Sou uma travesti madura e trabalho como puta há mais de trinta anos. Sou bastante rodada, mas ainda tenho o corpo bem atraente, firme, sensual, com a bunda grande e os seios fartos. Já estive em várias cidades do Brasil e agora estou morando em um bordel de Manaus, onde fico à disposição dos clientes 24 hs por dia, 365 dias no ano. Nunca tenho folga. Atendo pescadores, garimpeiros, caminhoneiros e funcionários de uma fábrica que tem aqui perto. Devido a idade (45 anos), meus programas são baratos, afinal os homens sempre preferem as mulheres novinhas. Cobro 5,00 pra fazer boquete e 20,00 pra ser enrabada. Fico com uma média de 12 a 15 clientes por dia e faturo cerca de 200,00. Metade desse valor é do dono do puteiro. Com a outra metade tenho que me virar pra pagar todas as minhas despesas. Não sobra nada e às vezes tenho que pedir emprestado pra resolver alguma emergência. Quando virei puta, ainda na adolescência, pensava que ficaria rica e que um dia sairia dessa vida. Quanta ilusão. Nunca consegui juntar dinheiro e não conquistei nenhum patrimônio. Sempre fiquei mudando de um puteiro pro outro ou trabalhando na rua, enfrentando chuva, frio, humilhação e violência. Posso dizer até que tenho um pouco de sorte, pois a maioria das travestis morre antes dos 40 anos. Eu sempre tive um cafetão me controlando e isso protege um pouco. Eles são homens violentos, donos dos puteiros (e das putas), que ditam as regras que a gente tem que seguir. Eles controlam tudo e determinam até com quantos e com quais homens tenho que me deitar. A puta nunca pode contrariar o cafetão. Eles entendem isso como uma afronta, que pode levar as outras putas a se rebelar. Por isso, qualquer indisciplina é punida com castigos violentos e pesados. Eu mesma já apanhei tanto uma vez que até desmaiei. O motivo foi porque não dei conta de receber uma dupla penetração anal. Em outra ocasião fiquei amarrada por uma semana dentro do box de um banheiro praticamente sem água e sem comida. Ele fez isso porque quando reclamou chamou que eu estava engordando eu respondi de maneira agressiva dizendo que não estava nem aí e que isso era um problema meu. Ele então falou que ia me mostrar como fazia pra manter uma puta no peso certo e me amarrou lá. Tiveram várias outras vezes que fui punida, com plugs enormes sendo enfiados em mim, gaiola peniana super apertada, pimenta passada no meu cu, ter que trabalhar sem gel lubrificante e sem gel anestésico, etc. Eles sempre acham um motivo pra castigar. Na verdade é um jeito que usam pra nos deixar com medo e nos passarem o recado que são nossos donos e que temos que fazer tudo o que eles querem. Somos escravas sexuais, depósitos de porra dos machos tarados, meros objetos de prazer e diversão. Existem muitas coisas nesse universo da prostituição que ninguém imagina. As práticas e experiências sexuais são as mais loucas, intensas e pervertidas. Vou contar algumas situações que vivi aqui nessa plataforma. Todas as histórias são reais e aconteceram comigo. Espero que gostem dos relatos, afinal a minha função como puta é sempre oferecer prazer. Deixem nos comentários se gostaram da história e se quiserem podem me enviar opiniões privadas no meu email:
putalucianacuzinhelo@gmail.com
Beijos e até a próxima!💋💋💋
