Agora, minha esposa curte sexo oral, e anal.

Um conto erótico de Tesão à flor da pele
Categoria: Heterossexual
Contém 2110 palavras
Data: 09/05/2026 11:46:18
Última revisão: 09/05/2026 12:52:10

Minha esposa e eu nos conhecemos antes dos 20 anos numa igreja protestante q frequentava, onde ela q era soprano lírico compareceu para cantar.

Além de apreciar sua bela voz, e o tipo de música apresentado em três números, senti uma atração muito forte por seu belo corpo, de morena jambo.

Baixinha com apenas um metro e meio, mas toda violão e detentora de cinturinha q destacava bastante no vestido justo sua bunda arrebitada, coxas grossas percebidas qdo as cruzava sentada e o vestido subia, seios médios bem empinados, lábios carnudos numa boca naturalmente muito sensual, e cabelos encaracolados super bem cuidados, na altura da bunda.

- O q vc vai fazer hj à noite? Foram as minhas primeiras palavras dirigidas a Luciana (nome fictício) qdo ficamos sós na entrada da igreja, um olhando para o outro esperando tomar a iniciativa, no começo da noite de um sábado.

Então ela respondeu:

- Viajo a serviço ao Rio de Janeiro como intérprete de espanhol, com uma comitiva de europeus, executivos da editora onde trabalho..

- Traz uma lembrancinha de lá pra mim, reagi num misto de timidez e criatividade, q não sei de onde saquei.

- Trago sim uma lembrancinha, ela respondeu.

E qdo lhe perguntei se traduzia outros idiomas, ela afirmou q se virava tb no inglês, no italiano, e no alemão, fiquei ainda mais impressionado, pois aprecio mulheres inteligentes.

Soube depois q aprendera o italiano pq seu pai nascera na Itália, o alemão e o espanhol, pq havia morado e trabalhado com famílias alemãs e espanholas, e o inglês, este, sim, estudara como autodidata.

- Antes de sair se desculpando pq viajaria logo, ela ainda pediu meu telefone q não era celular pq trinta anos atrás ainda não existia, alegando q precisaria me encontrar outra vez para entregar a lembrancinha q havia lhe pedido, trazer do Rio de Janeiro.

Embora tenha sido muito bom como estudante na matéria português, sempre senti dificuldade para aprender outros idiomas, ao ponto de quase ser reprovado em inglês.

Assim, recebi essas informações com admiração e respeito, pois Luciana me transpareceu ser tb extremamente prendada, e empreendedora.

Mas aquelas não eram todas as suas múltiplas habilidades...ainda, havia muitas outras q conheci depois, qdo me procurou para entregar a lembrancinha solicitada: um chaveiro do Cristo Redentor do Rio de Janeiro, q além de reunir chaves, tb era um belo cortador de unhas muito bacana.

As habilidades da Lu reunidas numa só pessoa eram raras nas mulheres já naquela época, e hj nem se fala: amava cozinhar sendo muito criativa, gostava de lavar, passar roupas, limpar a casa, desenhava, pintava, bordava, era hábil em crochê, costurava fazendo todas as suas roupas, e fazia tb mesmo serviços masculinos na áreas de eletricidade como trocar lâmpadas queimadas e resolver maus contatos desmontando tomadas, na hidráulica trocando carrapetas de torneiras q teimavam em pingar, pintava paredes, e fiquei assombrado, qdo soube por terceiros, q já fizera qdo foi necessário, até mesmo, serviços de pedreiros.

Estou descrevendo as múltiplas habilidades da Lu q naturalmente incluíam tb gostar de sexo praticado com bastante frequência, pq uma mulher assim não aceita cuidar menos, ficar aquém das expectativas do parceiro, ou dos desejos q conheça do companheiro.

Ela era tão prestativa, e se dedicava tanto para cuidar de mim, q depois de passar uma camisa, dizia:

- Abre os braços...e então, vestia a camisa em mim, tb a abotoando, caprichosamente.

Difícil imaginar uma mulher assim, hj em dia, não é mesmo?

A minha noção no início do namoro sobre os seus cuidados comigo, era de q havia tirado a sorte grande, pq tb era muito paparicado por minha mãe e irmã, sendo até então muito mal acostumado, desses homens q recebem td nas mãos, entregue sempre por uma mulher.

Entretanto, se era essa super mulher q descrevi, Lu tinha uma dificuldade q era importante para mim no quesito sexo: ela não curtia a modalidade oral, recebida, ou feita no parceiro, e menos ainda, parecia sentir horror ao sexo anal, uma verdadeira assombração para ela.

Qdo lhe apresentei o pau meia bomba próximo à sua boca esperando q chupasse, com expressão de rejeição disse sentir nojo, recusando fazer o q pedi com tanta veemência pela primeira vez, q a estranhei ao me parecer uma outra pessoa.

Afinal de contas, estava habituado a não apenas Lu fazer todas as minhas vontades, mas ir além, as superando, fazendo sempre um pouco mais do q lhe pedia.

E noutra ocasião ao abrir suas belas coxas na cama tentando chupar sua bucetinha, fechou as pernas com força, e tb qdo tentei lhe ensinar a posição sessenta e nove, disse sentir vergonha ao se sentir excessivamente exposta, tb recusando fazer, com determinação q me surpreendeu, sem deixar qualquer margem para argumentação, ou tentativa de negociação.

Qto ao sexo anal, qdo Lu ficava de quatro para comer sua bocetinha, sempre demonstrava preocupação em proteger o cuzinho, colocando a mão.

Ou então, qdo esbarrava o pau inadvertidamente no seu enrugadinho virgem, Lu não deixava passar, e dizia:

- Aí não, falando tb, com muita firmeza.

Assim, por alguns meses, nossas preliminares até certo ponto demoradas, se resumiram a beijar bastante obtendo a ereção necessária para mim e a lubrificação vaginal para ela, me deliciar chupando e degustando os seios firmes e empinados da Lu, para somente então, rapidinho fazer o tal do papai e mamãe, q aparentemente a satisfazia muito bem, mas a mim, evidentemente, não, ficando muito longe disto por dois motivos: curtia muito ser chupado, e comer um rabo com a mulher estando sempre de quatro.

A razão de não me satisfazer apenas com o tradicional papai e mamãe, é fácil de entender: embora sempre gozássemos com certa rapidez, antes da Lu, em razão da forte timidez, me relacionara sexualmente apenas com prostitutas, as quais sempre me chuparam e me deram o cu, pq simplesmente estas ações estavam incluídas no pacote bem negociado, e pago.

Mas agora com a Lu, pq me sentia incompleto no prazer sexual, decidi ler a esse respeito, me informar mais, e casualmente encontrei uma solução q funcionou.

Esses tabus da época eram abordados frequentemente na literatura e na imprensa, sendo assuntos tb de séries televisivas, filmes exibidos em cinemas, nas madrugadas da TV e em novelas, então, aprendi num deles através do q o ator fez com a atriz, como induzir minha namorada a gostar de sexo oral, e anal.

Como em benefício dos dois esse tipo de insatisfação não pode continuar, até pq aumenta afetando outras áreas da relação, certo dia assisti um filme adulto num cinema no centro da cidade, no qual a garota tb não curtia chupar um pau, ser chupada, nem dar o cu.

Havia consenso então na previsão da redução destes tabus à medida q fossem incorporados na rotina dos casais, com a justificativa de serem ações prazerosas milenares praticadas em orgias e surubas, e noutros países isso já haver acontecido.

Pq percebia o desejo de Lu me agradar cada vez mais ampliando seus cuidados e atenção comigo, e tb com a sua casa visando sempre me receber bem, comecei a bolar uma estratégia q a levasse a querer pelo menos chupar meu pau num primeiro passo, para depois tb passar a deixar q a chupasse, concluindo tb a minha pretensão de permitir comer seu cuzinho cor de rosa, totalmente virgem.

No filme o ator agiu nas preliminares como sempre o casal fazia no tal do papai e mamãe, mas qdo colocou a atriz na posição de quatro para comer a bocetinha, a câmera focou bem ele sem avisar ou pedir permissão, começar a lamber em círculos os grandes e os pequenos lábios da atriz, e a beijar e sugar seu clitóris.

A atriz reagiu pela primeira vez demonstrando surpresa tentando se afastar imediatamente, mas o ator diferente do q estavam acostumados, não apenas a segurou, mas reforçou as chupadas iniciadas em círculos nos grandes e pequeno lábios, com atenção especial no clitóris o lambendo e sugando mais, esperando como de fato aconteceu q a atriz sentisse um prazer completamente novo, e mais intenso, não somente aceitando os carinhos daquela vez, mas ainda comprimindo a cabeça do ator contra a sua bocetinha q começava a pingar de tão molhada, umedecendo todo o rosto dele com os líquidos decorrentes da sua excitação nova, ao ponto de dizer com expressão de máximo tesão:

- Continua, continua, não para, não para, vc está me deixando louca, passando então a falar uma porção de palavrões!

E td melhorou ainda mais na reação dela para o ator, qdo introduziu um dedo na bocetinha fazendo o movimento de ir e vir enqto mantinha os carinhos com os seus lábios e a língua no clitóris, e a atriz demonstrou haver ficado maluca de prazer mexendo loucamente o quadril, suspirando e gemendo cada vez mais alto e mais rápido, ao ponto de dificultar a manutenção dos carinhos do ator.

Esta reação da atriz manteve os carinhos orais do ator com certa dificuldade, até q ela gozasse desta maneira pela primeira vez de modo totalmente inesperado e satisfatório, ficando relaxada por certo tempo, e ele a aguardando se restabelecer enqto a abraçava, e beijava ternamente.

Assim q ela se refez, para minha satisfação prevendo no q ocorreria tb com a Lu, de um modo ainda desajeitado porém mantido até q ele tb gozasse, a primeira ação da atriz no filme foi procurar o pau do ator para chupar, correspondendo aos carinhos q recebera e a satisfizeram.

Pq tb já havia lido e me informado sobre o assunto q na época não era tão exposto como agora através da pornografia, nem é preciso dizer q saí daquele cinema sabendo o q faria com a Lu naquela noite, para q o sexo oral se tornasse para nós, o q pode e deve ser para todo casal.

Igual à atriz do filme, Lu tb se surpreendeu e tentou fugir da minha boca atrás dela ao ficar de quatro, mas tendo a visão maravilhosa de toda a sua parte observada por de trás, segurei firmemente no seu quadril a impedindo de fugir, e caprichei na intensidade das linguadas em círculos nos seus grandes e pequenos lábios, nas sugadas mais delicadas no seu clitóris, na introdução de dois dedos indo e vindo, havendo certa dificuldade inicial de coordenação.

O resultado foi imediato: Lu começou a molhar td ao ponto de pingar e escorrer pelas coxas umedecendo o meu rosto, e colocou as duas mãos na minha cabeça, forçando-as contra a sua bunda, quase q me sufocando!

E em seguida, os seus movimentos da bunda foram ficando incontroláveis, enqto suspirava, gemia, e por último, passou a gritar literalmente, como ainda não vira acontecer entre nós.

Então, em cerca de não mais do q um ou no máximo dois minutos, Lu fez exatamente igual à atriz do filme, dizendo q continuasse, q não parasse com os meus carinhos e dedadas, até q tremeu toda entre gemidos q se assemelharam a uma espécie de choro, se esticando inteira a seguir na minha frente, numa indicação de relaxamento, do término da tensão produzida por um tesão máximo, culminado num orgasmo q ainda não experimentara, tão forte e intenso como confirmou depois.

Então, a abracei por de trás ficando na posição de conchinha, segurei os seios os pressionando com firmeza transmitindo a sensação de estar no controle da situação, e passei a lamber seu pescoço e orelhas, não parando de lhe dar muitos beijinhos...

Como o pau estava um verdadeiro ferro de dureza, o coloquei no rego da Lu e ela o direcionou preventivamente com a mão pela primeira vez naquela posição, o introduzindo na bocetinha tão alagada q fazia o barulho característico, de estar excessivamente molhada.

Daí, demonstrando o qto o sexo oral a havia excitado, com poucas penetrações q mantive, Lu gozou de novo, de novo, e de novo, dificultando q chegasse ao meu orgasmo, de tantos líquidos q expelia.

Por td isso q era novo para nós dois, me contive na obtenção do meu orgasmo aguardando q Lu se acalmasse cochilando um pouco, demorando talvez uns vinte minutos, ou mais, de tão intensas q foram as sensações de prazer para a minha namorada.

Mas logo a seguir, assim q acordasse, tinha certeza de q viria a minha recompensa pelos orgasmos seguidos e tão intensos, q proporcionara a Lu pela primeira vez, causando a sua necessidade de reposição de energia, através do sono.

Sabia disto, pq Lu estava habituada a satisfazer as minhas vontades em todos os assuntos, e a partir de agora isto tb se incorporaria ao assunto sexo e o q começaríamos a fazer na cama, pq acabara de a surpreender com prazeres q minha namorada jamais havia experimentado.

Continua...

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