TEMPORADA 2 CAP 2 ISIS E LARA EM MINHA VIDA

Um conto erótico de MARCOS
Categoria: Heterossexual
Contém 18138 palavras
Data: 11/05/2026 16:10:01

GALERA EU SEI QUE OS CONTOS ESTAO GRANDES DEMAIS SE A PREFERENCIA FOR DIVIDIR EM PARTES OU CONTINUAR COM ELE LONGO PODEM DEIXAR NOS COMENTARIOS EU CONTINUAR COMMAS MENSSGENS NO TELEGRAM OU EMAIL AS CRITIVAS CONSTRUTIVAS DE VOCES ESTAO SENDO SEMPRE LEVADO EM CONSIDERAÇÃO

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Depois de fazer o café, fiquei andando pela casa inquieto. Fui ao quarto que eu pensava ser o de Lara, pelo motivo de já ter me acostumado com a presença dela em casa, mas ele estava vazio, sem ela. A casa, para mim, não era a mesma coisa. Eu já havia me acostumado com o jeito dela de falar, a famosa bagunça saudável. Eu estava inquieto e, então, a Isis acordou e veio para a cozinha vestindo apenas uma camisa minha e calcinha. Ela estava linda, com aqueles cabelos bagunçados. Lá estava a mesa do café da manhã para ela, mas, desta vez, não tinha muitas opções de frutas, pois eu tinha acabado de chegar e ainda precisava fazer compras. Ela veio em minha direção.

Isis – Bom dia, amor. Você, como sempre, acordando com as galinhas.

Eu retribuí o beijo.

Eu – É costume acordar cedo.

Isis – Preciso me acostumar com isso ainda.

Eu não entendi a parte de se acostumar, mas não dei muita importância; minha cabeça estava a mil, pensando em Lara. E Isis pareceu perceber.

Isis – E aí, o que vai fazer para ajudar Lara?

Eu – Lara?

Eu quis me fazer de desentendido. Isis me olhou como sempre olhava quando ia falar alguma coisa que sabia que me deixaria sem argumentos.

Isis – Eu sei que você não parou de pensar nela. Eu vi você olhando para o celular o tempo todo, indo até a porta para ver se ela tinha chegado. E, depois do que fizemos ontem, tenho certeza de que não sou tão ruim de cama a ponto de não deixar você, no mínimo, cansado.

Eu – Não vou mentir, pois não tem motivos para isso. Estou pensando em Lara, sim. Mas como vou ajudá-la?

Isis – Traga ela para morar aqui com você.

Eu não entendia como aquela japonesa mimada conseguia ver tão bem o que se passava na minha cabeça, sendo que a nossa realidade era completamente o oposto uma da outra.

Eu – Morar junto foi uma coisa que eu pensei, sim.

Isis – Gato, eu não vou mentir para você: eu estou apaixonada por você, e você é muito fechado. Não sei o motivo, mas tenho certeza de que gosta de mim; só não está aberto ainda. Mas sei que, um dia, consigo quebrar essa barreira.

Eu a interrompi.

Eu – Isis, eu ainda não estou pronto para um relacionamento agora. Tem muitas coisas envolvidas, e não sei se você vai entender. Mas não quero ficar te enrolando ou te deixando em modo de espera.

Isis – Eu sei disso tudo. Também sei onde estou me metendo. E, se estou aqui na sua casa tomando café da manhã, é porque sei que você não é um idiota e só não está no momento certo. Até lá, eu vou aproveitar e curtir você até que se sinta preparado. E, gato, Lara não é um empecilho para mim, nem um problema. Por esse motivo, também apoio que ela more com você.

Eu – Eu e Lara somos amigos. Não a vejo dessa maneira.

Isis – Eu sei. Vejo a amizade de vocês desde as aulas da faculdade; sem vocês dois lá, aquilo está ficando chato.

E assim seguimos conversando enquanto tomávamos o café da manhã. Eu não esperava aquela atitude de Isis e muito menos conversar sobre relacionamento com ela. Assim que acabamos o café, eu fiquei de levá-la para casa. Fui tomar banho e, minutos depois, Isis entrou no banheiro completamente nua.

Isis – Posso me juntar a você e aproveitar, como eu falei mais cedo?

Eu – Quem vai se aproveitar aqui sou eu.

A puxei para dentro do boxe e começamos a nos beijar eu apertando a sua bunda e seus peitos, ela já foi segurando meu pau e punhetando com ele duro em suas mãos pequenas em seguida a virei fiquei beijando seu pescoço passando meu pau em suas costas ela começou a empinar a bunda para ficar na altura dela então esticou começamos a nos beijar ela de costas para mim enquanto rebolava para me atiçar estávamos nos dois tomados pelo tesao já eu a coloquei apoiada na parede de boxe encaixei a piroca na entrada da buceta dela que arrebatou aquele bumbum durinho então eu comecei a meter cadenciado, beijando sua costas seu pescoço e só se ouvia nossa respirações os gemidos dela, ficamos.um tempo naquela posição atr que a virei de frente comecei a beijar ela ela subiu no meu coloco enlaçou o braço no meu pescoço e com o outro foi guiando para dentro dela, e curvou as pernas na mi há cintura e com minha ajuda ficou subindo e descendo enquanto a gente ia se beijando e estava muito gostoso estava um entregue ao outro ate que encostei as costas dela na parede e prensei seu corpo e comecei a estocar mais forte socando com firmeza depois de um tempo eu comecei a socar mais firme onde se escutava o barulho de nosso corpo se chocando ela mordeu meu ombro e eu continuei firme e forte ate que ela parou de morder começou a gemer alto eu sentindo a buceta dela molhada, a agua do chuveiro batendo em minhas costas o tesao já estava de volta no ápice entre nos dois entao eu a tirei do meu coloco coloquei ela no chão ela virou a bunda pra mim

- vai meu preto me fode como voce gosta

Eu entao comecei de novo aonde tinha parado com ela empinada eu colocando a piroca pra dentro daquela buceta apertada e coloquei as maos na sua cintura e comecei a socar firme ela começou a gritar a gemer alto pedindo para eu socar mais ate que ela olhou para tras por cima do ombro deu um sorriso e falou

- isso meu macho se divirta me usa do jeito que voce quiser

Eu tirei uma mao de sua cintura eu puxei seus cabelos que nem um rabo de cavalo e comecei a socar mais forte ainda que eu podia dava tapas em sua bunda que logo ficou vermelha

- é assim queria sua puta

- exatamente assim meu macho não para não que eu vou gozar

Eu dava uns tapa na bunda dela enquanto socava nela

- isso bate na minha bunda bate,faz do jeito que você gosta faz

Entao em um impulso abri aquela bunda e vi o cuzinho dela rosinha piscando pra mim, eu não aguentei e apoiei o polegar em cima do cuzinho dela e o resto da mao na sua bunda apertando e pressionando o cuzinho dela sem tentar invadir ele de vez ela olhou para traz

- voce quer meu cuzinho quer ?

- quero

- entao faça por merecer que ele será todo seu o meu primeiro

E entao ela começou a piscar o cu com mais forca eu já estava alno limite eu enfiei a ponta do indicador no cuzinho dela e ela explodiu em um gozo que começou a tremer as pernas eu tirei o dedo do cuzinho dela e apertei forte os seus peitos e comecei a socar com toda violência do mundo e os gemidos e grunhidos finos dela era combustível para eu querer socar mais e mais e entao gozei com tudo dentro dela, eu havia gozado a noite passada mas, ainda assim tinha saido muito leite, quando eu olhei para ela, ela estava com a bunda toda marcada, me olhando com um olhar de quem tinha sido empalada viva

- pílula do dia seguinte urgente voce com certeza acertou meu útero com esse leite todo

Ela se virou e aquela buceta com poucos pelos eu olhei para sua buceta e parecia inchada ela me mostrou o estrago e sorriu

- um dia ela vai ficar no molde certo e vai se acostumar com voce me esfolando

logo depois de terminarmos nosso banho e o momento no banheiro, ela saiu e se vestiu. Eu a levei para a casa dela. Chegando lá, ela me deu um beijo.

Isis – Mais tarde, seja lá o que você resolver fazer, me liga, por favor. E, se possível, me liga ou vem me ver. Você sabe onde eu moro e é sempre bem-vindo.

Eu – Pode deixar.

Eu deixei ela e fiquei pensando no passado, em tudo o que Sara fez por mim quando eu morava em uma casa de favor, sozinho e ainda novo, estudando. Ela simplesmente não esperou eu pedir ajuda e já foi me impondo a fazer as coisas do seu jeito, sendo como uma mãe e também amiga. Lembrei também de tudo o que Jefferson fez por mim naquele dia. Depois de muito tempo, eu chorei sozinho pensando neles, mas sabendo que, se eu fosse atrás deles, mesmo agora, iria mudar a vida deles e acabaria trazendo problemas, fossem quais fossem. Eles estavam bem sem mim. Mas eu faria por Lara o que fizeram por mim. Seria o mínimo que eles esperariam de mim. Eu, um cara de poucos amigos, há cinco anos só sabia a rotina de treino, provas e missões. Para mim, era mais fácil montar e desmontar uma arma do que dar um abraço em alguém. Eu tinha me tornado como um robô, sem vida civil, e agora tudo estava diferente: duas mulheres estavam entrando aos poucos na minha vida e eu pensava seriamente em ter um relacionamento com uma e me tornar colega de quarto da outra.

Depois de chorar bastante sozinho, lembrando do meu passado, da minha vida de militar e das pessoas que foram ótimas comigo quando eu mais precisei, peguei o carro e saí. Fui atrás de um chaveiro e fiz a cópia da chave da minha casa. Depois, fui ao banco resolver umas burocracias que estavam pendentes, pois eu tinha ficado três meses fora e, como em 2016 os aplicativos de banco não eram tão fáceis como hoje, fiquei horas lá. Sabe como funciona a fila de banco, ainda mais para falar com o gerente? Resolvi tudo e saí de lá já meio tarde; perdi quase o dia para resolver algo simples.

Lembrei onde Lara poderia ter ido e fui para a casa das meninas: Aline, Beatriz e Bianca. Demorei, mas achei a casa, onde eu só tinha ido uma vez. Chamei e quem me atendeu foi Aline, que levou um susto ao me ver.

Aline – Oi! Está tudo bem? O que faz aqui?

Eu – Precisava falar com você rapidinho.

Aline – Não é uma boa hora...

Nisso, saiu um cara de dentro e perguntou quem era, vindo até o portão. Aline ficou sem jeito e eu entendi rapidamente o que estava acontecendo.

Estiquei a mão para cumprimentá-lo.

Eu – Prazer, me chamo Marcos, sou amigo de uma amiga da Aline.

Edu – Sou Eduardo, mas pode me chamar de Edu. Qual amiga?

Eu e Aline falamos juntos:

Eu/Aline – Lara / Beatriz.

Edu – Amigo de Lara ou de Beatriz?

Aline ficou sem jeito na hora e eu respondi rápido.

Eu – De Lara. Mas conheci Beatriz através dela, e é por isso que sei onde Beatriz mora e vim até aqui.

Edu – Poxa, irmão, não foi você o cara que tratou mal a Larinha, não é?

Eu – Claro que não. Mas preciso de informações que acredito que você, Aline, tenha.

Aline – Amor, ele é o amigo com quem Lara estava morando, que ela nos falou.

Edu – Ah, irmão, desculpe aí por tratar você assim. É que aqui todos gostamos muito dela. Mas ela já falou de você para nós, sim. Desculpe aí, e entra aí que vamos contar tudo.

Eu – Obrigado.

Em seguida, entrei na casa. Ao entrar, lembrei do banheiro e da aventura que tive ali com Aline e Beatriz. Sentei-me e, então, Aline começou a falar.

Aline – Olha, a Lara não pode saber que eu te contei nada. Ela dormiu aqui noite passada, o padrasto dela deu um surto e pôs ela para fora. Mas daqui a pouco ela volta para casa, como sempre faz. Já falamos para ela largar tudo e vir morar aqui, mas ela não aceita.

Eu – É normal ele bater nela sempre nessas brigas?

Aline – Sempre, infelizmente.

Eu – Eu fiquei sabendo que ele jogou as roupas dela na rua... Elas estão aqui?

Aline – Sim, algumas estão aqui. Mas ele só faz isso quando está bêbado: joga algumas coisas fora e deixa o resto lá para ela buscar. E, sempre que ela vai buscar, a mãe dela a convence a ficar e o padrasto pede desculpas. Toda aquela história que sabemos bem como termina, e ela acaba aceitando.

Eu – Entendi. Posso te pedir um favor?

Aline – Pode sim, se eu puder ajudar.

Eu – Pega todas as roupas dela e traz para mim, por favor.

Aline – Olha, eu não quero ser insensível, mas não adianta se meter nisso. Se você quer ela por perto, tem que entender que ela é assim, desse jeito complicado com a família. O que podemos fazer é ajudar quando ela passar por isso; sempre estamos aqui para ela.

Eu – E no dia que a bebida falar mais alto e ele acabar matando ela, como você vai ajudar? Fazendo o enterro?

Edu, que até então estava calado, se levantou.

Edu – Amor, ele está certo... Mas vem cá, irmão, o que você pretende fazer?

Eu – Antes de eu ter que viajar, ela estava passando um tempo lá em casa e eu deixei a chave da minha casa com ela. Então, vou deixar ela lá em casa e eu vou resolver tudo com o padrasto dela.

Edu – Cara, estou com você! Mas vê lá como resolve isso, hein?

Eu – Melhor não, isso pode dar confusão com a polícia. Deixa que eu resolvo, eu me viro sozinho. Aline, não liga para avisar ela, não? É que eu vou encontrá-la.

Aline – Ela está sem celular, o padrasto quebrou.

Eu – Entendi... Por isso que não consegui falar com ela quando cheguei no aeroporto.

Aline – Você vai mesmo abrigar ela lá? Talvez ela fique bem. Ela sempre falou muito bem de você.

Edu – Bianca vai morrer de ciúmes, hein? Mas vai dar certo!

Aline foi juntando as roupas dela. Eu conversei um tempo com Edu; ele parecia ser gente boa e eu me senti até mal pelo que tinha acontecido com Aline no passado. Peguei as coisas de Lara, coloquei no carro e fui para o shopping.

No caminho, liguei para o Silva e expliquei a situação. Ele conhecia um amigo da Polícia Federal, que falou que eu poderia resolver, só não poderia matar ninguém. Cheguei no shopping, fui na loja da Samsung e depois fui até a loja onde Lara trabalhava. Procurei por ela e encontrei Bianca. Ela me viu e, da mesma forma de antes, me tratou com muita seriedade, nem sorriu para mim como havia sorrido na praia outro dia, quando conversamos bem. Ela simplesmente me olhou de forma séria.

Bianca – Só um minuto que eu vou chamar a Lara.

Eu – Ok.

Lara chegou e me olhou.

Lara – Oi, Sargento. Aconteceu algo lá em casa? Faltou alguma coisa?

Quando ela me perguntou isso, senti um sentimento ruim e fiquei chateado, pois a menina que conseguiu mudar minha vida em tão pouco tempo parecia um bicho encurralado, com medo.

Eu – Não faltou nada, não se preocupe. Você sai daqui a que horas?

Lara – Saio daqui a uma hora.

Peguei a cópia da chave que tinha feito e dei a ela, junto com a sacola que eu segurava da Samsung. Bianca estava por perto.

Eu – A chave da minha casa. Assim que você sair, vá direto para lá; suas roupas já estão lá em casa. Eu só vou sair para resolver umas coisas. Leve a Bianca para lá também, vocês dormem lá em casa hoje. E aqui está o celular novo para você. Só não deu para comprar o chip, mas vou ali no caixa sacar o dinheiro.

Lara – Sargento, para que tudo isso? Não precisa disso, não... Eu não posso ir para a sua casa.

Eu – Não perguntei o que você quer ou o que você precisa. Desde que nos conhecemos, você sempre decide tudo o que vamos fazer. Hoje quem decide sou eu, e você vai fazer o que estou mandando.

Eu falei firme, como se desse uma ordem a um soldado meu em uma missão, de um jeito que até ela nunca tinha visto.

Bianca – Pode deixar que eu compro o chip, não se preocupe.

Eu – Obrigado, Bianca. Preciso ir agora.

Eu fui para casa, deixei as coisas dela arrumadas no quarto. Silva passou lá em casa e me pegou de moto. Fomos para Nilópolis. Chegando lá, fui direto para a casa de Lara e chamei.

Quem veio atender foi a mãe dela, uma mulher loira, de olhos azuis; ela era bonita, mas parecia mal cuidada, com um olhar cansado.

Eu – Boa tarde. Me chamo Marcos, sou amigo da Lara. A senhora é a mãe dela?

Marta – Oi, sou sim, me chamo Marta. Está tudo bem com minha filha?

Eu – Está tudo bem, apesar de tudo o que aconteceu com ela.

Marta abaixou a cabeça e ficou quieta. Então eu continuei.

Eu – A Lara vai morar comigo lá em casa e eu vim pegar as roupas dela.

Marta – Por que ela mesma não vem buscar? E minha filha vai morar com você? Eu nem te conheço...

Eu – Nós dois sabemos muito bem o motivo de ela não vir buscar as coisas, não é, senhora? A senhora poderia pegar as roupas para mim?

Marta – Não posso. Meu marido não está em casa e ele não vai gostar nada de saber disso.

Eu tentei argumentar, conversar com ela, mas ela simplesmente fechou o portão na minha cara. Eu fiquei muito irritado, já estava começando a perder a paciência.

Silva estava do outro lado da rua, sentado na moto, só observando. Então ele falou:

Silva – Cara, deixa isso para lá. Depois compramos roupas novas para ela, eu ajudo você.

Eu – Irmão, não se trata só das roupas. A menina saiu daqui como se fosse um bicho fugindo. O desgraçado bateu nela! Isso não se faz, irmão... Eu vou atrás dele.

Nisso, a mesma vizinha de antes apareceu.

Vizinha – Meu filho, você achou a Larinha?

Eu – Achei sim, senhora. Mas não estou conseguindo encontrar o padrasto dela.

Vizinha – Meu filho, ele deve estar no bar ali da esquina.

Eu – Pode me dizer onde fica?

Ela me explicou direitinho e eu agradeci. Subi na moto e fomos ao encontro do bar. Chegando lá, Silva parou a moto. O bar estava cheio de gente jogando sinuca. Eu desci da moto, tirei o capacete e Silva ia descer também.

Eu – Irmão, não precisa descer não. Eu resolvo isso sozinho.

Silva – Eu sei que resolve, mas se você perder a cabeça, vai matar um cara lá dentro.

Eu – Relaxa, não estou em missão. Sei muito bem quais são as consequências.

Ele então se apoiou na moto e ficou observando.

Eu entrei no bar, todo mundo ficou me olhando de canto de olho enquanto eu avançava. Rapidamente, localizei o infeliz e fui em sua direção; ele estava de costas, falando alto, zoando alguém, e o pessoal ao redor ria das suas gracinhas. Quando cheguei perto, um senhor mais velho percebeu e avisou:

— Ei, atrás de você!

Quando ele virou, não deu tempo de reagir. Dei um tapa com toda a força na cara dele, que o fez tombar para o lado e cair no chão. Algumas pessoas vieram me segurar, um deles agarrou meu braço, mas eu já gritei, com a voz firme e autoritária:

— QUEM SE METER VAI LEVAR TAMBÉM!

Todo mundo recuou na hora, assustado com a minha postura. Apontei para o homem no chão e continuei:

— ESSE COVARDE GOSTA DE BATER EM MULHER, NÃO É? QUERO VER SE É CAPAZ DE BATER EM MIM AGORA!

O dono do bar já veio na minha direção, gritando:

— AQUI NO MEU ESTABELECIMENTO NÃO! SE VOCÊ CAUSAR MAIS CONFUSÃO, EU CHAMO A POLÍCIA!

Nesse exato momento, um carro da Polícia Civil parou ali na frente, bem onde o Silva estava. O dono do bar apontou para o veículo e gritou:

— OLHA SÓ, CHEGOU A POLÍCIA! AGORA VOCÊS SE DÃO BEM!

Dois policiais desceram do carro e vieram até nós. Um deles perguntou, olhando para todos:

— O que está acontecendo aqui? Quem é que está causando tumulto?

O dono apontou logo para mim:

— É esse rapaz que chegou aqui do nada, bateu no cliente e ainda quer brigar com todo mundo!

O policial olhou para mim, veio mais perto e bateu continência, firme e respeitoso:

— Com licença, Sargento!

Eu mandei ele descansar, e ele sorriu de canto, entendendo a situação.

— Sargento, viu algum rapaz causando confusão por aqui? Porque eu só vejo cidadãos de bem — disse ele, com tom irônico.

— Não, senhor — respondi, entrando na brincadeira, mas com seriedade. — Mas o que eu vi aqui é um lugar que serve bebida alcoólica para menor de idade, e isso é crime, não é?

O dono do bar empalideceu na hora, e rapidamente mandou abaixar o som, todo mundo parou o que estava fazendo e prestou atenção. O policial olhou para o dono e perguntou:

— O senhor quer registrar queixa contra ele? Porque se não for o caso, temos uma irregularidade grave para resolver aqui dentro.

O dono, já sabendo que estava perdendo, balançou as mãos, assustado:

— Não, senhor, não é nada não! Foi só uma briga, já passou, está tudo resolvido.

— Então o meu serviço por aqui acabou — disse o policial, virando-se para o homem que ainda estava no chão e tentava se levantar. — E você, rapaz, quer registrar alguma reclamação?

Ele abriu a boca para falar, mas o policial o interrompeu antes mesmo de começar, apontando para mim:

— Qualquer reclamação que você tiver, resolve com ele. Você sabe quem ele é e sabe como as coisas funcionam. Não arrume problema onde não deve.

Os dois policiais voltaram para o carro e foram conversar com o Silva, deixando todo mundo calado e respeitoso.

Virei-me para o padrasto de Lara, que já estava de pé, todo amassado, com a cara vermelha da tapa que eu tinha dado.

— Agora somos só nós dois, como dois homens — avisei, tirando o cinto da calça e dobrando ele na mão. — Ninguém vai interferir, ninguém vai ajudar. Vem cá se você tem coragem.

Ele respirou fundo, com ódio nos olhos, e veio para cima de mim com o punho fechado. Mas ele era fraco, lento, não sabia brigar direito. Dei um soco certeiro no nariz dele, que estalou no ar, e ele gritou de dor, levando as mãos ao rosto. Aproveitei o momento de desequilíbrio e dei uma rasteira forte, que o fez cair de novo no chão.

— Eu não sou covarde como você — falei, por cima dele. — Eu não vou chutar você enquanto está caído, não é assim que eu faço as coisas.

Então, levantei o cinto e comecei a bater nele, sem dó, mas sem machucar de forma irreversível, apenas para dar o recado. Bati nas costas, nas pernas, onde doesse e marcasse, mas sem ferir gravemente. Todo o bar assistia em silêncio, ninguém se mexia, ninguém dizia nada, todos sabiam exatamente o que ele tinha feito e por que ele estava levando aquilo.

Quando eu achei que já tinha sido o suficiente, parei, guardei o cinto e mandei ele se levantar.

— Agora você vai até a sua casa, pegar todas as roupas da Lara e tudo o que for dela — ordenei, com voz firme. — E eu vou atrás de você, passo a passo. Se tentar fazer algo ou mentir, eu volto aqui e termino o serviço de vez, entendeu?

Q

Ele concordou com a cabeça, gemendo de dor, e saiu andando na minha frente. Até a viatura da polícia ainda estava parada na esquina, esperando para ver se eu precisava de algo , ate que Silva me falou que a viatura havia sido mandada pelo Fernandes.

Fomos até a casa dele, e eu bati no portão com tanta força que a madeira rangeu e abriu logo. Entrei sem esperar ser convidado, e a mãe de Lara me viu chegar, toda assustada. O marido dela correu para dentro do quarto e se trancou, deixando ela para trás, provando mais uma vez o tipo de covarde que ele era. Ela me olhou, assustada, e eu falei entre os dentes, sem piedade:

— Pega tudo o que é da Lara, coloca em sacolas, que eu vou conversar com o seu marido.

Ela correu para um canto, pegou as roupas que estavam guardadas, tudo o que encontrou, pelo visto já estava tudo separado como se esperasse por aquele momento.

Eu fui até a porta do quarto, chutei-a até arrombar, e entrei. Ele estava lá dentro, encolhido na cama, com medo. Dei mais dois tapas na cara dele, para gravar bem o recado, depois peguei todas as roupas dele, abri a porta e joguei tudo para fora, na rua, na frente de toda a vizinhança que estava olhando.

— SE EU SOUBER QUE VOCÊ TOCOU UM DEDO EM OUTRA MULHER, OU MESMO GRITOU COM ELA, EU VOLTO AQUI E NÃO SOU RESPONSÁVEL PELO QUE VAI ACONTECER — gritei, para que todos ouvissem. — VOCÊ É UM COVARDE E VAI PAGAR POR TUDO O QUE FEZ.

A vizinhança começou a bater palmas e gritar, apoiando o que eu tinha feito, pois todos sabiam do sofrimento de Lara e da mãe dela. Marta trouxe as sacolas cheias de roupas e objetos, me entregou de cabeça baixa, sem dizer nada. Coloquei tudo no carro da polícia, que se ofereceu para levar até a minha casa.

— Levem isso até o endereço que eu passar, e entreguem para uma moça que vai estar lá esperando — pedi aos policiais. — É muito importante.

— Pode deixar, Sargento, nós cuidamos disso — respondeu um deles, sorrindo.

Eu peguei a moto emprestada com o Silva, depois deixá-lo na casa dele. Eu fiquei muito agradecido por tudo o que ele tinha feito, disse que podia contar com ele para o que fosse.

Depois disso, fui direto para a casa de Isis. Chegando no seu condomínio, estacionei a moto em frente ao portão e liguei para ela. Ela atendeu rápido.

— Estou aqui embaixo — avisei.

— Sério? — ela perguntou, surpresa e animada. — Espera só um minutinho que já desço!

Passou alguns minutos e ela apareceu. Que visão! Usava um short jeans curto, mas nada vulgar, uma camiseta preta larga e um tênis All Star preto. Tinha os cabelos soltos, um sorriso lindo no rosto e brilho nos olhos. Veio correndo até mim, me deu um beijo demorado e só então percebeu a moto.

— Você de moto? — perguntou, rindo.

— Sim. Pode não? — respondi, brincando.

— Você é tão certinho e regrado, nunca imaginei que andaria de moto por aí — falou ela, me olhando da cabeça aos pés. — Isso não combina com você.

— Você não sabe o que combina comigo ou não, mulher — retruquei, sorrindo.

— Você pensa que não, mas eu sou muito observadora — disse ela, piscando o olho.

Subiu na moto, fechou o capacete e eu dei a partida. Fomos até a minha casa, o caminho todo rindo e conversando, o vento batendo no rosto, me sentindo leve, como há muito tempo não me sentia.

Chegando lá, estacionei a moto ao lado do carro na garagem e entramos. Quando abri a porta, Lara estava na sala, e assim que me viu, correu para me abraçar, cheia de alegria.

Isis olhou para nós dois, sorriu e gritou animada:

— Eu sabia! Você tem coração e não é esse homem frio que tenta parecer ser!

Ela correu também e abraçou Lara, como se fossem amigas de longa data.

Eu olhei para trás e vi Bianca parada na porta da cozinha, me olhando em silêncio, sem dizer nada, mas com um olhar diferente, menos desconfiado do que antes.

— Obrigada — disse ela, baixinho, quase um sussurro.

Eu apenas sorri e balancei a cabeça, sem precisar dizer nada.

Isis e Lara continuavam abraçadas, conversando animadamente.

— Amiga, você está bem? — perguntou Isis, olhando preocupada para Lara.

— Estou sim — respondeu Lara, sorrindo. — Foi só um susto, mas já passou. Estou muito bem agora.

— Qualquer coisa, você fala comigo, viu? Não some mais não, eu fiquei muito preocupada — pediu Isis.

— Pode deixar, prometo — garantiu Lara.

Isis então olhou para Bianca, que estava parada ali, e perguntou curiosa:

— Quem é essa moça linda aqui que eu ainda não conheço?

— Essa é a Bianca, minha namorada — apresentou Lara, puxando Bianca para mais perto.

— Prazer, Bianca! Eu me chamo Isis — disse ela, sorrindo e estendendo a mão.

— Prazer — respondeu Bianca, tímida, apertando a mão dela. Depois olhou para mim e completou: — Você é a namorada do Sargento, não é?

— Não, ele é só um amigo — brincou Isis, rindo. — Mas não posso dizer que ele tem medo de mulher, senão ele me deixa falando sozinha!

— Meninas, se importam se eu conversar um pouco a sós com ele? — pediu Lara.

— Tudo bem, mas me devolva ele inteiro, hein! — brincou Isis.

Lara sorriu, pegou na minha mão e me puxou para fora de casa, no jardim. Ficamos lá, sentados em um banco de madeira que eu tinha colocado há tempos.

— Muito obrigada por tudo, de verdade — começou ela, com voz suave e os olhos cheios de gratidão. — Eu não sei como vou pagar tudo o que você fez por mim.

— Alguém está te cobrando algo? — perguntei, olhando bem para ela.

— Não, mas eu não posso abusar da sua bondade. Você já fez demais, e assim que eu me organizar e estiver bem financeiramente, vou arrumar o meu próprio lugar para morar — respondeu ela, séria.

— Lara, por favor, não me ofenda — pedi. — Eu não mandei você embora, não estou fazendo de favor. A partir de hoje, essa casa é sua também. Não é a minha casa, é a nossa casa. Você não é uma hóspede aqui, é da família.

Ficamos quase duas horas ali fora, conversando, eu tentando fazer ela entender que não precisava ter vergonha nem se sentir mal, que ela tinha direito a um lar e a carinho, e que eu queria muito que ela ficasse. Ela chorou bastante, emocionada, e eu a abracei forte, deixando que ela colocasse para fora tudo o que tinha guardado por tanto tempo.

— Você e Isis sabiam que ia dar certo, não é? — perguntou ela, depois de se acalmar.

— Eu e Isis... não sei se vai dar certo, mas vou levar o que você falou até hoje em consideração — respondi, sincero.

— Faça isso por mim — pediu ela, sorrindo. — Vocês dois merecem ser felizes.

— Pode deixar — prometi. — Ah, a propósito, eu conheci o Edu, o namorado da Aline.

— Conheceu? — perguntou ela, surpresa.

— Por que você nunca me falou nada sobre ele? — questionei.

— Porque é melhor você ver com os próprios olhos — explicou ela. — Se eu falar, a verdade sobre a Aline amizade acaba, eles continuam juntos e eu ainda saio como a errada. Então, prefiro não me meter.

— Você está certa — concordei. — Mas saiba de uma coisa: se um dia eu tiver namorando e uma mulher fizer algo de errado comigo, você tem que me contar, sem medo.

— Se qualquer mulher fizer algo de errado com você, eu acabo com a vida dela — disse ela, com determinação.

— Nossa, que protetora você é — brinquei.

— Sargento, eu sei que você é capaz de fazer coisas que muita gente duvidaria — disse ela, olhando bem dentro dos meus olhos. — A Isis diz que te ama, mas talvez ela nem imagine tudo o que você é capaz de fazer para salvar quem gosta. Mas eu sei. Eu vejo o que tem dentro de você, a bondade que você tenta esconder.

— E mesmo assim, você fica aqui do meu lado? Que corajosa — brinquei, tentando amenizar o momento.

— Sei que com você eu estou segura, e é tudo o que importa — respondeu ela, sorrindo tranquila.

Depois disso, entramos de volta em casa. Isis e Bianca pareciam amigas de anos, conversavam sem parar, riam juntas, e eu ficava só olhando, feliz por ver tudo aquilo.

— Ela fala muito, não é, Bianca? — brinquei, me aproximando dela, que estava em um canto mais calmo.

— É o jeito dela — respondeu Bianca, sorrindo. — Mas ela é uma pessoa muito boa, de coração enorme.

— Vocês duas têm razão — concordei. — Eu só estou me acostumando com toda essa energia feminina dentro de casa.

— Você gosta disso, só não quer admitir — provocou Lara, e eu sorri, sem jeito.

— Ei, vocês demoraram muito lá fora — reclamou Isis, vindo até nós. — Eu já pedi uma pizza, estou morrendo de fome!

— Eu ia fazer o jantar, mas não tem nada na geladeira, precisamos fazer compras — avisou Lara.

— Amanhã eu cuido disso — falei.

— Você fazendo compras? — duvidou Lara, rindo. — Amanhã eu saio mais cedo do trabalho e eu mesma vou, sei do que precisamos.

— Eu vou com você — avisei.

— Não precisa, eu pago as compras, não se preocupe — disse ela, se adiantando.

— Eu vou junto, e pronto — falei, firme.

Nós dois tivemos uma pequena discussão, mas como sempre, eu acabei ganhando, como era de costume. Ela revirou os olhos, fez bico, mas acabou concordando, sabendo que não ia me fazer mudar de ideia.

No dia seguinte, o ritual foi o mesmo: levantei antes do sol nascer, tomei banho, limpei a bagunça da mesa de ontem, levei o lixo para fora, fui à padaria, voltei e preparei tudo. Bianca foi a primeira a acordar, mas, dessa vez, tinha algo diferente nela: parecia mais leve, mais aberta, mais parecida com a menina que eu tinha conhecido na praia, dias atrás.

— Nossa, já está de pé? — perguntou ela, entrando na cozinha. — São sete horas da manhã e a mesa já está posta, e esse cheiro de café forte...

— Vocês que dormem demais — brinquei. — Tem uma escova de dentes nova ali no canto, é para você.

— As meninas têm razão — disse ela, sorrindo. — Você é um soldado mesmo, não relaxa nunca e pensa em todos os detalhes.

— As meninas falam demais — respondi, revirando os olhos.

Bianca seguiu para o banheiro. Logo depois, Lara acordou, veio para a cozinha e sentou para tomar café. Isis fez o mesmo, e, já na mesa, começaram a me provocar na frente de Bianca.

— A escova dela já estava aqui antes mesmo de ela acordar, né? — perguntou Lara, rindo.

— Sim! Bem o jeito que você falou — respondeu Bianca, acompanhando a graça.

— Sua primeira vez dormindo aqui, né? — zoou Isis.

— Sim — confirmou Bianca, sorrindo.

— Amiga, ele acorda, arruma tudo e você nem vê o tempo passar — disse Isis.

— Eu percebi — contou Bianca. — Acordei às seis horas com o cheiro de café, fui até a cozinha e já estava tudo pronto, tudo arrumado.

— Ele não deixa nem a gente dormir até mais tarde — reclamou Lara, fingindo mágoa.

— Ei, meninas, eu estou aqui ainda — avisei. — Esperam eu sair para falarem mal de mim?

— Preferimos falar na sua cara mesmo — respondeu Isis, sorrindo maliciosa.

— A reação dele é muito melhor quando a gente fala na frente dele — completou Lara.

E assim seguimos durante o café da manhã, entre brincadeiras e risadas. Depois, Lara e Bianca se ajeitaram para ir trabalhar, Isis ia no meu carro dar carona para elas e depois me encontrava na casa de Silva que eu passei o endereço a ela e segui para casa de Silva deixar a moto la, chegando em sua casa ele estava já na entrada vinho treino

- trouxe sua moto irmão

- podia deixar ela la com você

- não combina muito comigo falei rindo

- ta bom ne

- cara foi voce quem chamou a policia ontem ?

- foi o Fernandes falei que você estava precisando

- logo vi mais, não adianta que Fernandes estava com essa moral toda, os cara me trataram super bem

Entao ele me explicou sobre os outros três que já Fazia tempos que eu não os via

Fernandes tinha entrado para PF, Matias tinha pedido baixa e como o pai dele era dos Estados Unidos ele tinha o Green Card e se alistou la e começou a servir la e o reis tinha entrado para a BOPE ficamos de marcar uma resenha já que Matias estava pra vir no Brasil Ficamos conversando ate que Isis chegou no carro

— Minha carona chegou — avisei, me despedindo.

Silva ficou olhando enquanto ela descia do carro e vinha até mim. Ela me deu um beijo demorado.

— Desculpa o atraso, amor — disse ela. — As meninas me mandaram cortar caminho e acabou que demorei ainda mais.

— Sem problemas — respondi, sorrindo. — Você já conhece o Silva, não é?

— Claro! O único amigo que você tem — brincou ela.

— E o mais bonito, esqueceu disso? — emendou o Silva, rindo.

Isis sorriu, achando graça.

— Então, vamos? — chamei-a. — Silva, obrigado pela ajuda de novo.

— Não há de quê, irmão — respondeu ele. — Estamos juntos. Qualquer coisa, é só chamar.

Entramos no carro, e Isis perguntou curiosa:

— A gente vai aonde?

— É surpresa — respondi, ligando o veículo.

Fomos direto para o Cristo Redentor. Pegamos um dia lindo, céu azul, visão perfeita. Andamos abraçados, ela tirou mil fotos, nos beijamos várias vezes, com calma. Ela comeu uns doces que vendiam por lá, rimos muito, aproveitamos o momento. Almoçamos bem, e, quando deu a hora, levei ela para o Maracanã — os ingressos já estavam comprados. Ela ficou eufórica, nunca tinha ido a um jogo, mesmo gostando de esportes. Não entendia muito de futebol, mas se encantou com a energia da torcida do Mengão, cantou junto, pulou, gritou até ficar rouca. O jogo foi Flamengo x Botafogo e terminou 3 a 3, emocionante do começo ao fim. Quando saímos, ela logo pediu uma camisa do time; eu prometi que daria.

Antes de ir para casa, passamos no mercado e compramos tudo o que precisávamos. Quando chegamos, Lara e Bianca já estavam lá, e Lara estava terminando de fazer o jantar.

— Que cheiro bom! — falei, entrando.

— Maravilhoso! — concordou Isis.

Bianca estava calada, tímida como sempre, mas Isis falava pelos duas, animada.

— Eu nem vou perguntar sobre a sua voz, Isis — brincou Lara. — E vocês sumiram, hein? Não atenderam o celular.

— O dia foi corrido — respondi.

— E iam só fazer compras! — reclamou ela. — Tinha nada para comer.

Comecei a rir sozinho, pensando: essa casa, que antes era tão vazia, agora tinha dona, tinha vida. Isso me deixava feliz. Eu via em Lara muito da Sara — o jeito prático, o cuidado com tudo — e me sentia cada vez mais em casa.

— Virei palhaça para você ficar rindo? — perguntou Lara, fingindo raiva.

— Sempre foi — provoquei.

Isis riu, e até Bianca deu um sorriso. Lara veio para cima de mim com uma colher de pau, e a gente brincou um pouco, leve e divertido.

Jantamos todos juntos, e eu contei sobre o jogo. Lara logo falou:

— Na próxima quarta, nós vamos também!

Depois do jantar, cada uma foi para o seu quarto. Isis foi tomar banho, e, algum tempo depois, eu fui atrás dela assim que as meninas entraram para o quarto tirei a roupa entre no box já pegando em sua nuca e a beijando ela deu um sorriso leve

- voce esta louco as meninas estao em casa, podem escutar

- e so eu fazer devagarinho

- Sabe que eu não resisto a voce por isso que faz isso comigo

Em seguida ela já pegou meu pau e começou a punhetar e me beijar ate que parou abaixou e começou a me chupar segurando com sua mão pequena meu pau e se concentrando apenas na cabeça e depois foi engolindo cada vez mais punhetando ia ate onde dava e voltava ate que segurei seus cabelos tirei suas mãos mandei ela abrir a boca e comecei a fuder a boca dela devagar sem ir ate o talo com carinho ela olhando para cima com aquela franja ej não aguentei e comecei a socar depois mas em.pouco tempo ela bateu em minha perna pedindo para eu parar, eu parei ela tentou puxar ar eu a levantei e coloquei ela de novo com as mãos apoiada na parede

- essa parte da casa está começando a ser a minha preferia

- a minha também ainda mais quando vejo esse rabo empinado para mim

Então comecei a comer ela sem fazer barulho das dando estocadas ritmadas ela se controlando para não gemer e excertos momentos me empolgava e se ouvia os estalos de encontro coma bunda dela e ela rouca dava uns gemidos leves e também rebolava para me provocar ate que ela saiu começou a me beijar e falou

- vamos para o quarto, quero de 4

Ela saiu do chuveiro se enxugou depois de terminar o banho ainda de pau duro me enxuguei e fui para o quarto chegando no quarto ela já me esperava de 4 na beirada da cama eu sem cerimonias abaixei e comecei a chupar aquela buceta que já estava encharcada o grelo dele estava grande eu chupei ele com vontade e enfiei o dedo na buceta dela enquanto to chupava e a outra mão apertava a sua bunda e ela gemia fininho para as meninas não ouvirem então eu tirei o dedo todo molhado da sua buceta e forcei no seu cuzinho então ela deu um gemido mais alto já estava tomada pelo tesao

- voce quer comer meu cu né

- cuzinho desse apertandinho quero muito esse cu com certeza

- então ele vai ser seu só seu mais, não hoje, hoje vai ter que se contentar com buceta, porque eu sei que vou gritar nessa pica se enfiar no meu cu

Aquilo me deixou pouco então me ajeitei e sem preparar sem misericórdia eu soquei tudo de uma vez na buceta dela que entrou sem dificuldade escorregando e ela deu um gritinho e começou a respirar forte cheia de tesao e ver ela querendo gemer alto mas se conter me dava ainda mais tesao e entao comecei a socar forte nela ela respirava gemia dava uns gritinhos querendo se conter e entao vi aquele cuzinho fechadinho e enfiei o dedo nele de novo entao ela mordeu o colchão e deu um urro e começou a tremer no meu pau e seu cu mastigar meu dedo e depois desabou na cama eu tirei o pau vi ela toda jogada na cama comecei a bater uma punheta ela ficou me olhando eu mandei ele vir me chupar ela veio passou uns segundo eu falei para ela

- pra fazer bem a sua garganta beba tudo

Ela so fez uma cara de safada com.o pau na boca so balançou a cabeça positivamente e em seguida despejei a porta na boca dela, não saiu muito porque já havia gozado pela.manha mas ela bebeu tudo, depois deitou

- Nossa a nunca fiz isso na vida

- gostou ?

- sim quero fazer de novo

- sempre que quiser

- voce sabe que voce foi meu segundo homem né e eu so fiz apenas uma cez antes de voce, e tudo que voce faz ate agora eu gostei, so a parte que voce desaparece que eu tentando me acostumar

Depois disso ela se aconchegou e formou deitada no meu peito

No dia seguinte, mesma rotina: acordei cedo, arrumei tudo, fiz o café. Bianca foi a primeira a chegar, e, dessa vez, estava diferente — mais solta, mais sorridente, mais parecida com a menina da praia.

— Nossa, já está tudo pronto? — perguntou ela, entrando. — Você não descansa nunca?

— Vocês que dormem muito — brinquei. — Tem escova nova ali, pode usar.

— As meninas têm razão, você é um soldado mesmo — disse ela, sorrindo. — Sempre pensa em tudo.

— Elas falam demais — respondi.

Ficamos conversando um tempo, sobre coisas bobas, e eu notei que ela sorria mais do que antes.

— Até que enfim estou vendo você sorrir — comentei. — Tem que fazer isso mais vezes, sabia? Você tem um sorriso lindo.

— Mas eu sempre sorrio — respondeu ela, corando um pouco.

— Não perto de mim — rebati. — A única vez que te vi sorrir de verdade foi quando nos encontramos na praia, naquele dia.

— Desculpa — disse ela, abaixando a cabeça. — É que... eu te julguei mal no começo.

— Julgou? Por quê? O que eu fiz? — perguntei, confuso.

— Você ficou com a Aline, sabendo que ela tinha namorado — disse ela, olhando firme para mim.

— Eu não sabia de nada! — respondi, sincero. — Eu conheci vocês todas naquele dia, na praia, e ninguém me contou nada. Quando descobri que ela tinha alguém, fiquei tão surpreso quanto você.

— Mesmo assim... — continuou ela. — Tem algo em você, algo sombrio, que me deixa com pé atrás. As meninas confiam em você cegamente, mas eu não consigo. Parece que, a qualquer momento, a bomba vai explodir.

— Não tem nada de sombrio, pode ficar tranquila — falei, tentando passar segurança. — Eu sou do bem, juro.

— Desculpa, mas eu não consigo relaxar — insistiu ela. — Elas te aceitam assim, mas alguém tem que ficar de olho, para o caso de algo dar errado.

— Entendo — respondi, respeitando o jeito dela. — Não vou insistir, mas saiba que pode confiar em mim.

Nesse momento, Lara chegou e ouviu o final da conversa.

— Bianca, ele é do bem sim — afirmou ela, com convicção. — Eu não sei qual a dor que ele carrega, mas, um dia, ele vai me contar tudo. E também vai contar quem foi que partiu o coraçãozinho dele.

— Ninguém partiu coração nenhum — falei, revirando os olhos, mas sorrindo de leve.

Logo depois, Isis apareceu. Tomamos café juntos, e, depois, as meninas começaram a dar uma arrumada na casa, mudando móveis de lugar, pendurando quadros, colocando cortinas. Eu era o braço forte para levantar e carregar as coisas, e, a cada sugestão que eu dava, uma delas mandava eu calar a boca ou dizer que eu não entendia nada de decoração. Aos poucos, a casa ia ganhando cara de lar, com detalhes femininos por toda parte, e eu me sentia cada vez mais parte daquilo tudo.

Mais tarde, Isis disse que queria ir ao shopping antes de fazer as compras, e eu topei na hora. Chegando lá, ela me pediu a chave do carro e disse:

— Você vai naquela loja ali, me espera, que eu já volto.

Eu entendi que era para ela fazer alguma surpresa, então mandei Lara e Bianca irem com ela, para ajudar e fazer companhia

Isis disse que queria ir ao shopping antes de fazermos as compras, e eu concordei na hora. Fomos até lá, estacionei o carro e subimos. Ela me pediu a chave do veículo e disse

— Você vai me esperar naquela loja ali, já te encontro lá vou so resolver umas coisas

Eu mandei que Lara e Bianca ficassem acompanhando ela, e avisei:

— Eu tenho uma surpresa para vocês também. Nos encontramos na entrada do cinema daqui a pouco. Vamos assistir a um filme antes de ir ao supermercado.

Elas acharam a ideia ótima e toparam na hora. Então, eu segui até a loja oficial do Flamengo. Comprei uma camisa personalizada com o nome e o número que Isis tinha dito que queria, e pedi para embrulhar como presente. Demorou um pouco para ficar pronta, então aproveitei e passei na loja de chocolates, comprei algumas caixas bem gostosas para dar para cada uma delas.

Quando a blusa ficou pronta, eu fui direto para a fila da bilheteria do cinema. Elas demoraram um pouco para chegar, e, como eu já sabia bem o gosto delas, comprei os ingressos sem perguntar o que queriam ver: escolhi Tarzan, que eu tinha certeza que iriam gostar.

Demoraram, mas chegaram finalmente — cada uma carregando várias sacolas, rindo e conversando animadamente. Entreguei os ingressos, entramos e assistimos ao filme; foi bem divertido e todos gostaram bastante.

Depois, fomos ao supermercado e fizemos as compras do mês. Quando terminamos, comecei a colocar tudo no porta-malas do carro e percebi que estava cheio de sacolas que não eram as nossas compras. Olhei para elas e perguntei curioso:

— O que é tudo isso?

Isis respondeu logo, sorrindo de maneira misteriosa:

— Quando chegarmos em casa você vê. É surpresa!

— Tudo bem então — respondi, sorrindo.

Mas, pela marca e pelo tipo de sacolas, eu já sabia o que era — coisas para a casa. Elas se esqueciam que eu sou muito observador e reparo em tudo.

Chegando em casa, desci e peguei as sacolas, todos entrando juntos. Logo entreguei o presente que tinha comprado: a camisa para Isis e as caixas de chocolate para cada uma. Quando ela abriu o pacote e viu a blusa, ela pulou de alegria, me deu um beijo bem forte na minha frente das meninas, me agradecendo muito.

Depois disso, ela pegou as sacolas que tinha trazido do shopping e começou a tirar as coisas de lá, dizendo que também tinha surpresas para mim. Começou a mostrar cortinas, almofadas, enfeites e objetos para decorar a casa, me mostrando cada detalhe, toda feliz.

- comprei uns porta retratos para decorar a dala, vou mandar revelar jossaa fotos no Cristo no estádio

Eu vi tudo, gostei muito das escolhas delas, mas acabei fazendo uma coisa que não devia, e foi assim que começamos a nossa primeira briga feia.

— Quando foi que vocês arrumaram dinheiro para comprar tudo isso? Eu ia mandar o dinheiro para vocês hoje à noite — falei, sem pensar.

— É presente meu, seu bobo — respondeu ela, já com a voz um pouco alterada.

— Não posso aceitar isso. Fala logo quanto custou, que eu pago — insisti.

— Então eu também não posso aceitar a camisa que você me deu! Toma aqui de volta! — disse ela, estendendo o pacote com raiva.

— Para de graça, Isis! Você sabe que não é assim — falei, tentando acalmar.

— Para você tudo tem que ser assim, né? Você não deixa ninguém fazer nada de bom por você, sempre querendo pagar tudo, resolvendo tudo sozinho! Larga esse jeito de defesa, pelo amor de Deus — respondeu ela, já quase chorando de raiva.

Vendo que a discussão ia esquentar, Lara e Bianca se retiraram e foram para o quarto, deixando nós dois a sós. Eu e Isis continuamos discutindo por mais um tempo, até que ela, muito chateada, foi para o quarto e ficou lá, sem querer falar comigo, emburrada.

Passou um pouco de tempo, e Lara saiu do quarto e veio falar comigo:

— Sargento, lembra quando eu falo para você deixar o soldado de lado de vez em quando?

— O que isso tem a ver agora? — perguntei, sério.

— Tem tudo a ver. Deixa um pouco de ser o protetor, o provedor o tempo todo também. Custa muito você aceitar um presente da menina que estava tão feliz em te agradar? — perguntou ela, com calma, mas firme.

— Lara, são coisas para a casa, que eu ia comprar de qualquer jeito! Era só ela me falar que eu ia lá e comprava tudo — respondi.

— É exatamente aí que está a graça das coisas, meu amigo! Ela poderia muito bem ter comprado a camisa do Flamengo para ela mesma, e mesmo assim, quando você deu, ela ficou feliz e agradecida. O gesto é o que importa, não o dinheiro — explicou ela.

— Eu sei disso... — falei, baixinho.

— Então larga mão de ser o soldado o tempo todo. Vai lá atrás daquele lado humano que eu sei muito bem que você tem, e vai fazer as pazes com essa mulher incrível que está lá dentro esperando por você — pediu ela.

— Acho que ela não quer nem me ver agora — respondi, desanimado.

— Se ela não quisesse estar com você, ela já teria ido embora há muito tempo. Lembre-se: ela não mora aqui, não tem obrigação nenhuma de estar aqui se não quiser — disse ela, e aquilo me tocou fundo.

Eu entendi exatamente o que ela quis dizer. Era incrível como eu tinha perdido o jeito de lidar com as pessoas; cinco anos inteiros focados apenas em treinamentos e missões me fizeram esquecer como se relacionar de verdade.

Fui até o quarto, bati três vezes na porta antes de entrar, como sempre fazia.

— Isis, me desculpa. Eu sei que estou errado — falei, assim que entrei.

— Eu também sei que você está errado, e não é isso que está me chateando de verdade — respondeu ela, deitada, sem me olhar.

— Então, pelo que você está chateada? — perguntei, sentando na beira da cama.

— Você não se abre para mim, não me deixa entrar na sua vida de verdade, não deixa eu te conhecer de fato — disse ela, se virando para mim, com os olhos cheios de lágrimas.

— Mas você já me conhece, sabe tudo sobre mim — respondi.

— Eu conheço o soldado, o protetor... mas não conheço o homem por trás disso tudo — rebateu ela.

— Eu sou tudo isso que você vê, e tudo o que você quiser saber é só perguntar que eu te conto. Só não me peça para eu começar a falar espontaneamente, porque eu não sei como fazer isso, não sei como essas coisas funcionam — expliquei, sinceramente.

— Eu só peço uma coisa: seja sempre sincero comigo. Como eu já te disse antes, eu sei onde eu estou me metendo, e eu escolhi estar aqui. Mas eu preciso saber se ainda tem espaço para mim, se sou bem-vinda nessa sua vida — disse ela, olhando firme para mim.

— Claro que tem espaço! E sempre vai ter, não importa o que aconteça — respondi, pegando na mão dela.

Depois dessa conversa, nós nos beijamos, ficamos um pouco deitados e entao ela veio para cima de mim foi ai que notei que debaixo da coberta ela sua usava um lingerie verde de renda ela começou a me beijar com urgência com fogo se entregando em mim sentada, e eu vi que ela esta com um tesao que antes não tinha visto ela já tirou minha bermuda colocando meu pau pra fora colocou a calcinha de lado e começou a sentar me olhando nos olhos depois que entrou tudo ela começou a cavalgar, eu apertando sua cintura ela já não ligava para as meninas no outro quarto mesmo rouca gemia gostoso ate que eu segurei ela a virei em um impulso a deixando por baixo encaixei no papai e mamãe beijei sua boca e comecei a socar firme forte e todo cuidado que tínhamos ontem naquele momento a gente não ligava tinha esquecido do mundo fora daquela cama eu já socava firme

- Sua gostosa vai ficar me provocando, então toma (comecei a socar mais forte )

- isso meu macho como, come que sou toda sua so sua

- ainda bem que voce sabe disso

Dei um tapa cara dela e fui socando firme e ela pedindo cada vez mais

Eu em seguida sai de cima dela a coloquei de lado estando do lado dela levantei suas pernas ela já pegou no meu pau passou na sua buceta encaixou e foi rebolando fazendo entrar tudo aos pouco eu larguei sua oerna que continuou levantada dei uma tapa em sua bunda segurei sua cintura e comecei a socar que nem uma animal

- isso negao me fode vai acaba com essa buceta

Eu segurei seu pescoço comecei a socar firme falando no seu ouvido

- e rola que voce quer então toma sua puta

- isso amor me da pica me dar, me faz ser tua pode fazer o que quiser comigo

- eu quero esse cu

- pega ele e seu

Eu comecei a socar mais forte ainda na sua buceta ela abaixou as pernas empinou mais a bunda para trás, eu dava tapas em sua bunda e socava ate que mandei ela levantar as pernas ela levantou encaixei a piroca na entrada do seu cuzinho ela se arrepiou toda

- voce tem certeza ?

- já disse esse cu é seu não tem maia voltar

Entao com todo cuidado do mundo eu passei a mao na sua buceta peguei seu mel passei no seu cuzinho e comecei a forçar a cabeça, ela estava nervosa fui beijando seu pescoço apertando seus peitos e tava difícil de entrar ate eu levar a mao na buceta dela e comecei a tocar uma siririca para ela ela foi relaxando e entao a cabeça da pica entrou ela deu um grito e comecou a a falar gritando

- PUTA QUE PARIU ENTROU AMOR, ENTROU AMOR QUE DELICIA DE PIROCA PRETA

- ta gostoso ta sua puta

Ela gritava alucinada gemendo com o a cabeça da rola no cu eu mastubando ela então ela gozou eu estava com tanto tesao aquele cu estava esmagando a cabeça do meu pau e entao comecei a despertar porra dentro dela e quando ela sentiu meu pau jorrando dentro dela , ela voltou em outro orgasmo gritando palavras desconexas e depois apagou, em seguida fui tirar a cabeça do rabo dela e vi ela sentir um leve incômodo e sem voz nenhuma se a garganta estava ruim ela apagou na mesma hora

Na manhã seguinte, seguiu o mesmo ritual de sempre: acordei cedo, fui até a padaria e montei a mesa do café, mas dessa vez caprichei e coloquei todas as frutas que Isis mais gostava.

Pouco tempo depois, Bianca e Lara saíram do quarto juntas e foram até a cozinha.

— Sargento, era para vocês fazerem as pazes, não era para você matar a menina! — brincou Lara, assim que me viu.

— Como assim? — perguntei, sem entender nada.

— Deixa o menino em paz, Lara — falou Bianca, rindo.

— A menina estava rouca ontem, e hoje amanheceu sem voz nenhuma! — continuou Lara, rindo alto. — Que isso, hein?

— Nossa... fizemos tanto barulho assim? — perguntei, corando um pouco.

— O bairro todo ouviu, com certeza! Acho que até chamaram a polícia, kkkkk — zoou ela.

— Foi mal, da próxima vez vou me controlar mais — respondi, sem graça.

— Não é por mim, não! É mais por ela, viu? Se continuar assim, qualquer dia desses você acaba matando a coitada de tanto cansaço — falou Lara, ainda rindo.

Elas ficaram me zoando durante todo o café.

Isis só acordou bem mais tarde, se arrumou, veio tomar o café e disse que tinha aula na faculdade. Perguntou para Lara se ela também ia, e Lara respondeu que ainda tinha que resolver umas pendências, pois as mensalidades estavam atrasadas há algum tempo, então ia resolver isso primeiro.

Elas se arrumaram e saímos de carro. Deixei as duas no trabalho e, no caminho, pedi ajuda de Isis para resolver a questão das mensalidades da Lara. Fomos até a faculdade, ela pegou os boletos, paguei tudo de uma vez e mandei que ela ligasse para Lara avisando que já estava tudo certo e que ela poderia ir para a aula tranquila.

Aproveitei a oportunidade e conversei com os coordenadores e professores sobre a minha situação: expliquei que, como militar, eu tinha que viajar de vez em quando para cumprir missões e que muitas vezes podia ficar fora por longos períodos. Perguntei se era possível continuar o curso mesmo assim, e o que poderiam fazer para me ajudar. Eles disseram que iriam analisar o meu caso e depois me dariam uma resposta.

Saímos da faculdade, deixei Isis em casa e depois segui para a casa do meu pai. Fazia muito tempo que eu não ia visitá-lo, e sentia saudades. Chegando lá, passamos a tarde conversando. Ele me olhou bem e disse:

— Filhote, você está diferente... está mais leve, mais feliz.

Então eu contei tudo o que tinha acontecido nesse tempo todo: falei sobre a Lara, sobre a Isis, sobre como a minha vida tinha mudado desde que elas entraram nela. Fiquei lá o dia todo, e só voltei para casa à noite.

Chegando em casa, eu já estava meio inquieto; tinha muito tempo livre e precisava fazer algo para ocupar a cabeça e me sentir útil. Quando deu a hora, fui buscar Lara na faculdade. Chegando lá, perguntei se ela queria que eu fosse buscar Bianca também, mas ela disse que não — que Bianca tinha preferido ficar lá na casa dela com as meninas e que só ia voltar no fim de semana. Não entendi muito bem o motivo, mas não questionei.

Isis apareceu, me deu um beijo na frente de todo mundo, e os colegas dela começaram a gritar e fazer festa, dizendo que "finalmente tinhamos oficializado". Perguntei a ela se queria que eu levasse ela para a casa dela ou se queria ir para a minha, mas ela disse que o pai dela já estava vindo buscá-la e que ia ficar mais um pouco conversando com os amigos. Então, eu e Lara viemos embora.

Chegando em casa, ela me olhou e disse:

— Muito obrigada por ter pago as mensalidades da faculdade. Você não sabe o quanto isso me ajudou.

— Que isso, não tem que agradecer. Não é nada de mais — respondi.

— Eu prometo que vou te pagar tudo, aos poucos, mas eu vou — disse ela, séria.

— Pagar? Eu te cobrei alguma coisa até hoje? — perguntei, surpreso.

— Não, mas é o mínimo que eu devo fazer, né? — respondeu ela.

— Você continua sendo a mesma pessoa maravilhosa de sempre, e só isso já é o maior pagamento que eu poderia receber — falei.

— Você é o único ser humano no mundo que pensa assim — disse ela, sorrindo.

— Tem uma pessoa que é mil vezes melhor do que eu — respondi, pensativo.

— Quero conhecer um dia — disse ela, curiosa.

— Todo mundo deveria conhecer ela, ou pelo menos conhecer alguém parecido — falei.

— Pelo jeito, essa pessoa é muito importante para você, não é? — perguntou ela.

— Demais — respondi, sentindo um nó na garganta.

— Tenho uma ótima notícia para você — disse ela, mudando de assunto e sorrindo animada. — Eu conversei com a diretoria da faculdade junto com a Isis, e eles decidiram que você pode sim continuar o curso. Mas temos uma condição: vamos ter que te passar todas as matérias e trabalhos, te manter sempre atualizado, e você não pode ser reprovado por falta de frequência, por estar servindo o país.

— É sério isso? — perguntei, muito feliz.

— Sim! Eu e Isis sabemos que você não pode ficar parado, senão você fica mal humorado, ansioso e acaba passando mal — brincou ela.

Aquelas duas já me conheciam tão bem que chegava a ser engraçado como, aos poucos, tinham entrado na minha vida de vez e sabiam tudo sobre mim.

— Vocês realmente me conhecem bem — concordei.

— Então, Sargento... falando em conhecer bem, a Isis veio conversar comigo hoje— começou ela, meio receosa.

— Conversar sobre o quê? — perguntei logo, preocupado.

— Não conta para ela que eu te falei nada, mas ela está muito preocupada com você — disse ela.

— Preocupada com o quê? O que aconteceu? — perguntei, já ficando ansioso.

— Eu fui zoar ela sobre o barulho que vocês fazem, sabe? E ela acabou me contando uma coisa... que, aliás, a Aline também já me contou, e parece ser um padrão — disse ela.

— Fala logo, Lara, você está me deixando agoniado — pedi.

— Ela disse que o sexo com você é maravilhoso, que é incrível, e elogiou muito você. Mas tanto ela quanto a Aline me falaram que tem horas que você parece se transformar... fica mais bruto, mais intenso, e que parece que não é mais você ali, é como se fosse outra pessoa. Elas disseram que adoram, mas que percebem que algo muda em você — explicou ela. — E a Isis está preocupada achando que isso não acontece só na cama. Ela pediu para eu ficar de olho em você.

— Relaxa, Lara. Está tudo sob controle. Não tem nada de mais, eu já sei muito bem como lidar com isso e é só na cama mesmo — respondi, tentando passar confiança.

— Não precisa mentir para mim, Sargento. Se não estiver bem, ou se estiver passando por algo difícil, eu quero que me fale, tá bom? Eu confio muito em você, e estou aqui para o que der e vier — disse ela, me olhando firme.

— Pode deixar, mas fique tranquila, eu estou bem sim — garanti.

Os dias foram passando, e a gente sempre viveu em perfeita sintonia. Isis passou a ficar mais tempo ainda na minha casa do que na dela, e já era quase como se morasse lá. Meu pai veio nos visitar, conheceu as meninas e adorou todas. Eu também conheci os pais dela, e eles me trataram super bem — achei eles um pouco sérios e muito formais, mas dava para ver que confiavam em mim, ainda mais quando descobriram que eu era militar de carreira.

Comecei a ir para a faculdade, e tudo estava correndo bem. Nosso grupo de estudos era muito unido, e já estávamos pensando na empresa que íamos montar juntos. Até que tive uma ideia: Lara estava insatisfeita com o emprego que tinha, ganhava pouco e trabalhava muito, se matava de ralar. Então, com a ajuda de Isis, fizemos com que ela pedisse demissão e se dedicasse apenas aos estudos e aos nossos planos.

Eu tinha combinado com ela de abrirmos algo nosso, um negócio próprio, para que ela pudesse ganhar dinheiro e ter a vida que merecia. Foi então Lara estava insatisfeita com o emprego: ganhava pouco e trabalhava muito, se matando de ralar. Eu tinha combinado com ela de abrirmos algo nosso, um negócio próprio, para que ela pudesse ganhar dinheiro e ter a vida que merecia. Foi então que tive a ideia de abrir um depósito de bebidas e comecei a colocar o plano em prática.

Eu e a Isis parecíamos dois apaixonados incontroláveis: estávamos sempre juntos, quase não nos largávamos. Ela já passava mais tempo na minha casa do que na dela. A Lara e a Bianca, por outro lado, tinham se afastado um pouco — eu não sabia exatamente o motivo, mas a Lara me contou que elas estavam brigando muito ultimamente. Eu não me intrometi na relação das duas, mas deixei claro que, se precisassem de alguma coisa, podiam contar comigo para dar apoio e ajuda no que fosse necessário.

Nossa vida seguia tranquila e estávamos muito bem, eu ia me acostumando com aquela rotina gostosa, até que meu período de folga chegou ao fim e eu tive que voltar para a base militar. Assim que voltei, procurei me informar sobre as regras: queria saber se eu poderia ser dono de um depósito de bebidas. Disseram que eu não poderia ter uma empresa aberta em meu nome nem exercer função de gerência ou trabalhar diretamente no negócio, mas que era permitido ser apenas investidor, sem participar da administração. Com tudo resolvido, conversei com a Lara, deixei tudo nas mãos dela e expliquei:

— O depósito é seu, o nome vai estar todo no seu registro. Eu só posso ajudar colocando dinheiro, não posso tomar conta nem trabalhar lá, mas você manda em tudo.

Ela então correu atrás da papelada, da localização e de tudo o que era necessário para começar. A Isis, como estava quase sempre na minha casa, acompanhou tudo de perto e acabou ajudando a Lara em cada detalhe. Enquanto isso, eu voltava a me dedicar intensamente ao treinamento dos recrutas; eu já era uma referência na base, conhecido pela minha disciplina e competência. Minha rotina já estava toda organizada e eu me sentia útil e realizado.

O tempo foi passando. O Fernandes ganhou quatro ingressos para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, como recompensa pelo trabalho que fez combatendo a ação de cambistas, e resolveu me dar os convites. Levei a Isis e a Lara comigo, e como sobrou um ingresso, convidei o Silva — mas ele não quis ir, disse que não era muito fã de eventos grandes. Pensei em levar meu pai, mas ele também recusou, pois não gostava muito desse tipo de agito. No fim, entreguei o ingresso para a Lara, e ela chamou um amigo chamado Pedro, um cara gente boa, educado e simpático.

Assistimos à abertura no Maracanã e foi incrível: o espetáculo foi maravilhoso, tudo muito bonito e organizado, curtimos cada momento. Quando acabou, voltamos para casa. A Lara foi com o Pedro e eles resolveram sair para conversar um pouco, então fiquei eu e a Isis sozinhos em casa. Entao chegamos sentamos no sofá Isis ainda elétrica por causa do evento falando dos detalhes de tudo que nunca tinha imaginado ir a um evento desses eu via ela sorrindo feliz sorriso lindo dela então eu a beijei e o beijo passou a ser mais fogoso mais intenso mão aqui mão ali quando fui ver então ela parou se levantou.

- calma amor tenho uma surpresa para você, pra deixar esse dia mais especial

Ela saiu andando correndo eu já estava de pau duro já tirei o resto da roupa fiquei sentado tocando uma devagar então Isis veio de lingerie azul calcinha fio dental veio desfilando na minha direção

- Uau voce esta muito gostosa

- nem viu a surpresa ainda

ela jogou uma neceasse no sofá veio em minha direção e ajoelhou e comecou a me chupar como uma esfomeada querendo rola chupava ate aonde dava e voltava para me punhetando e me provocando

- Hoje quero que voce se solta, hoje eu sou totalmente sua para voce fazer o que quiser

E batia com a piroca na cara me olhando com olhar de safada e voltava a chupar ela ficou assim por um tempo mamava provocava e elogiava minha rola dura.eu peguei ela puxei para cima beijei sua boca passei a mao na sua buceta que estava encharcada

- Agora e minha vez de retribuir vem pra eu chupar essa buceta

Deitei no sofa ela bebeu ficou em pé e veio se agachando eu segurei a sua bunda e comecei a chupar a buceta dela lambia gostoso aquele mel que escorrida dela, chupava seu grelo colocava a buceta dela toda na boca chupando atr que intensifiquei no seu grelo chupando ele brincado com rle entre a lingua e o céu da boca, ela perdeu o controle começou a gemer algo perdendo o controle e entao começou a esfregar a buceta na minha cara pra frente pra tras molhando meu rosto todo

- ai amor eu vou gozar, toma seu filho da puta toma

Segurou minha cabeca e comecou a esfregar forte a buceta na minha cara, ate que parou olhou para mim

- que delicia meu amor agora vem pega seu presente

Ela se levantou do meu rosto foi se ajeitando ficando de quatro e so ai entao que vi a calcinha dela atras escrito

“Come meu cu”

Eu fiquei doido a piroca começou a pulsar sem parar

Ela mandou eu pegar a neceasse peguei a le tinha um tubo de ky e um gel

- já veio preparada ne ?

- tudo pro meu homem

Mandei ela empinar bem a bunda coloquei a calcinha de lado a cai de boca primeiro naquele cuzinho dela abandonado gemidos finos dela chupava awuele cu fechadinho rosinha me deixando pouco e ela ainda piscava awuele cuzinho na minha língua depois de chupar bastante da tapas em sua bunda eu passei o km no dedo e fui introduzindo no seu cuzinho assim foi um dedo ela gemina manhosamente ate que enfiei dois dedos passando devagar aos poucos para ela ir se acostumando eu enfiava os dedos devagar e tirava beijando sua bunda falando o quanto ela estava gostosa ate que fui colocar o terceiro entrou com muita dificuldade com ele me pedindo para parar um pouco respirando ofegante eu com os dedos no cuzinho dela acariciei sua cabeça falando que estava indo bem e sem ela perceber já estava os tres dedos atolado no rabo dela, depois de um tempo eu tirei peguei meu pai passei ky nele todo mirei no cuzinho dela e fiz pressão com a cabeça do pau e nem chegou a entrar e ela já deu um grito

- calma relaxa se doer eu vou parar

- ta bom amor vai devagar e minha primeira vez

- ok

Joguei mais ky no cuzinho dela e no meu pau e em seguida forcei a csbeca do pau novamente e esta vez entrou com ela dando um grito

- AIIIII.....

Eu deixei um tempo s cabeça e mandei ela tocar siririca para ir se distraindo e dando mais tesão, ela começou a tocar e eu aos poucos fui empurrando pedacinho por pedacinho ela ia se masturbando e gritando ate eu encostar na bunda dela rla veio com a amostra conferir para ver se eu tinha empurrado tudo e aos gritos

- AI AMOR ENTROU TUDO, ERRA ROLA PRETA ESTA TODA DENTRO DE MIM AI CARALHO AIIII...

- foi o que voce pediu não foi

– SIM AMOR COME SUA PUTA COME

- deixa comigo estou adorando comer minha puta

Então comecei a tirar um pouco e colocar de novo, cada vez eu tirava mais mas fazendo isso devagar e ela gritando chegou uma hora que eu estaca tirando quase tudo então Isis parou de gritar de dor e comecei a ver prazer no rosto dela ela já gemia e aquele gemido gostoso manhoso dela com as respirações profundas que ela dava quando estava com muito tesao

- ISSO MEU AMOR FODE ESSE CU QUE ELE E SEU TODO SEU, PODE VIR COM FORCA VAI AMOR

Entao apoio em sua cintura as duas maos e comecei a socar com forca nela eu socava já com mais forca arrancando gritos dela ru socava e socava sem parar rla anunciando que ia gozar aos gritos que não era para eu parar ate que ela ia gozar

- ISSO MEU PTETO NÃO PARAR DE COMER SUA PUTA , SOCA FORTE QUE EU TO QUASE GOZANDO NESSA TOLA PRETA VAI AMOR VAIIIIIIIIIIIIIIII

de repente ouvi o barulho da porta a Lara chegou e nos flagrou no sofá eu empalando a Isis

Eu olhei para o lado Isis olhou para Lara fizemos aquele contato visual os tres

Isis estava no seu ápice quase gozando o silêncio durou uns ter segundos que pareceu uma eternidade então Isis surpreendeu e gritou

- AMIGA DESCUPA MAS, AMOR NÃO PARA TO QUASE LA

- Pode deixar

E voltei a socar nela Lara ficou paralisada aonde estava eu socava na Isis sem pena

- GOSTS DE PLATEA SUA PUTA GOSTA

- AI AMOR NÃO PARA TA MUITO GOSTOSO

Eu socando sem pena no rabo dela sem pena

- FALA PRA ELA O QUE TO COMENDO FALA

Ela virou o rosto para Lara que ainda estava parada na porta vendo tudo

- AMIGA ELE TA COMENDO MEU CU, ELE ESTA ME ARROMBANDO TA MUITO GOSTOSO

Entao eu olhei para Lara e ela apertava os peitos usava uma vestido que o levantou e vi ela colocando a calcinha de lado e começando a se masturbar

Entao meu tesao foi a mil eu dei aquele apagão de novo cravando a mao no cabelo da Isis e outra na sua cintura olhei não fundo dos olhos azuis de Lara e entao parece que ela se masturbando nos olhando e encomendo a isis gozamos juntos eu inundando o cu de Isis de porra e Lara dando um gemido pra de alivia

Ahhhhhh

Assim que acabou de gozar ela correu para o quarto eu e Isis desabafos no sofá

Isis passou uns minutos

- Meu Deus amor, desculpe acho que fiz merda

- relaxa não fez nada demais

- o que ela vai pensar de mim

- nada amor relaxa somos todos adultos amanha a gente conversa vamos para o quarto mas primeiros vamos tomar banho a peguei no colo a levei no banheiro e dei um banho dela, ela viu sangue no meu pau ficou doida mas eu falei que era normal por ser a primeira vez e que eu tambem acabei pegando pesado depois a levei para a cama para ela descansar e amanhã Iria ver o que Lara iria falar para a gente

No dia seguinte, ficamos sem graça, sem saber muito o que dizer, mas, pela manhã, ela veio conversar conosco de maneira tranquila:

— Gente, relaxa! Essas coisas acontecem, ninguém tem nada a ver com a vida de ninguém — disse ela,e também errei, mas ninguém tocou em ninguém rindo. — Mas fica a dica: da próxima vez, pelo menos pendure uma meia na maçaneta da porta para avisar que estão ocupados!

E fez tantas piadas sobre a situação que a Isis ficou toda vermelha de vergonha. Logo depois, a Isis começou a retrucar e a zoar ela de volta, e as duas voltaram a ser as mesmas de sempre, rindo e conversando como se nada tivesse acontecido. Eu só ficava observando tudo, calado, sorrindo de canto.

A casa estava sempre animada: era sorrisos logo cedo, ao amanhecer, e sorrisos na hora de dormir. Seguimos assim por um bom tempo. Meu relacionamento com a Isis ia de vento em popa anal parece que virou obrigação ela sempre queria fazer ; os pais dela já me aceitavam totalmente e me tratavam muito bem. Eu e a Lara também nos dávamos cada vez melhor, tínhamos uma amizade sincera e cheia de confiança apesar do acontecimento naquele dia, não teve nenhuma interação sexual ente eu e Lara.

Até que chegou o dia da inauguração do depósito, e foi um sucesso absoluto: vendemos muito logo no primeiro dia, e o movimento só cresceu a cada mês. Quando chegou setembro, tudo estava correndo ainda melhor do que imaginávamos. Tive a ideia de adaptar um espaço dentro do depósito para funcionar também como um pequeno bar, onde as pessoas poderiam assistir aos jogos de futebol, comer alguma coisa e conversar. Pedi um favor aos meus colegas da polícia e conseguimos que houvesse uma ronda frequente na região, para evitar confusões e garantir a segurança do local.

A Isis e a Lara estavam dando conta de tudo com muita competência: trabalhavam duro, atendiam bem os clientes e administravam as finanças com inteligência. Contrataram um rapaz jovem para ajudar com as tarefas mais pesadas e com a limpeza. Eu quase não aparecia por lá, para evitar qualquer problema por causa das regras da corporação, mas acompanhava tudo de perto. E percebi que a Lara era ainda mais inteligente e capaz do que eu pensava, e a Isis também mostrava muita habilidade para lidar com as pessoas e com os negócios.

Certo dia, os pais da Isis disseram que queriam conhecer o depósito e ver como era o ambiente onde as filhas passavam grande parte do tempo. Combinamos que eu iria buscá-los em casa e iríamos todos juntos. Foi num domingo, dia de jogo do Flamengo contra o Cruzeiro, e o depósito estava lotado de gente que foi assistir à partida no telão que instalamos. Eles viram o movimento e gostaram muito do que viram: perceberam que era um lugar frequentado por famílias e grupos de amigos, onde não havia confusão, e ainda encontraram vários conhecidos meus da polícia e da base, o que lhes deu ainda mais segurança.

Quando o jogo acabou, levei os pais da Isis de volta para casa. A Lara já tinha ido embora mais cedo, pois não estava se sentindo muito bem. A Isis ficou para fechar o estabelecimento, e eu avisei que deixaria seus pais em casa e voltaria para ajudá-la, como eu sempre fazia. Eles me agradeceram pelo cuidado e, no caminho, comentaram:

— Você está de parabéns, o ambiente é ótimo. A Isis está se saindo muito bem, ganhando experiência e aprendendo a se virar sozinha. Nós temos muitos planos para o futuro dela, e saber que ela está em um lugar seguro e trabalhando com responsabilidade nos deixa muito tranquilos.

Eu só concordava com a cabeça, deixei-os em casa e voltei imediatamente para o depósito. Quando cheguei, ainda tinha algumas pessoas lá dentro, mas já estavam se preparando para ir embora. Sentei-me num canto, tomei um refrigerante e esperei. A Isis dispensou o rapaz que ajudava, dizendo que eu estava ali e daria conta de guardar tudo. Logo, todos os clientes saíram e ficamos só nós dois.

Guardamos as coisas, arrumamos as cadeiras e, entre brincadeiras e risadas, a tensão aumentou quando ela fechou a porta me levou la para trás abaixou a legging e me mostrou que estava usando o plug que dei a ela eu fiquei doido comecei a beijar ela com vontade apoiei ela no meio das caixas de cerveja e tirei o plug dela e comecei a comer ela ali mesmo apoiada eu socava com firmeza naquele rabo que já havia acostumado a levar pau ela gemia abafado eu comia ela com força o jeito que ela acabou aprendendo a gostar e muito, quando eu não socava forte ela pedia pra socar quase implorando ficamos la dentro bastante tempo eu comendo ela de todas as formas la dentro ate que gozei em sua boca e ela bebeu tudo eu chega fiquei de pernas bombas ela com o cu ardido eu fiz questão de colocar o plug nela novamente falando que chegar em casa iria judiar mais daquele rabo, ela com o tom de safadeza sorria ficamos la dentro e acabou ficando bem tarde entao ela foi terminar de fazer as coisas para irmos embora

fechou o caixa e eu fiquei esperando do lado de fora. Quando ela saiu, trancou a porta de dentro e me entregou a chave para eu fechar o cadeado externo.

Eu abaixei-me para colocar a chave na fechadura e, de repente, levei uma pancada forte na cabeça. Ouvi o grito da Isis e, quando consegui me recuperar da tontura, vi que estávamos cercados por três rapazes: dois deles seguravam facas e o outro estava armado com um revólver.

O assaltante que estava com a arma olhou diretamente para mim e disse, com voz de deboche:

— Perdeu, playboy.

Minha única reação foi olhar para a Isis, que estava paralisada de medo, tremendo da cabeça aos pés. Respirei fundo e falei com voz calma, devagar e firme:

— Tudo bem, eu sei que perdi. Não façam mal a ela. Vou pegar minha carteira e meu celular, bem devagar.

Enquanto eu falava, o rapaz que estava mais próximo da Isis passou a mão pelo corpo dela, chegou perto do pescoço, cheirou o cabelo dela e disse, com um sorriso malicioso:

— Nossa, que japinha cheirosa... Que delícia.

Eu continuei com a voz calma, mas sentia meu sangue ferver:

— Sem gracinha, sem abusar. Eu já perdi, vocês vão levar tudo o que querem, só deixem a garota em paz.

Mas ele não me ouviu. Passou a mão pelos seios dela com força, apertou e disse:

— Isso aqui é tudo o que eu mais quero.

Na hora, abaixei a cabeça e estiquei o braço como se fosse entregar minha carteira e o celular, mas, no mesmo movimento, tirei a chave do carro do bolso e mostrei para eles:

— Meus amigos, deixem ela quieta. A chave do carro também está aqui. Aquele Onix preto ali na frente é meu, é tudo de vocês.

Os três viraram a cabeça ao mesmo tempo para olhar o carro. Foi a brecha que eu precisava. Num movimento rápido, como se fosse uma ação de treinamento, peguei a faca da mão do rapaz que tinha esticado o braço para pegar meus pertences, enfiei a lâmina no pescoço dele e tirei rapidamente. Antes que os outros pudessem reagir, já estava em cima do que segurava a arma, acertei a faca no braço dele e arrastei o corte até quase o pulso, rasgando a pele e os músculos. O terceiro rapaz, apavorado, soltou a Isis e veio correndo na minha direção, tentando me atacar, mas eu dei um único golpe certeiro na barriga dele, rasgando o abdômen de de um lado ao outro , e ele caiu imediatamente, gritando de dor.

O rapaz com o braço cortado gritava alto, pedindo socorro. A Isis estava em desespero, chorava compulsivamente. Eu, porém, continuava calmo, como se nada de grave tivesse acontecido. Aproximei-me dela, segurei seu rosto com as mãos e perguntei com voz suave:

— Você está bem? Eles não machucaram você, não?

Ela me olhou com olhos arregalados de pavor e gritou:

— Ele morreu! Você matou eles!

— Calma — respondi, tentando acalmá-la. — Você está nervosa, é normal, foi uma situação difícil.

Mas ela tinha razão: um dos rapazes já estava morto, o outro morrendo e o terceiro ferido gravemente. E eu não tinha pensado duas vezes ao agir. Toda a minha formação, todo o meu treinamento militar falou mais alto: eu fui treinado para reagir rápido, para eliminar a ameaça o quanto antes, e foi exatamente o que fiz. Eles vieram armados, queriam roubar e abusar da Isis — eu não ia deixar isso acontecer de jeito nenhum.

Peguei o telefone imediatamente, liguei para a polícia, expliquei tudo o que tinha acontecido, informei o endereço e pedi uma ambulância urgente. Em pouco tempo, a rua já estava cheia de curiosos. Eu continuava calmo, sereno, como se estivesse apenas cumprindo mais uma missão. O rapaz que tinha tentado vir para cima ainda estava vivo, mas resistia. Liguei também para o Machado, meu mentor , e expliquei tudo o que tinha acontecido, e depois avisei meu capitão.

Quando a polícia chegou, me identifiquei, relatei todos os fatos detalhadamente e eles nos conduziram até a delegacia para prestar depoimento, levando a Isis junto. Chegando lá, ela ligou para os pais, que vieram correndo. Ela mal falava comigo, me evitava o tempo todo. Fomos colocados em salas separadas e ficamos horas respondendo perguntas.

Quando finalmente terminaram de me interrogar, fui falar com ela:

— Isis, você está bem? Ninguém te machucou, não?

Ela me olhou com os olhos cheios de lágrimas e de medo, e disse, com voz trêmula:

— Você matou eles... Quem é você, afinal? Me diz quem você é! Você matou pessoas como se fossem bicho e não mudou a expressão, parecia que nem ligava... Na hora parecia que não era você, era outro homem, frio, cruel. Você é um monstro?

O pai dela veio até mim, pôs a mão no meu ombro e disse:

— Meu filho, ela está apenas em choque. Não leve o que ela disse a sério. Você salvou a vida dela, nós somos muito gratos por tudo o que fez.

Eu só balancei a cabeça, sem dizer nada, mas entendi perfeitamente o que se passava. O choque nela era enorme, mas a verdade é que ela tinha razão: eu agi como se fosse uma rotina, não senti remorso, não senti pena. E a reação dela me mostrou algo que eu já sabia, mas que custava a aceitar: talvez eu nunca conseguisse deixar de ser um soldado, não importava onde eu estivesse ou com quem estivesse.

Pouco tempo depois, chegaram o Capitão Costa e o Primeiro-Sargento Machado, acompanhados de um homem que eu não conhecia. Passei a noite toda respondendo perguntas, um depois do outro, para verificar se eu estava mentindo ou omitindo alguma informação. Horas mais tarde, a Lara chegou à delegacia. Ela se apresentou como dona do depósito, confirmou tudo o que eu tinha dito, explicou que eu era apenas investidor e que não tinha ligação com a administração do local. Disse também que tinha câmeras de segurança e que as gravações tinham áudio, provando tudo o que tinha acontecido. Mostrou o material para os policiais e enviou as cópias para eles. Todos viram a situação e entenderam que eu só reagi em legítima defesa e para proteger a Isis.

Perguntaram por que eu não estava armado, já que era militar, e expliquei:

— Minha arma fica guardada em casa. Eu ando sem arma propositalmente, porque não quero colocar as pessoas que eu amo em risco, nem atrair confusões. Prefiro me virar sem ela, sempre que possível.

Acompanharam-me até minha casa para recolher a arma e fazer a verificação, e depois me deixaram em liberdade. Quando finalmente deitei na minha cama, exausto, consegui dormir um sono pesado e sem sonhos.

No dia seguinte, a Lara fez tudo o que eu sempre fazia em casa: arrumou tudo, preparou o café da manhã, organizou a rotina, agiu como se nada tivesse acontecido. Mas eu percebia que, mesmo ela sendo forte, aquilo tudo tinha sido pesado até para ela; dava para ver que ela ficava sem jeito de falar comigo, evitava certos assuntos e me olhava de um jeito diferente.Com certeza pelo que viu nas filmagens

Resolvi conversar com ela, para esclarecer tudo:

— Lara, eu fui treinado a vida toda para agir assim. Se eu estou com você ou com qualquer pessoa que eu goste, e essa pessoa corre risco de vida, a minha única prioridade é eliminar o perigo o mais rápido possível. É a única forma de garantir que todos fiquem vivos e seguros. Eu faria tudo de novo, sem pensar duas vezes, e não me sinto culpado por nada do que fiz.

Ela me olhou séria e perguntou:

— Você já fez isso antes?

— Reagir a um assalto como esse, não — respondi.

— Mas matar? — insistiu ela.

— Não posso entrar em detalhes — falei, evitando olhar nos seus olhos. — Mas sim. Já vi muita coisa, já passei por situações terríveis e já tive que fazer coisas que ninguém gostaria

de ter que fazer.

Ela me interrompeu, veio até mim, me abraçou forte e começou a chorar no meu ombro.

— Esse fardo enorme que você carrega sozinho há tanto tempo… e nunca compartilhou nada comigo — disse ela, entre soluços. — Sempre pensei que sabia tudo sobre você, mas vejo que há um mundo inteiro de coisas que você guarda só para si.

— Tem coisas que é melhor carregar sozinho — respondi, acariciando seus cabelos. — Coisas que machucam, que são feias, que não fazem parte da vida normal… Não quero contaminar a vida de ninguém com isso, muito menos a sua. Vocês merecem felicidade, leveza, paz.

— Mas com tudo o que você já fez por mim, por nós… Nunca, em hipótese alguma, isso iria atrapalhar a minha vida — retrucou ela, se afastando um pouco para olhar nos meus olhos. — Eu me importo com você, de verdade. E o que é ruim para você, também é ruim para mim.

— Tem pesos que são muito pesados, Lara. É melhor eu aguentar sozinho — insisti.

— Um dia você vai confiar em mim o suficiente, vai ver que sou mais forte do que pareço, e vai dividir esse peso comigo — afirmou ela, com firmeza. — Eu vou estar aqui, sempre, esperando por esse dia.

A semana passou rápido, mas foi muito difícil. Tive que ir ao serviço de psicologia da corporação para passar por avaliações e verificar se eu ainda estava apto a continuar na ativa. Fui também à faculdade, mas a Isis não apareceu nenhum dia sequer. Tentei ligar, mandar mensagem, mas ela nunca respondia. Fui até a casa dela, mas a mãe dela me recebeu e disse que a filha ainda não estava se sentindo preparada para falar comigo, que precisava de um tempo para organizar os pensamentos e os sentimentos. Eu entendi e resolvi respeitar a vontade dela, não quis pressionar.

O Silva ficou sabendo de tudo o que tinha acontecido e contou para o Fernandes, que imediatamente iniciou uma investigação paralela, analisou todos os fatos e provas, e confirmou oficialmente que a minha atitude foi totalmente correta e necessária, que eu só agi para me defender e para proteger a Isis. A investigação militar e a da polícia civil chegaram à mesma conclusão: os rapazes que tentaram nos assaltar já tinham passagem pela polícia, tinham várias acusações de furto, roubo e até crimes sexuais em seus nomes. Eu não era culpado de nada, tinha agido dentro da lei e das regras.

Passado um mês, eu estava apto novamente para o serviço. Mas o que me deixava mais triste e abalado era a reação da Isis. Esse foi um dos meses mais difíceis da minha vida. A Lara percebia o quanto eu estava mal e fazia de tudo para me animar, me levava para passear, conversava comigo, tentava me distrair, mas nada parecia adiantar. Eu me sentia vazio, magoado, rejeitado pela pessoa que me fszia tão bem .

Resolvi então largar a faculdade. Falei para a Lara que avisasse a Isis que ela poderia continuar indo às aulas normalmente, que eu não voltaria mais. A Lara tentou me convencer a mudar de ideia, disse que era um sonho nosso, que valia a pena insistir, mas eu já tinha tomado a minha decisão.

Mesmo estando apto para o serviço, continuei fazendo acompanhamento com a psicóloga, pois sabia que precisava colocar a cabeça no lugar e não deixar que tudo aquilo me abatesse de vez. Foi numa dessas sessões que recebi a notícia de que teria uma nova missão, dessa vez na Amazônia, com duração prevista de noventa dias. Sem pensar duas vezes, eu me apresentei como voluntário. Desta vez, o Silva não foi comigo; ele estava se preparando para prestar concurso para a Polícia Federal e queria se dedicar aos estudos.

A missão foi muito complicada, perigosa e desgastante. O tempo passou rápido, mas foi muito duro. Acabou se estendendo por mais noventa dias, e eu aceitei prorrogar sem reclamar. Na verdade, eu decidi que não voltaria mais para o Rio tão cedo. Dei à Lara acesso total a todas as minhas contas bancárias, expliquei como funcionava tudo e disse que ela ficaria responsável por administrar tudo o que eu tinha, já que estava se saindo muito bem à frente do depósito e do bar.

Fiquei seis meses longe de casa, longe de tudo o que eu conhecia, e nesses seis meses a minha vida mudou completamente — mudou de uma forma estranha, mas que acabou sendo muito boa e necessária para mim.

Num dia de folga, eu estava sentado num barzinho na cidade mais próxima da nossa base, bebendo alguma coisa e tentando relaxar, quando reparei numa mulher que estava lá. Era uma mulata, de estatura mediana, cerca de um metro e sessenta de altura, cabelos cacheados naturais, muito bem arrumada e estilosa. Tinha o rosto arredondado, olhos expressivos, de uma cor verde avelã linda, nariz pequeno e delicado. Seu corpo era magro, atlético, mas ao mesmo tempo tinha uma elegância que chamava a atenção. Era um tipo de beleza natural, não precisava de muita maquiagem nem de roupas caras para ser linda; bastava ela ser quem era.

Eu achei ela maravilhosa logo de primeira vista. Sempre que eu ia àquele bar, ela estava lá, geralmente sozinha, com uma câmera fotográfica na mão, observando tudo em silêncio. Eu nunca puxava assunto, só ficava olhando de longe, admirando sua beleza e sua postura segura.

Até que um dia, eu estava lá, sentado sozinho, e começou a tocar uma música que eu adorava: My Boo, do Usher. Lembrei logo da minha juventude, do tempo em que eu adorava dançar, e era muito raro tocar músicas desse estilo naquela região da Amazônia. Comecei a cantarolar baixinho, só para mim mesmo, balançando levemente a cabeça no ritmo. Notei que ela estava apenas duas cadeiras de distância de mim e também cantava a música baixinho, batucando os dedos na mesa.

Quando a música acabou, nós dois nos olhamos ao mesmo tempo e começamos a rir, sem nem saber o porquê. Então ela falou, com um sotaque diferente, que eu logo percebi que não era brasileiro:

— Eu amo essa música!

— Finalmente tocou uma música boa nesse fim de mundo — respondi, sorrindo.

— É verdade, a música daqui não é que seja ruim, mas poderia ser muito melhor — disse ela, rindo também.

— Você está no lugar errado do Brasil para encontrar o que gosta, com certeza — brinquei.

Ficamos conversando ali, rindo, trocando ideias, e eu percebi que ela tinha um sorriso lindo, dentes perfeitos, e tudo nela era harmonioso e atraente. Ela tinha seios pequenos, bumbum arredondado e firme, um corpo que chamava a atenção de qualquer um, mas que ela carregava com tanta naturalidade e segurança que parecia que nem sabia do próprio poder.

Passamos a nos encontrar com frequência naquele bar e conversar horas a fio, e o mais engraçado é que, durante meses, nós nos dávamos tão bem, a conversa fluía tão naturalmente, que eu não sabia o nome dela e nem ela o meu. Até que um dia, finalmente, resolvemos nos apresentar direito.

Falei o meu nome, e ela disse que se chamava Tamera, tinha vinte e oito anos, era estadunidense, trabalhava como produtora e atriz, e estava na Amazônia participando da produção de um filme que contava histórias da região. Ela contou que tinha namorado um brasileiro, e era por isso que falava português tão bem e se virava tão bem por aqui. Eu sabia falar inglês fluentemente, graças aos cursos que fiz na corporação, mas não comentei isso com ela de primeira, preferi deixar que pensasse que só falava o nosso idioma. Disse a ela que era militar, que estava ali cumprindo missão, mas que eu era carioca, nascido e criado no Rio de Janeiro.

Ela riu alto quando ouviu isso, com aquele sotaque carregado e doce:

— Carioca! Todos me disseram para ficar longe de cariocas…

— Ah, pode ficar tranquila — respondi, sorrindo maliciosamente. — Eu sou um carioca do bem.

Ela riu ainda mais e me olhou de um jeito especial, e a partir daquele dia tudo mudou entre nós. Uma semana antes do fim da minha missão, nós nos beijamos pela primeira vez, e foi algo incrível, intenso e cheio de sentimento. Trocamos números de telefone e redes sociais, e, na minha última noite na região, pedi para que ela fosse me visitar no alojamento, pois queria passar aquele tempo só com ela.

Quando a missão acabou, eu voltei para o Rio de Janeiro. Cheguei por volta das quatro horas da tarde, deixei minhas coisas em casa rapidamente e fui direto para o depósito, matando a saudade de todos. Quando a Lara me viu chegar, soltou o que estava fazendo, correu na minha direção, pulou no meu pescoço e gritou animada:

— Saudades, Sargento! Eu pensei que você nunca mais ia voltar e ia me abandonar para sempre aqui!

— Jamais faria isso com você, sua chata — respondi, rindo e apertando ela nos braços. — Agora me dá um refrigerante bem gelado, que eu estou seco de tanta saudade.

Ela gritou bem alto, para todo mundo ouvir:

— ISIS, TRÁS UM REFRIGERANTE AQUI PARA O SUMIDO!

Quando ouvi o nome dela, meu coração disparou. Em poucos instantes, a Isis apareceu na porta do escritório, segurando a garrafa. Ela me olhou, parou no lugar, ficou sem graça e abaixou a cabeça, assim como eu também fiquei sem jeito, lembrando de tudo o que tinha acontecido. Ela veio até mim, me entregou o refrigerante com as mãos trêmulas e disse, baixinho:

— Nós pensamos que você não ia voltar nunca mais…

— Trabalho — respondi, seco, tentando disfarçar a emoção.

— Entendi… Sempre servindo ao seu país, não é? — falou ela, tentando quebrar o gelo.

— Vamos parar de ser hipócritas, Isis — falei, mais duro do que pretendia. — Você não entende e nunca vai entender a minha vida, e tudo bem. Não precisa falar coisas só para ficar bem na foto, não precisa fingir. Fica tranquila.

A Lara percebeu o clima pesado, puxou meu braço e me levou para um canto mais afastado.

— Vamos conversar, Sargento — disse ela, séria.

Saímos para fora do estabelecimento, caminhamos um pouco e ela começou a falar, me repreendendo:

— Coitada, não fala assim com ela! Ela está arrependida, sofreu muito com a sua ausência…

— Eu exagerei, falei besteira — admiti, passando a mão no rosto, cansado. — Vou me desculpar com ela.

— É bom mesmo! — disse Lara. — Ela viveu esses meses todos falando de você, dizendo que estava com saudades, que queria te ver, e você chega tratando ela dessa forma? Não faz isso, por favor.

— Foi mal, Lara. Vou lá falar com direito, não quero ficar com esse clima ruim entre nós.

Voltei para dentro, chamei a Isis de canto e falei:

— Me desculpa, Isis. Não era para eu te tratar assim, eu que estou sensível por causa da viagem.

— Não, você tem toda razão — respondeu ela, olhando firme para mim. — Eu que agi errado com você, sendo que você só fez o que era certo, só me protegeu e me salvou. Eu fui ingrata e injusta.

— Não, o erro foi meu também — corrigi. — Isso faz parte do meu mundo, não do seu. Violência, perigo, morte… não fazem parte da vida de pessoas como você, e não é normal que você aceite isso ou se acostume. Eu entendo a sua reação, de verdade.

— Mas isso não me dá o direito de te virar as costas quando você mais precisava de mim — insistiu ela, com os olhos cheios de lágrimas.

— Então vamos fazer o seguinte: vamos colocar um pano em tudo o que aconteceu e recomeçar, se você quiser — propus.

Ela concordou com a cabeça e me abraçou, forte e demorado, como se quisesse recuperar o tempo perdido. Quando nos separamos, olhamos para a Lara, que fez um sinal de positivo com o polegar e sorriu aliviada.

Depois disso, a rotina voltou ao normal. Levei a Lara até a faculdade, deixei ela lá e a Isis foi comigo no carro, dizendo que ia dormir lá em casa, pois teríamos que acordar cedo no dia seguinte para ir ver fornecedores. Chegamos em casa, a Lara preparou um jantar gostoso com a ajuda da Isis, e eu percebi que as duas estavam se dando muito bem, pareciam melhores amigas novamente.

Depois do jantar, ligamos a televisão e colocamos um filme na sala, os três juntos no sofá. Pouco tempo depois, a Lara cochilou encostada no meu ombro, e a Isis acabou dormindo deitada no meu colo. Quando o filme acabou, a Lara acordou e foi para o quarto dela dormir. A Isis continuou deitada, e, algum tempo depois, ela acordou, se levantou e veio na minha direção, com aquele jeito provocante que só ela sabia fazer, se aproximando devagar, me olhando com desejo.

Mas eu levantei a mão, interrompi o movimento dela e falei, sério:

— Isis, eu preciso te contar uma coisa importante.

— Diz logo… Não quer mais nada comigo, é isso? — perguntou ela, já com a voz embargada.

— Não é isso — respondi, segurando suas mãos. — É que eu conheci uma pessoa enquanto estava na missão, lá na Amazônia. Nós conversamos muito, nos aproximamos, e acabamos nos beijando. Não transamos, mas teve sentimento envolvido. E como eu achei que você não queria mais nada comigo, eu acabei deixando levar, não me segurei.

Ela me olhou, pensativa, e disse:

— Você não teve culpa pelos meus erros. Eu que te afastei, eu que te machuquei… Mas eu preciso saber de uma coisa: ela é importante para você?

— Ela foi uma pessoa que me fez sentir bem, que me fez esquecer de toda a merda que eu vivi durante esses meses difíceis — respondi sinceramente. — Ela foi luz em meio à escuridão.

— Então ela não é alguém que vai atrapalhar a gente, não é? É só uma coisa que ficou lá na Amazônia certo? — perguntou ela, com esperança nos olhos.

— Sim, ficou no passado — confirmei.

Ela sorriu, veio perto de mim, colou seu corpo no meu e me beijou com paixão, eu retribuir os beijos fomos para meu quarto la ficamos nus um perante ao outro deitamos eu fiquei por cima dela , beijei sua boca fui descendo para seus seios chupei uma de cada vez beijando sua barriga e fui descendo ate chegar perto dos seus pelinhos que ela sempre mantinha na buceta poucos pelos so na parte acima do clitóris eu abaixei e comecei a chupar a sua buceta que já estava ensopada de tao molhada que eu a encontrei, bebia todo o seu mel

- Ai amor como eu estava com saudades de sua língua , como ru me masturbei com saudades de voce

- eu também estava com saudades de você

Então ela começou a gemer abafado gemido sofrido me puxou para beijar ela eu beijei em seguia ela me jogou pro lado da cama e subiu em cima de mim e começamos um 69 aonde eu me deliciava com sua buceta enfiando o dedo no seu cuzinho e ela parecia saborear meu pau degustando minha rola sem pressa ate que em dado momento ela saiu se virou parar mim pegou meu pau encaixou na buceta e deixou o peso do seu corpo cair e depois segurou minha mãos e que visão ela quicando no meu pau com as pernas abertas eu vendo meu pau entrando e saindo daquela buceta pequena e linda com poucos pelos ela aqueles olhos puxados me olhava com um.olhar de tesao no qual eu me perdi ficamos nos olhando enquanto ela quicava

- ta gostando meu amor

- estou adorando muito

- não fica mais esse tempo longe de mim não, eu não estava aguentando de saudades

- eu também estava morrendo de saudades mas voce não queria me ver

- Eu fui uma idiota eu não aguento viver mais sem voce eu te amo demais te amo muito

Ela falou isso e explodiu em um orgasmo e deitou no meu peito eu fiquei sem reação apenas a abracei bem apertado

- Voce e muito importante pra mim e na minha vida, eu quero voce na vida vida sempre

Ela levantou o rosto com os olhos cheio de lágrimas e me beijou e comecou a rebolar com meu pau ainda dentro dela entao eu a joguei pro lado segurando ela ficando no papai e mamae ainda a beijando peguei meu pai coloquei na entrada de sua buceta e entao comecei a meter mas cadenciado ate ela falar

- quero que você material a sua saudade e me fode me fode como se não ouve-se amanhã, quero ser sua como antes e ainda mais meu amor eu sou toda sua

Entao eu parei a beijei estiquei as suas maos a cima de sua cabeça ela abriu mais as pernas e entao eu comecei a sessão de socada forte em sua buceta eu socava a ponto de a cama bater na parede ela so gemia mas foi ficando cada vez mais alto eu não parada de socar nela sai de cima dela ela virou ficando de 4 com aquela bunda bem empinada e eu coloquei o pau na sua buceta e voltei a socar dando tapas em sua bunda puxando seus cabelos e aquela japonesinha so gemia e eu não dava trégua a sua buceta ela gozou novamente deixando o corpo cair na cama eu já estava no meu limite deitei do seu lado esperando a gente recompor o folego fiquei de barriga pra cima com os olhos fechados e so se ouvia nossa respiração ate que sinto ela pegando no meu pau passando ky nele

- de onde tirou essa ky

- deixei aqui esperando voce voltar de viagem para fazer as pazes

- safada

- safada não, sua putinha ou achou que ia matar a saudade mas não ia comer meu cuzinho

Ela falou isso já se levantando subindo em cima de mim pegando meu pau colocando no seu cuzinho e me.olhando nos olhos ela veio descendo estava apertado mas ela continuou devagar engolindo cada pedaço com aquele cuzinho chegando no final faltando poucos sentimento ela me olhou com o olhar que so ela tinha e sentou com tudo de uma vez e so saiu um som relaxante da sua boca

AAAaaaaaa

Ela ficou um tempo parada e voltou a rebolar eu levantei ficando meio sentado chupei seus peitos ela começou a gemer e em seguida me empurrou de volta pra cama e começou a sentar com forca com aquele cu e do nada começou

- eu sou importante para voce não uma qualquer do Amazônia ELA NÃO VAI TE DAR O CU COMO EU TE DOU

Ela perdeu o controle e sentando alucinada e me enchendo de tesao

- VAI AMOR COME MEU CU, COME O CU DESSA VAGABUNDA DA SUA PUTINHA COME QUE ESRAVA COM SAUDADES DE VOCE, NÃO VIA A HORA DE VOCE CHEGAR PRA COME RELE DE NOVO PORQUE ELE E SO SEU DO MEU AMOR

Eu comecei a socar de baixo pra cima forte não aguentei peguei ela no meu coloco mesmo fiquei de pe apoiei ela na parede e comecei a socar no cu dela com ela abraçada a mim no meu pescoço so gritando e eu socando sem parar parecia ate um animal irracional do socava sem pena ate que prestes a gozar eu a tirei do meu colo coloquei rla ajoelhada no chao entao toquei uma punheta gostosa ela veio com a boca e eu em um grito

SAI TIRA A BOCA PUTA VAI DORMI COM O ROSTO CHEIO DE PORRA

E comecei a disparar leite em seu rosto saiu toda porra acumulada ela comeu um banho de porra que bateu em seus olhos cabelo peitos gozei feito um louco com um grito na hora

AAAAAAAAAAHHHH

Em seguida ela se levantou passou o dedo nos olhos

-nem limpa tudo vai dormi assim, castigo por me afastar de voce

Dei um beijo nela ficamos de conchinha e pegamos no sono

Pela manhã, acordei cedo, como sempre fazia, arrumei tudo e preparei o café da manhã. A Lara foi a primeira a acordar, veio até a cozinha e chamou minha atenção com um ar sério:

— Sargento, preciso conversar com você. É coisa séria.

Pensei que foi pela noite passada o barulho que fizemos, já estava passando dos limites ela também morava na casa e eu não estava respeitando, sabia que viria bronca e ia aceitar , mas foi pior do que eu pensei

— Pode falar, Lara — respondi, servindo café para ela.

— Então… como eu fiquei responsável por cuidar da sua vida financeira, como você pediu, eu estou analisando tudo com calma, para deixar tudo certinho. E descobri uma coisa que achei estranha — começou ela, hesitante.

— O que foi? Algum problema com dinheiro? — perguntei, já preocupado.

— Não é bem um problema, mas… metade do seu salário mensal está sendo desviado automaticamente para uma conta em outro banco, com o nome de Sara Gonçalves. Você conhece essa pessoa?

Eu fiquei paralisado, o sangue gelou nas veias e me. Faltou palavras quando pedi para ela resolver as coisas para mim havia esquecido desse pequeno detalhe

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