Mandei o convite safado por mensagem: "Escritório agora, porta dos fundos. Minha boca tá esperando esse pau". Marcelo bateu discretamente minutos depois, sorriso cúmplice no rosto alto e atlético, calça já apertada no volume duro — ele sabia o script inteiro, olhos me devorando na sala vazia de sexta, trancando a porta e baixando as persianas com urgência.
Fui direto ao ponto, coração acelerado de tesão acumulado: ajoelhei devagar entre as pernas dele na cadeira giratória de couro preto, o ar do escritório carregado de cheiro masculino e expectativa. Minhas mãos subiram pelas coxas musculosas dele por cima da calça social, sentindo o calor irradiando, até alcançar o cinto. Desabotoei com dedos ágeis mas provocantes, puxando o zíper devagar, centímetro por centímetro, revelando a cueca boxer esticada ao limite. O pau grosso saltou livre quando afastei o tecido, já duro como pedra, veias salientes pulsando ritmadas, cabeça inchada, brilhando, cheiro de tesão acumulado invadindo minhas narinas e me deixando salivar.
— Mostra esse pau todo pra mim, amor... deixa eu te mamar como você merece — murmurei rouca, voz baixa e sedutora, olhos fixos nos dele enquanto minha língua rosada saía lenta, traçando a base grossa primeiro, lambendo de baixo pra cima em movimentos longos e úmidos, saboreando a pele salgada esticada. Desci pros lados, lambendo devagar as bolas pesadas e peludas, sugando uma de cada vez com sucção leve e provocante, sentindo-as encolherem e endurecerem na boca quente, língua rodopiando ao redor enquanto uma mão massageava a outra suavemente, unhas roçando de leve a pele sensível.
— Porra, Andressa... que boca gulosa, chupa gostoso essas bolas... engole meu pau fundo, vai, me faz gozar na tua garganta — gemeu ele baixo, voz rouca de desejo, mão grande se enfiando no meu cabelo preto solto, dedos entrelaçando firme mas sem forçar ainda, guiando minha cabeça mais perto, quadris se mexendo involuntariamente pra roçar a cabeça do pau nos meus lábios.
Segurei a base com firmeza, punho fechado na metade inferior grossa, masturbando devagar em rotação enquanto lábios macios envolviam a cabeça inchada, sugando voraz o pré-gozo salgado e viscoso que escorria abundante, língua circulando a coroa sensível em círculos apertados, pressionando a frenula com a ponta pra arrancar gemidos dele. Desci mais, boca se abrindo ampla, garganta relaxada de prática engolindo metade primeiro — 15cm de pau grosso preenchendo até o limite, úvula roçando a cabeça, gluck suave ecoando. Subi lenta, saliva escorrendo copiosa pelos cantos da boca, fios grossos ligando meus lábios vermelhos ao pau brilhante e melado, arfando ofegante antes de descer de novo, agora tudo: nariz enterrado no púbis peludo, pau pulsando forte contra as paredes da garganta, bolas na minha queixo por um segundo enquanto segurava profunda, olhos lacrimejando mas fixos nele, garganta contraindo em espasmos ritmados ao redor da grossura.
— Assim, delícia... me fode a boca inteira, usa minha garganta como buceta... porra, que pau delicioso, grosso e quente — gemi abafado ao subir pela metade, saliva pingando no carpete, acelerando o ritmo faminta agora, cabeça subindo e descendo em pistadas ritmadas, bochechas afundando na sucção vacuum forte, uma mão torcendo a base exposta em rotação suave e rápida, a outra massageando as bolas encolhidas, dedos médios roçando o períneo sensível pra intensificar. Gluck-gluck-gluck ecoava mais alto no escritório silencioso, pausas pra lamber os lados com língua plana, sugando veias salientes, cuspindo na cabeça pra lubrificar mais, descendo profunda de novo e segurando, garganta engolindo em seco ao redor dele, nariz inalando o cheiro pubiano forte.
— Caralho, Andressa... você mama como ninguém, garganta de puta profissional... vai, acelera, soco mais fundo na tua boca gulosa, tô quase explodindo — resmungou ele, gemidos roucos crescendo em volume, mão no cabelo apertando agora, guiando estocadas curtas pra foder minha boca como um buraco quente, quadris subindo pra encontrar cada descida minha, pau inchando mais, veias latejando contra a língua.
Aumentei o ritmo voraz, boquete sloppy total: saliva escorrendo em riachos pelo queixo e pingando nos seios por baixo da blusa aberta, garganta se abrindo pra cada estocada dele agora dominante, bochechas ocas na sucção extrema, mão na base torcendo contra o movimento da boca, outra apertando bolas pra cima, sentindo-as contraírem sinalizando o gozo iminente. Olhei pra cima safada, olhos maquiados borrados de lágrimas de esforço, gemendo vibrações na cabeça sensível.
— Vou gozar agora, engole tudo, puta... toma minha porra quente na garganta, não perde gota — agarrou meu cabelo firme com as duas mãos, estocadas curtas e brutas fodendo a boca, pau inchando ao máximo.
Jatos quentes e potentes explodiram direto na garganta profunda, porra grossa e abundante enchendo tudo em pulsos ritmados — cinco, seis jatos cremosos e salgados, segurando a cabeça no lugar enquanto eu engolia convulsivamente, garganta trabalhando ao redor da grossura pra sugar cada gota, sem derramar. Segurei mais segundos, leite residual escorrendo na língua, subindo lenta com sucção final pra limpar tudo, um fio grosso escapando no canto da boca que lambi provocante com a ponta da língua, olhos fixos nele ofegante. Levantei devagar lambuzada de saliva e porra, blusa desabotoada revelando seios marcados de gotas, beijo molhado e profundo selando o segredo do escritório — língua dele provando o resto do próprio gozo na minha boca, mãos apertando minha bunda em promessa de mais.