Minha viagem exibicionista - parte 3

Um conto erótico de
Categoria: Heterossexual
Contém 956 palavras
Data: 10/05/2026 14:23:32

Depois de uns dois copos de caipirinha pra acalmar (e pra soltar ainda mais a língua dela), ela saiu do banheiro com o biquíni novo. Porra, era outro nível. O de cima era daqueles triângulos minúsculos que mal cobriam os bicos dos seios, e o de baixo… cara, era um fio dental tão fino que a parte da frente parecia só um pedacinho de pano enfiado na boceta. De trás, a bunda tava completamente de fora, só o fio sumindo no meio das nádegas. Ela girou na minha frente, sorrindo safada:

— E aí, amor? Tá bom assim ou quer que eu tire tudo de uma vez?

Eu já tava com o pau latejando dentro da bermuda só de olhar.

— Tá perfeito. Vai lá na frente que eu vou ficar um pouco pra trás de novo. Quero ver tudo.

Descemos. Eu parei no bar da piscina, pedi outra cerveja e me sentei num banco alto onde dava pra ver quase toda a área. Ela caminhou devagar, rebolando sem pressa, o sol batendo na pele bronzeada. Os mesmos quatro caras da vez anterior tavam lá, sentados nas espreguiçadeiras ao lado da piscina. Quando ela passou, os quatro viraram a cabeça ao mesmo tempo. Um deles até parou de falar no meio da frase.

Ela escolheu uma espreguiçadeira bem perto deles — uns três metros de distância só. Estendeu a canga, deitou de bruços primeiro, empinando a bunda de propósito enquanto “ajeitava” o fio dental que quase não existia. Ouvi um deles murmurar:

— Caralho… olha essa puta… tá pedindo pra levar rola.

Ela virou de costas, abriu as pernas um pouquinho e passou óleo no corpo bem devagar, demorando nos seios, apertando eles de leve por cima do biquíni. Os mamilos já tavam duros, marcando o tecido fino. O cara que tinha falado antes — um moreno alto, tatuado, uns 30 e poucos anos — levantou e foi até ela com um sorriso.

— Oi… tudo bem? Quer uma água de coco? Tá muito quente hoje.

Ela sorriu daquele jeito que só ela sabe, meio tímida, meio puta:

— Ah, obrigada… aceito sim.

Ele sentou na espreguiçadeira ao lado dela e começou a conversar. Eu não conseguia ouvir tudo, mas via os gestos: ele apontava pra piscina, ria, e ela ria também, jogando o cabelo pro lado e tocando o braço dele de leve. Em poucos minutos ele já tava passando óleo nas costas dela “pra ajudar”. As mãos dele desciam cada vez mais, quase chegando na bunda.

Eu tava duro pra caralho. Peguei o celular e fingi que tava mexendo, mas na verdade tava gravando tudo de longe.

De repente ela se levantou, disse algo no ouvido dele e os dois começaram a andar na direção do bar… na minha direção. Meu coração disparou. Ela passou bem na minha frente, me olhou nos olhos por um segundo e piscou. O cara nem percebeu que eu era o marido.

Eles pararam no balcão do bar, uns dois metros de mim. Ela pediu uma caipirinha. Enquanto esperava, ele encostou o corpo nela por trás, fingindo que tava apertando pra passar gente. Vi a mão dele descer e apertar a bunda dela sem vergonha nenhuma. Ela não tirou. Pelo contrário, encostou mais pra trás.

— Você tá sozinha aqui? — ele perguntou baixinho.

— Com meu marido… mas ele gosta de me ver assim — ela respondeu no mesmo tom, olhando direto pra mim.

O cara arregalou os olhos, olhou pra mim, depois pra ela de novo. Sorriu malicioso.

— Sério? Então ele não vai se importar se eu te levar ali pro canto mais escuro da piscina?

Ela mordeu o lábio inferior e olhou pra mim mais uma vez, pedindo permissão com o olhar. Eu só fiz um aceno quase imperceptível com a cabeça.

— Não… ele não vai se importar — ela respondeu, pegando na mão do cara.

Eles saíram andando devagar. Eu levantei e fui atrás, mantendo distância. No canto mais reservado, atrás de uns coqueiros e com pouca luz, ele encostou ela na parede de pedra. Beijou o pescoço dela, desceu a mão e enfiou dois dedos por baixo do fio dental. Ela gemeu baixo.

— Tá molhada pra caralho… — ele sussurrou.

Ela olhou pra mim, que tava escondido atrás de uma coluna a uns cinco metros, e falou alto o suficiente pra eu ouvir:

— Me come logo, não aguento mais de tesão com meu marido olhando.

O cara não perdeu tempo. Puxou o biquíni dela pro lado, abaixou a bermuda e enfiou a rola grossa nela de uma vez. Ela soltou um gemido alto, agarrou na parede enquanto ele metia forte, segurando a cintura dela. Cada estocada fazia os seios dela balançarem pra fora do biquíni.

Eu tava ali, pau na mão, batendo punheta vendo minha mulher sendo comida por um estranho na beira da piscina do hotel.

Ele meteu uns dois minutos assim, depois virou ela de frente pra mim, colocou uma perna dela em cima da mureta e continuou metendo. Ela olhava direto pra mim, boca aberta, gemendo:

— Tá gostoso, amor… ele tá me rasgando toda… igual você queria…

Eu gozei ali mesmo, vendo ele meter cada vez mais fundo. Quando ele tava quase gozando, ela pediu:

— Goza dentro… ele gosta quando gozam dentro de mim…

O cara grunhiu, segurou a bunda dela com força e gozou bem fundo, tremendo. Ela gozou junto, tremendo nas pernas.

Ele saiu de dentro dela, deu um beijo na boca e voltou pro grupo como se nada tivesse acontecido. Ela ficou lá, pernas trêmulas, esperma escorrendo pela coxa. Caminhou até mim devagar, me beijou com a boca ainda quente e sussurrou:

— amor, que delícia isso, deveria ter pedido antes. Vamos pro quarto tenho um presente pra você.

E aí, curtiu a continuação? Se querem saber qual foi o presente comentem mais.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Leandro's a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Ótimo conto, ela já fez essas coisas quantas vezes ? Pelo jeito várias, conte-nos mais.

0 0