Sempre morei com minha avó, em um quintal com duas casas. Na parte de trás do quintal havia uma segunda casa onde morava a irmã da minha avó e o filho dela, que eu considerava como tio, ele tinha uns 20 anos e eu tinha 10 na época.
Certa vez meu tio estava jogando videogame, ele tinha um Nintendo 64, e eu era louco pra jogar mas ele nunca deixava. Eu ficava na cama so olhando, ele jogava futebol e eu ali so assistindo, ate que um dia sem mais nem menos, ele disse que deixaria eu jogar, mas nao poderia falar pra ninguém, disse que se eu prometesse qua nao ia contar ele deixaria eu jogar. Lógico, prometi.
Ele colocou o jogo no nivel mega fácil, chegou a cadeira pra trás e me fez prometer outra vez que nao contaria, nao entendia porque tanto segredo mas aceitei. Então, ele chegou a cadeira pra trás e falou pra eu sentar no colo dele, eu tentei sentar so na ponta dos joelhos, sem maldade nenhuma, mas ele me posicionou pra eu sentar em cima da sua piroca.
Mesmo sabendo que era errado eu, ainda nao maudava e fiquei ali no colo dele, era muito fácil fazer gol, e cada vez que eu fazia gol, ele mexia pra baixo e pra cima como se tivesse comemorando, nesse momento eu ja sentia sua piroca dura, eu fiquei o tempo todo querendo sair, mas nao tinha coragem meio que congelei, eu ficava so jogando sem falar nada, ele movimentava e eu ali sentado, ele falava que eu nao podia contar pra ninguem, porque minha avó nao me queria ali. Eu novamente disse que nao contaria.
Entao ele disse que deixaria o jogo mais difícil, ele segurando na minha cintura, mesmo com roupas, ele come ou a me fazer subir e descer no colo dele. Cada vez mais rápido, nisso ele me põe em pé, e abaixa meu short ate o joelho, fiquei ali parado, com a bunda de fora e escutando ele bater punheta atrás de mim.
Ate que senti algo quente na minha bunda, ele havia gozado, na minha bunda, ele pegou uma camisa e me limpou, e de novo disse pra eu nao contar nada, se caso eu nao falasse ele iria me dar o videogame no fim do ano.
Aos 10 fui usado, mas nunca contei, ate hoje nunca contei.