As aventuras de Daniel: De férias com o ex — Querem pica no rabo? Então toma! Parte 03 (Episódio 10)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 805 palavras
Data: 10/05/2026 19:31:58

Continuação…

O grupo de covardes avançou como bichos. Eu, o Eduardo, e o Rafael estávamos dopados, lentos, mas o instinto de sobrevivência gritou. Vi o Eduardo ser jogado no chão e levar chutes brutais na barriga, o Rafael tentava proteger o rosto, mas os socos estalavam na carne. Consegui, num lampejo de raiva, acertar um soco seco no rosto de um dos agressores. Foi o estopim para uma briga generalizada quando um grupo de caras de porte físico imenso apareceu para nos defender. Os homofóbicos correram como ratos.

A adrenalina queimou o álcool e a droga instantaneamente. Quando a poeira baixou e os caras aviam levado o Rafael e o Eduardo para a enfermaria, eu desabei no chão. As lágrimas vieram — não pela dor, mas pelo choque de ser alvo de ódio. Eu, que sempre vivi na bolha do "macho alfa", senti o peso de ser gay na sociedade. Alguém se aproximou e tocou meu braço. Olhei para cima e gelei: Diego.

Diego — Eu e meus amigos estávamos vindo atrás de bebida e vimos a covardia. Não pensei duas vezes antes de partir pra cima — ele disse, a voz grossa e protetora.

Eu — Obrigado... quem diria que eu seria pego assim — respondi, tentando manter a dignidade.

Ele me levou pro chalé. Lá dentro, o clima mudou. Diego pegou um pano úmido e começou a limpar um corte no meu lábio. A respiração dele estava ofegante, o cheiro de suor e adrenalina dele batendo no meu rosto.

Diego — Mandei mensagem pros meus amigos. Vou fazer a guarda na porta do patrão a noite toda — ele riu, quebrando o gelo.

Eu — Vai pra tua festa, Diego. Não quero estragar seu Carnaval.

Diego — Esquece. Seu guarda-costas não sai daqui por nada.

Tomei um banho e saí de cueca, vendo o Diego me secando com os olhos.

Eu — Dorme aqui comigo — pedi, a carência falando mais alto que o orgulho.

Dormimos abraçados, o peitoral dele servindo de travesseiro. No dia seguinte, preparei um café na beira da piscina. Foi quando a conversa séria veio. Ele pediu desculpas, admitiu a imaturidade, e eu confessei que sabia que nossa dinâmica de "dois ativos" teria um prazo de validade. Mas o golpe final foi outro:

Diego — Daniel, vou pedir demissão. Passei no concurso pra Policial. Vou seguir minha vida.

O aperto no peito foi imediato. Era um adeus. Nos abraçamos forte, sentindo o calor dos corpos e o bater acelerado dos corações.

Diego — Posso te beijar? — ele perguntou.

Não respondi com palavras. Mergulhei na boca dele, um beijo com gosto de café e desejo acumulado. Nossos paus ficaram duros na hora, pulsando contra as cuecas.

Diego — Você é o único que faz meu cuzinho piscar pedindo rola — ele confessou, me fazendo rir.

Diego me ergueu como se eu fosse nada, minhas pernas entrelaçaram na cintura dele. Ele me levou pro quarto e me jogou na cama. O "policial" gigante estava ali, entregue, pedindo pra ser arrombado uma última vez.

Diego — Fode meu rabo, Daniel... não aguento mais. Só a sua pica me desperta essa vontade.

Mergulhei no cu dele com a língua, sugando e lambendo até ele gemer feito um louco. Enfiei dois dedos, sentindo o aperto fechar na minha mão.

Diego — Bota essa rola logo! — ele rosnou.

Eu — Vou pegar a camisinha.

Diego — Camisinha o caralho! Quero essa porra toda dentro de mim! No pelo.

Lubrifiquei meu pau,3 e fui forçando. A cabeça entrou rasgando, abrindo caminho naquelas pregas que eu tanto amava. Quando entrou tudo, o corpo dele estremeceu. Comecei a dar estocadas violentas, o som da minha pica batendo na bunda dele ecoando no chalé de luxo.

Eu — Isso! Toma rola, seu puto gostoso! — eu rosnava enquanto dava tapas naquela bunda maciça. — Vou sentir falta de comer um cuzinho.

Eu urrava feito um tigre, Diego gemia e pedia por mais. O tesão era tanto que gozamos em sincronia: ele jorrou litros de porra no próprio peito e no meu rosto, enquanto eu enchia o rabo dele de leite quente até o talo. Ficamos ali, suados, gozados, em silêncio. Ele se vestiu e saiu, chamado pelos amigos. O cheiro da porra dele ainda estava na cama.

Precisando ocupar a mente, fui atrás dos cunhados. Encontrei o chalé número 5. Rafael e Eduardo estavam lá, doloridos mas inteiros.

Eduardo — Porra, Daniel! Teu pau é mais grosso que o do Rafael, acordei com o rabo doendo! — brincou, me fazendo rir..

Eu — Eu fodi meu ex hoje sem camisinha também — confessei, ganhando um cumprimento de mão do Rafael.

Rafael ainda soltou que o Eduardo vivia pedindo rola e que quase foram pegos pela irmã dele. No fim, trocamos contatos. Eles iam dar uma festa no chalé e eu, com o sangue fervendo e o espírito de predador renovado, só conseguia pensar em uma coisa:

Eu — Porra, tô louco por um cuzinho novo.

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