O amigo tímido do meu namorado – (3)

Um conto erótico de Silvânia (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 7494 palavras
Data: 11/05/2026 00:43:26

Parte – 3.

Acordei de um susto. Havia sonhado que o Gervane aparecia no quarto e me pegava na cama, na maior foda com o Lian. Apesar do susto, fiquei excitadíssima com o sonho, pois parecia tudo muito real. O melhor é que o Gervane no sonho não estava bravo, mas excitado e de pau duro.

Notei que o Lian não estava mais no quarto, já havia descido para tomar o café da manhã. Peguei meu celular e havia algumas mensagens do Gervane:

“Nossa! É muita tentação, meu amigo vai dormir junto? Não acredito”

“E você, como está dormindo? De pijaminha curto com esse bundão pro lado dele?”

“Eu no lugar dele não ia resistir. Agarrava você de noite.”

“Fiquei cheio de fantasias aqui. Estou de pau duro. Assim você me tira o sono.”

Vi que ele até imaginava um pouco, mas não fazia muita ideia do que estava acontecendo.

Mandei um “Bom dia” a ele e fiquei esperando a resposta. Mas ele não respondeu.

Para provocar, eu mandei um emoji com a figurinha da mão com os dois dedos erguidos, fazendo sinal de corno. Escrevi: “Sonhei que acontecia. Acordei melada”.

Depois de um tempinho, como ele não respondeu, senti que meu corpo ainda cheirava porra. Me levantei e fui tomar banho para descer e ir tomar o café da manhã.

Me arrumei, coloquei um macaquinho de malha cinza, canelada e justinha, que se abria com um zíper na frente. Eu já não usava calcinha. Deixei o zíper um pouco aberto, formando um certo decote por onde parte dos meus seios apareciam. Estava gostando se ser provocante. Escovei meus cabelos, prendi com um arco de aço, calcei rasteirinhas e desci até à cozinha para tomar meu café. Lá já tinha muita gente comendo. Entre os tios e alguns primos do Lian estava a Miranda que quando me viu se levantou e veio me dar um abraço e logo me puxou para um banco do lado de fora da cozinha, no canto da varanda e se sentou ao meu lado. Ela falou:

— Eita, amiga! A noite foi boa hein? Acho que foram as melhores “pazes” que eu vi, ou melhor, ouvi, na vida! - E deu uma risadinha sacana no final.

Eu fiquei fingindo não entender o comentário, e questionei por que ela tinha falado aquilo. Ela completou:

— Por quê? Hahahaha, eu estava no outro quarto, mas acho que a casa inteira ouviu as “pazes” de vocês! Você gemeu muito. O Lian não deixou a desejar!

Foi quando dei sinal de que entendi que ela estava falando do barulho que fizemos durante a noite, pois eu havia gemido muito alto e fingi que nem me lembrava. Fiquei vermelha de vergonha. Olhei para ela, e sorri, sem ter o que falar. Olhei para a cozinha e percebi que os primos e tios do Lian conversavam entre si e olhavam para ele e para mim de uma forma diferente. Com certeza o assunto do dia não era outro senão eu e o Lian. E as nossas “pazes”.

Lian, por sua vez, parecia ter gostado muito daquilo, pois os tios e primos ficavam brincando com ele, davam tapinhas, ele ria de satisfação. Parecia muito orgulhoso. Eu voltei a olhar para a Miranda e falei:

—Aaah...bem... hehe, pois é amiga... foi bom sim. Nem me lembre.

Foi então que a Miranda piscou um olho, cúmplice, e falou:

— Não se preocupe. Nessa família todos são muito liberais. Você subiu no conceito de todos, e o Lian também.

Ela comentou que depois do café iria fazer uns exercícios ali em casa mesmo, e me convidou para fazer com ela. Eu pensei que iríamos esperar as pessoas se dispersarem, e aceitei na mesma hora, até porque estava devendo ginástica, pois na véspera não havia feito a minha caminhada, e já fazia dias também que não ia à academia.

Voltamos para a cozinha e eu tomei o meu desjejum e ela também terminou de comer. A seguir, subimos para nossos quartos, para vestir uma roupa mais adequada para fazer exercícios.

Vesti um top azul e uma bermuda legging cinza. Amarrei o cabelo e desci até à sala onde a Miranda já me esperava. Ela estava também de legging e top pretos, e trazia uma grande bola preta de fazer pilates, e uns pesos.

Num dos sofás da sala estavam sentados o Lian, o Silvano e mais dois dos tios deles. Afastamos um dos sofás para ganhar espaço e começamos os exercícios, nos revezando, cada uma fazia uma sequência e dava a vez para a outra. A Miranda também era boa naquilo. Durante os exercícios, reparei que os homens no sofá não tiravam os olhos de nós, e de mim, principalmente. Mas, tentei ignorar aquilo.

Em um dos exercícios, tive que apoiar os braços sobre a bola e mover as pernas, e por isso, a minha bunda ficou toda empinada.

Dei uma olhadinha de lado e reparei que os homens ficaram inquietos no sofá. Fazer exercício com plateia masculina tinha aquela consequência. Mas, eu já estava até gostando. Em outro exercício, eu segurava um peso na altura do peito e dava um salto para frente e caia me agachando. Notei que eles moviam o pescoço de um lado a outro, como se fosse jogo de tênis, para me acompanhar. Apesar de não gostar muito dessa “vigilância” descarada, eu tentava não ligar e fingir que eles nem estavam ali.

Terminamos os exercícios, meia hora depois, molhadas de suor, eu subi para o quarto, queria tomar um banho. Entrei no quarto e fui para o banheiro. Me lavei e quando terminei o banho, me enxuguei e sai para o quarto enrolada com a toalha, porém assim que cruzei a porta do banheiro me assustei com o que me deparei. O Lian parado no meio do quarto, com a bermuda desabotoada, o zíper todo aberto, com aquela rola enorme dura toda para fora. Ele alisava o cacete calmamente.

Eu fiquei estática, por uns 10 segundos olhando para o pau dele, tentando entender o que estava acontecendo. Na verdade, eu estava mais hipnotizada com a aquele pau do que com a situação em si e tentava raciocinar. Até que eu consegui falar:

— Lian, o que você está fazendo? Você me prometeu que não faríamos mais nada!

Ele, na maior cara limpa, olhou e falou:

— Fazer o que? Nós não estamos fazendo nada.

Depois disso, ele simplesmente guardou o pau dentro da bermuda, se virou e saiu do quarto.

Ele era muito esperto. Sabia já que o pau dele mexia demais comigo, e como não queria ser ele a quebrar a promessa novamente, ele simplesmente mostrou o pau duro, esperando uma reação positiva minha. O pior é que o filho da puta conseguia me tirar do sério com aquilo. Senti um tesão enorme, minha boceta já estava a ficar molhada só de olhar aquele pau duro. A vontade de dar para ele era cada vez maior. Mas, o fato dele ter saído, me aliviou.

Vesti um shortinho folgado e uma camiseta branca sem sutiã mesmo, e me deitei na cama. Peguei o meu celular e tentei teclar com Gervane. Fiquei mandando mensagens, queria ver se contava o que havia acontecido, mas ele não viu. Eu estava sim com saudade dele, mas eu estava contente que a gente iria ser ver no dia seguinte, pois já era domingo e a casa de praia, eu tinha ouvido que foi alugada somente até na segunda. Sendo assim, eu e o Lian iríamos embora no dia seguinte, e tudo voltaria ao normal.

Só que eu percebi que secretamente, ainda sem se tornar claro, sentia alguma outra coisa. Eu estava muito intreigada.

Por mais que eu falasse que também estava com saudades do Gervane, que não via a hora de o reencontrar e tudo voltar ao normal, algo em mim, lá no fundo, dizia que não era bem assim. Porém, eu evitava pensar naquilo e me concentrava no que era o certo de se fazer. Voltar e acabar com aquela incúria libidinosa.

Eu estava meio distraída com tais pensamentos, quando a porta do quarto se abriu e o Lian entrou. Logo que entrou, ele retirou a bermuda e ficando só de cueca veio em minha direção. Nessa hora meu coração se acelerou, pensei que ele fosse fazer algo comigo, porém, ele parou e ficou em pé do meu lado, o pinto quase na frente do meu rosto. Ele ameaçou retirar a camisa e falou:

— Sil, você pode me ajudar a tirar a minha cueca, por favor?

Eu falei:

— Lian...você me prometeu.

Ele logo disse:

— Eu sei que prometi, Sil, só estou pedindo um favor, apenas isso, nada demais.

Ele conseguiu me fazer parecer uma idiota caso me recusasse fazer um “favor” a ele. E mesmo sabendo o quanto aquilo era uma má ideia, eu aceitei, e ainda deitada, estiquei os braços e comecei a abaixar a cueca dele, enquanto ele retirava a camisa.

Eu desci a cueca e o pau dele subiu lentamente, até se empinar e ficou apontado para cima, como um mastro duro, grosso e veiúdo. Bem na minha frente.

Eu fiquei segurando a cueca dele para baixo, na altura dos joelhos, e não consegui tirar os olhos daquela pica que me dava água na boca. Pensei: “Meu deus que delícia de pau!”

Ele reparou que eu estava hipnotizada, e falou, dando uma risada sacana:

— Não vai tirar toda a minha cueca?

Eu voltei a ter foco na situação e percebi que estava mordendo os lábios sem querer. Abaixei a cueca até cair, e ele se afastou nu com o pau duro, e murmurou:

— Obrigado.

O safado simplesmente foi andando bem devagar em direção ao banheiro para tomar um banho sem dizer mais uma palavra. Fiquei ali na cama, sem reação, pensando em tudo aquilo. Um provocador safado. Até que ele terminou o banho, saiu do banheiro completamente nu com o pau ainda duro e foi até ao guarda-roupa e ficou demorando para escolher qual roupa vestir. Mas, eu sabia que era só um pretexto para ficar exibindo seu pau e mexendo comigo. Quando ele terminou de se arrumar, falou que a gente iria almoçar fora e pediu para eu me arrumar logo pois sairíamos dali a 30 minutos.

Vesti um shortinho jeans e uma camisa preta e desci para a sala e fiquei conversando com Miranda enquanto a gente esperava as últimas pessoas terminarem de se arrumar. Fomos almoçar em um restaurante campestre que ao lado, tinha um lago onde as pessoas alugavam um patinho de pedal e dava direito a andar 15 minutos.

Nós almoçamos bem sossegados, estávamos em quatro casais, dois tios e suas esposas, a Miranda e o Silvano, eu e o Lian. Depois do almoço, fomos para esse lago.

Eu fiquei distante vendo o pessoal andando nesses patinhos. Como só cabiam duas pessoas, era um casal por patinho. Eu não estava a fim de ir e fiquei conversando com a Miranda e olhando as pessoas passeando de patinho pelo lago. O Lian falava com o Silvano. Foi quando o Silvano chamou a Miranda e ela foi andar com ele de patinho. E logo depois o Lian me chamou, e não tive muita escolha e resolvi ir. Se negasse ficaria ruim. Entrei no patinho com o Lian e ficamos pedalando juntos para o pato andar sobre a água.

O Lian ia controlando a direção. A gente foi andando pelo lago e tudo parecia normal, até que vi meu celular dar sinal de mensagem e me distrai para responder o Gervane, explicando que estávamos almoçado fora.

Quando voltei a atenção ao lago percebi que o Lian parou o patinho num canto, debaixo de umas árvores, onde tinha uma espécie de bosque, e me puxou, falando:

— Vem.

Não entendi o que ele queria e ele insistiu:

— Vamos ver o que tem aqui nesse bosque?

Eu fiquei curiosa, talvez ele tivesse algum conhecimento do local. Saímos do patinho e fui atrás dele. Andamos uns vinte metros numa trilha no bosque, até encontrarmos algumas pedras. Ele falou:

— Ah... que frustrante... achei que tivesse alguma coisa aqui.

Eu me aproximei dele e realmente não tinha nada. Quando me virei para voltar ao patinho ele me segurou pelo braço e já falou:

— Espera, a gente já está aqui mesmo...

Na hora ele já desceu sua bermuda e ficou com o pau meia-bomba para fora. Eu tomei um susto quando ele fez aquilo, porém, antes que eu falasse algo ele já me puxou me chamando:

— Vem, dá uma chupada daquelas gulosas que só você sabe.

Ele apoiou a mão no meu ombro, e me fez ajoelhar na sua frente, já abaixando a minha blusa e colocando meus peitos para fora.

Foi tão inesperada aquela atitude, principalmente vindo da parte dele, que me deixou excitada. Era algo ousado e inesperado. Além de ser uma coisa improvisada, acontecia num ambiente aberto.

Ele empinou a pica, e puxou a minha cabeça com a mão em minha nuca, contra seu pau. Não pensei em nada mais, sabia que tinha que ser rápido. Abri a boca, coloquei a língua para fora e já comecei a chupar, enquanto sentia a pica se endurecendo ainda mais na minha boca. Ouvi o Lian exclamar:

— Você está gostando, né?

Por mais que eu soubesse que era errado, eu não estava conseguindo evitar aquilo. Na verdade, eu estava gostando daquelas loucuras, cheia de tesão. Chupei as bolas dele como se eu fosse uma vagabunda! Era incrível como as surpresas do Lian conseguiam me deixar maluca! Ele estava ganhando muito mais autoconfiança e mais intimidade comigo, aproveitando ao máximo cada oportunidade, pois sabia que nosso período de estarmos juntos já iria se acabar. Eu disfarçava, mas estava excitadíssima com aquilo.

Ele punheteou seu pau enquanto eu chupava suas bolas. Eu nunca tinha agido de forma tão devassa e safada, me sentia uma verdadeira cachorra, mas era isso que aumentava o meu tesão. Pensei:

“Quem já fez o que fiz, não precisa se privar de nada.”

Ele logo me avisou que iria gozar, eu fiquei com os peitos para fora da blusa e a boca aberta esperando pelos jatos de esperma! Logo o safado começou a ejacular. Nossa, aquela porra quentinha no rosto era uma delícia!

Ele me fez dar algumas chupadas na pica, ainda limpando seu pau. Quando terminamos, me levantei e limpei meu rosto com as mãos e passei na minha camisa mesmo. O Lian estava todo feliz e eu falei que aquilo foi muito errado, e lembrei da promessa que ele havia me feito. Porém ele pediu desculpas e falou que não aguentou, que havia se segurado muito mas que eu mexia demais com ele. Eu não conseguia negar que a recíproca era verdadeira.

Ele comentou que eu chupei o pau dele com vontade e isso mostrava que eu também gostei.

Deixei essa questão para lá e resolvemos voltar logo antes que sentissem a nossa falta. Voltamos ao patinho e pedalamos lá no lago mais um tempo. Eu tinha ficado louca de tesão, aquele boquete que fiz no Lian me deixou maluca, e sentia o cheiro do pau e a porra dele, e me deixou com um gostinho de quero mais.

Depois de um tempo, quando todos terminaram as suas voltas pelo lago, voltamos para casa e eu fui tentando manter a calma, sentia minha boceta molhada debaixo do short. Ao chegarmos em casa o Lian foi para a área de lazer com seus familiares e eu subi para o quarto. Logo que entrei, tranquei a porta, tirei toda a roupa e fui me deitar na cama, já começando rapidamente a me masturbar feito uma vadia! Esfregava meu clitóris enquanto não tirava o pau do Lian da minha cabeça! Pensei:

“Esse mestiço gostoso está me transformando em uma pervertida!”

Em pouco tempo comecei a me tremer inteira, dei um longo suspiro, minha boceta escorria, havia gozado gostoso demais, fiquei deitada mais um pouco em um estado de êxtase. Eu pensava:

“Realmente, eu devo estar ficando louca!”

Passados alguns minutos, me recuperando, me levantei e fui tomar um banho, voltei a vestir um short e uma camiseta. Já não me importava de usar sutiã e nem calcinha, pois todos já tinham visto meus seios na piscina, e nas diferentes blusinhas que eu usava. Eu estava adorado ser admirada por todos, e desejada pelos tios e primos do Lian. Depois de escovar meus cabelos e passar um perfume, desci para a sala e me encontrei com a Miranda e nos sentamos no sofá, começando a conversar.

Miranda era uma pessoa incrível, e durante a conversa eu falei:

— Ah, Miranda, você é uma pessoa incrível! Adorei conhecer você. É uma pena que vamos ter que ir embora amanhã.

Ela me olhou com uma expressão de dúvida, e logo disse:

— Como assim?

Eu repeti:

— É que amanhã é segunda-feira, mulher, a gente vai ter que entregar as chaves e ir embora, não é?

Ela me olhou intrigada, e disse:

— Silvina... a gente vai ficar até domingo que vem. A volta é na outra segunda-feira.

Eu fui pega de surpresa. O Lian havia falado para o Gervane e para mim que seria só um final de semana, até segunda-feira. Mas, pensando bem, não disse qual delas.

Eu pedi licença para a Miranda e fui até onde estava o Lian, no jardim com seus familiares, e eu o chamei para conversar. Levei-o até na cozinha, onde não tinha ninguém no momento, e falei:

— Que história é essa que ficaremos aqui até o domingo que vem?

Ele olhou para os lados meio sem jeito e respondeu:

— Aaah, é... eu até ia falar isso com você... então... os meus familiares gostaram muito daqui e aumentaram a estada na casa, porém, eu só fiquei sabendo disso há pouco.

Eu olhei indignada para ele, e disse:

— Lian, você não tinha esse direito! Olha eu não estou nem ai, não vou causar uma briga com o Gervane por sua culpa! Vou pegar o primeiro ônibus amanhã e vou embora.

Muito irritada, fui para o quarto, e quando peguei o celular para olhar alguma passagem na agência rodoviária, o Lian que havia me seguido, falou:

— Sil... por favor! Eu preciso de você... se você for embora assim, todos vão saber que tudo foi armado... por favor.

Por mais que eu estivesse com raiva dele, eu fiquei balançada. Por um lado, senti pena, não queria que ele se desse mal perante a família, por minha causa. Porém, o que mais mexeu comigo foi que enquanto ele falava comigo, ele mexeu no pau dele, deu uma ajeitada, e isso me fez lembrar de tudo que já tinha acontecido, e que eu no fundo era culpada. Pensei que falando com jeito, o Gervane até que poderia aceitar, sem reclamar. Ponderei e disse:

— Está bem, Lian, eu vou falar com o Gervane, e você também depois vai se explicar com ele. Se ele aceitar, vou ficar até domingo, porém, acho que o Gervane vai ficar puto comigo, e não só comigo, mas com você também! Foi errado isso.

Ele saiu do quarto, meio nervoso. Na mesma hora eu liguei para Gervane. Ele atendeu rápido, e começamos a conversar. Eu disse:

— Amor, os familiares do Lian decidiram ficar até domingo aqui, e estão insistindo para nós ficarmos.

Fiz aquilo para livrar a barra do Lian. Como eu já esperava, o Gervane não gostou nada, ficou uma fera, ele queria que eu voltasse no dia seguinte mesmo e foda-se a história de fingir ser namorada do Lian, falou que o combinado foi só até na segunda-feira, e que ele se virasse em inventar em uma desculpa.

Meu coração se apertou. Era uma crise e tanto. Eu falei que não podia fazer isso, que o Lian estava com medo de que descobrissem tudo, falei que seria melhor eu ficar até no domingo. Os familiares do Lian tinham insistido muito.

Claro que começamos a discutir no telefone, e Gervane desligou na minha cara, furioso, me acusando de preferir ficar. Eu também fiquei furiosa com aquela atitude ofensiva dele de desligar. Mas, no fundo, eu sabia que era só um momento de raiva dele.

Depois dessa chamada, eu desci para a sala novamente e quando Lian olhou pra mim, eu fiz um sinal de que ele deveria ligar para o Gervane. Eu tinha esperança de que se fosse o Lian a pedir, achava que ele ia concordar. O Lian subiu ao quarto para ligar, e eu voltei a conversar com Miranda na sala. Mas estava tensa.

Dez minutos depois o Lian retornou e fez sinal de positivo. Disse que estava tudo acertado. Fiquei mais sossegada. Eu não liguei para o Gervane para ver se ele me ligava.

Mais tarde, o Lian e o Silvano vieram nos convidar para irmos ao shopping naquela noite, e passar um tempo por lá. Nós aceitamos, e mais tarde fomos nos arrumar.

Vesti um vestido preto soltinho e curto. Me encontrei com a Miranda na sala e ela estava com uma t-shirt preta, com gola, uma saia xadrez curta em tons de cinza, e usando um meião e um sapatinho modelo boneca, branco. Ela estava muito meiga para ir ao shopping.

Logo depois, apareceram o Lian e o Silvano, e então fomos para o shopping. Lá, nós comemos hamburguer com fritas, e depois a Miranda deu a ideia de irmos no salão de jogos, brincar um pouco. Nós fomos e jogamos alguns jogos de corrida, basquete, e depois fui jogar hóquei de mesa com a Miranda, enquanto o Lian e o Silvano ficaram mais afastados na mesa de sinuca, bebendo algumas cervejas.

Fiquei jogando com Miranda e é comum no hóquei de mesa a gente se debruçar sobre a mesa para bater no disco e tentar marcar o gol. Acontece que eu estava de vestido um pouco curto demais e toda vez que eu me debruçava sobre a mesa ele subia e mostrava um pouco da minha bunda. Notei que o Lian e Silvano não tiravam os olhos de mim. Mas não havia mais como voltar atrás. O jogo acabou, eu ganhei, e quando me virei consegui ver o Lian e Silvano cochichando um para o outro, e olhando na minha direção. O Lian me olhava de forma sacana, um olhar que eu já conhecia bem. Resolvi fingir que não percebi aquilo, e voltei com a Miranda para a mesa onde eles estavam.

Ficamos bebendo algumas latas de cerveja no shopping e lá pelas 22h, quando o shopping já ia fechar, resolvemos ir para algum barzinho e beber mais um pouco. Era mesmo programa de jovens namorados, só que o Silvano e a Miranda eram primos, e que eu soubesse, não namoravam. Fomos para um barzinho que não ficava distante de casa e ficamos bebendo e conversando por lá. Estava tocando MPB ao vivo, então o ambiente ficou muito gostoso. As conversas estavam descontraídas, e falavam de poder ficar mais uma semana ali. Perto de 1h da manhã, eu estava bebendo bem devagar, mas sentia que estava começando a ficar tonta. E foi quando resolvemos ir embora.

Quando chegamos na casa, não tinha mais ninguém acordado, aparentemente todos estavam em seus quartos dormindo. Miranda foi para a cozinha e disse que sentiu fome, e faria algo para comer. Eu estava sem fome, e subi junto com o Lian para o quarto.

O Lian foi para o banheiro e eu me deitei na cama e fui olhar o celular. Havia, finalmente, algumas mensagens do Gervane. Ele pedia desculpas por ter brigado comigo, falou que havia ficado com raiva porque estava com saudades, mas que reconheceu a dificuldade da situação, e não haveria problema de eu ficar mais algum tempo ajudando o Lian.

Mandei uma mensagem respondendo, agradecendo, disse que ele era mesmo um grande amigo e namorado sem igual. Depois, me deu sede e resolvi voltar na cozinha para beber uma água. Desci descalça, sem fazer barulho, e quando cheguei lá, tomei um susto com o que vi. Flagrei a Miranda toda aberta, sentada em cima do Silvano, enquanto ele metia com força nela. Eles não me viram. Fiquei vendo da porta da cozinha que estava aberta. Eles estavam fodendo no chão da cozinha, sem nenhuma preocupação se iriam ser pegos por alguém. Eu fiquei chocada com aquilo! Nunca imaginei que a Miranda e o Silvano tivessem algo entre eles pois eram primos! Achei que devia ser efeito do álcool, pois eles estavam mais bêbados do que eu.

Eu estava ali, parada, em silêncio, quando senti uma mão vindo de trás e tampando minha boca, me assustei e olhei para trás. Era o Lian. Ele me puxou fazendo sinal de silêncio, me levando de volta para o quarto. Subimos a escada juntos. Lá, ele fechou a porta e eu perguntei o que era aquilo que vimos na cozinha.

Ele me falou que o Silvano e a Miranda sempre se pegavam nesses encontros de família. Eles tinham um caso antigo. Eu achei aquilo uma bela de uma loucura, pois eram primos, e ele me falou pra eu ficar de bico fechado pois era segredo.

Eu ainda estava em choque, mas, fui tomar banho e me arrumei para ir dormir e coloquei um baby-doll de malha rendada, preto, bem justinho. Eu queria me controlar, mas, na hora de me vestir, agia de forma a deixar o Lian ainda mais encantado.

Ele já estava deitado e eu fui me deitar do seu lado. Notei que ele estava um pouco bêbado e se aproximou de mim tocando nas minhas pernas e vindo cheirar o meu pescoço. Por mais que aquilo tenha me deixado arrepiada eu achei que precisava dar um basta. Tirei a mão dele de mim e falei:

— Lian, sério, vamos parar com isso. Não é certo com o Gervane. Já passamos do limite com isso, já chega, tá ok?

Ele falou:

— Mas Sil, a gente não fez nada demais.

— Como não? – Questionei.

Ele falou:

— Nós nunca fizemos sexo completo, de fato. Só fizemos coisas leves. Isso que fizemos não tem nada demais.

Eu retruquei:

— De onde você tirou isso? Tem sim, e você sabe. Chega disso Lian.

Terminei de falar e ele ficou quieto, parecia ter concordado comigo.

Ele falou:

— Quando eu falei com o Gervane, para explicar o que houve na prorrogação do prazo da nossa volta, ele disse que eu era um safado, e estava aproveitando disso para namorar mais tempo a namorada dele.

— Você que ligou? Ele disse isso? – Eu perguntei.

Ele confirmou, e falou:

— Eu disse que você era maravilhosa, irresistível, e eu nunca iria encontrar uma namorada igual, e tinha muita inveja dele. Ficar mais um pouco com você como minha namorada não era nada. Depois você voltará para ele e eu vou ficar sentindo muita saudade. E frustrado, sem ninguém.

Eu gostei de ouvir aquilo, e perguntei:

— O que ele disse?

— Que todo mundo deseja você, todos se apaixonam, e que eu não sou exceção. Isso ele sempre soube. Deu ênfase esclarecendo que ele me considera muito, e eu tenho que aproveitar que ele quer me ajudar. Será só essa semana, pois na volta ele retoma a namorada.

Eu fiquei bem satisfeita de ouvir aquilo. Ele não sabia que o Gervane já tinha deixado eu fazer o que tivesse vontade. Mas, eu mesma, não queria avançar mais, nem agir de forma a trair meu namorado. Eu disse:

— Muito bem. Ficou esclarecido.

Não dei mais conversa, fiquei mexendo no celular um pouco mais, vendo as redes sociais, e depois me virei e tentei dormir.

O Lian também colocou o celular de lado e se enrolou com o lençol para dormir. Ficamos cobertos com o lençol, o Lian ficou virado para o mesmo lado que o meu, meio que de conchinha, porém ele ficou um pouco distante de mim, não havendo contato físico.

Um minuto ou dois depois, eu senti a cama se mexendo. Notei que o Lian se aproximou de mim, por trás. Eu já podia sentir o ar quente que saía de sua boca em meu pescoço. Aquilo me arrepiou completamente. Foi então que ele tirou o lençol que nos cobria e se aproximou um pouco mais de mim. Quando senti o pau dele, percebi que já não estava mais de short, o pau já duro, estava encostando na minha bunda. Na mesma hora meu corpo todo se arrepiou, mas, eu não reagi. Fiquei vendo se ele continuava ou era só para me testar. Ele começou a roçar a pica entre as minhas coxas, e foi empurrando, o pau dele era muito grosso e quando ele enfiava entre minhas coxas, roçava com força na minha bucetinha por trás. Naquele ponto a minha respiração já estava pesada, e eu estava ficando louca com aquilo. Não queria impedir, mas tinha receio de deixar.

Ele ficou nessa esfregação do pau entre minhas coxas, e eu fui ficando melada. Até que o Lian me puxou para subir e ficar de costas em cima dele e de frente para o teto. Na sequência, já foi enfiando a mão por dentro do meu shortinho do baby-doll, colocando a mão na minha boceta, toda melada, e começou a me tocar de um jeito muito gostoso. Eu não consegui disfarçar um suspiro, misturado com um leve gemido. Ainda tentei evitar aquilo e falei:

— Não Lian... a gente não pode…

Ele respondeu:

— Para de charme Sil, isso não é nada demais, estamos apenas nos ajudando. Eu estou vendo que você está gostando, estou sentido sua boceta toda melada, sua cachorra. Você está cheia de desejo.

Por mais que eu tentasse negar meu corpo me denunciava, estava mesmo morrendo de tesão com aquilo.

Ele viu que eu não contestei, me pegou pelos braços e me movimentando com facilidade, igual uma boneca, me virou e me deixou na posição de 69.

Naquela posição ele aproveitou para me fazer despir o baby-doll. Eu deixei que ele me despisse. Quando me viu nua, deitada sobre ele também quase nu, voltou a me tocar e me chupar, me fazendo soltar novos gemidos.

Eu estava de frente para aquela pica maravilhosa, o short dele ainda estava na altura da coxa. Eu retirei por completo, e atirei para o chão do quarto. Nesse gesto eu já assumia que não estava aguentando mais, e passei a lamber e chupar o pau dele, enquanto era deliciosamente chupada por trás. Percebi que ele não era inexperiente coisa nenhuma, o Lian me chupava deliciosamente, sabia como chupar, parecia querer se afogar na minha boceta. Ele exclamou:

— Que bocetinha mais gostosa Sil!

— Você é safado. Sabe chupar gostoso! – Eu disse.

Eu estava concentrada enquanto babava e tentava chupar o máximo que podia daquela pica. O Lian que alternava, dava umas chupadas para me atiçar e depois interrompia, para me deixar mais tarada. Ele exclamava:

— Isso, mama na rola. Se acaba na minha pica sua gostosa! Caralho, que deliciaaa....

Ele deu uma alisada junto com um tapa forte com as duas mãos em ambas as bandas da minha bunda, me prensando mais contra o seu rosto. Eu nada respondia, com a boca ocupada com a pica grossa, continuava chupando o pau e o saco. Eu estava muito molhada e excitada, e o Lian realmente tinha um poder de me deixar maluca. Ele falou:

— Dessa noite não passa, vou alargar sua bocetinha apertada com a minha pica!

— Ahhhmmm, Lian... isso não... não pod... Aimmm. – Tentei contestar, mas soltei um gemido de prazer.

— Ah gostosa, você vai ver só... – Ele murmurou.

Parei de chupar o cacete e fui mais para frente e me coloquei bem em cima dele e com isso, comecei a roçar minha boceta no seu pau que estava duro em cima da barriga. Falei:

— Seu safado, só vamos continuar assim, que está muito gostoso.

— Então rebola, vai, sua rabuda gostosa. O seu corno sabia que você não ia aguentar.

Eu ouvi aquilo e nem quis parar para conversar. Continuamos assim, enquanto ele por trás, com as duas mãos, me abria a bunda expondo meu cuzinho. Aquilo estava acabando comigo, eu gemia excitadíssima, não sabia se resistiria por muito tempo.

Ele me pegou e puxou pra cima dele já de frente para ele, e nisso, o pau dele ficou enfiado entre minhas coxas, e ele foi fazendo movimento de sexo com o pau roçando na minha boceta. Eu estava encharcada.

Ele foi passando o dedo no meu cuzinho, de um jeito muito gostoso, e aos poucos, foi enfiando o dedo bem devagar. Descobri que o Lian era um grande safado e de inexperiente não tinha nada. Não sabia onde ele havia aprendido tudo aquilo. Ele abria bem a minha bunda deixando meu cuzinho todo exposto para ele enfiar o dedo. Comecei a gemer mais alto. O tesão estava alucinante:

— Ah, Lian... Que é isso! Ah, é muito gostoso!

Lian viu que eu estava tomada pelo tesão, se levantou, me segurando por baixo dos meus braços e eu fiquei suspensa em seus braços. Em seguida, ele me deitou na cama e começou a roçar o pau na minha boceta, com movimentos de empurrar a pélvis, como se praticasse sexo, como se estivesse me penetrando. Minha nossa, que loucura foi aquela! Eu estava tomada de tesão com aquele vai-e-vem frenético roçando na minha boceta, e quase implorando para ele enfiar. Eu me segurava e apertava meus peitos, e olhava para ele com uma cara de puro prazer. Fui perdendo o controle e não aguentei:

— Aiimmmm... que é issooooo! Que tesão…

Eu gozei, me tremendo inteira, gemendo, e melando o pau dele todo, enquanto ele batia com a pica sobre a na minha boceta. Ele falou sussurrado:

— Gozou gostoso né, sua cadelinha gostosa?

Eu gozei demais! Meu corpo tremia inteiro e minhas pernas bambearam. O Lian pincelando o pau na minha boceta me deixava mais louca ainda. Ele me pegou pelos braços novamente e me puxou até o canto da cama, e ficou com aquele pau enorme bem próximo do meu rosto. Quase que involuntariamente, eu abri a boca, e ele enfiou o pau e ficou socando na minha boca enquanto apertava meus seios, por uns dois minutos. Depois me puxou, me levantou mais uma vez, me deixando em pé de frente para ele. Estávamos ao lado da cama. Levantou a minha perna esquerda e apoiou na beira do colchão. Começou a roçar aquele pauzão na minha boceta, que estava até pingando de tão lubrificada. O tesão que eu sentia era avassalador. Não me contive mais e o beijei. Foi um beijo intenso, de línguas se enroscando, quente e gostoso que deixou minha boceta mais encharcada ainda. Enquanto ele me beijava muito gostoso, ele abria minha bunda com as duas mãos, alisava e enchia de tapas. Ele falou:

— Nossa, que mulher deliciosa! O seu corno tem razão! É impossível não ficar tarado só de encostar em você.

Ele chamava o Gervane de corno, e eu nem queria parar para discutir aquilo. Estávamos de frente um para o outro, nos encarávamos enquanto ele roçava o pau em mim. Eu olhava aquele olhar de tarado que ele tinha e ficava louca com aquilo. O Lian não tirava os olhos de mim e me deixava mais tarada com as suas expressões.

Ele aumentou a intensidade de movimentos roçando a pica na minha racha e quando ele ia gozar, me segurou pelo cabelo e me fez ajoelhar na sua frente. Eu não perdi tempo nem ofereci resistência. Já peguei o pau dele e coloquei na boca, ao mesmo tempo em que punhetava a base. Ele segurou minha cabeça com uma das mãos e me puxou contra seu pau tentando enfiar o máximo possível. Gemeu:

— Ahhh! To quase gozando, Tome o meu leite, toma, sua cachorra, tesuda! Vai... Mama!

Senti vários jatos de porra espirrando dentro da minha garganta, era muita porra e a minha boca se encheu. O sabor era gostoso, eu estava com tanto tesão que engoli tudo. Acho que ele jorrou por uns quinze segundos seguidos. Acabando, eu fiquei com a boca aberta e com a língua para fora, e o safado pegou no cacete e deu umas pancadinhas na minha língua, apertando a rola para tirar as últimas gotas de esperma, que caíram em minha língua. Dei um sorriso safado para ele, que retribuiu. Ele murmurou:

— Como eu gozei gostoso!

— Eu também gozei muito! – Respondi Não precisava negar.

Em seguida, ele me levantou do chão, me puxando para o banheiro para tomarmos banho juntos.

Entrei no banheiro e o Lian entrou logo atrás. Eu estava ainda muito excitada com o gosto da porra dele na minha boca. Eu fui até na pia para limpar alguns resquícios de esperma que escorriam no canto da minha boca. O Lian chegou por trás, já passando a mão em volta da minha cintura. Ele se encostou e esfregou o pau nas minhas costas e percebi que ele já estava duro novamente. Me impressionei. Não dava para acreditar. Parecia uma máquina insaciável.

Ele me virou e já foi me dando um beijo quente na boca, e enquanto me beijava, apertava e abria minha bunda com as duas mãos, ficamos nessa pegada gostosa por alguns minutos, de pé na frente da pia do banheiro, até que resolveu irmos ao banho. Ele me pegou pelo braço e foi me levando até na banheira, que já estava cheia. Eu nem sabia que ele havia enchido, deixado preparada. Ele entrou na banheiro e se sentou na ponta e eu iria me sentar de frente para ele, porém ele mandou que eu me sentasse sobre suas coxas, de costas para ele. Ele me puxou e fiquei recostada em seu peito e ele aproveitou para me abraçar por trás, acariciar os meus seios e depois com uma das mãos, passou a tocar na minha boceta bem de leve. Ele sussurrou:

— Isso, assim que uma namorada deve ser. Está uma delícia.

Eu já estava completamente cúmplice, entregue ao que ele desejasse. Foi quando ele me pediu que eu pegasse o sabonete líquido que estava do outro lado da banheira. Eu me levantei e fiquei de joelhos na banheira, e me estiquei para pegar o sabonete. Com isso, acabei ficando de quatro para ele, o que visivelmente o deixou mais louco ainda.

O Lian se ajoelhou e já foi pondo a mão forte na minha bunda e mandando que eu permanecesse naquela posição.

Obedeci e senti que ele passava o dedo levemente, por trás, na minha boceta, me deixando maluca, me fazendo tremer inteira, enquanto eu rebolava de leve e gemia manhosamente:

— Ah… que loucura, Lian... Assim eu gozo de novo!

Ele me puxou mais para trás e encostou o pau no meio da minha bunda. Ele me segurou pela bunda e eu entendi o que ele queria, e fiquei empinada, ele roçando o pau duro no meu cuzinho e na minha boceta. Eu rebolava de leve, ofegante, e percebi que em alguns momentos a cabeça da pica dele se encaixava na entrada da minha boceta.

O clima era de tesão puro, eu sentia que o pau dele ameaçava entrar e percebi que ele começou a forçar um pouco, tentando penetrar. Fiquei maluca de tanto tesão, mas mesmo sabendo que não podia passar daquele ponto, fiquei ali, e me segurava ao máximo para não fazer besteira. Mas ele não estava preocupado. Ele falou:

— Quer levar rola, não quer?

— Ahhh... que é isso! – murmurei indagando.

Senti uma descarga elétrica passando por todo o meu corpo ao sentir a cabeça enorme já invadindo a minha boceta. Ele falou:

— Que bocetinha mais quente!

Era muito grosso o cacete, eu conseguia sentir minha boceta sendo esticada completamente. Fazia tempo que eu desejava aquilo, fechei os olhos e soltei um gemido profundo. Liam empurrou mais a pica e o inevitável aconteceu, ele foi forçando, eu senti cada centímetro daquela pica me invadindo por inteira. Suspirei forte.

Meu Deus! Como eu estava querendo sentir aquele pau dentro de mim! Era grande e grosso como eu sempre desejei, e eu sentia o cacete rijo me esticando por inteira. Era uma delícia, nunca senti tanto desejo de ser fodida. Deixei o peso do meu corpo recuar sobre o pau duro e ele entrar por inteiro dentro da minha xoxota! O Lian estava atolado bem fundo, atingindo um ponto que jamais foi alcançado por algum pinto, dentro de mim. Eu soltei um gemido de dor e prazer:

— Aieeemmmm... que grande! Me atolou! Seu tarado gostoso!

Lian falou no meu ouvido:

— Que bocetinha apertada, minha cachorra. Isso, eu sei que você gosta... se senta com tudo na minha pica, vai, rebola no meu pau.

Comecei a fazer movimentos de trás para a frente e para trás, devagar, me acostumando com aquele pau grosso, enquanto gemia:

— Aimmm... Nossa... aimmm... aiimmm, Que gostoso…

Aos poucos, fui aumentado a velocidade das recuadas, e com gemidos mais intensos. Senti que ele também ficava mais ofegante.

Eu saí de cima dele e ele me pediu que eu me virasse e me sentasse de frente para ele. Eu estava alucinada de tesão por ser fodida por aquele cacete delicioso. Obedeci e voltei a me sentar no seu pau, guiando aquela rola grossa para dentro da minha bocetinha. Ele disse:

— Agora, você vai dar muito, o corno vai ter que aceitar. Não tem mais volta.

— Ah, Lian, que sacanagem! Fizemos o Gervane de corno! – Exclamei.

Ele disse:

— Relaxa, acho que ele até sabia que ia acontecer.

Eu não queria confirmar, fiquei só gemendo de prazer. Ele se acomodou melhor, e eu completamente adaptada, já sem culpa, me sentei com força e vontade, enquanto ele bombava forte por baixo, me pegando com as duas mãos, e abrindo bem minha bunda. O som da água batendo em nossos corpos com o movimento, junto com meus gemidos, tomavam conta do banheiro. Nossa, e que tesão absurdo eu estava sentindo! Enquanto eu o beijava, gemia e mordia a orelha dele. Fodemos um pouco ali dentro da água, mas a banheira não dava muito espaço. O Lian disse:

— Vamos para a cama.

Nós saímos da banheira, e sequer nos enxugamos, o Lian me carregou até na cama e já se deitou me puxando para cima dele. Eu já tratei de me sentar, e rebolar bem gostoso cavalgando naquele pauzão. Tentava conter ao máximo os meus gemidos, mas era impossível, aquele pau era gostoso demais para mim, e o Lian me fodia também de um jeito muito tesudo.

Ele estava tão louco de tesão quanto eu, e depois de uns dois minutos, rapidamente me pegou pela cintura e já me colocou de quatro. Fiquei de quatro, meio zonza, pois estava quase gozando. Antes que eu percebesse o que ele pretendia, já senti seu pau entrando de novo por toda extensão da minha bucetinha:

— Ahhhh que pau mais gostoso! Me fode Lian, fode a namorada putinha do seu amigo. Você um safado muito gostoso!

— Eu avisei, sua safada. Que desta noite não passava. Agora, toma rola, sua cachorra gostosa. – Ele respondia.

Ele começou a bombar freneticamente na minha boceta me agarrando pela cintura, me puxava e atolava a pica até no meu útero.

Ás vezes, ia me dando tapas na bunda que a essa altura já estava toda vermelha e marcada. Aquilo estava muito gostoso, eu fiquei admirada, que homem era aquele pra me foder muito gostoso. Eu gemia:

— Ahmmm... Ahmmmmm... Ahhmmm.

Ele perguntava:

— Está gostoso, né sua cachorra? Agora já uma putinha?

— Está… muito… ahhhh, isso, fode, acaba comigo, vaiii! – Eu gemia bem alto.

Num ritmo frenético ele agarrou forte na minha cintura e bombando de maneira muito rápida, atiçando meu prazer e me provocando orgasmos intensos. Ele falava:

— Eu ainda vou comer muito você, sua cachorra tesuda. E vou gozar, vou encher a sua boceta de porra!

— Isso... assim, faz, isso, vem, goza... meu macho tesudo, que eu estou gozandooo! - Pedi quase gritando.

Naquele momento, eu me tremia inteira, agarrei no lençol na cama e mordi a almofada, para não acordar um bairro inteiro, com os gritos que eu daria.

Vendo a minha situação de entrega total ao prazer, o Lian anunciou que iria gozar:

— Eu vou! Estou gozando! Ahhh, que gooozoooo, putinha tesuda!

Fincou seu pau no meu útero e gozou muito, consegui sentir seu pau se contraindo e os inúmeros jatos de porra me invadindo. Ficou por um tempo, colado, como um cachorro, até que se afastou, e saiu de dentro de mim. Assim que ele tirou o pau eu senti uma enorme quantidade de esperma sando de dentro da minha boceta. Escorria pelas minhas coxas. O Lian simplesmente desmoronou do meu lado na cama, e eu também desmoronei. Me deitei de bruços e fiquei lá parada, recuperando o fôlego e tentando entender a dimensão da merda que eu havia feito. Nós não conseguimos mexer mais um braço, por conta de toda aquela sacanagem intensa e dos orgasmos profundos, acabei adormecendo, pelada, mesmo com a cama toda molhada, e um rio de porra escorrendo da minha boceta. O Lian igualmente foi respirando ofegante e apagou.

Continua na parte 4.

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 436Seguidores: 974Seguindo: 222Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

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