A vizinha - PARTE 2

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 427 palavras
Data: 11/05/2026 23:59:18
Assuntos: Heterossexual

Ainda estava escuro lá fora quando acordei com um barulho leve na cozinha. Eram umas 6h da manhã. Fanny tinha dormido na minha casa, o Júnior ainda viajando. Ela estava de pé, só de calcinha, o corpo moreno brilhando sob a luz fraca da geladeira. O rosto ainda tinha resquícios secos de porra da noite anterior. A bunda gigante parecia ainda maior naquela penumbra.

Ela virou pra mim com um sorriso safado e falou baixinho:

— Acordei com fome… e lembrei que você tem o melhor café da manhã da cidade.

Fanny se aproximou, ajoelhou no chão da cozinha e puxou minha cueca pra baixo. Meu pau acordou rápido, pesado e inchado. Ela não perdeu tempo: agarrou com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça cogumelo e enfiou na boca quente.

Chupava com vontade gulosa, molhada, fazendo barulho obsceno enquanto me olhava por baixo. A franja preta balançava e os peitos grandes roçavam nas minhas coxas. Ela babava tanto que escorria pelo queixo e pingava no chão.

— Quero leite quente hoje… — murmurou, tirando o pau da boca por um segundo, voz manhosa.

Eu segurei o cabelo dela e fodi sua garganta fundo e rápido. Fanny aguentava, engasgando, olhos lacrimejando, mas não parava. Em poucos minutos eu já estava no limite.

— Vou gozar — avisei.

Ela tirou o pau só o suficiente pra deixar a cabeça grossa dentro da boca, abriu bem e me olhou nos olhos. Explodi. Jatos grossos e mornos encheram sua boca direto. Fanny não engoliu de uma vez. Deixou acumular, as bochechas enchendo, depois inclinou a cabeça pra trás, abriu a boca mostrando o tanto de porra branca e viscosa, e engoliu devagar, gemendo de prazer.

— Hmmmm… melhor café da manhã que já tomei — sussurrou, lambendo os lábios e limpando o que escorreu no queixo com o dedo, enfiando tudo na boca.

Ainda de pau duro, eu a levantei, virei de costas contra a pia da cozinha e puxei a calcinha pro lado. Meti tudo de uma vez na buceta molhada dela, depois passei pro cu ainda sensível da noite anterior. Dei umas 15 estocadas brutas e fundas, segurando aquela bunda gigante com força. Fanny gemia baixo pra não acordar a vizinhança:

— Me arromba rapidinho… isso… usa seu vizinho bem safada…

Gozei de novo, dessa vez enchendo o cuzinho dela com mais porra. Quando tirei, um fio grosso escorreu pela coxa dela até o chão.

Fanny virou, me deu um beijo com gosto de esperma e falou sorrindo:

— Da próxima vez quero acordar com esse café da manhã todo dia que o Júnior viajar.

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