Dar de cara com o Diego foi como levar um soco no estômago. "Esse filho da puta está me perseguindo?", pensei, enquanto o ódio e o amor travavam uma batalha dentro do meu peito. Passei por ele como se fosse um estranho, ignorando aquele olhar de cachorro arrependido. Eu não ia dar a ele o gosto de um pedido de desculpas que eu sabia ser vazio. Se ele queria ser o "macho ativo" escondido, que vivesse a vida dele longe da minha.
Voltei pro chalé com o coração na boca, mas uma decisão tomada: eu ia descarregar aquela tensão acumulada fodendo o rabo de alguém até não aguentar mais. Tomei um banho demorado, passei meu perfume mais caro e me preparei para o abate. Eu ia me afogar em sexo, e bebida para esquecer que o Diego existia.
O salão de festas do resort exalava testosterona e pecado. Era o paraíso dos executivos de vida dupla: homens de terno, bem-sucedidos, que mantêm a pose de provedores para as esposas, mas que ali, no escuro, babam por um cuzinho de macho. Abri os botões da minha camisa, deixando o peitoral à mostra, e logo fui cercado por dois predadores: Eduardo, um urso grandão e peludo, e Rafael, um cara alto e magro com um olhar que prometia o inferno.
Eduardo — Você parece meio perdido... — soltou, a voz grossa vibrando.
Eu — Só estou tentando tirar o peso do trabalho das costas — respondi, notando a aliança no dedo dele.
A conversa fluiu rápido, e a máscara caiu. Eduardo , o cunhado e sócio do Rafael, contou a real: ele casou com a irmã rica do Eduardo para manter as aparências, mas passava o tempo comendo o cuzinho do próprio cunhado no sigilo.
Eu — Quem vai controlar o tesão de um macho que gosta de um rabo? — eu disse, quebrando meus próprios preconceitos corporativos. — Eu também não recuso um cuzinho de homem casado.
Eduardo riu, passando a mão no meu ombro.
Eduardo — Eu tô noivo, Daniel. Gosto de pica, mas não nego uma buceta. O Rafael me fode, e eu fodo ela imaginando o leite dele no meu rabo.
Aquilo era a libertação total. Eu, o empresário sério, estava no meio de uma resenha de gays enrustidos que viviam a vida no limite. Eduardo e Rafael me chamaram de "cuzão emocionado" por causa do Diego, dizendo que no sigilo a regra é viver e deixar viver. E eles tinham razão, porra.
A música eletrônica batia no peito. Rafael se aproximou, dançando com aquele corpo de urso suado, e me ofereceu uma pílula.
Rafael — Se permita, Daniel. Esquece essa pressão de ser o macho alfa provedor. Aqui você está em casa.
Ele colocou a pílula na própria boca e me puxou para um beijo de língua animal, feroz, me passando o comprimido durante o beijo. O efeito foi instantâneo: meus sentidos se aguçaram e meu pau virou um ferro dentro da calça. Eduardo me puxou para dançar coladinho, beijando meu pescoço.
Eduardo — Daniel, que pica grande você tem... — ele sussurrou, sentindo meu volume.
Eu — Com essa sua bunda de dar inveja, Eduardo, não tem como não ficar de pau duro.
Depois de horas de transe e dança, saímos os três em direção aos chalés. No meio da estrada escura, a loucura tomou conta. Eu parei, e comecei a tirar a roupa, o álcool e a droga fritando meu cérebro. Eduardo ficou completamente pelado, a pele brilhando sob a luz da lua, e me agarrou. Enquanto eu beijava o Rafael, o Eduardo se ajoelhou e abocanhou meu pau.
O barulho da sucção era alto, ele engolia minha rola até a base.
Rafael — Fode o cuzinho do meu macho, Daniel! — Rafael incentivou, os olhos vidrados na cena.
Tirei meu pau da boca do Eduardo e mandei ele virar de costas.
Eu — Fica de quarto, que agora você vai levar pica de verdade!
Cuspi na mão, melei minha rola e fui pincelando o cu dele, que já estava dilatado e úmido de tanto levar rola naquela noite.
Eu — Esse cuzinho já está arrombado, mas eu vou destruir mais — eu rosnava, entrando com tudo, sem aviso.
Eduardo — Isso! Me dá pica! Mais forte, porra! — Eduardo gritava, as mãos apoiadas nos joelhos enquanto eu socava o rabo dele com uma fúria de animal. Eu sentia cada prega dele abraçando meu pau, o som da carne batendo ecoando no silêncio do resort. Eu beijava o Rafael enquanto enterrava o pau no Eduardo, um sanduíche de testosterona e suor.
Eduardo gritava de prazer. enquanto Rafael assistia batendo uma punheta.
Rafael - agora é minha vez, quero foder também.
Eu - esse cuzinho agora é meu, você já encheu esse cuzinho de porra hoje, agora é minha vez de dar porra nesse cuzinho.
Eduardo - isso porra, caralho tua pica é muito grossa, fode com força.
Eu dava várias estocadas naquele cu, eu já sentia o suor escorrendo do meu corpo, a droga me fez sentir o triplo do tesão.
Eu - rebola o rabo pro teu macho, aii… isso caralho.. rebola mais.. caralho Rafael agora te entendo, o cuzinho do teu cunhado e gostoso pra caralho.
Rafael me deu um beijo de língua enquanto fodia aquele cu.
Rafael - esse cuzinho eu dou leite todo dia.
Eu urrava bem alto com o estase da droga e o sedo, até que o Rafael tentou calar a minha boca com beijo por causa do risco de alguém passar e ouvir. Mas foi tarde demais.
No meio daquela cena de pecado — eu enterrado no Eduardo e beijando o Rafael — um grupo de caras surgiu na estrada.
Cara desconhecido — O que é isso aqui, porra? Três viadinhos se pegando? — uma voz agressiva gritou.
Tirei o meu pau de dentro do Eduardo na hora, o coração martelando no peito, o frio do medo cortando o efeito da droga. Pensei no pior: "São héteros. Se forem homofóbicos, a gente está fodido".
Vi uma sombra de caras vindo em nossa direção pronto para briga.