O calouro da PUC e o sedã preto

Um conto erótico de Rainha da Orla
Categoria: Heterossexual
Contém 2080 palavras
Data: 10/05/2026 17:51:41

Oi, gente! Passei o dia de hoje doida para contar para vocês como foi meu encontro de ontem com o universitário que eu falei. Cheguei agora da casa dos meus pais, passei o dia lá com o meu filho. Inclusive feliz dia das mães pra todas nós, mas em especial para aquelas que também adoram um novinho.

Como comentei ontem, na terça passada dei match com um calouro da PUC. Um playboy de 18 anos, bem branquinho, pele lisa e aquele frescor de quem acabou de entrar na faculdade que me deixa elétrica. Não vou revelar o nome dele por motivos óbvios.

Migramos direto para o WhatsApp e o papo fluiu melhor que venda de cobertura no Leblon. Era uma mistura de conversa fiada com um flerte tão pesado que o celular quase pegava fogo. Chegamos até a trocar algumas fotos mais ousadas.

Ele me chamou para sair no sábado à noite. De primeira, dei aquela travada porque lembrei que domingo era Dia das Mães, no caso hoje, né. Como mãe dedicada, o tempo com meu filho é sagrado, e eu fazia questão de passar o domingo com ele. No fundo, eu queria mesmo era marcar para outro dia, com mais calma, podendo passar a noite com ele. Mas depois de tanta provocação nas mensagens, a curiosidade de saber se a química ia bater pessoalmente foi maior.

O que pensei foi que meu filho já tem idade suficiente e uma personalidade para eu confiar dele ficar em casa sozinho por algumas horas. Ele provavelmente ficaria jogando videogame até eu chegar e nem notaria a minha falta. O importante era estar de volta no meu apartamento ainda na noite de ontem para acordar radiante para o meu filho hoje. E então acabei topando sair com ele, mesmo que acabasse sendo só para se conhecer mesmo e cada um ir para casa depois pensando em um segundo encontro.

Assim que eu enviei meu primeiro texto aqui no site ontem, desliguei o note e fui me arrumar. Para a ocasião, eu escolhi um vestido justo o suficiente para mostrar que as aulas de futevôlei e os agachamentos na academia estão rendendo bem e com um decote que deixava aquele ar de "experiência" bem evidente. Caprichei na maquiagem para destacar meus olhos cor de mel e deixei o cabelo castanho bem solto, do jeito que eles gostam de puxar.

Pontualmente, o playboy parou um sedã preto na minha porta. Com certeza um presente do papai, mas o garoto tem bom gosto. Ele fez questão de abrir a porta para mim, tentando parecer homenzinho mas visivelmente ansioso por estar saindo com uma mulher de 40 anos que sabe o que quer.

Ele me levou em um gastrobar super chique, um desses lugares com luz baixa e drinks elaborados que ta na moda. O clima estava perfeito e a química que a gente tinha no whatsapp se transformou em uma tensão absurda pessoalmente. Entre um drink e outro, eu olhava para ele com aquele meu jeito sedutor. Passamos quase a noite toda sentados de frente um para o outro, e eu confesso que o jeito que aquele calouro me olhava, devorando cada detalhe do meu decote e do meu rosto, estava me deixando com muito tesão.

Aí eu usei aquela tática clássica. Levantei, fui ao banheiro desfilando aquele meu vestido justo para ele ver bem o que o esperava e, na volta, em vez de sentar na frente dele, sentei estrategicamente ao lado.

A proximidade mudou tudo. Ele chegou mais perto e sussurrou no meu ouvido, "Nossa... que perfume bom é esse?". Foi o xeque-mate. Eu dei um sorriso, olhei bem nos olhos dele e o puxei pela nuca.

Meus amores, o beijo foi intenso! Aquela boca de 18 anos tem uma fome que só quem está começando a vida tem, sabe? Uma mistura de frescor com uma vontade de mostrar serviço que confirmou tudo o que eu imaginei durante a semana.

Quando paramos para respirar, ele, com aquela cara de playboy que consegue tudo o que quer, sugeriu: "Vamos para o meu apartamento? Está vazio..."

Eu expliquei que não dava, que domingo era Dia das Mães e eu precisava estar em casa para o meu filho, mas o garoto não desistiu, ele queria mesmo me comer naquela noite. "Então vamos sair daqui, eu encosto o carro em um lugar calmo, a gente conversa mais... vamos ver o que acontece". E eu acabei topando.

E o que me surpreendeu de verdade? Quando fiz menção de chamar o garçom, ele soltou com a maior naturalidade: "Pode ficar tranquila. Eu já paguei a conta enquanto você estava no banheiro".

Não teve jeito, né? Sei que tem umas meninas que fazem questão de dividir a conta e tudo mais, mas eu sou de outra geração e adoro quando eles fazem isso, ainda mais me surpreendendo daquele jeito. Deixando claro que sei que não é todo novinho tem dinheiro pra bancar a noite, então estou sempre preparada para caso tenha que ajudar.

Ele saiu dirigindo do gastrobar com aquela marra de playboy, uma mão no volante e a outra... ah, a outra bem espalmada na minha coxa, apertando firme enquanto acelerava. Eu só olhava de lado, curtindo a vista daquele perfil de calouro decidido. Ele logo achou uma rua bem escura e vazia, dessas que parecem feitas sob medida para quem não quer ser interrompido, e encostou.

O beijo no banco da frente começou com tudo, mas, vamos combinar? Eu tenho 40 anos, prezo pelo meu conforto e pela performance. Aquela alavanca de câmbio no meio de nós dois estava atrapalhando". Eu interrompi o beijo, olhei bem no fundo daqueles olhos de menino e sussurrei: "Vamos pro banco de trás..."

Eu não esperei resposta. Abri a porta, o ar fresco da noite bateu no meu rosto por um segundo e eu já pulei para a parte de trás, me ajeitando naquele couro macio. O garoto, todo esperto e já prevendo o que vinha por aí, não perdeu tempo. Antes de se juntar a mim, ele puxou o banco do motorista todo para frente. Ele sabia que a gente ia precisar de cada centímetro de espaço ali.

Quando ele abriu a porta traseira e entrou, a luz interna do carro acendeu rapidinho, só o tempo de eu ver aquele sorriso de satisfação no rosto branquinho dele antes da escuridão voltar a tomar conta.

Ali, naquele banco de trás, a conversa fiada do WhatsApp virou prática. E eu? Bom, eu estava pronta para mostrar para aquele universitário que a experiência de uma corretora veterana é o melhor diferencial que ele poderia encontrar. Montei no colo dele. A gente se beijava com uma fome absurda, e as mãos dele que de bobas não têm nada foram direto nas minhas coxas, ele levantou meu vestido até a cintura e agarrou minha bunda com uma força... nossa! Dava para sentir os dedos dele cravando na minha pele.

Quando o clima atingiu o ponto de ebulição e ele estava ali, com as mãos firmes na minha bunda e meu vestido lá em cima, eu dei aquela pausa, olhei bem nos olhos dele e mandei a real. “Tem camisinha aí?”.

Olha, eu vou confessar para vocês que eu amo sentir tudo, e como tomo anticoncepcional, o risco de "surpresas" é zero ou quase isso. Mas vamos ser sinceras, né? Esses novinhos vivem em festa, e eu não faço a menor ideia de onde eles andam enfiando o pinto. Melhor não arriscar o patrimônio!

Ele que já estava mais que pronto, puxou uma do bolso. A gente se atrapalhou um pouco na hora de tirar a calça dele no espaço apertado do sedã, aquela confusão de pano pra um lado e perna pro outro que só deixa tudo mais excitante. Eu mesma peguei o pacotinho e encapei a pica dele com aquela calma de quem domina a situação e não perdi mais tempo.

Não quis nem tirar a lingerie. Só arrastei a calcinha para o lado, senti o calor dele pedindo passagem e sentei com tudo ali mesmo, no colo daquele playboyzinho. No momento em que a gente se conectou, o carro deu aquela balançada e eu esqueci do mundo.

Eu sentei com tudo, sem dó, sentindo cada centímetro daquela pica de novinho me preencher. O couro do banco rangia, mas o som que dominava era o da nossa pele batendo e o meu gemido, que de discreto não tinha nada. Eu olhava para aquele rostinho de playboy, com os olhos revirando, e não me segurei: comecei a falar o que ele queria ouvir, bem no pé do ouvido, entre uma estocada e outra.

"Gostou, né? Olha o que essa coroa ta fazendo com você...sente como eu aperto essa sua pica lá dentro!"

Eu cavalgava com uma vontade absurda, segurando nos ombros dele e sentindo o carro balançar a cada movimento meu. Ele tentava acompanhar o ritmo, apertando minha bunda com força. Eu jogava o cabelo, gemia alto, xingava ele de tudo quanto é nome e via o desespero dele em tentar durar mais um pouco diante daquela pressão toda.

O carro estava parecendo uma sauna de tão quente, os vidros já estavam completamente embaçados e a única coisa que se ouvia naquela rua deserta era o som seco da minha bunda batendo com força nas coxas dele.

Eu jogava o corpo para frente e para trás, sentindo aquela piroca dura como pedra, entrar todinha até o fundo. Eu segurava no encosto de cabeça do banco da frente para ter mais apoio e descer com ainda mais pressão.

"Ai, caralho... que pica gostosa!" Eu gemia sem pudor.

O garoto estava em transe, com as mãos enterradas na minha carne, me puxando para baixo para o impacto ser ainda maior. Ele grudou a boca no meu pescoço, deu uma mordida que me fez dar um solavanco e rosnou na minha orelha com aquela voz de homem decidido que eu não esperava:

"Isso, vai... senta, cachorra!"

Aquelas palavras foram como gasolina no fogo. Eu comecei a quicar com uma velocidade absurda, o carro balançava tanto que parecia que ia capotar. Eu fechava os olhos e só sentia aquele calor absurdo, o cheiro do perfume dele misturado com o suor, e os meus próprios gemidos ficando cada vez mais curtos e viscerais.

"Puta que pariu, me fode... me fode que eu sou sua hoje!" Eu gritava, enquanto sentia ele dar as últimas estocadas para cima, tentando me encontrar no meio daquela loucura.

Eu sentia cada centímetro daquela pica latejando dentro de mim, e o ritmo dele ficou frenético, quase desesperado. Eu estava cavalgando com tanta força que o carro parecia uma coqueteleira.

"Vou gozar... caralho, vou gozar!" Ele gemia enterrando o rosto no meu decote.

Eu não dei descanso. Apertei os músculos lá dentro, dei as últimas sentadas bem lentas e profundas, sentindo ele descarregar tudo na camisinha enquanto eu também chegava ao meu limite com um gemido que ecoou por todo o sedã. Ficamos ali, ofegantes, o suor escorrendo e os vidros tão embaçados que não dava para ver um palmo à frente.

Depois que o coração voltou ao ritmo normal, dei um beijo demorado naquele branquinho, me ajeitei, desci o vestido e ele, todo cavalheiro me levou de volta para casa.

O caminho foi em silêncio, apenas com a mão dele na minha perna, mas dessa vez com um carinho de quem tinha acabado de conquistar um troféu. Quando ele parou na porta do meu prédio, o relógio já marcava o início do Dia das Mães.

"Isso foi incrível." Ele disse com os olhos brilhando. "Mas da próxima vez, tem que ser no meu apartamento. Quero te mostrar meu lugar, sem pressa, sem banco de carro atrapalhando. Quero você uma noite inteira."

Eu dei um sorriso daqueles que deixam o homem sem dormir.

"Pode deixar, lindinho. A gente vai marcar essa visita com calma."

Subi para o meu apartamento leve. Entrei no quarto do meu filho, ele estava lá, dormindo profundamente depois de uma maratona de jogos, exatamente como eu previ. Tomei um banho demorado, tirei o cheiro do playboy e me deitei pronta para ser a mãe perfeita no domingo.

Afinal, a vida é sobre isso, saber equilibrar a "mãe dedicada" com a "mulher poderosa" que não deixa passar uma boa oportunidade!

Adorei os comentários que fizeram no meu primeiro post, espero que gostem desse relato de hoje. Tenho outras situações com novinhos que quero contar para vocês e sei que outras vão vir enquanto isso. Beijos!

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Comentários

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Adorei seu conto, ele é muito bom. Espero que continue publicando suas histórias, já segui pra acompanhar você.

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