, o selinho ficou mais quente. Minha língua encontrou a dela. E as mãos não paravam. Eu colocava a minha dentro da calcinha dela e sentia aquela fenda lisa, ainda sem muito pelo, úmida e quente. Ela me puxava o pau pra fora do shorts e passava a ponta dos dedos por todo o lado. Uma vez, ela levou a cabeça até meu pau e colocou na boca. Foi uma coisa lenta, ela não sabia bem como fazer, mas lambia, tentava engolir a cabeça. Eu gozei na boca dela, umas gotas brancas que ela engoliu com um sorriso. Foi assim quase toda noite. Nossa rotina: esperar os pais dormir, eu me arrastar pra sua cama, ela me chupar até eu explodir na sua língua, e ela tomava minha porra como se fosse um remédio pra dormir. Ela adorava. Eu adorava.
Os anos passaram. Meu pau não era pauzinho mais. Tinha 18 centímetros de pura tensão, grossa, curvada. O corpo dela tinha mudado também: os peitos pequenos mas firmes, a bunda mais redonda, e entre as pernas, uma bucetinha agora com uns fios finos de pelo, sempre melada quando eu chegava perto.
A primeira vez que penetrei ela foi numa noite de calor. Os pais dormindo no quarto ao lado, a porta aberta só um pouco. Estávamos na nossa cama, ela de costas pra mim, eu por cima. As mãos dela já tinham guiado meu pau pra entrada da sua buceta várias vezes, mas nunca tinha entrado tudo. Aquela noite, ela olhou pra mim e disse baixo: "Quero tudo hoje".
Eu não hesitei. Coloquei a ponta da minha rola na entrada daquela fenda quente e úmida. Ela já estava tão molhada que o meu pau escorregou um pouco, mas eu firmei, empurrei. A resistência foi mínima – ela estava aberta pra mim. Eu senti cada centímetro da minha vara sendo engolida pela carne macia e apertada dela. Ela gemeu, um gemido abafado que ela tentou segurar com a mão na boca. Eu empurrei até o fundo, até minha pélvis bater no corpo dela. A sensação era de estar dentro de um lugar perfeito, quente, pulsante.
Começamos a mexer. Eu tirava quase tudo e enfiava de novo, cada entrada mais fácil, cada movimento fazendo um som baixo de carne batendo em carne. Ela levantou as pernas, eu pegou mais firme na sua bunda e acelerou. O quarto só tinha o som dos nossos corpos se encontrando, dos nossos respirar ofegante, dos gemidos dela cada vez mais altos.
Eu não parava. Enfiei, enfiei, sentindo a parede da sua vagina se apertar em torno do meu pau. Ela começou a tremer – ela estava gozando. A contração dela me fez perder o controle. Eu tirei meu pau da buceta dela, rapidamente, e ela entendiu. Se virou, de bruços, levantou a bunda pra mim. Eu conhecia o cuzinho dela – já tinha passado dedo, já tinha lambido – mas nunca tinha penetrado.
Coloquei a cabeça do meu pau no meio daquele anel apertado. Usei a própria lubrificação dela da buceta pra ajudar. Empurrei com força. Ela gritou baixo, mas era um gemido de dor misturado com prazer. O cuzinho dela resistiu mais, mas eu não parava. Entrei, sentindo o canal mais estreito, mais intenso. Cada centímetro era uma conquista. Quando estava tudo dentro, ela estava tremendo de novo. Eu fodia seu cuzinho com uma cadência brutal, cada estocada fazendo o corpo dela recuar na cama.
Eu sabia que ia gozar. Tirei meu pau do cu dela e ela se virou rapidamente, de frente pra mim. Eu não esperei. Peguei meu pau na mão, ainda pulsando, e a primeira rajada de porra branca e quente saiu direto no rosto dela. Cobriu seu olho, parte da boca. As outras rajadas foram no resto do rosto, no peito. Ela ficou lá, recebendo, com a porra escorrendo pela pele. Sorriu.
Depois, limpamos com a camiseta e nos encolhemos na cama. Os pais nunca souberam. Eles ainda achavam bonitinho nós dormindo juntos.