Acabei de chegar da academia, tomei um banho e dei duas tragadas em um baseado para me deixar leve para continuar minha conversa com vocês. Eu nunca havia fumado até meus 28 anos. Gosto do efeito de relaxamento que me dá, porque relaxa meu cérebro, mas também me deixa num pico de tesão gigantesco que me faz perder todo pudor.
Vou contar para vocês o que foi que eu senti quando ele me relembrou dessa promessa.
Fiquei nervosa, como sempre fico quando me dou conta da enorme CILADA onde me coloquei mais uma vez por falta de discernimento. Mas entendam que não tinha mais como voltar atrás. Ele detinha consigo três longos anos de conversas de cunho incestuoso em mãos. Eu nutri os desejos dele enquanto satisfazia meu ego e o inflamava cada vez mais. Imagine aí! É o tipo de sexo lícito mais difícil de ser aceito pela sociedade.
Isso mexia comigo sim. Eu fiquei molhada repassando na minha mente ele me cobrando aquela aposta descaradamente assim por ligação. Eu tinha deixado as coisas irem tão longe, mais tão longe, que agora era literalmente, contar nos dedos para colocarmos em prática. Não sei se vocês homens sabem como é, mas nós mulheres conseguimos sentir o líquido quente escorrer pelo nosso canal bem de repente, sabe?
Isso quando estamos muito, muito excitadas. As vezes, dependendo da pessoa com a qual estamos interagindo, você consegue sentir isso várias vezes, deixando sua calcinha uma poça toda lambuzada, que primeiro é fino, mas depois que vai secando fica um mel grossinho e extremamente liso. Eu fiquei assim, pensando em como iria o receber daquela forma que acordamos, sem parecer uma grande vulgaridade.
Eu sou louca. Sério. Eu me ponho nas coisas por tesão e depois fico tentando controlar o incêndio que provoquei.
Decidi usar um avental. Imaginei eu me vestindo com um avental, usando só uma sainha branca e uma calcinha fio dental branca também, pq é óbvio que eu iria estar pronta para qualquer coisa. Se fosse pra mentir ou me fazer de santa eu não estaria na internet. Aqui é onde eu vou poder ser eu mesma, com ou sem julgamento. Então fiquei excitada sim. E muito.
Naqueles dias que se seguiram eu fiquei relembrando as vezes que eu tinha dado margem para os pensamentos incestuosos de Caio. Uma das coisas que mais temo, é que os pais dele algum dia leiam nossas conversas. Sério mesmo. Eles fariam um inferno. Sofro por antecipação, aí vcs podem imaginar né?
Gente, vocês não tem noção, eu já tinha até usado de desculpa que “gostaria da opinião dele, já que ele era um cara da mesma idade do menino que eu tava querendo ficar. Então queria mandar uma foto, mas n sabia se tava explícita demais”. E fui lá e mandei a foto em visualização única. Uma foto minha deitada na cama, com uma blusa aberta e sem sutiã por baixo. Mostrando boa parte dos peitos e tudo mais,até chegar na calcinha.
Nesse dia foi uma briga do caralho. Eu sei que homens não gostam quando a gente cita outros, mas citei pq queria ter certeza se eu não estava vendo coisas.
- Tava brincando com você. Não vou mandar nada pra ninguém. Tirei essa foto aí agora. Só me achei gostosa e queria saber a opinião de um cara mais novo, só isso… chato.
- Véi, o que me mata é que vc mente demais. Você mente tanto que quando é para acreditar em vc, fica difícil.
- Não estou mentindo. Desculpa. Eu tô realmente vestida assim agora, e só estou falando com você, olha…
Mandei outra foto, só que mais comportada. Ele visualizou, mas nem ligou. Então fiz uma chamada de vídeo. Ele me atendeu. Estava no quarto, jogando videogame. Era um fim de semana. Ele atendeu e deixou o celular em pé, voltado para ele que continuava jogando.
- Oi, né?
Eu falei, de frente para a câmera, da minha cozinha no Brasil. Eu estava terminando de abotoar a camisa. Ele me olhou, meio sério e só suspirou. Voltou a olhar pro jogo:
- Você sabe que essa minha ida é uma decisão muito séria, né? Pode ser que eu fique na cidade pelos próximos 6 ou 7 anos de curso, talvez até mais. A única coisa que eu exijo é respeito. Só isso.
Olhe, se tem uma coisa que eu sempre odiei foi esse discursinho vindo de ex-namorados meus. Mas a diferença entre eles e Caio, era que meu filho não só falava e deixava pra lá. Tudo com ele tinha consequências. E a forma que ele me tratava era sempre de acordo com aquilo que eu passava pra ele. Se fosse insegurança, ele me fazia ficar mais insegura ainda.
Quando eu dava uma sumida, ele não ficava atrás de mim não. Ele me fazia pagar caro por cada sentimento ruim eu provocava. Com ele o buraco era mais embaixo e eu tive que aprender muita coisa na marra. Por isso não foi tão difícil ele conseguir ver meus peitos e depois algumas pequenas partes específicas do meu corpo, ainda que só rapidamente, mesmo à distância.
Mas eu queria saber mais… Queria ouvir ele deixando claro.
- Amor, foi só uma brincadeira.
- Eu não me importo com quem você saiu ou se tá falando com algum otário, contanto que não minta para mim.
Ele continuou:
- Não minta. Só isso. E não me deixe descobrir também. Aviso, de antemão, que vai ser pior se eu descobrir.
- Eita que violento…
- Brinque. Pode continuar brincando. Mas já estamos avisados.
Ele falou, parando um pouco para me ver, depois voltando pro jogo mais uma vez:
- Você mesma já me falou que sabe como os caras funcionam. E eu estou indo para cuidar de você. Não sei como isso aconteceu, mas aconteceu. Talvez porque eu conheci você já na minha adolescência, sabe? E também porque, me desculpe a honestidade, mas vc não é uma mulher que administra bem sua vida.
Não foi como se eu aceitasse o que tava ouvindo, ainda me doía ouvir essas coisas. Coisas que já ouvi repetidas vezes por ex-namorados. E sei que não foi por mal. Eles só eram mais racionais que eu, e nem sempre eu notei isso.
- Vc é o tipo de mulher que precisa de um homem. E, ao mesmo tempo, vc instiga o cara a querer cuidar de vc, sabe?
Esse foi mais um ou menos um resumo, onde eu percebi que eu tinha fisgado outro homem do tipo que eu gostava… Era meu padrão mesmo. Esses homens com senso de responsabilidade para comigo. De cuidar. De aceitar meu transtorno porque achava que valia a pena. Sendo bem honesta, acho que meus namorados só aguentavam minhas loucuras porque gostavam o sexo comigo.
Algumas vezes isso chegou a doer, mas tive um relacionamento incrível com um cara incrível e inigualável, que me ajudou a ver o lado positivo disso.
Bom… e ele também não ficava longe do padrão que me agradava. Ainda mais com aquele corpo, mds do céu. “Anda, fala mais pra mãe que ela precisa de um homem, fala. Fala que a mãe precisa de um macho também. Fala e sente bem na pica, vai…” Sim, em uma conversa comigo é esse tipo de coisa que passa na minha cabeça quando estou parada só olhando.
- Você consegue me entender? Homem tem código de honra, mas nenhum é 100% honrado. Tem parça que olharia pra você sem pensar duas vezes. Isso mexe demais com minha testosterona.
Ele sempre me falava sobre esse lance de honra. Que os homens prezam pela honra e que essa pode ser facilmente manchada por uma mulher próxima a ele. Ou filha, ou esposa ou mãe. Não sei se todos tem isso, mas meu filho tem esse discurso. E, confesso que gosto.
Essas coisas me excitam. Já tô toda molhada aqui. E nesse dia eu também fiquei. Fiquei excitada pq era tarde demais. Tarde demais para dar meia volta. Ele estava vindo e iria exigir tudo o que foi prometido para ele. Minha propaganda era muito convincente, eu sei disso. Sou muito artista.
Em cada maldita conversa, eu instigava mais e mais. Estava embriagada pelo desejo de fazer do meu filhinho um homem, como eu tuitava no meu perfil no X. “Mãe que é mãe tem a obrigação de deixar o filhinho usar o corpo dela o quanto ele quiser.” “Se você é mãe, saiba que quem educa é o pai, mãe só você pode ensinar ele a se tornar macho de verdade.”
Postava frases assim. Todos os dias. Principalmente quando estava excitada ao extremo, depois de fumar, conversando com Caio em chamada de vídeo. Ele não conhecia essa minha conta. Ou pelo menos eu acho que não.
- O que foi que você escreveu aí? Foi no Twitter né?
Caio me perguntou uma vez, com um sorrisinho que achei lindo. Ele tava na cadeira no quarto dele, depois de uma aula de um cursinho, eu acho. Era quase noite já.
- O que?
Perguntei, voltando pro WhatsApp.
- Vc tava fazendo uma cara nesse instante… quando vc faz é pq postou algo no Twitter.
Um safado! Já tinha percebido. E o pior que eu acho que já andei dando umas vaciladas, e contando coisas demais sobre essa conta.
Capaz dele já ter achado. 😳 Por exemplo, ele já tinha perguntado se eu usava hashtags. Eu falei que usava. Ele perguntou quais. Mas não falei né? Porém todo mundo sabe como se usa hashtag, né? Me poupe! Kkk Óbvio que ele devia pesquisar as corretas, mesmo fingindo que não sabia do tipo de conteúdo.
- Foi sim, postei uma coisa lá.
Assumi.
- E o que escreveu?
- Nada demais. Só uma coisa que pensei agora.
- É, mas estava falando comigo. O que foi que falamos que fez vc fazer aquela cara.
- Que cara exatamente?
- Quer saber mesmo?
- Fico até com medo de responder isso com um “sim”, sabia?
Caio se recostou na cadeira de gamer, virou um pouco pro lado e pro outro, com um sorriso de canto de boca me encarando.
Então ele ligou o fone de ouvido que ele tava usando, mexeu no teclado, o que me fez por o meu também . E logo depois, bem concentrado no meu ouvido, o ouvi perguntar com aquela voz aveludada, bem pertinho do microfone:
- O que você escreveu?
- Coisa minha.
Respondi, meio sonsa e ele ficou me encarando sem dizer nada. Ele estava com uma caneta na mão e ficou apertando o dispositivo de trava e destrava dela.
- Foi sobre mim?
Adorei a pergunta e o som dela abafado dentro da concavidade do headset.
- Porque vc acha que foi sobre você?
- Porque estava falando comigo quando postou.
- Bem, talvez. O-O que está fazendo?
- No celular? Nada!
Fiquei logo com receio e peguei o meu.
- Eii, eii… Calma! Eu não tenho mesmo a sua conta. Se eu soubesse eu já teria falado. Não precisa deletar o que escreveu.
- V-Você promete?
- Claro, oxe! Que nervosismo, dona Laura.
- Vc provoca depois fala isso?
- O que você esconde de tão terrível assim nessa conta, hein?
Ele ficou me zoando, mas aí voltou a perguntar:
- Sim, mas você falou que foi sobre mim. Foi oq?
- Hummm… Foi um comentário sobre shape em rapazes novinhos. Vi o seu e lembrei da minha conta abandonadinha.
- Falou do meu shape?
Aí ele se inclinou se olhando no espelho e depois para mim, se mostrando igual vocês sabem que os meninos fazem, né? Kkk Sim, meu filho é metido igual a maioria dos meninos. Kkk
É algo que eu adoro e admiro nos homens. A autoestima. Isso é um tesão para mim. Quanto maior a autoestima, mais eu gosto. Adoro meninos vaidosos.
- Tá um gostoso, amor. Vou ter que gastar uma grana para tratar meu ciúmes quando estiver por aqui.
- Você ainda fala com aquela sua amiga Laís?
Laís era uma amiga minha que eu percebi que tava curtindo as coisas de Caio e acabei descobrindo que mandou mensagem para ele. Ele nem ia me contar o filho da mãe! Eu fiquei puta com isso.
- Por onde a Laís anda, será?
- Ah, vá pro inferno, vá.
- É engraçado ver você com ciúmes. Vc fica muito fofa, falando nada com nada.
Como já entenderam, nossas conversas diárias na quarentena eram assim, aleatórias. E sim, já tinha rolado fotos, mesmo que fingindo que era “uma opinião” que eu queria dele. Já tinha rolado dele ver umas caras e bocas minhas, escrevendo putaria no Twitter enquanto ele estava em chamada comigo.
Já tinha acontecido até de eu fazer massagem nos meus peitinhos quando eles estava doloridos. Até gemer eu cheguei a gemer apertando os biquinhos de frente a câmera, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Já aconteceu de eu compartilhar sem querer a tela na chamada e ele pegar algo inapropriado meu.
Uma vez, isso pouco antes dele decidir vir pra cá, eu sem querer compartilhei a tela e esqueci. Aí fui pro Twitter e ele viu uma foro minha lá. Não era mostrando o rosto, mas ela mostrando a calcinha, e as pernas. Eu lembro dele ter ficado calado por um tempo, e só então eu percebi que estava compartilhando com ele.
Fiquei nervosíssima na hora. Morta de vergonha. Na hora me deu medo dele ter visto do que se tratava a conta e não ter gostado. Porque ele tava calado, me olhando, até começar a falar e eu entender.
- Você disse que não postava fotos suas, Laura. Falou que era só textos e rt.
- Mas aí não é exatamente uma foto me mostrando porque ninguém sabe que sou eu. É só uma parte do meu corpo.
- Quer saber? Fui, vei.
Isso aí rendeu, viu? Talvez eu conte para vocês depois, mas disso daí até ele decidir vir foi bem tenso. Se der, eu conto para vocês. Me peçam nos comentários, caso queiram saber como foi essa briga que durou um bom tempo. Tá?
Mas estamos falando aqui do dia que ele veio agora. Nesse dia eu pensei logo cedo no assunto, e decidi ressignificar a situação para não entrar em desespero. E isso foi pensando que se era pra me tornar puta de alguém, que fosse dele.
- Vou pedir um Uber aqui e estou indo para sua casa. O que está fazendo agora?
Ele mandou essa mensagem na quinta, no dia que chegou aqui. Eu recebi enquanto finalizava meu cabelo. Havia tomado um banho delicioso e me perfumado para encontrar o meu filho depois de tanto tempo!
- Terminei de me arrumar. Estou lhe esperando.
- Manda foto.
O FDP queria uma foto e eu sei muito bem o porque. Suei frio ao pensar que aquilo tudo era real. Que eu não estava mais no mundo virtual, e que o meu filho estava chegando! Me vi naquele espelho. Só com uma saia branca curtinha e uma calcinha fio dental. E por cima, um avental que comprei naquela semana.
As alças do avental cobriam os biquinhos dos meus peitos apenas de frente. Se girasse o corpo já via tudo. Não quis dar mais uma tragada no baseado porque já estava cheirosa e não queria estragar isso com o cheiro de erva. Peguei o celular e tirei uma foto meio reveladora, mostrando só a parte das costas nuas. Meu cabelo caindo por minhas costas.
- Gosto quando me obedece. Fique assim. Não use nada. Estou chegando.
Minha calcinha encharcou e meus peitinhos ficaram super enrijecidos. Imaginei os olhos dele nos meus peitos, e eu ali, toda vulnerável deixando… Ia ser gostoso. Muito gostoso.
Eu ia fazer isso mesmo? Isso me imobilizava um pouco. Eu queria muito aquilo, mas tinha um medo do caralho que ele não fosse maduro o suficiente para isso. Eu lembrava dele um menino. O cara que eu via pela câmera parecia ser outra pessoa, não o menino que eu lembrava de ter abraçado uma última vez há três anos.
Então ele subiu. E bateu na porta. E eu abri feito uma menina, inclinada por trás da porta, projetando somente minha cabeça para o lado, o vendo por uma brecha da porta:
- Oiê…
Caio abriu um sorrisinho pra mim. E, meu Deus! Ele tava bem mais alto do que a última vez que o vi. Ele encontrou o braço na lateral da porta. Lindo. Meu filho tava lindo. É enorme. Não perdia em nada para os físicos dos meninos que eu me atraía. Perfeito. Uma delícia…
Então sai detrás da porta, bem lentamente, abrindo caminho para ele passar. Assim, sem soncisse mesmo. Abri a porta e me encostei nela, sabe? Com o meu braço esquerdo por trás do meu corpo, segurando a porta. Senti o ar ao redor tocar nos meus peitos desnudos. Pq aquele avental não era suficiente para cobrir porra nenhuma.
E naquele momento houve só a troca de olhares. Ele uns vinte centímetros mais alto que eu. Me encarando de cima, nossa. Ele pegou uma mala, e arrastou para dentro sem tirar os olhos de meus peitos, depois puxou a outra, também os encarando. Achei um tesão. O perigo ainda era maior ainda pq a porta estava aberta direto pro corredor, de frente ao elevador.
Nenhuma palavra até então. Eu identifiquei no rosto dele uma sensação de descrença. Acho que no fundo ele não acreditava que eu, Laura, tinha coragem de internet. Que no cara a cara eu arregaria.
- Pronto. Aposta cumprida. Dívida paga.
Falei baixinho pra ele. Acho que minha voz tinha sumido, ou então era a minha natureza me obrigando a ser exatamente o tipo de fêmea que ele queria. E talvez fossem submissas e falavam baixinho, manhosa, e nervosas também.
Caio riu meio sem jeito, mas daquela forma que só os homens gostosos fazem, sabe? De um jeito que ele sabe que quem manda é ele, e isso sem precisar de nenhum esforço. Então ele se inclinou devagarinho para mim, tocou minha cintura para me puxar um pouco para frente, e fechou a porta, sem me soltar.
Se ri o perfume dele, e suspirei já me permitindo ficar molinha nos braços dele. Ele percebeu. Vi nos olhos dele. Então Caio terminou de fechar a porta, me olhou toda, com aquela carinha de gostoso dele, sorriu e se inclinou para cheirar meu pescoço e cabelo.
- Cheirosa. Como eu me lembrava.
Falou aquilo perto da minha boca. O hálito dele era uma delícia! Será que os feromônios entre mãe e filho são mais fortes e tudo fica devastadoramente mais gostoso??? Então me abraçou. Foi um abraço delicioso. Pude sentir o corpo do meu filho junto ao meu. Um corpo agora grande, maior que o meu, e mais forte também. E o cheirinho dele… Um cheirinho de homem gostoso.
Ele se afastou de novo, e vi quando ele descolou os lábios e depois os umedeceu olhando pros meus peitos:
- Cumpriu mesmo, né?
Ele não tinha mais os traços de menino. O olhar dele era agora de homem.
- Você fumou antes de se arrumar?
Balancei a cabeça e respondi quase sem voz:
- Aham…
E nesse “aham” eu me perdi, ao sentir ele se aproximar de mim, me segurando firme pela cintura com uma das mãos e tocando no meu rosto com a outra, enquanto me empurrava lentamente para a parede atrás de mim.
- “Não não não não não, Caio…
Sussurrei pra ele enquanto se aproximava de mim. Então ele sussurrou também, já perto de minha boca:
- Anda… só um pouquinho…
Eu gemi um pouco, virando um pouco a cabeça de um lado pro outro, fingindo tentar me controlar:
- Naum era esse o acordo, amoooorr…
- Não queria ganhar esse em aposta.
- Aii amoor…
- Se não beijar vou ter que mamar nesses peitos!
Por um descuido meu ele já tava com as duas mãos neles! Eu soltei um gritinho ao perceber. Tava contra a parede e meu filho já estava segurando os dois peitinhos bem firme com suas mãos.
O “empurrei” com meu quadril. Mas na verdade eu precisava era me encaixar logo nele, para sentir logo aquela pica e depois me esfregar nele para acalmar meu grelinho que já tava todo inchado pulsando. A cara dele não negava a satisfação. Ele tava adorando me ver seminua na presença dele. E adorando ainda mais me ver roçando na perna dele em busca de alívio.
- Aiin Caioo… não foi isso o que combinamos…
Falava isso, mas falava gemendo e pondo as mãos por cima da minha cabeça. Adoro quando pegam nos meus peitos e eu posso delirar, sem pensar em mais nada. Pus os bracinhos para cima, contra a parede, e estufei os peitos pra frente, revirando meus olhos enquanto pedia que ele parasse!
- Não, amooor… Paara… Para amor… Axximm naummm… Não f-foii, ah, não foii o c-combina-a-do…
- Arr… caralho! Tava doido para ver essa cara de puuta sua.
Já eu, só sabia gemer:
- Caioo… Caiiooo… Amooorr, paara vai! Paraa!!
E nem tava mais sentindo as pernas quando me lancei mais contra ele, joguei minha cabeça toda para trás e voltei a olhar para ele. Com a respiração entrecortada e a voz de quem tava com muita fome, e sede… E com a voz bem exagerada de puta dengosa, daquelas que imploram por castigo:
- Quer mamar?? Se vai mamar, mama! Mas mama logo. E mama com vontade! Mamaa vai!!! Isso!!! Issso!!! Arrrrr… Arrrr amorrr! ISSOOO! Desse jeito! Vai mamar a noite tooooda! É assim messssmo!!! Assim!!! Assiiimmm!!!
Eu fico louca. Fico empurrando o peitinho enquanto rebolo na pica dura por trás das roupas. E não é todo mundo que sabe mamar nos meus peitinhos. Mas o desgraçado daquele moleque sabia fazer do jeitinho que eu gosto!
Mas também! O tanto de vezes que eu falei como gostava! Dei a ele toda munição que ele precisava.
Então me deixei levar e gemi mesmo. Gemi feito louca. Falei as maiores putarias, dizendo que ia passar a noite dando de mamar pra aquela boquinha. Que não era pra ele ter me mostrado o quão bom era nisso… Que era já era mesmo de se esperar que a melhor mamada numa mulher fosse do filhinho dela mesmo… eu falei tudo isso e mais um pouco.
Gemi me “queixando”, sofrendo na língua:
- Arr… Amorrr… E agora??? E agora??? Como vou fazer agora que encontrei a melhor boquinha pra dar de mamar? Se essa boquinha só vai poder mamar uma vez só?
Eu falava gemendo bem arrastado.
- Fala pra mim que é a primeira e última vez, amor! Fala…
- Não.
- Faaalaa, por favorrr!
Caio soltou meu peitinho e segurou minha clavícula toda em sua mão. Me fazendo fazer um pequeno bico com minha boca, onde ele se aproximou e me beijou. Foi estranho porque encaixou logo e ele me deu um beijo me sugando e provando cada parte da minha boca.
Não foi um tipo de beijo comum n. Acho que a sensação é muito, muito diferente do beijo convencional. Pq tem uma química pelo fato de serem mãe e filho. Há um componente a mais, que deixa até o sabor diferente. Tem gosto de sei lá… de repetição. De vontade de repetir e repetir sem parar, talvez até decidindo não soltar os lábios do outro. Pq tipo: é seu filho.
Então a gente se beijou por muito tempo, com esse receio de parar e acabar e não ter mais volta. E ser só aquele mesmo e nunca mais conseguirmos repetir, entende? Vc prossegue no beijo porque não sabe quando vai ser sua reação;m, muito menos o do outro quando se encararem de novo.
Mas aí ousamos. E nós olhamos, e um curto espaço de tempo decidimos tacar o fodasse. Então ele voltou a descer pros meus peitos. E fez uma das coisas que eu mais gosto: ficar em um só peitinho com a boca, enquanto maltrata o outro com os dedos. Hummmm!!! Isso acaba comigo. E tem que ser com força. Biquinho duro merece ser espancado com língua e esmagados pelos dedinhos.
- Amooorrr… como que você sabe fazer isso??? Andou treinando??
Caio soltou um sorrisinho com meu peito na boca.
- Vc andou treinando, não foi??? Foi com quem? Foi com uma mulher mais velha?
- Quer dizer que não tem problema ser uma menina da minha idade?
- Érr!
A essa altura minha calcinha já tinha toda ensopada.
Que loucura! Tentei me livrar dele. Precisava de uma luz para me trazer de volta a mim. Nisso acabamos no sofá. Ele arrancou o avental de mim e me soltou sobre as almofadas.
- Caiooô…
Gemi, me arrastando de costas. Nesse ponto ele já tinha visto minha calcinha, de pernas abertas e quando me arrastava pelo sofá tentando me livrar dele e daquele pau enorme marcando por baixo da roupa dele.
- Amor, não!
- Só mais um pouquinho…
E nisso de “pouquinho”, ele voltou a sugar meus biquinhos enrijecidos, e me ouvir gemer feito louca num frenesi desenfreado.
Fiquei tão cega de tesão que ajudei ele a tirar a roupa toda e ficar só de cueca. Então encaixei meu quadril no volume dele e me sentei, colocando o braço por trás da cabeça dele.
- Vem… mama mais mama. Melhor posição para dar peitinho para um filhinho de dezoito anos. Vemm!!
Ele abocanhou e eu aproveitei! Deixei ele mamar gostoso e comecei a rebolar naquela pica. Ele tava muito duro, e usava uma cueca branca também. Eu esfreguei tanto a bunda na pica, que minha saia subiu e foi parar toda embolada na cintura.
- Vou é meter dentro de vc, se continuar rebolando assim!
Eu soltei uma risada safada. Então aproveitei que ele tinha soltado meu peito e dei umas reboladas mais bem feitas, olhando pra ele por cima do meu ombro. Com aquelas olhadinhas pra trás, sabe?
- Tá gostoso???
- Taa.
- Aproveita que vai ser só dessa vez, amor.
Falei mansinho, conversando como uma boa mãe.
- Então aproveita… era isso que você queria, não era?? Queria me ver rebolando assim em você??? E assim?? Gosta??
Eu estava anestesiada, mas o efeito da cannabis estava passando. Me levantei, tirei sobre meus próprios calcanhares e me virei pra ele, pegando.a camisa dele e me vestindo. Aquilo era loucura. Eu tinha que ser a mais madura ali.
(Continua…)