24 Horas Para Destruir ou Salvar Minha Vida
Meu nome é Letícia. E eu estou vivendo os piores 24 horas da minha vida.
O celular ainda tremia na minha mão quando reli a mensagem do Roberto pela décima vez. As palavras queimavam na tela como ferro quente:
“Já se passaram 3 dias. Chega dessa putaria. Venha para casa em 24 horas ou vou separar de você. Vou achar outra mãe para os meus filhos. Não vou mais aceitar isso. Escolhe agora: ou sua família, ou esse cara. Última chance, Letícia. Depois disso, acabou.”
Meu estômago revirou. Lágrimas quentes escorriam pelo meu rosto enquanto eu imaginava outra mulher — mais nova, mais “certinha” — beijando meus filhos, dormindo na minha cama, ocupando meu lugar na mesa do café. A culpa me esmagou como nunca. Eu amo o Roberto. Amo com uma dor física no peito. Ele é o pai dos meus filhos, o homem que me aceitou mesmo sabendo que eu sou uma
puta. Mas o Fernando… o Fernando é o vício que me destrói. Eu estava sentada na beira da cama da kitnet, ainda nua, com a porra dele escorrendo devagar da minha bucetinha e do meu cu, o corpo marcado de chupões e dedos da noite anterior. “Eu sou uma mãe que abandonou os filhos por um pau”, pensei, soluçando. “Uma esposa que prefere ser arrombada a ser amada.” O conflito me rasgava por dentro: parte de mim queria correr agora, de joelhos, implorar perdão, voltar a ser a Letícia de antes. A outra parte — a vadia insaciável que mora em mim — latejava só de lembrar do pau grosso do Fernando me rasgando.
O tempo estava acabando. O relógio marcava 19h30. Eu tinha até amanhã às 19h30. Menos de 24 horas.
A porta da kitnet abriu de repente. Fernando entrou, suado, barriguinha de cerveja aparecendo na camisa aberta, cheiro de cigarro e macho. Ele me viu chorando nua na cama e franziu a testa.
— Que porra é essa, Letícia? Tá chorando por quê?
Eu não consegui mentir. Mostrei o celular com a mão trêmula. Ele leu a mensagem em voz alta, devagar, a voz ficando cada vez mais grave e possessiva.
— “Vou achar outra mãe para os meus filhos…” — repetiu ele, com um sorriso sarcástico. — Esse corno manso do teu marido acha que pode te ameaçar assim? Você é minha mulher agora, porra!
Antes que eu pudesse responder, o celular tocou. Era o Roberto. Meu coração disparou. Fernando olhou pra tela, depois pra mim, e fez um gesto mandando eu atender no viva-voz. Eu obedeci, tremendo.
— Alô… — minha voz saiu rouca, ainda rouca de tanto gemer na noite anterior.
— Letícia, você leu minha mensagem? — Roberto começou, voz firme, mas eu percebi o tremor de raiva e dor. — Eu tô falando sério. 24 horas. Se você não estiver aqui amanhã, eu vou atrás de um advogado. Vou pedir a guarda das crianças. Eu
amo você, mas não aguento mais ver você escolhendo pau de outro homem em vez dos nossos filhos.
Fernando não aguentou. Ele se aproximou, pegou o celular da minha mão e falou direto, voz grossa e desafiadora:
— É o Fernando. E ela não vai voltar, corno. A Letícia é minha mulher agora. Ela cozinha pra mim, lava minha roupa, abre a buceta e o cu pra mim toda noite. Você acha que ela vai escolher um pau mole como o seu depois de sentir o que eu faço com ela?
Do outro lado da linha, silêncio mortal. Depois a voz do Roberto explodiu, cheia de ódio e excitação misturada — eu conheço meu marido, o ciúme dele sempre vira tesão.
— Seu filho da puta… você acha que pode roubar minha esposa assim? Ela tem filhos, tem família! Devolve ela pra casa agora ou eu vou aí pessoalmente buscar!
Fernando riu alto, colocou o celular na mesinha de cabeceira e me puxou pelo cabelo, me jogando de quatro na cama bem na frente do telefone. Eu gemi alto quando ele baixou a calça e enfiou o pau grosso todo de uma vez na minha bucetinha ainda melada da porra anterior.
— Tá ouvindo isso, Roberto? — Fernando rosnou, socando forte, o barulho molhado da minha buceta ecoando no viva-voz. — Tá ouvindo sua mulher gemendo pro meu pau? Ela é minha puta agora!
Eu gritei, unhas cravadas no lençol, enquanto ele me fodia com violência, segurando minha cintura com força, deixando marcas novas por cima das antigas.
— Ai meu Deus… Fernando… mais forte! — eu gemia, lágrimas escorrendo, mas minha bucetinha apertava o pau dele com fome. — Roberto… me perdoa… eu amo vocês… mas eu preciso disso… ahhh!
Do telefone, a voz do Roberto saiu entrecortada, quase um sussurro raivoso:
— Letícia… para com isso… vem pra casa… nossos filhos estão perguntando pela mãe…
Fernando meteu mais fundo, alternando buceta e cu sem tirar, cuspindo na minha entradinha pra lubrificar e enfiando tudo. Eu gozei gritando, corpo convulsionando, esguichando no lençol enquanto o conflito me destruía: eu amava o Roberto, amava meus filhos, mas o prazer do pau do Fernando me fazia esquecer tudo.
— Tá ouvindo ela gozando, corno? — Fernando provocou, socando sem parar. — Ela escolheu meu pau. Em 24 horas ela vai continuar aqui, sendo minha mulher. Se você quiser ver seus filhos, traz eles pra cá que eu deixo ela dar tchau.
Roberto desligou o telefone de repente. O silêncio caiu como uma bomba.
Fernando tirou o pau do meu cu, me virou de frente e enfiou na minha boca, fodendo minha garganta com força. Eu engasgava, babava, chorava — culpa, desejo, pânico, tudo misturado.
— Você vai escolher, Letícia? — ele perguntou, metendo fundo. — Vai voltar pro corno ou vai ficar sendo minha vadia de verdade?
Eu não respondi. Só chupei mais forte, engolindo o pau dele até o saco, enquanto o relógio marcava 20h15. Faltavam menos de 23 horas.
O tempo estava acabando. Meu mundo inteiro estava desmoronando. E eu ainda não sabia se ia correr pra casa ou abrir mais as pernas pro homem que estava me destruindo.
Eu amo minha família. Eu amo o Roberto. Mas o pau do Fernando ainda latejava na minha boca… e minha bucetinha traidora já estava molhada de novo só de pensar que amanhã pode ser o fim de tudo.
Eu estou perdida. Completamente perdida. E o relógio não para.