Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 15

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2510 palavras
Data: 11/05/2026 10:19:02

O clima dentro daquele carro blindado estava um inferno. O Paulo e o Sr. Sérgio tinham se afastado apenas alguns metros para olhar as plantas da obra com o engenheiro, e foi o tempo exato para a Gabriela montar em mim no banco de trás. Eu já estava com o pau de fora, sentindo o calor daquela ruiva e a pressão do rabo de cavala dela contra o meu colo, pronto para enterrar tudo nela pela segunda vez no dia.

O vestido verde dela estava lá em cima, e o piercing no umbigo brilhava conforme ela rebolava devagar para encaixar.

— "Vai, Robson... agora! Eles estão distraídos,"

ela sussurrou, os olhos azuis faiscando de perigo.

Mas, no momento em que eu ia estocar, ouvi o barulho seco da porta do motorista sendo destravada pelo controle remoto.

— "Puta que pariu, Gabriela! Eles voltaram!",

eu rosnei, segurando a cintura dela com força para ela descer do meu colo.

Foi um movimento de cinema. A Gabriela deu um pulo para o banco do lado, puxando o vestido para baixo num movimento só, enquanto eu enfiava o mastro para dentro da calça e fechava o zíper com uma velocidade que quase me belisquei.

O barulho do zíper subindo coincidiu exatamente com o Sr. Sérgio abrindo a porta do motorista.

O Sr. Sérgio entrou, bufando por causa do mormaço da capital, e jogou as plantas no banco do passageiro. O Paulo deu a volta e sentou na frente, ajeitando o terno e limpando o suor da testa com um lenço.

— "Esses engenheiros complicam tudo. Querem mais prazo para o acabamento do mármore,"

o Sr. Sérgio resmungou, ligando o motor do carro.

— "Tudo certo aí atrás, Gabriela? Você está muito calada."

Olhei para ela. A Gabriela estava encostada no canto do banco, com o cabelo levemente bagunçado e o peito subindo e descendo rápido. O piercing na barriga ainda devia estar gelado do meu toque, mas ela manteve a pose de ninfetinha entediada.

— "Só estou com um pouco de sono, pai. Esse mormaço me deixa mole,"

ela respondeu, a voz saindo com uma rouquidão que só eu sabia o motivo.

O Paulo virou o pescoço para trás, olhando para nós dois. Ele me encarou por uns segundos, e eu sustentei o olhar com a maior cara de paisagem do mundo.

— "E você, Robson? Gostou da estrutura? O Sérgio não brinca em serviço quando o assunto é luxo,"

o Paulo perguntou, sem desconfiar que o "luxo" dele estava a um centímetro de ser arrombado no banco de trás do carro do sócio.

— "Impressionante, Paulo. A fundação parece muito sólida. Mas o que me interessa mesmo é o acabamento... dizem que é aí que a gente vê o valor real da obra,"

respondi, com um tom que fez a Gabriela apertar a própria coxa.

O Sr. Sérgio deu ré no carro e saímos do canteiro de obras. O silêncio dentro do carro era cortado apenas pelo som do ar-condicionado. Pelo reflexo do vidro fumê, eu via a Gabriela me olhando. Ela estava com uma mão no colo, mas a outra estava escondida entre nós dois, buscando a minha mão.

Ela pegou o meu dedo e apertou com força, uma promessa silenciosa de que o que foi interrompido no banco ia ter volta.

O carro deslizava pelas avenidas da capital, com o Sr. Sérgio no volante e aquele cheiro de couro e tensão abafando o ar. O Paulo, sentado no carona, parecia radiante, com o ego inflado por causa da visita à obra. Ele se virou para trás, apoiando o braço no banco, olhando para o Sérgio e depois para a Gabi.

— "Sérgio, aproveitando que estamos todos aqui e o clima está bom... eu queria fazer um convite oficial. Amanhã a noite, quero vocês dois lá em casa para um jantar especial. Ja estamos preparando tudo."

O Sr. Sérgio deu uma olhada rápida pelo retrovisor, confirmando o caminho.

— "Mais um jantar, Paulo? Você está comemorando o quê agora? A fundação do prédio?"

o velho brincou, com aquela voz grossa de quem manda em tudo.

— "Não, não,"

Paulo riu, ajeitando a gravata.

— "É que eu e a Clara finalmente batemos o martelo. No jantar de hoje, eu vou anunciar a data oficial do casamento. Quero que vocês sejam os primeiros a saber, já que você, Sérgio, é um grande amigo da familia."

A Gabi, que estava do meu lado com o corpo ainda quente da quase transa de agora pouco, deu um suspiro audível. Senti a mão dela apertar a minha perna, as unhas quase cravando no meu jeans.

— "Claro, Paulo. Estaremos lá,"

a Gabi disse, a voz saindo um pouco trêmula.

— "Não perderia por nada ver a Clara finalmente marcar o dia do 'sim' dela."

— "Excelente!",

Paulo exclamou, voltando-se para a frente.

— "Robson, você vai ver o que é uma festa de verdade. Na capital, a gente não marca casamento, a gente sela destinos."

Eu olhei para a Gabi e vi que ela estava mordendo o lábio, tentando esconder o riso ou o nervosismo. O piercing no umbigo dela, que eu quase senti na boca minutos atrás, devia estar latejando sob o vestido.

— "Vai ser um prazer, Paulo. Eu gosto de ver como as coisas se oficializam por aqui,"

— respondi, mantendo a voz firme, embora minha mente estivesse em outro lugar.

Eu sabia o que aquele jantar significava. O Paulo ia anunciar o dia em que se tornaria "dono" oficial da Clara, enquanto o Sr. Sérgio continuava sendo o dono oculto da conta bancária dela. E eu? Eu estaria na mesa como o humilde cunhado da roça, observando a noiva que eu já tinha possuído, a cunhada que eu tinha marcado, a sogra que me deu um boquete e, agora, a filha do Sérgio, que estava louca para terminar o que começamos no banco de trás.

O Sr. Sérgio estacionou o carro na garagem do prédio de luxo.

— "Então está combinado. amanha as 8 hs estaremos lá. Gabi, vamos subir para nos trocarmos. Robson, Paulo... até mais tarde."

Saímos do carro. A Gabi passou por mim e, num movimento que ninguém viu, encostou o quadril no meu e sussurrou:

— "Te vejo no jantar, caipira. Vê se não gasta todo o seu estoque antes da hora... porque amanhã, depois do anúncio, eu vou querer o meu presente."

Ela subiu com o pai, rebolando aquele rabo de cavala, e eu fiquei ali com o Paulo,

que me deu um tapa nas costas, achando que a vida dele era perfeita. Ele não tinha ideia de que o jantar de amanha não seria sobre um casamento, mas sobre o quanto de podridão uma mesa de luxo consegue aguentar.

O que eu não imaginava, enquanto tentava processar por que a Bruna fez propaganda de mim para a ruiva rabuda. Eu percebi que não estavam apenas em um bairro próximo,

mas dividiam o mesmo endereço de luxo.

— "O Sérgio mora aqui, Paulo?"

perguntei, tentando manter a voz casual, enquanto sentia um suor frio brotar na nuca.

— "Mora. Cobertura B. A gente mora na A," ele respondeu,

"Vizinhos de porta, sócio nos negócios. O mundo é pequeno para quem tem dinheiro, Robson. Por que a pergunta?"

— "Curiosidade,"

menti, sentindo meu estômago dar um nó.

O mundo não era pequeno; era uma jaula. O mesmo prédio. O mesmo andar. A Bruna não tinha apenas "feito propaganda" de mim para a Gabriela por maldade pura; elas eram cúmplices de corredor. Enquanto o Paulo achava que estava cercando o Sérgio, e o Sérgio achava que era o dono das mulheres da família do Paulo,

as duas a irmã e a filha do inimigo compartilhavam segredos.

Subimos o elevador em silêncio. Quando as portas se abriram, vi o tapete vermelho que unia as duas portas monumentais de madeira nobre. De um lado, o império decadente do Sr. Cláudio e da Verônica. Do outro, o covil do Sérgio e daquela ruiva ninfetinha que ainda tinha o meu cheiro impregnado na seda verde do vestido.

Entramos em casa e o som de risadas vinha da sala de jantar. A Lia estava lá, com um vestido novo, mais curto que o anterior, segurando uma taça de cristal. Ao lado dela, a Bruna, com aquele olhar de víbora que não me deixava em paz.

— "Chegaram os heróis da construção civil!",

Lia exclamou, vindo me beijar. O beijo dela tinha gosto de espumante caro e mentira.

— "Robson, o Sr. Cláudio estava contando como a nossa fazenda vai valorizar com os contatos que ele fez hoje."

Eu olhei para o fundo da sala. O velho Cláudio estava sentado na poltrona, com um sorriso de satisfação que me deu náuseas. Ele já devia ter acertado os detalhes da "tarde no hotel" com a Lia enquanto eu estava no carro com a Gabriela.

A Bruna se aproximou de mim enquanto o Paulo ia até o bar. Ela parou ao meu lado, fingindo observar a vista da varanda.

— "Gostou da Gabi?",

ela sussurrou, sem me olhar.

— "Eu disse a ela que você era um diferencial. Ela é difícil de impressionar, mas pelo jeito que ela desceu do carro, você fez o serviço completo."

— "Por que, Bruna? Por que jogar a filha do sr sergio pra cima de mim?",

perguntei, curioso.

— "Porque eu quero ver esse prédio pegar fogo, Robson. E você é o fósforo,"

ela disse, virando-se para mim com um sorriso diabólico.

— "O Paulo quer a Gabi para humilhar o Sérgio. O Sérgio quer a gente para humilhar o Paulo. Mas se a Gabi ficar viciada no 'caipira', o jogo vira. Você não é mais um peão, Robson. Você é a arma que eu escolhi."

Naquela noite, o jantar foi uma prévia do caos. Estávamos todos ali, na mesma mesa, dividindo o pão e o vinho, enquanto por baixo do pano a traição corria solta. A Verônica me servia com uma atenção excessiva, a Lia me ignorava para flertar com o sr Cláudio, a Bruna assistia a tudo como uma maestrina, a Clara me olhava com desejo. Sera que a Bruna contou para ela da Gabriela?

Eu pensei.

Mas o meu pensamento estava na parede ao lado. No apartamento vizinho. Eu sabia que a Gabriela estava lá, provavelmente nua, tocando o próprio piercing e pensando na penetrada que eu dei nela.

O anúncio do casamento amanhã não seria o fim da história. Seria o início do massacre. O Paulo ia anunciar a data, mas ele não sabia que a clara era minha e do seu sócio, a irmã era minha informante e minha putinha, lia era do pai dele e a "arma" secreta dele a Gabriela já tinha sido desarmada por mim no chão de um banheiro.

Fui para o quarto com a Lia. Ela tentou me seduzir, usando o lingerie que o velho provavelmente escolheu, mas eu fechei os olhos e só conseguia ver as sardas da Gabriela e o ódio da Bruna.

— "O que foi, Robson? Tá cansado?", Lia perguntou, fazendo biquinho.

— "Tô, Lia. O dia na cidade cansa quem é da terra," respondi, virando de lado.

Eu precisava descansar. Amanhã, o jantar de noivado seria o palco da maior execução moral que aquela capital já viu. E eu seria o carrasco, pronto para puxar o gatilho no momento em que o Paulo dissesse "sim".

Eu acordei com a boca seca, o gosto de whisky barato misturado com o ranço daquela falsidade toda. Olhei pro lado e a Lia dormia feito um anjo, a cara de santa que engana qualquer otário, mas pra mim o feitiço já tinha quebrado. Levantei de mansinho, sentindo o chão frio, e fui pro banheiro.

Tranquei a porta e sentei no vaso. Foi só o tempo de eu pegar o celular e o bicho tremeu. O clone do WhatsApp da Lia brilhou na tela. Era o velho. O Sr. Cláudio.

— "Puta que pariu..."

murmurei, vendo a miniatura do vídeo carregar.

Quando dei o play, o sangue subiu pra cabeça e as veias do meu pescoço saltaram. Não era história, era a prova do crime.

O vídeo tinha sido gravado naquela tarde, num quarto de hotel que cheirava a pecado. O velho Cláudio, aquele cadáver reanimado, estava comendo a Lia com uma raiva que eu nunca imaginei que ele tivesse.

Ele revirava ela na cama, pegando de jeito, em todas as posições que ela sempre me dizia que tinha vergonha de fazer. A Lia, minha esposa, a mulher que eu trouxe da roça, tava lá, se entregando todinha pro patriarca moribundo. O vídeo terminava com o velho gozando sem dó, sujando o cuzinho dela todo, enquanto ela dava aquele gemido que eu achei que era só meu.

O sangue ferveu de um jeito que eu achei que ia explodir. Logo embaixo do primeiro vídeo, veio outro ainda pior. O velho Cláudio, aquele desgraçado, segurava um maço grosso de notas de 100 e de 200 reais e batia com força no rosto da Lia, enquanto comia ela por trás. E ela? Ela não tava com medo. Ela gemia feito uma cadela no cio, implorando por mais, pedindo pra ele humilhar ela enquanto o dinheiro estalava na cara dela.

— "Vagabunda..."

rosnei baixinho, apertando o celular com tanta força que a tela quase trincou.

Eu ali, com a mão tremendo de ódio, vendo minha dignidade ser jogada no lixo por causa de uns pedaços de papel. Mas a madrugada no covil das cobras não para. Do nada, o celular vibrou de novo.

Uma notificação da Clara, a "noivinha" do ano:

"Robson, tá todo mundo dormindo... Vem aqui no corredor agora. Quero sentir o gosto do seu leite na minha boquinha de novo, não aguento mais o Paulo."

Antes de eu conseguir processar a audácia da cunhada, outra mensagem pipocou na tela. Era a Bruna, a irmã do Paulo, a cobra-mestra.

"Robson, eu não acredito! O meu pai ficou louco de vez! 😱 Ele acabou de mandar o vídeo dele comendo a sua mulher pra mim por engano! Ele queria mandar pro Sérgio pra mostrar 'como a putinha fode' e mandou no grupo da família que só eu vi a tempo de apagar. O velho tá se gabando que comprou a Lia por 50 mil. O que você vai fazer?"

Eu olhei pro corredor escuro através da fresta da porta do banheiro. O caos tava completo. De um lado, o velho humilhando a minha mulher com dinheiro. Do outro, a cunhada me chamando pra ser o carrasco do noivado dela no meio da noite. E a Bruna, sabendo de tudo, botando lenha na fogueira.

Respirei fundo, sentindo o pau latejar de ódio e de tesão pelo perigo. A farsa tinha acabado. Se eles queriam putaria, eles iam ter. Se o velho achava que comprou a Lia, ele não perdia por esperar o troco que o ia dar.

Abri a porta do banheiro bem devagar. O apartamento tava um silêncio mortal, mas as paredes pareciam gritar. Eu ia encontrar a Clara no corredor, ia descarregar o ódio na boca dela, e depois ia preparar o prato principal pra esse jantar de amanhã.

Ninguém ia sair inteiro desse prédio.

Qual dúvida ou ideias mande mensagem para e-mail atakricardinho@gmail.com

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 27Seguidores: 77Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Ta cada vez melhor!!!

Uma atenção especial a Bruna.... preciso ter cuidado com ela para não virar marionete dela. Ela deve estar tramando algo muito maior. Nessa história não há inocentes, nem mesmo vc Robson, então sem moralismos.

É fato, que Lia não é de confiança, pelo andar da carruagem e vai te desprezar tão logo conseguir algo que almeja. Nem sua rola é capaz de segura-la. Seis legal frustrar os planos dela.. fase-la continuar na fazenda, mas sob suas regras kkk

Descontar a raiva em Clara, não seria justo. Ela aparece mais uma peça do tabuleiro do que qualquer outra coisa. Seria interessante observar mais ela e aproveitar, afinal, vc fez ela gozar bem pouco e só recebeu mamadas, to esperando uma foda legal e completa com ela. Até aqui, perto das outras mulheres, incluindo a Lia, é Clara aparenta ser a menos perigosa e mais vulnerável. Dá impressão que ela está gostando realmente de vc, mais do que sexo. Acredito que no fim das contas vc vai acabar saindo ganhando mais do que supunha.

Pra pegar o velho, ter a Veronica na mão é uma boa. Filmar ela de modo bem constrangedor e humilhante e deixar que o velho saiba... fazer com a filha isso não seria tão devastador do que com a esposa. Comece a colher provas..

História está muito boa!

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Caraca meu amigo só tem filho da puta na parada, você tem mais é que comer todas elas, fimar mostrar pra todo mundo e a seguir dar pé na bunda da puta da tua mulher. esperando ancioso o parquinho pegar fogo.

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Eu concordo, e nem acho que o Robson traiu ele revidou tudo que a Lia começou já na fazenda, lá, ela, a Clara e o Paulo humilharam ele,e a Lia como toda vadia sempre dá aos amantes o que não dá ao marido. Tem mais é que sofrer as consequências.

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Pensamos igual, a Lia na real se prostituiu tendo um marido que a princípio a tratava com respeito.

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