Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 7

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2302 palavras
Data: 08/05/2026 06:21:26

O Gilberto ficou ali, jogado por cima da Naty, bufando igual a um boi cansado. O silêncio que ficou no gabinete era de dar medo, só dava pra ouvir o relógio de parede e a respiração deles voltando ao normal. O Pastor parecia que tinha acabado de cair na real. Ele olhou para as mãos, olhou para a bagunça na mesa e a cara dele foi de "homem de Deus" para "homem desesperado" em dois segundos.

— Meu Deus, Natielly... o que foi que eu fiz?

ele começou a gaguejar, tentando se levantar e ajeitar a calça com a mão tremendo.

— Isso aqui... isso não podia ter acontecido. Se alguém sonha, se o seu marido desconfia... eu perco tudo. Minha vida acaba hoje!

A Naty, com aquela calma de quem tem o mundo na mão, sentou na mesa bem devagar. Ela não tava nem um pouco preocupada em se cobrir. Ela pegou um lenço de papel que estava ali, limpou um pouco do suor do rosto e olhou bem no fundo do olho do Pastor, que tava quase chorando de arrependimento.

— Calma, Gilberto. Abaixa a bola

ela disse, com aquela voz mansinha que é puro veneno.

— O Paulo não sabe de nada. Ele confia em mim de olhos fechados. Pra ele, eu vim aqui buscar uma palavra de conforto, e é isso que eu vou dizer pra ele.

Ela se levantou, deu uma ajeitada na saia e chegou perto dele, passando a mão no peito do Pastor, bem onde o coração dele tava batendo a mil por hora.

— Agora, escuta bem. Esse segredo é nosso. Se você ficar de bico fechado, se continuar sendo esse Pastor respeitado que todo mundo admira, a gente pode repetir a dose. E eu vou te confessar uma coisa...

Ela inclinou o corpo e deu uma mordidinha na orelha dele, sussurrando de um jeito que eu, lá na fresta, senti o arrepio daqui.

— O Marcos, aquele cara que ligou, ele é bruto, mas ele é burro. Ele acha que me tem porque me usou de qualquer jeito. Mas você... você tem o toque diferente. Se você prometer que não vai abrir a boca pra ninguém, nem pra outro pastor, nem em oração... na próxima vez que a gente se encontrar aqui nesse gabinete, eu deixo você fazer o que quiser.

Ela deu uma pausa, olhou pro Pastor de cima a baixo e soltou a bomba:

— Eu deixo você comer meu cuzinho, Gilberto. Vou ser sua do jeitinho que o Marcos sempre quis, mas que eu só vou dar pra você. Vou deixar você me marcar de um jeito que nenhum homem nunca marcou.

O Pastor parou de tremer na hora. O medo no olho dele sumiu e deu lugar a um brilho de cobiça que era até feio de ver. Ele engoliu seco, olhando fixo pra raba da Naty que o vestido marcava perfeitamente.

— O seu... você faria isso por mim, Natielly?

ele perguntou, a voz já ficando grossa de novo.

— Se você for um bom menino e guardar nosso segredinho... o altar vai ser pequeno pro que eu vou fazer com você

ela respondeu, dando um tapa estalado na própria coxa.

Ela deu as costas pra ele, terminou de se arrumar e saiu do gabinete com a cara mais lavada do mundo. Eu saí de fininho pelo corredor e fui pro carro. Quando ela entrou, ela tava exalando o cheiro do Pastor misturado com aquele perfume doce dela.

— E aí, Paulo?

ela perguntou, com um sorriso de orelha a orelha.

— Gostou do sermão de hoje?

— O Pastor Gilberto agora é nosso escravo, Nati

eu respondi, ligando o carro enquanto via o Marcos mandar mais 50 mensagens surtando no celular dela.

— O Marcos tá louco, o Pastor tá no céu... e eu tô doido pra ver você cumprir essa promessa pro homem de Deus.

Assim que a gente passou pela porta de casa, o clima parecia que ia pegar fogo. A Naty nem esperou eu trancar a fechadura; ela jogou a bolsa da igreja num canto e veio pra cima de mim com uma sede que eu nunca tinha visto. O celular dela não parava de vibrar no bolso com as mensagens do Marcos surtando, mas ela nem deu bola.

— O Pastor quase desmaiou, Paulo...

— ela sussurrou, me empurrando contra a parede e já puxando minha gravata.

— Mas ver você ali, saber que você tava vendo tudo... foi isso que me deixou desse jeito.

Eu não aguentava mais de tesão. Peguei ela no colo e levei direto pro quarto. Joguei ela na cama, naquela mesma colcha onde o Marcos tinha deixado o cheiro dele no dia anterior, mas agora o troféu era o suor do Pastor que ainda tava na pele dela.

— Você prometeu pra ele, né?

eu disse, tirando meu cinto rápido.

— Mas quem manda aqui sou eu. Ele vai ficar na vontade até a semana que vem, mas eu quero agora.

A Naty virou de costas pra mim sem eu nem precisar pedir. Ela ficou de quatro, empurrando aquela raba ruiva pro alto, com as marcas do Gilberto e do Marcos se misturando na pele branca. Ela olhou pra trás com o olho pegando fogo.

— O Pastor acha que vai comer só... mas ele não sabe que eu já sou sua toda, por dentro e por fora. Faz comigo, Paulo!

Me usa mais que os dois juntos! Eu não tive dó. Passei um pouco de saliva e fui entrando devagar no cuzinho dela, sentindo aquele aperto que o Marcos tanto falava no print.

A Naty soltou um grito que deve ter dado pra ouvir na rua, cravando as unhas no lençol. Eu comecei a socar com vontade, num ritmo bruto, sentindo cada dobra dela agarrando meu pau.

— Isso, amor... me arromba!

— ela gemia, a voz toda rouca.

— Eu sou sua putinha... do advogado, do eletricista, de quem você quiser!

O rabo dela batia com força no meu quadril, fazendo um barulho estalado. A Naty começou a se masturbar ao mesmo tempo, esfregando a clitóris com força, totalmente perdida no prazer de estar sendo usada por mim depois de ter provocado os outros dois. Ela começou a tremer toda, o corpo ficando rígido, e soltou um berro alto:

— VOU GOZAR, PAULO! AI MEU DEUS, EU TÔ GOZANDO!

Ela teve um orgasmo tão forte que o corpo dela chegava a pular na cama. O cuzinho dela apertou meu pau com tanta força que eu não aguentei mais. Eu segurei firme na cintura dela, enfiei tudo o que eu tinha e descarreguei um jato quente lá dentro, sentindo meu leite encher ela todinha.

A gente desabou na cama, suados e ofegantes. O silêncio só era quebrado pela respiração pesada. A Naty virou de lado, com o rosto todo vermelho e o cabelo ruivo grudado na testa, me deu um sorriso de lado e disse:

— Amanhã o Marcos vai querer saber por que eu dei pro Pastor... e o Pastor vai estar contando as horas pra segunda-feira. Mas só você sabe o gosto que eu tenho de verdade, amor.

Eu olhei pro celular dela na mesa de cabeceira. A luz da tela não parava de brilhar. O jogo tava só começando.

O resto da tarde passou num transe de pura adrenalina. A gente ficou ali, jogado no lençol bagunçado, enquanto o rastro do meu gozo escorria devagar pelas pernas da Naty. Ela parecia estar em êxtase, com um olhar perdido no teto, curtindo a sensação de ter sido possuída por três homens diferentes, de jeitos tão distintos, em menos de vinte e quatro horas.

O celular dela, que estava jogado no chão, começou a tocar. Não era mensagem, era ligação. O nome na tela:

Marcos.

— Ele não vai desistir

eu disse, pegando o aparelho e entregando pra ela.

— Atende. Quero ver o que esse bicho tem a dizer depois de ver o Pastor enterrado em você.

Naty deu um sorriso diabólico, limpou a garganta pra voz não parecer tão cansada e atendeu no viva-voz.

— O que foi, Marcos? Por que todo esse desespero?

a voz dela saiu gelada, profissional, como se ela estivesse na sala de aula.

— Que porra foi aquela, Natielly?!

a voz do Marcos saiu rasgada, dava pra sentir o ódio dele pelo telefone.

— Você me deixou no vácuo o dia todo pra dar pra aquele velho de terno? Aquele crente de merda? Eu te torei ontem, caralho! Eu te marquei toda!

Naty deu uma risadinha de deboche, passando a mão no próprio bumbum que ainda latejava.

— Você é muito convencido, Marcos. O Pastor Gilberto tem uma pegada que você nem sonha. Ele tem autoridade, coisa que não tem. E quer saber? Ele foi muito mais fundo que você.

— Eu vou acabar com a vida dele! Eu vou contar pra todo mundo que o santinho da igreja tá comendo a professora!

ele gritava, completamente fora de si.

— Vai lá, conta

A Naty deu uma gargalhada que ecoou pelo quarto, uma risada gostosa de quem sabia que tinha o Marcos na palma da mão. Ela pegou o celular de novo, apertou o botão de gravar áudio e falou com aquela voz de quem tá saboreando a vitória.

— Vai lá, Marcos! Conta pra cidade inteira, conta pro bispo, conta pra quem você quiser. Mas bota uma coisa nessa sua cabeça oca: no segundo que você abrir o bico, a fonte seca. Você nunca mais chega perto desse meu rabão que você diz que adora. Nunca mais vai sentir o aperto do meu cuzinho, nem vai ver essa professora aqui de quatro implorando pra você meter com força.

Ela fez uma pausa, respirou fundo pra ele ouvir o som da satisfação dela e continuou:

— Se você abrir a boca, o Pastor Gilberto cai, mas eu continuo sendo a mulher do Paulo, e você vira só uma lembrança ruim. Escolhe aí: ou você fica pianinho, aceita que agora tem mais gente no jogo e garante sua diversão na semana que vem, ou você abre o bico e morre na seca vendo as fotos que eu vou te mandar de outros homens fazendo o que você queria estar fazendo. O que vai ser, garanhão?

Ela soltou o botão, enviou o áudio e jogou o celular em cima do peito, me olhando com aquela malícia de quem acabou de dar o xeque-mate.

— Ele não vai contar nada, Paulo. O Marcos é viciado nesse meu rabo. Ele prefere ser corno do Pastor do que nunca mais me tocar.

Eu puxei ela pela cintura, sentindo a pele dela ainda quente do nosso rala e rola.

— Você não existe, Nati. Deixou o bicho doido e o Pastor nas nuvens. Agora o Marcos vai ficar em casa roendo as unhas, imaginando o que o pastor Gilberto vai fazer com você na segunda-feira.

A gente ficou ali, rindo da desgraça, enquanto a luz do sol ia sumindo na janela. O jogo tava cada vez mais sujo, e a gente não queria parar nunca.

O celular da Naty brilhou na hora. O Marcos visualizou e nem teve coragem de mandar áudio. Escreveu só uma frase, seco:

"Você é um demônio, Naty. Tá bom, eu fico na. minha. Mas semana que vem você é minha e eu não quero saber de cheiro de pastor nenhum em você."

A Naty nem respondeu. Bloqueou a tela e deu uma espreguiçada gostosa, o corpo todo relaxado depois de tanta confusão.

— Viu?

ela disse, rolando pro meu lado e deitando a cabeça no meu peito. — O segredo desses homens é que eles acham que mandam com o que têm entre as pernas, mas quem manda é quem decide quando eles podem usar. Agora o Marcos tá mansinho e o Pastor tá lá na igreja, provavelmente de joelhos, não sei se orando ou agradecendo pelo pecado que cometeu.

Eu comecei a passar a mão no cabelo ruivo dela, pensando no plano de segunda-feira.

— O Gilberto vai estar numa ansiedade que não cabe nele, Nati. Ele acha que vai ser o primeiro a inaugurar seu cuzinho. Você vai ter que atuar muito bem lá naquele gabinete.

— Deixa comigo, Paulo

ela sussurrou, subindo a mão pelo meu corpo. — Vou chegar lá com aquela carinha de quem passou a noite chorando de arrependimento. Vou dizer que orei muito, mas que o desejo que ele despertou em mim é forte demais. Vou fazer ele se sentir o homem mais poderoso do mundo antes de dar o que ele quer.

Ela se levantou da cama, nua, e foi até o espelho da penteadeira. Ficou se olhando, passando a mão nas marcas que o Marcos deixou e nas marcas que eu acabei de fazer. O corpo dela era um mapa da nossa perversão.

— Sabe o que é melhor?

ela perguntou, se virando pra mim.

— Amanhã tem aula. Vou cruzar com o Marcos nos corredores da faculdade. Ele vai me olhar com aquele ódio, mas vai ter que baixar a cabeça e me chamar de "professora". E à noite, na reunião de obreiros, vou passar pelo Pastor e dar a "Paz do Senhor" com a mão mais fria do mundo, só pra ele ficar na dúvida se eu mudei de ideia.

Eu levantei e fui até ela, abraçando-a por trás, olhando nós dois no espelho.

— O controle é todo nosso, Nati. O eletricista, o advogado e a professora... quem olha pra gente na rua não imagina o estrago que a gente faz entre quatro paredes. Ou melhor, dentro da igreja.

— Segunda-feira, Paulo...

ela disse, encostando a raba em mim.

— Prepara a câmera do celular. Porque quando o Pastor Gilberto entrar onde ele nunca entrou, eu quero que você pegue cada detalhe da cara de santo dele se perdendo de vez.

A gente se beijou ali mesmo, selando o próximo capítulo. O Marcos ia ter que esperar, o Pastor ia ter que suar, e a gente ia continuar sendo os donos dessa sujeira toda.

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