Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 14

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3293 palavras
Data: 09/05/2026 06:45:03
Última revisão: 09/05/2026 07:18:51

O clima naquela cozinha estava tão pesado que o ar parecia ter virado chumbo. Eu ali, sozinho, sentindo o gosto do whisky da Verônica ainda na boca e a imagem daquela ruiva, a Gabriela, queimando nos meus olhos. O "caipira" aqui, que veio do interior achando que ia apenas dar o troco numa traição, agora estava no epicentro de um terremoto de podridão.

O Paulo não era o otário da história; ele era o diretor do espetáculo. Ele deixava o Sérgio

o tal patrocinador da Clara e da Bruna,

passar o rodo na família só para ter o pretexto de arrombar a filha do sujeito como vingança. E a Lia... minha Lia... vendendo o que me negou por anos para o patriarca moribundo por 50 mil reais.

Ouvi passos vindo do corredor. Guardei o celular num reflexo e peguei um copo de água, tentando controlar a tremedeira nas mãos.

Era a Bruna. Ela vinha andando devagar, com aquela cara de quem ainda sentia o peso da noite na piscina. Quando me viu, os olhos verdes dela brilharam com um medo misturado com uma cumplicidade doentia.

— "Robson... a Clara está parecendo culpada"

ela sussurrou, aproximando-se da bancada.

— "O Paulo entrou lá agora para dar um colar de diamantes pra ela e ela quase vomitou de nervoso. A gente está vivendo uma mentira, e a culpa é toda sua."

— "Culpa minha, Bruna? Eu não obriguei ninguém a nada,"

respondi, minha voz saindo com muito tesão.

— "Eu apenas mostrei a vocês quem vocês realmente são. E pelo visto, o Paulo também sabe jogar. O seu irmão não é o santo que você pensa."

Bruna parou, a mão no ar.

— "O que você quer dizer com isso?"

— "Digamos que o 'troco' do seu irmão é ruivo e tem muitas sardas. O Sérgio não é o único que gosta de colecionar troféus."

O rosto da Bruna empalideceu. Ela abriu a boca para falar, mas foi interrompida pelo som do elevador abrindo.

Era a dona Verônica, radiante, como se tivesse acabado de sair de um spa e não de um boquete clandestino na biblioteca.

— "Vamos, crianças! O carro está esperando,"

ela anunciou, ajeitando o colar de pérolas com uma calma absoluta. Ela cruzou o olhar comigo por um segundo, e o desdém que ela fingia para os outros era, para mim, um convite silencioso para a próxima rodada.

— "Lia já está lá embaixo. Clara e Paulo descem em cinco minutos. Robson, espero que você esteja pronto para ver como a gente se diverte na cidade."

Saímos do prédio em comboio. Dois carros pretos, blindados, cortando o trânsito da capital. Eu fui no banco de trás com a Lia e a Bruna. A Lia estava eufórica, segurando uma bolsa de grife que eu sabia que o Sr. Cláudio tinha dado o dinheiro "por fora". Ela tentava pegar na minha mão, mas eu sentia nojo. O cheiro de lavanda dela agora me cheirava a traição e mofo de velho.

Chegamos a um restaurante exclusivo, daqueles que não têm placa na porta. O Sr. Cláudio já estava lá, sentado na cabeceira, parecendo um cadáver reanimado pelo dinheiro. A mesa estava posta para dez pessoas.

— "Temos convidados especiais hoje,"

Paulo anunciou, sentando-se e ajeitando o terno.

— O Sérgio e a filha dele, Gabriela, vêm se juntar a nós para celebrar o noivado."

O silêncio que se seguiu foi cortado apenas pelo som dos talheres sendo arrumados. Clara, ao lado do Paulo, ficou branca como cera. Bruna apertou minha coxa por baixo da mesa, um pedido mudo de socorro ou de proteção.

E então, eles entraram.

Sérgio Albuquerque era o retrato do poder. Cabelos grisalhos impecáveis, um terno que valia a minha fazenda e um olhar que dizia que ele era o dono da alma de todo mundo ali. Mas ao lado dele... a Gabriela.

Ela era ainda mais absurda pessoalmente. A pele muito branca cabelo ruivo, as sardinhas salpicadas no nariz e na bochecha, e os olhos azuis que pareciam duas pedras preciosas. O vestido de seda verde marcava a cintura fina e o quadril largo, aquele contraste de ninfetinha com corpo de cavala que eu vi no Instagram.

— "Cláudio, meu velho amigo! Verônica, deslumbrante como sempre,"

Sérgio cumprimentou. Ele apertou a mão do Paulo com uma firmeza que parecia um desafio.

— "Clara... parabéns pelo noivado. Você está... radiante."

O olhar que ele lançou para a Clara e para a Bruna foi de posse total. Ele não as via como noiva e filha do seu melhor amigo; ele as via como carne que ele já tinha consumido.

Mas a Gabriela... ela não olhou para o Paulo. Ela olhou diretamente para mim. Ela sentou-se na minha frente, cruzou as pernas e deu um sorriso de lado, mordendo o lábio inferior.

— "E esse quem é, Paulo? Não me lembro de ter visto esse rosto nas colunas sociais,"

a Gabriela perguntou, a voz doce e perigosa.

— "É o Robson, o marido da Lia. Cunhado da Clara. Ele é do interior,"

Paulo respondeu, com um tom de superioridade que agora eu sabia que ele usava para disfarçar a própria humilhação.

— "Do interior... interessante,"

a Gabriela murmurou, sustentando meu olhar.

— "Sempre achei que o que vem da terra tem muito mais... vigor."

O almoço começou. Debaixo da mesa, o caos era total. A Bruna apertava minha coxa de um lado. A Lia, do outro, tentava manter a pose enquanto o Sr. Cláudio a devorava com os olhos. E na minha frente, a Gabriela fazia questão de roçar a ponta do sapato no meu tornozelo, me desafiando.

O Sérgio começou a falar de negócios, mas a tensão sexual naquela mesa era tão alta que o champanhe parecia prestes a ferver nos baldes de gelo. O Paulo estava calmo, calmo demais. Ele olhava para a Gabriela com uma fome que eu sabia ser de vingança.

— "Sabe, Sérgio,"

o Paulo disse, levantando a taça

— "Eu valorizo muito a família. E valorizo ainda mais quem sabe cuidar do que é dos outros. A Clara e a Bruna sempre falaram muito bem da sua... generosidade."

O Sérgio deu um sorriso frio.

— "Generosidade é uma virtude, Paulo. Mas a gratidão é o que mantém os negócios vivos."

Nesse momento, meu celular vibrou. Uma notificação do clone do WhatsApp da Lia.

Sr. Cláudio: "O Sérgio não para de olhar para você. Ele acha que você é minha, mas ele não sabe que eu já paguei o preço. Depois daqui, invente uma desculpa e vamos para outro hotel, vou te mandar a localização. O Paulo e o Sérgio vão fechar um contrato, teremos a tarde toda."

E logo em seguida, uma mensagem da Gabriela para o meu número, que eu não fazia ideia de como ela tinha conseguido:

Gabriela: "Eu vi o jeito que você olhou pras minhas sardas. O Paulo é um frouxo que só quer me usar pra atingir meu pai. Eu quero um homem de verdade. Me encontre no toalete em dois minutos, ou eu vou fazer um escândalo aqui que vai destruir o noivado da sua cunhadinha."

Eu olhei para a mesa. A podridão tinha chegado ao ápice. O "caipira" agora tinha que escolher: seguir a trilha da esposa traidora ou entrar no jogo da ruiva que queria explodir o império do pai.

Levantei-me, pedindo licença com a maior cara de paisagem do mundo.

— "Com licença, o vinho me deu um pouco de calor. Vou lavar o rosto."

Caminhei em direção aos toaletes, sentindo o olhar de seis predadores cravados nas minhas costas. O jogo não era mais sobre quem comeu quem; era sobre quem ia sobrar inteiro quando a luz se apagasse.

Caminhei pelo corredor luxuoso do restaurante, onde o silêncio era interrompido apenas pelo som abafado das conversas. Entrei no toalete masculino, mas antes que eu pudesse fechar a porta, um vulto entrou logo atrás.

Era a Gabriela.

Ela trancou a porta com um clique seco e se encostou nela. A luz do banheiro, clara e fria, destacava cada sarda daquele rosto de anjo. O vestido verde parecia estar prestes a explodir com o movimento da respiração ofegante dela. Ela me mediu de cima a baixo com um olhar que misturava audácia e uma fome primitiva.

— "Você demorou, caipira,"

ela sussurrou, a voz rouca, sem o tom doce que usava na mesa.

— "Eu vi o jeito que você encarou o meu pai. Você sabe quem ele é, não sabe? E sabe o que ele faz com a bruna e a sua cunhadinha."

— "Eu sei de muita coisa, Gabriela. Inclusive que o Paulo quer usar você para acertar as contas com o seu velho,"

— respondi, aproximando-me dela até sentir o calor que emanava daquela pele branca.

Ela deu uma risadinha debochada, jogando o cabelo ruivo para o lado.

— "O Paulo é um coitado. Ele acha que está no controle porque eu deixo ele pensar que vai ter o meu cuzinho. Mas eu não quero um garoto de apartamento que precisa de plano de vingança para ter tesão. Eu quero o que a Clara e a Bruna estão escondendo com tanto medo."

Ela deu um passo à frente, colando o corpo no meu. O quadril dela era largo, firme, e o cheiro de morango com champanhe me deixou tonto. Ela levou a mão à minha nuca, puxando meu rosto para perto do dela.

— "A Bruna me mandou uma mensagem no meio do almoço... ela disse que você é um animal. Disse que o seu pau é uma aberração. Eu quero ver, Robson. Eu quero saber se é tudo isso mesmo."

Sem esperar resposta, ela se ajoelhou no mármore do banheiro. Com uma agilidade de quem sabia exatamente o que estava fazendo, ela abriu o meu terno e desceu o zíper. Quando meu pau saltou para fora, latejando e imenso, a Gabriela paralisou. Os olhos azuis dela se arregalaram, as pupilas dilataram até quase sumir a cor.

— "Meu Deus...",

ela murmurou, passando a ponta dos dedos trêmulos pela extensão.

— "os cara que eu fiquei.. o Paulo... eles são meninos perto disso. Isso aqui não é humano."

Ela não hesitou. Abriu a boca e me abocanhou com uma sede que fez a Clara e a Bruna parecerem amadoras. A técnica dela era diferente; era voraz, agressiva. Ela usava as mãos e a língua com uma precisão cirúrgica, fazendo um vácuo que parecia sugar minha alma. Eu segurei o cabelo ruivo dela, sentindo as sardinhas das bochechas dela se afundarem enquanto ela se esforçava para dar conta da grossura.

O som úmido ecoava no banheiro luxuoso. Eu estava no limite, mas a mente trabalhava a mil. Lá fora, o Sérgio estava comendo a minha esposa com os olhos, o Paulo planejava usar essa ruiva, e eu estava ali, no meio do covil, marcando território na única peça que o Paulo achava que possuía.

— "Chega de boca,"

eu disse, puxando-a para cima.

A Gabriela levantou com o rosto corado, limpando o canto da boca com o polegar, um brilho de puro triunfo nos olhos. Ela virou de costas, levantou o vestido de seda verde

não usava calcinha e se apoiou na pia de mármore preto.

— "Me come, Robson. Me arromba de um jeito que eu não consiga sentar na frente do meu paulo sem ele perceber que eu encontrei um dono de verdade,"

ela implorou, empinando aquele rabo gigante.

Eu não tive piedade. Segurei firme no quadril dela e entrei com tudo, sem aviso. O grito dela foi abafado pela toalha de papel que ela enfiou na boca.

O impacto foi seco, violento. Eu sentia cada centímetro daquela ninfetinha sendo preenchido, o corpo dela tremendo a cada estocada. A Gabriela era apertada, mas entregue. Ela rebolava contra mim, buscando o fundo.

Eu estava por trás, sentindo o calor daquele rabo gigante de cavala batendo contra o meu quadril. Puxei o cabelo ruivo dela para o lado e vi, pelo reflexo do espelho, o brilho do piercing no umbigo dela. A joia balançava conforme o movimento das minhas estocadas, refletindo a luz fria do teto sobre aquela barriga branquinha e cheia de sardas.

— "Ai, Robson... para... ou melhor, não para!",

ela sussurrava, a voz rouca, quase um rosnado.

— "Esse seu pau é um absurdo... o Paulo é um menino perto de você. Me usa, seu animal!"

— "Você gosta, né, Gabriela?", eu disse, segurando firme na cintura dela, enterrando o rosto no seu pescoço.

— "Gosta de saber que o paulo está lá fora com o seu pai e você está aqui, sendo arrombada pelo bicho do mato."

— "Eu adoro!",

ela disparou, jogando a cabeça para trás.

— "Eu quero o que é bruto... eu quero que você me foda. Soca forte, Robson! Vai!"

Eu não tive dó. Segurei no quadril largo dela e comecei a dar estocadas tão fundas que o som da carne batendo ecoava no banheiro todo. A Gabriela estava fora de si, a ninfetinha ruiva tinha virado uma cadela na minha mão. O piercing dela batia na pele: tic, tic, tic, marcando o ritmo da nossa perdição.

— "Eu vou gozar, Gabriela! Vou encher esse seu bumbum de leite!",

avisei, sentindo o sangue latejar na cabeça do pau.

— "Goza! Goza tudo dentro! Eu quero sentir o seu leite! Me enche, caipira!",

ela gritou, cravando as unhas no mármore.

Dei as últimas três estocadas com toda a força do meu corpo, sentindo o útero dela abraçar o meu pau. Descarreguei. Foi uma jarrada quente e violenta que pareceu não ter fim. O corpo da Gabriela teve um espasmo tão forte que ela gozou logo depois, o piercing quase saltando da pele enquanto ela perdia o ar.

Quando eu retirei o meu pau , ela não teve mais sustentação. As pernas grossas dela, que até agora estavam firmes, viraram gelatina.

Gabriela desabou no chão.

Ela caiu sentada, com as costas batendo na porta de madeira, as pernas abertas e o vestido verde amontoado na cintura. Ela estava ofegante, com o rímel levemente borrado e o peito subindo e descendo com violência. O meu leite começou a escorrer devagar, sujando a coxa branca dela e o chão.

— "C-caralho...",

ela gaguejou, olhando para cima com os olhos azuis totalmente nublados.

— "Minhas pernas... elas sumiram. Você me desligou, Robson."

Ela passou a mão na barriga, tocando o piercing com os dedos trêmulos, e deu um risinho histérico.

— "O Paulo está lá fora achando que me tem... e eu estou aqui, no chão de um banheiro, toda gozada por você. Eu sou uma vagabunda, Robson... e você é o meu dono."

Eu fechei o meu zíper, ajeitei o terno com uma calma absoluta e olhei para ela de cima.

— "Limpa esse rosto e volta pra mesa, ruiva. O seu pai está te esperando"

— eu disse, saindo do banheiro e deixando a filha do Sérgio entregue à própria derrota.

Saí do toalete com o sangue ainda fervendo, sentindo o peso do que tinha acabado de acontecer. Voltei para a mesa com o rosto mais lavado que o mármore daquele banheiro.

O Paulo me olhou de relance e levantou a taça de vinho, com aquele sorrisinho de quem acha que está ganhando o jogo.

— "Demorou, Robson. O ar da capital é tão bom assim que você não queria mais voltar?",

ele perguntou, rindo para o Sérgio.

— "A água é gelada, Paulo. Mas o clima aqui dentro... esse sim é que está me surpreendendo," respondi, sentando-me de frente para a cadeira vazia da Gabriela.

Lia encostou a perna na minha por baixo da mesa. Eu sabia que ela estava sentindo o meu cheiro, ou talvez o cheiro do pecado que eu trazia comigo. Olhei para o Sr. Cláudio; o velho estava com uma mancha de vinho no guardanapo, as mãos trêmulas. Ele sabia que a Lia era um investimento caro e perigoso.

Dois minutos depois, a Gabriela apareceu.

Ela vinha caminhando devagar, com um balanço de quadril que denunciava o estrago. O rosto dela estava corado, as sardinhas pareciam mais vivas, e os olhos azuis tinham um brilho de quem tinha acabado de descobrir um segredo proibido. Quando ela se sentou, o piercing no umbigo deu um brilho rápido por cima do tecido fino do vestido verde.

— "Tudo bem, filha?",

o Sérgio perguntou, franzindo a testa.

— "Tudo ótimo, pai. Só uma tontura... o calor do restaurante estava um pouco forte,"

ela disse, lançando um olhar para mim que faria o Paulo cair da cadeira se ele tivesse metade da malícia que eu tenho.

O almoço seguiu naquela farsa de elite. Paulo começou a falar sobre o "passeio" da tarde.

— "Bom, o papai e a minha mãe vão para o hotel descansar. Eu e a Gabriela vamos ver umas propriedades que o Sérgio quer investir.

Robson, você e a Lia podem aproveitar para conhecer o shopping aqui perto, o que acham?"

— "Eu acho ótimo, Paulo," Lia disse, animada, mas eu vi a troca de olhares dela com o velho. Ela não ia para shopping nenhum.

— "Pois eu tenho uma ideia melhor," eu disse, interrompendo a conversa. "Lia, por que você não vai com a Clara e a Bruna? Eu quero dar uma volta com o Paulo. Quero entender melhor como funciona esse mercado de vocês... e quem sabe, o Sérgio e a Gabriela não nos mostram esses 'investimentos' de perto?"

O Paulo travou com a taça na mão. A Gabriela deu um sorriso que foi direto no meu estômago.

— "Acho uma excelente ideia, Robson,"

a Gabriela disse, cruzando as pernas e fazendo o vestido subir.

"O pai adora mostrar o que é dele... e eu adoro ver gente nova aprendendo o valor das coisas."

Saímos do restaurante. O Sr. Cláudio e a Verônica pegaram um carro. Lia, Clara e Bruna pegaram outro

— e eu vi a Bruna me olhar com um ódio mortal por ter sido deixada de fora.

Ficamos eu, Paulo, Sérgio e a Gabriela. Entramos no carrão do Sérgio. O Paulo ia na frente com o velho, e eu fui atrás com a ruiva. O cheiro de couro e perfume caro tomava conta.

— "Então, Robson,"

o Sérgio falou, olhando pelo retrovisor,

"o Paulo me disse que você é um homem de poucas palavras, mas de muita ação na fazenda."

— "Eu gosto de resultados, Sr. Sérgio. Na terra, se você não plantar direito, a colheita não vem. E se você não cuidar do que é seu, outro vem e cuida."

Senti a mão da Gabriela deslizar para a minha coxa. Ela começou a subir os dedos devagar, por dentro da perna, buscando o volume que ela mesma tinha acabado de provar no banheiro. O Paulo continuava falando de números e planilhas, sem saber que o "caipira" estava com a mão na filha do sócio dele a cinco centímetros do seu ombro.

Chegamos a uma obra de um prédio de luxo, ainda no esqueleto. O Sérgio desceu para conversar com o engenheiro. Paulo foi junto, querendo mostrar que entendia de construção.

Ficamos eu e a Gabriela no banco de trás.

— "Eles vão demorar uns dez minutos,"

ela sussurrou, subindo em cima de mim ali mesmo, no couro do banco traseiro.

"Meu pai é detalhista demais."

Ela levantou o vestido, revelando o piercing na barriga que brilhava sob o sol que entrava pelo vidro fumê.

— "O Paulo acha que vai me ter hoje à noite... mas ele não sabe que eu ainda sinto você pulsando aqui dentro," ela disse,

pegando a minha mão e colocando em cima da barriga dela.

Eu olhei pela janela e vi o Paulo de costas, apontando para o topo do prédio. Aquela imagem era o troféu. Eu puxei a Gabriela para um beijo bruto, sentindo o gosto do batom dela e o perigo da situação.

— "O seu pai e o Paulo estão ali, Gabriela. Você quer que eu te foda aqui dentro do carro deles?"

— "Eu quero que você mostre quem manda.

Vamos entram em contato para conversarmos sobre o conto

Atakricardinho@gmail.com

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Casal hot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 25Seguidores: 74Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

Foto de perfil de Samas

Rapaz quando pensei que tinha visto de tudo ,ai surge mais essa. Agora com tanta carne pra aproveitar o Robson tem que dar um pé na bunda de Lia e deixar ela com o Velho. O Paulo que vai sair chupando dedo kkk

0 0
Foto de perfil genérica

Como são as coisas né, a única que está desprezando o Robsom é justamente a esposa dele o restante tá babando pelo marido dela e ele tem mais que aproveitar

0 0
Foto de perfil genérica

Literalmente agora o Robsom ligou o botão do foda-se ainda mais tendo em vista que a Lia está cagando e andando pra ele tem tempo, nesse ponto de vista ele está coberto de razão. muitos vão falar ah ele se igualou aos outros que são um bando de filhos das putas, meu amigo é a lei da selva ou se adapta e aproveita ou vai morrer chorando.

Agora estou ancioso esperando o momento da Lia descobrir tudo, quero ver a cara dela quando souber que o Robsom passou o rodo

0 0