As aventuras de Daniel: De férias com o ex — Querem pica no rabo? Então toma! - parte 01 (Episódio 08)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 1186 palavras
Data: 08/05/2026 20:15:12

As aventuras de Daniel: De férias com o ex — Querem pica no rabo? Então toma! - parte 01 (Episódio 08)

A viagem de Gramado ainda ardia na minha mente como uma ferida aberta. Aquele filho da puta do Diego tinha estraçalhado a minha confiança. O acordo era um relacionamento aberto, mas a covardia dele foi maior: ele mentiu, fingiu que éramos apenas amigos para poder foder o modelo ruivo com promessas de algo sério. Ele queria ser o "macho ativo" em outro lugar enquanto mantinha a pose comigo. No trabalho, o clima era gélido. Eu mal olhava na cara dele, mantendo apenas o "sim, senhor" e "não, senhor".

Quando o Carnaval chegou, eu estava exausto. Recusei campanhas milionárias; meu corpo pedia descanso, mas meu pau pedia guerra. Aceitei o convite de um empresário parceiro e me mandei para um resort de luxo. Chalés privativos, jacuzzis de frente para a cama e uma fauna de executivos "héteros" loucos para dar o rabo no sigilo. Eu estava pronto para o abate.

Na sexta-feira à noite, fui ao refeitório. O ambiente exalava luxo. Avistei um grupo de empresários e me juntei a eles. Um deles, o Pedro, não tirava os olhos de mim. O cara era um monumento: 50 anos, cabelos grisalhos impecáveis, terno sob medida que mal escondia as coxas grossas e uma bunda que marcava a calça social. Ele ostentava uma aliança de ouro no dedo, mas o jeito que ele me devorava dizia outra coisa.

Pedro — Daniel, veio curtir a folia sozinho? — perguntou ignorando os outros sócios na mesa, a voz grave vibrando na minha direção.

Eu — Vim pra beber e me jogar na curtição, Pedro. Sem amarras — respondi, jogando o charme.

Pedro — Minha esposa foi ver a família... eu vim pra "me encontrar" — ele disse com um sorriso cínico.

Os outros homens riram, cúmplices daquela farsa de "macho alfa". Eu senti um pouco de desconforto daquela pose de hétero de fachada que, no fundo, estavam loucos para sentir uma rola. Fingi uma ligação e saí dali antes que o cheiro de mentira me sufocasse.

Fui para o clube do resort, pedi um drink forte e me joguei em uma poltrona. Foi quando ele apareceu. O Ricardo. O urso parrudo que eu já tinha arrombado no passado. Ele estava mais bruto, mais largo. Usava uma camisa social branca de linho, totalmente aberta, revelando o peitoral de gorila, coberto de pelos escuros e brilhando de suor.

Ricardo — Caralho, mano! Você por aqui? — ele soltou, a voz rouca de álcool e cigarro.

Eu — Ricardo... você tá um animal, porra — respondi, secando os músculos dele.

Ricardo — Treino de boxe e um personal que me moeu , Daniel. Mas você... continua com essa cara de quem quer destruir alguém — ele riu, sentando perto demais, o cheiro de perfume caro e testosterona me atingindo em cheio.

Ele ficou no meu pé a noite toda, me cercando como um cão de guarda, estragando meus esquemas com outros caras. Eu estava puto, mas o volume na calça dele me impedia de ir embora.

No dia seguinte, fui jogar tênis com ele por pura insistência das nossas conversas na noite anterior. Jogamos até a exaustão, o suor encharcando nossas roupas.

Eu — Tô morto, vou tomar banho aqui mesmo na quadra — falei, tentando manter a distância.

Ricardo — Vamos lá, eu te acompanho — Ricardo disse, com aquele olhar de quem já tinha decidido o final da tarde.

Entramos no vestiário deserto. O som dos nossos passos ecoava no azulejo frio. Tirei minha roupa, ficando pelado na frente dele. Ricardo não hesitou. Tirou a camisa, revelando os ombros imensos, e depois a bermuda. Ele entrou no chuveiro ao meu lado. Ele tomava banho de costas, de propósito, esfregando o sabonete naquela bunda gigante, peluda e maciça. Eu olhava para aquele cu e sentia minha pica latejar, ficando dura como uma barra de ferro.

Ele começou a ensaboar o próprio pau, fazendo o movimento de punheta, gemendo baixo enquanto a água caía.

Ricardo — Caralho, Daniel... eu tô no tesão da porra — ele rosnou.

Eu — Se continuar mostrando esse rabo, Ricardo, eu vou te rasgar aqui mesmo, seu fdp!

Não aguentei. Tranquei a porta do vestiário e mandei ele se ajoelhar.

Eu — Quer rola? Então chupa essa pica, agora!

Ricardo mergulhou na minha rola com uma fome de bicho. Ele engasgava, as veias do meu pau pulsando na garganta dele, o barulho da sucção misturado com a água do chuveiro. Puxei ele pelos cabelos e joguei ele de quarto no banco de madeira que tinha dentro do vestiário.

Eu — Empina essa bunda, seu puto safado!

Cuspi na mão, esfreguei na minha pica grossa e mirei no centro do alvo. Enterrei a cabeça de uma vez.

Ricardo — Ai, caralho! Daniel! — ele gritou, o corpo tremendo.

Eu — Cala a boca, e relaxa esse cu! Você não queria o seu macho? Então toma!

Fui enfiando tudo, sentindo as pregas dele se dilatarem, o calor do rabo dele abraçando meu pau. Comecei a bombar com uma fúria animal. Cada estocada fazia o corpo dele bater contra o banco. O som da carne batendo era seco, violento.

Ricardo — Isso... me fode, Daniel! Me arromba, porra! — ele suplicava, os gemidos ficando altos demais.

Eu — Grita baixo, caralho! Quer que vejam o tamanho da pica que tá te arrobando?

Nesse momento, alguém bateu na porta: "Tem alguém aí?". Gelei, mas não parei. Pressionei meu corpo suado contra as costas peludas dele, abafando o som. Continuei socando no sigilo, sentindo o suor dele escorrer no meu peito. Coloquei ele de frango assado, as pernas imensas e peludas nos meus ombros, e bati uma punheta frenética pro pau dele enquanto eu enterrava minha rola até o osso no rabo dele.

Eu — Vou gozar, Ricardo! Vou gozar dentro de você! — urrei baixinho — Recebe tudo, seu puto!

Ele jorrou litros de porra no próprio peito enquanto enchia aquele rabo com Jatos de porra quente inundando o cu dele, que contraía em volta do meu pau, me ordenhando.

Ricardo- como não ficar viciado nessa pica.

Ele se levantou todo melado de porra, veio para perto de mim, a gente começou a se beijar e se abraçar, sentindo aquele corpo suado e cheio de porra, foi gostoso pra caralho, como era gostoso foder aquele cu, depois de uns minutos sem se importar de estarmos em um banheiro tomamos banho.

Saí do banheiro exausto, com o cheiro de sexo e do sabonete do Ricardo impregnado em mim. Depois de dormir como um morto no meu chalé, fui caminhar pelo resort para clarear a mente. O sol estava baixando, pintando o céu de laranja. Foi então que eu o vi.

Diego.

Ele estava ali, de bermuda de praia, o físico de lutador de MMA impecável, cercado por amigos. Nossos olhares se cruzaram e o mundo parou. O silêncio que se formou entre nós era elétrico, carregado de todo o ódio, mágoa e o tesão mal resolvido de Gramado. O clima ficou tenso na hora. Eu via o arrependimento nos olhos dele, mas também via o desejo de sempre. Estávamos ali, o patrão traído e o segurança covarde, com a tensão pronta para explodir a qualquer segundo.

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