A nerd tímida viciada em agradar macho - parte 11 - o passado de puta de dona Lúcia

Um conto erótico de Franzinha
Categoria: Heterossexual
Contém 4337 palavras
Data: 08/05/2026 02:19:18

Oi, gente! Franzinha aqui mais uma vez. Vamos a mais uma parte da minha história. Já aviso que esse conto vai ser bem maior que os outros, optei por não fazer em duas partes. Continuem me dando os feedbacks! Beijinhos

PARTE 11 - O PASSADO DE PUTA DE DONA LÚCIA

- Meu amor... Eu quero que saiba que tudo que eu te contar aqui aconteceu há muito tempo. Bem antes de você nascer. - minha mãe falou me olhando nos olhos, com muita sinceridade no olhar

- Tudo bem, mãe. Eu só quero que você seja sincera comigo, só isso. - respondi me ajeitando no sofá - Me conta, por favor

- Bom, vejamos...

"Eu tinha 18 pra 19 anos, assim como você. A criação que recebi da sua avó foi muito parecida com a que te dei. Nossa família era evangélica, conservadora e humilde. Eu vestia roupas sempre compridas, não usava maquiagem, cabelo sempre preso num rabo de cavalo discreto. Eu desenvolvi meu corpo muito nova. Sempre tive um quadril avantajado e a minha bunda sempre foi enorme, bem graúda e redonda. Minhas tetas cresceram muito cedo, era quase impossível passar despercebida, mesmo me tapando dos pés a cabeça. Mas eu tinha que me portar sempre de maneira comportada, sempre destinada a ser a boa moça aos olhos da família e da igreja que frequentávamos. E foi na igreja que conheci o Paulo, seu pai. Os pais dele e os meus eram amigos de anos, e fizeram muito gosto da nossa união. Nosso namoro era muito controlado, apenas carícias nas mãos e beijos no rosto. Paulo era um homem muito devoto e dizia que qualquer coisa entre homem e mulher só seria feita após o casamento. Meus pais me cobravam estudo acima de tudo, sempre fui muito inteligente e dedicada. Tanto esforço foi recompensado com a entrada na faculdade logo aos 19 anos, consegui uma bolsa integral numa universidade particular conceituadíssima no curso de Direito. Eu estava muito empolgada de estar estudando o que amava, sendo reconhecida por toda minha dedicação ao longo dos anos.

Fiz algumas amizades no curso. Entre elas, um menino esquisito chamado Pedro, que era muito rico. Por conta do seu status, tinha vários amigos no campus e todos o bajulavam. A família dele tinha um escritório enorme na cidade, um dos mais tradicionais e procurados do estado. Era muito prestigiado e a concorrência pra conseguir trabalhar lá era muito grande. Devido a nossa amizade, Pedro mexeu os pauzinhos e conseguiu uma entrevista de estágio pra mim, quando estava no segundo ano da graduação. Era uma oportunidade maravilhosa pra que eu iniciasse minha carreira jurídica, num escritório de renome e prestígio! Quando conheci o meu futuro chefe, doutor João Matos, tio de Pedro, tudo mudou. Ele era um homem na casa dos seus 45 anos, grisalho, com barba fechada e um sorriso cafajeste. Sempre vestido com ternos impecáveis, imponente, intimidador. Era um advogado respeitado e brilhante. Exercia dominância sobre qualquer pessoa apenas na maneira de se portar e falar. E comigo não foi diferente. Ele me explicou como funcionaria minha rotina no escritório, a pressão que o serviço exigia, a forma como eu deveria trabalhar. Eu seria sua estagiária pessoal, me reportaria diretamente a ele e seria seu braço direito. Eu estava um tanto arisca, já que era meu primeiro emprego, e queria fazer tudo conforme ele exigisse, queria ter sucesso na minha carreira. Ele gostou muito de mim, disse que eu era uma moça muito inteligente, que meu talento certamente seria muito útil pro escritório e um primeiro estágio ali agregaria muito ao meu currículo, abriria muitas portas. O valor que pagavam não era dos melhores, mas o peso no currículo seria imenso, então eu estava muito disposta a aceitar qualquer imposição pra garantir a oportunidade. Porém João foi muito enfático: o escritório lidava com causas de muito valor, com clientes multimilionários, e não era possível me ter ali vestida igual uma "senhora que vende bíblias". Eu fiquei sem reação e não sabia o que dizer. Ele disse que poderia encontrar facilmente outra pessoa que quisesse a vaga, então eu deveria me decidir se iria colaborar com isso. Eu precisava muito aproveitar essa oportunidade e aceitei, questionando como deveria me vestir. Ele explicou que deveria usar blusas sociais, saia sempre, meia calça e sapatos de salto. Cabelos soltos e maquiagem. Teria que ser assim todo dia.

Eu fui pra casa e expliquei a situação pros meus pais, disse que precisava seguir a risca as diretrizes do emprego e que seria uma excelente oportunidade pra crescer na carreira. Minha mãe, ainda que muito ressabiada, concordou e me permitiu comprar roupas. No dia seguinte, apareci no escritório trajando uma blusa social branca com detalhes em rosa, uma saia solta preta abaixo do joelho, uma meia calça preta grossa e um saltinho discreto. Como eu tinha um corpo muito voluptuoso, foi impossível não notarem. Meu quadril, bunda e peitos estavam muito marcados naquela roupa. Ao entrar na sala do doutor João, ele me elogiou e disse que esse era o tipo de roupa que ele esperava ver sua estagiária usando, mas que ainda poderia melhorar. Ele olhava discretamente pras minhas curvas, eu percebia a forma safada dele me observar, mas tentava focar no trabalho. Conforme fui me adaptando a rotina do escritório, ele foi exercendo maior dominância sobre mim e eu simplesmente aceitei. Primeiro foi a blusa, que ele exigiu que fosse de tecido mais fino e transparente. Depois, a saia tinha que ser mais curta e mais justa, na altura da coxa, suficiente apenas pra cobrir a bunda, e bastante colada no meu corpo. As unhas ele pediu pra deixar crescer e pintar sempre de vermelho. A meia calça virou meias 7/8 bem finas, sempre pretas, às vezes com risca. Os saltos ficaram mais altos, agulha. A maquiagem mais carregada, com batom vermelho e bastante rímel. O pedido que mais me chocou foi em relacão a minha lingerie, que ele pediu que fosse bem sensual, com calcinhas minúsculas fio dental e sutiãs que deixassem minhas tetas bem empinadas, até mesmo de tule transparente. Como era possível ver o sutiã pela blusa fina e a calcinha marcava na saia ultra justa, ele fazia questão disso. E eu, desesperada pra mostrar meu valor e dedicação no escritório, fazia tudo que ele me pedia. Meu namorado ficou chocado com essa mudança toda, mas eu argumentava que era preciso pra poder me encaixar no meio jurídico e ter uma carreira de sucesso. Paulo começou a ganhar muito dinheiro com sua empresa farmacêutica e me pediu em casamento. Fiquei maravilhada com aquilo, ele era um homem maravilhoso. Ele alugou um apartamento e fomos morar juntos. Porém dormíamos em quartos separados, já que nossa religião permitia morarmos juntos durante o noivado, mas não qualquer tipo de ato libidinoso.

A primeira vez que cometi um erro num processo o doutor João me puniu. Me chamou a sala dele e disse o quão grave tinha sido o que tinha feito de errado, o quanto dinheiro ele tinha perdido, o quanto o cliente estava insatisfeito. Eu entrei em desespero e comecei a chorar, implorando por uma chance de me redimir. Ele apenas sorriu, me pediu que levantasse, apoiasse meus cotovelos sobre a mesa, empinasse meu rabão e abrisse as pernas. Eu estava tão apavorada com a possibilidade de perder meu emprego que fiz tudo como ele me ordenou. Ele levantou minha saia e começou a bater na minha bunda, pedindo pra que a cada tapa eu dissesse "me perdoa, doutor". Eu o fiz, em lágrimas. Ele batia forte e deixava minha bunda marcada e vermelha. Dizia que estava muito furioso pelo acontecido e que precisava me punir mais, se eu estava disposta a essa punição. Eu obviamente concordei, não conseguia pensar em dizer não. Ele se inclinou e sussurrou no meu ouvido que a partir daquele dia, eu seria não apenas a estagiária dele, mas também sua escrava, e ele faria o que quisesse comigo. Eu apenas assenti, sempre visando minha carreira. Nos dias seguintes, o doutor João se trasformou em outra pessoa. Todos os dias eu chegava em sua sala e ele me obrigava a levantar a saia e abrir os botões da blusa, ficar com minha bunda e tetas a mostra. Começou a passar a mão na minha bunda e dar tapas quando quisesse, passava a mão por cima da calcinha na minha buceta e no meu cu. Pedia pra que eu explicasse coisas dos processos sentada em seu colo, apertando minhas tetas e beijando meu pescoço. Me presenteou com um kit de plugs anais e ordenou que eu fosse trabalhar todos os dias usando um bem socado. Isso escalou muito rapidamente. Ele me obrigou em poucos dias a punhetá-lo diariamente enquanto debatíamos questões processuais. Tirava o pau grosso e pesado que ele tinha pra fora, mandava eu masturbá-lo, gozava na minha mão, pedia pra que eu lambesse tudo e continuava o trabalho como se nada tivesse acontecido. Depois, foi a vez dos boquetes. Todos os dias eu era obrigada a chupá-lo ajoelhada embaixo da mesa. Não demorou até que ele começasse a violar minha boca com força, literalmente fodendo minha garganta. Enchia meu estômago de porra todo dia, me fazia agradecer por isso. Todo dia ele me obrigava a ficar fedendo a pau e porra, não deixava que eu me lavasse. Isso bagunçou muito a minha cabeça, demais mesmo, porque ninguém mais me tratava daquela forma, eu era vista como uma menina recatada por todos e pra ele eu era apenas uma vagabunda. No início eu dizia pra mim mesma que estava fazendo isso pelo emprego, mas com o passar do tempo, eu comecei a gostar muito disso. Mal entrava na sala dele e já ficava apenas de sutiã, calcinha e meias. Me aproximava dele apenas pra que ele abusasse da minha bunda enorme. Mostrava meu plug no cu, pedia pra que ele brincasse com ele enquanto conferia os prazos dos processos. Me ajoelhava sem que ele mandasse pra chupar aquele pau. Comecei a pedir pra que ele fodesse minha boca mais forte, mais fundo. E ele notava essa submissão toda, o quanto eu estava entregue a ele. Em casa, eu vivia pegando fogo e praticamente implorava pra que seu pai transasse comigo. Ele me xingava, dizia que eu estava me perdendo da fé e que devíamos orar mais. Eu perdia o controle, me masturbava todos os dias no banho e antes de dormir. Acordava já pensando em como meu chefe iria abusar de mim.

Com isso, não é de se surpreender que ele tenha começado a me comer também. A minha primeira vez foi em cima da mesa do escritório, com ele debruçado em cima de mim, de pernas abertas enquanto ele socava o pau sem dó na minha buceta e tapava minha boca pra que eu não gemesse alto. Ele passou a me comer naquela sala todos os dias. Me fazia atender o telefone enquanto sentava na rola dele. Me fodia em todas as posições. Quando ganhávamos uma causa, ele mandava eu avisar meu noivo que teríamos uma celebração após o expediente e me comia até a madrugada. Eu chegava em casa exausta de tanto levar rola e Paulo nunca desconfiava, achava que era meu trabalho que me cansava. Doutor João, talvez por conta da minha bunda enorme, desenvolveu um fascínio por ela e começou a comer meu cu direto. Ele enchia meu cu de porra e me fazia ir nas reuniões com clientes com seu leite escorrendo pelo meu buraquinho. Fazia eu botar a porra pra fora num copo e beber depois que a reunião acabasse. Começou a usar brinquedos maiores e vibradores no meu rabo, que ele carinhosamente chamava de depósito de porra. Eu fiquei viciada naquilo, eu preferia ser fodida no cu do que na buceta. Meu cu pegava fogo o tempo todo, eu estava sempre com um plug enorme socado nele. As depravações do doutor cresciam, e de maneira descontrolada. Como a equipe era basicamente só homens, ele passou a mandar eu mamar outros advogados do escritório, pra aliviar o trabalho estressante. No início, mandava eu acompanhar um de cada vez e deixar ele foder minha boca na sala de reuniões. Depois, me tornei a boqueteira de geral. Iam vários ao mesmo tempo, me faziam revezar de pau em pau. Ficava horas ajoelhada naquela sala e quem quisesse ia lá socar o pau na minha garganta. Era um rodízio de picas na minha boca que me deixava louca, chegava a ficar com o maxilar doendo de tanto chupar. Não importava quem fosse, tendo piroca podia usar minha boca. Até o seu Jaime, o faxineiro, um velhote preto de uns 60 anos, era autorizado a foder minha boquinha quando quisesse. Eu amava cumprir essa função, me sentia muito realizada de poder servir tantos homens. Descobri nessa época também que a secretária, dona Rejane, uma quarentona muito bem cuidada, dona de uma bunda carnuda como a minha, foi quem exerceu esse papel por anos antes da minha chegada. Com o tempo, doutor João começou a organizar orgias com eles. Eu frequentemente era fodida por uns 10, 15 machos ao mesmo tempo, virava um brinquedo sexual na mão de todos. Faziam rodízio dos meus buracos, me batiam bastante, enforcavam, faziam bukkake, mandavam eu lamber o cu deles. A dona Rejane voltou a ser usada junto comigo, e constantemente eles gozavam no cu e me faziam comer a porra direto do rabo dela. Eu peguei uma tara por fazer isso, era delicioso lamber aquele cu todo esporrado. Os machos adoravam fazer joguinhos comigo, como gozarem todos dentro dos meus sapatos e me mandarem calçar eles cheios de porra pra voltar pra casa, faziam reuniões onde eu explicava novos processos enquanto me fodiam, mandavam eu segurar a rola deles pra mijarem. Como meu rabo era insaciável, me tornei praticante frequente de dupla penetração anal. Eu gozava fácil tendo duas picas socadas dentro do meu cu. O doutor amava o que eu tinha me tornado, dizia que eu era a melhor coisa que já tinha acontecido naquele escritório. Eu me sentia realizada. Eu já nem ligava tanto pra carreira que poderia ter por trabalhar ali, estava viciada em ser puta de todos os homens de lá. Em casa, procurava manter a imagem de noiva fiel e puritana, mesmo que chegasse todos os dias fedendo a pica e com porra escorrendo do meu cu, buceta e até nos meus pés. E seu pai nunca desconfiou de nada.

No último ano da graduação, eu casei. Meu casamento foi lindo e como toda mulher sonha, numa chácara linda e com um casarão enorme pra festa. Doutor João fez questão de pagar a maior parte das despesas. Paulo ficou muito feliz com esse gesto, acreditava que meu chefe era um homem que me valorizada pelo meu trabalho no escritório. Mal sabia ele de tudo que o doutor fazia comigo. Todos os colegas do escritório e o meu chefe estavam lá. Foi muito excitante estar casando com um homem que acreditava que eu ainda era virgem e tendo vários machos ali que já tinham me comido de todas as formas nos últimos 2 anos. Por baixo do meu vestido de noiva comportado, eu estava encharcada, e conforme o doutor João tinha mandado, usava meias 7/8 brancas e um plug grande no cu, que a essa altura já era bem arrombado. Durante a festa, meu chefe pediu pra Paulo pra dançar comigo, que prontamente permitiu, na maior inocência. Ele discretamente apertava minha bunda e mexia no plug, e sussurrou no meu ouvido que ele e os colegas de escritório queriam me foder ali mesmo. Eu não consegui recusar. Um dos rapazes ficou distraindo Paulo enquanto eu fui pra dentro de um dos quartos da casa e deixei o doutor João e mais 5 advogados me comerem bastante na minha própria festa de casamento. Fiz muita dupla penetração anal, pra que minha buceta não estivesse tão aberta na noite de núpcias. Os advogados iam revezando com outros, até que todos do escritório tivessem a oportunidade de me comer. Pedi pra que todos gozassem dentro dos meus sapatos, apenas o doutor João enchesse meu cu de porra. Voltei pra festa fedendo a pau, com bafo de porra e pisando molhado no leite nos meus saltos. Na noite de núpcias, Paulo foi me penetrar num papai e mamãe e gozou assim que enfiou a rola, que por sinal era bem pequena. Ele pediu desculpas, disse que estava ansioso. Eu não liguei, disse que estava tudo bem e dormimos pela primeira vez juntos. Partimos em lua de mel pra uma praia paradisíaca. O João me presenteou com biquínis extremamente vulgares, que mal cobriam os bicos das minhas tetas gigantes e ficavam totalmente socados na minha bunda enorme. Eu parecia uma puta vestindo aquilo, todos os homens me olhavam. Paulo não gostou, mas persuadi ele dizendo que era presente de casamento e seria ingratidão não usar. Mas a verdade é que eu queria mesmo chamar atenção com meu corpo. Além disso, eu estava sedenta por pica, Paulo não me satisfazia de jeito nenhum, mal entrava dentro de mim e já gozava, e eu precisava me sentir usada de verdade. Liguei pro meu chefe e expliquei a situação, quase chorei. Foi aí que ele me surpreendeu com mais uma perversidade dele: mandou eu dar pra estranhos no resort onde estávamos. Eu fiquei muito intrigada com isso, mas como ele tinha mandado e eu estava precisando muito, acabei fazendo. Dei pra muitos machos naquele resort. Dava um jeito de despistar Paulo e acabava na rola de algum homem. Dei pra pai de família que estava passando férias, pro rapaz que carregava as malas, pro garçom do bar, pro segurança do hotel, pro faxineiro, pra um grupo de amigos que vieram do Senegal, pro motorista da van. Por conta do casamento, reservava a buceta pro meu maridinho de ejaculação precoce, então passei a dar muito mais o meu cu.

Quando voltei pra trabalhar, doutor João me fez contar de cada um dos machos que me comeram na lua de mel detalhadamente. Doutor João amou isso, me incentivou a continuar e ser ainda mais promíscua. Mandava eu me oferecer igual uma puta pra qualquer homem. E eu o fiz, não conseguia negar nada pra ele. Na faculdade, praticamente todos os meus colegas de curso que deram em cima de mim durante todo esse tempo eu deixei me comer. Até mesmo o Pedro e seus amigos. Professores, funcionários da universidade, os homens da manutenção, seguranças, alunos de outros cursos. Com isso, eu fiquei extremamente mal falada na cidade, rolava vários boatos de que eu era uma puta e traía meu marido. Em contrapartida, os homens sabendo disso não perdiam tempo e me assediavam em qualquer lugar. No shopping, na rua, nos restaurantes. Sempre tinha algum macho passando a mão na minha bunda, levantando minha saia, me encoxando, me dizendo coisas como "essa bunda foi feita pra levar vara", "seu cu merece ser fodido todo dia", "você não merece respeito, merece só rola nesse rabo gordo". E eu passei a ficar completamente viciada nisso, eu não conseguia me conter e dizer não. Passei a gostar desses assédios, passei a querer que qualquer homem me tratasse assim. Me tornei extremamente fácil. Sempre dava um jeito de mamar ou deixar me comer quem abusasse de mim. Os vizinhos iam ao nosso apartamento enquanto o Paulo trabalhava pra me comerem. Eles sequer pediam licença, iam entrando e já sacavam a pica pra que eu mamasse. Eu me ajoelhava e deixava qualquer um deles foderem a minha boca o quanto e como quisessem. Depois pediam meus buracos e acabava sendo completamente fodida na cama onde dormia com meu marido. Me deixavam pingando porra no cu e na buceta, que já tinham sido amplamente usados durante o meu horário de trabalho, e iam embora. Nenhum homem me respeitava, e eu amava isso. Perdi as contas que quantos machos me comeram nessa época. Era um vício descontrolado que eu não conseguia ter a mínima vontade de parar.

O problema foi quando tudo começou a ruir. Pouco depois de me formar, houve uma denúncia de fraude fiscal de um escritório concorrente e o doutor João foi preso, suspeito de estar fraudando processos e lesando vários clientes ao longo de anos. O escritório teve a credibilidade incrivelmente abalada, teve que fechar as portas. Eu fui demitida e passei a depender inteiramente do meu marido, ficando apenas em casa. Como não podia mais ser puta dos advogados e do doutor João, minha vontade de ser usada triplicou. Parecia uma abstinência de algum tipo de droga. Passei a trazer muito mais homens pra casa pra me comerem. Todo dia eram no mínimo 7 ou 8 que iam até nosso apartamento me fazer de vagabunda. Eu passava o dia em casa vestida igual uma puta, com lingeries de atriz pornô e plug enorme no cu, tendo como único propósito ser brinquedinho sexual de macho. E numa dessas, enquanto era brutalemente fodida por 4 vizinhos do andar de baixo no meio da sala, fui pega no flagra por Paulo, que voltou mais cedo do trabalho. Foi um escândalo. Eu chorava muito, Paulo me ofendia de todas as formas. Dizia que sempre ouviu boatos de que eu fazia isso, mas acreditava que a mulher pura com quem ele tinha se casado jamais seria capaz disso. Eu pedi perdão, implorei pra que não me deixasse, tentei desmentir tudo que ele ouviu e que aquilo tinha sido obra do diabo nas nossas vidas. Como nosso casamento estava no início e ele não queria ter a reputação abalada, pois arruinaria os seus negócios, ele decidiu me perdoar e continuarmos juntos. Me fez jurar que jamais faria aquilo novamente e que voltaria a ser uma esposa recatada e de Deus. Eu concordei. No início, eu conseguia me manter posturada, focada em deixar essa vida pra trás. Voltei a me vestir de forma puritana, mantinha só as lingeries fio dental e usava eventualmente o plug no cu. Foi quando descobri que estava grávida. Comemoramos muito, entendemos que aquele bebê era um sinal divino de que uma nova vida estava nascendo pra nós dois. No entanto, eu continuei frustrada sexualmente com meu marido e, num evento da empresa dele, acabei caindo em tentação. Dois funcionários dele deram em cima de mim, dizendo que sabiam da minha fama de cadela sedenta por rola e acabei cedendo. Arrastei os dois pro banheiro e permiti que fodessem minha boca a vontade. Eu estava morrendo de saudade daquilo. Depois de estar completamente babada e com a garganta doendo, levantei minha saia, revelando minha calcinha fio dental e o plug atochado no meu cu, pedindo pra que eles me comessem, Paulo entrou no banheiro e me pegou no flagra de novo. Dessa vez não adiantou tentar convencê-lo a perdoar. Prometeu me dar pensão e um lugar pra morar, pois não queria que a mãe da filha dele passasse necessidades, mas quis separar e disse que nunca mais iria querer olhar pra mim. Eu fiquei arrasada. Meu mundo caiu. Não foi fácil lidar com esse término, ainda mais sabendo que teria que criar uma filha sozinha, embora bem amparada financeiramente. Fiz uma promessa pra mim mesma que não voltaria a essa vida, viveria recatada e evitando homens, mas com uma única exceção: se por ventura minha filha, no futuro, quisesse seguir os meus passos, eu poderia me entregar aos meus desejos novamente. Então, decidi te criar da mesma maneira que fui criada, mas sempre plantando a sementinha pra que você se tornasse uma submissa e em algum momento quisesse ser uma vagabunda como eu fui. Eu estudei métodos de psicologia e persuasão pra entrar na sua mente e te preparar pra esse momento."

- M-mãe... E-eu jamais imaginei isso... - eu disse chocada, depois de ouvir atentamente toda a história

- Eu tentei te esconder isso por todo esse tempo - ela disse pegando na minha mão, de cabeça baixa, com lágrimas nos olhos - Eu tinha medo de que você nunca se tornasse o que fui e caso soubesse do meu passado, me odiaria.

- Então... Você me criou pra ser igual a você? Você queria que eu fosse uma puta viciada em macho?

- Sim, minha filha. Eu queria. - ela me olhou com ar de lamentação - Mas queria que fosse por conta própria, que você descobrisse esse seu lado. E eu fiquei tão feliz que você se tornou essa putinha pro Robson e seus amigos. Você me perdoa por ter te escondido isso por tanto tempo?

- Mãe... - eu disse levantando e olhando ela - Não há nada pra ser perdoado. Eu tenho é que te agradecer por ter feito isso comigo.

- E-eu... Você tá falando sério? - ela me olhou incrédula, enxugando as lágrimas - Você não está brava?

- Não, mãe. Eu sou feliz assim, satisfazendo macho, sendo usada, dando o cu. Fico ainda mais feliz de saber que você era assim também, minha maior inspiração é minha própria mãe! - eu me virei, empinando minha bunda na cara dela - Vai, mãe, chupa a porra que tá no meu cu como você fazia com a tal dona Rejane.

- Ah, meu amor - minha mãe afastou minha calcinha e caiu de boca, lambendo aquela porra enquanto eu forçava ela pra fora - Que saudade que eu sentia disso. Você deixa eu voltar pra essa vida? Posso ser quem eu gosto de ser?

- Claro, mãe! - eu puxava a cabeça dela contra minha bunda e empinava - Agora seremos nós duas juntas! Quero que você me ensine a ser mais puta, mais promíscua, mais disponível pros machos usarem! Quero que a gente seja marmita de qualquer homem, que nossa casa esteja sempre cheia de machos pra nos comer!

- Sim, minha filha! - ela ria, faceira, felizona, babando enquanto comia toda a porra do meu cu - Vamos ser dois depósitos de porra pra qualquer homem que nos quiser, juntinhas! Finalmente poderei ceder aos assédios e ter minha bunda grande abusada novamente! Obrigada, meu amor! Você é a melhor filha do mundo!

- Eu te amo, mãe! Obrigada por ter me feito essa vagabunda!

CONTINUA

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Comentários

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Crlhooo Dona Lúcia pior q a filha 😈🤤 continuaaaa kkk

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Cada vez melhor Franzinha...

⭐⭐⭐

Beijo na xota😈♥️

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