O amigo tímido do meu namorado – (1)

Um conto erótico de Silvânia (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 8162 palavras
Data: 07/05/2026 21:34:49

Parte – 1.

Me chamo Silvânia, tenho 25 anos, estou me formando em Biomédicas. Nesta história quero contar como foi que eu acabei traindo meu namorado com o melhor e mais antigo amigo dele. E como essa minha traição mudou completamente a nossa vida.

Sou loira, cabelo comprido abaixo da linha do ombro, 1,57m de altura, com 95 cm de busto, 65 cm de cintura e 105 cm de quadril. Desde os tempos de colégio, passei a ser a loira bunduda e gostosa da turma. Eu sou fiel na academia, para me manter em forma.

Namoro o Gervane há 2 anos, ele tem 27 anos, 1,76 m de altura, é um homem branco, cabelos e olhos pretos, tem uma barriga bem discreta de chopp, considero um homem relativamente bonito. Ele já é formado em administração, mas, prefere trabalhar como gerente na loja de ferramentas do pai dele. Ele é um amor de pessoa, sempre cordial e generoso, e me conquistou por isso.

[Nota do Autor] - Um conto erótico de um autor intitulado: “I Am” – Cujo título era “Ajudando o Amigo Tímido do Namorado”, teve apenas três partes publicadas em 2024, até ser interrompido. Recebi um pedido para fazer minha versão e terminar a história. Vejam se gostam como ficou.

O Gervane tem um grande amigo chamado Lian, muito íntimo quase como irmão, ambos têm a mesma idade, e eram companheiros desde pequenos, conforme me contou o meu namorado.

Enquanto o Gervane é mais extrovertido, o Lian é do tipo nerd, muito tímido, um mestiço, de cabelos crespos cortados bem curtinhos, magro mas forte, um pouco mais alto do que meu namorado. Sempre foi muito dedicado para os estudos, e segundo dizem, nunca namorou. Gervane disse até que achava que ele ainda era virgem.

A família do Lian havia se mudado para uma cidade distante que fica a 500 km da nossa, e ele tinha ficado para estudar e se formar. Depois de formado, passou a trabalhar em uma grande empresa e sua vida era muito rotineira, pois não se distraía com muita coisa. Tirando os filmes que assistia com o Gervane, eu não sabia qual era sua diversão.

Lian é um sujeito calmo, discreto, bem reservado, gosta de ler muito, entende bastante de computadores, mas, que eu soubesse, não usava redes sociais, nem frequentava bares ou lugares movimentados.

Parecia ser muito fechado, porém, depois que ele já conhece a pessoa e se torna amigo, se revela muito divertido e agradável. Eu nunca conheci os pais dele, que se mudaram, ainda antes de eu conhecer o Gervane.

Em uma quinta-feira, à noite, eu estava na casa do Gervane, estávamos no quarto dele vendo um filme na TV, quando tocou a campainha. O Pai do Gervane foi atender, escutamos a voz do Lian. Ele entrou e veio direto até ao quarto onde estávamos. Nos cumprimentou e por algum tempo nós ficamos conversando coisas bem comuns do nosso dia a dia. Mas, ele parecia inquieto, até que tomou coragem e falou:

— Ge, eu vim aqui para apresentar um problema. Na verdade eu preciso da ajuda de vocês.

Perguntamos o que seria, o Gervane ficou preocupado com o amigo, e o Lian meio sem graça, contou:

— Os meus familiares, pais, tios, primos, avisaram que haverá uma reunião da família, para comemorar o aniversário de casamento dos meus avós, na sexta-feira, na cidade deles. Depois, eles vão aproveitar a reunião da família para irem a uma casa de praia que alugaram para passar o final de semana prolongado, aproveitando que na segunda, terça e quarta-feira, será feriado.

— E qual é o seu problema com isso? – Quis saber o Gervane.

Lian disse que o problema era a família. Que ele sempre foi muito criticado e gozado pelos tios e primos, por nunca aparecer com uma namorada. Ele falou:

— Todos ficam me caçoando, dizendo que eu sou lerdo, não tenho namorada, e vou morrer virgem, sem perder o cabaço. Da última vez que eu me encontrei com esses familiares, foi uma experiência muito ruim, pois eles dão muita importância a fazer família, casamentos, namoros, e pegaram muito pesado nas zoações.

Vi que ele abaixou a cabeça meio envergonhado com o que acabou de contar. Eu fiquei curiosa e sem entender o que ele pretendia, perguntei:

— Mas, o que é que está pegando? Você não quer ir?

Ele negou com a cabeça, e então, falou:

— Olha, é complicado. Eu preciso ir, mas se for sozinho, vou ser muito criticado, e vão duvidar de mim. Eu disse que tinha uma namorada, e eles me intimaram levar essa namorada para eles conhecerem.

Na minha ingenuidade, perguntei:

— E você tem namorada? Nunca falou dela. Qual é o problema?

Lian, sem graça, falou:

— Eu não tenho. Falei apenas para eles não me criticarem. Sei que vai parecer estranho, mas não pediria algo assim tão diferente, se não estivesse precisando mesmo.

Ele olhou para nós, ainda envergonhado. Dava para ver em seu olhar que ele estava realmente muito inseguro.

— Eu preciso que alguma mulher vá comigo passar esse final de semana na praia, para fingir ser a minha namorada. Eu não tenho nenhuma namorada, nem a quem pedir isso. Então, pensei se podem me ajudar.

— Ajudar como? – Questionou intrigado, o Gervane.

— Se a Silvânia pudesse fingir ser a minha namorada durante esse final de semana, isso seria ideal. – Ele confessou.

Eu fiquei totalmente sem reação com aquele pedido. Era uma ideia totalmente inesperada, parecia sem lógica, e na hora, me senti como se eu estivesse sendo usada como uma prostituta, fingindo ser namorada de um outro homem. Era uma coisa muito louca.

Olhei para o Gervane que me olhou de volta. Não precisou falar nada pois seu olhar parecia dizer: “E agora?”.

Realmente, eu também não sabia, era chato dizer não a um grande amigo, ainda mais quando estava daquela forma, suplicando por algo. Eu tentei fazer com que a ideia parecesse idiota e falei:

— Lian, que ideia mais louca, isso não vai dar certo, por mais que você não seja ativo nas redes sociais, eu e o Gervane, somos, temos fotos até com você. Os seus familiares podem olhar, e saber que eu não sou sua namorada, até posso ser desmascarada por algum amigo em comum, e isso pioraria as coisas.

Pensava que com esse argumento, iria resolver tudo, e eu não iria precisar recusar seu pedido. Mas ele logo falou:

— Eu sei, Silvânia, porém, isso é muito difícil de acontecer. Eles vivem a 500 quilômetros daqui, os meus pais nunca mais vieram aqui, e nunca viram você. Nem sabem como o Gervane está, pois era muito novo quando eles se mudaram. E os tios e primos que vão estar nessa reunião de família, são todos de outro Estado. Eu não tenho rede social, então, nunca vão ver nada que nos una. A probabilidade de eles descobrirem a verdade é mínima.

— Ainda acho essa ideia maluca. – Falei.

Gervane estava calado. O Lian insistiu:

— Por favor gente, eu sei que é um pedido chato, mas eu estou desesperado e só tenho vocês para enfrentar isso.

Eu não sabia o que dizer. A última frase dele, se dizendo desesperado, me deixou abalada, e o Gervane também foi afetado, pois vi sua cara de pena.

Fiquei esperando uma posição dele, e, finalmente o Gervane falou:

— Olha Lian, não vou mentir que acho uma coisa bem desconfortável. Mas, considero que você é como meu irmão, e confio pra caralho em você. Se é para ajudar, e se diz que não vai dar B.O. eu acho que devemos ajudar, mas quem deve dizer se aceita, é a Silvânia.

“Eu que decidia? Sério?” pensei comigo. Com aquela fala o Gervane não me deixava muita opção. Era sim ou não. Se eu recusasse daria uma de bundona. Eu dei de ombros e falei:

— Tudo bem, aceito ajudar, nessa situação. Mas, ainda acho muita doideira.

Vi o Lian quase pulando de alegria.

Trocamos ideias de como aquilo poderia ser. O Gervane foi ficando mais favorável conforme as combinações iam sendo feitas. No final, o Lian disse que iria cuidar muito bem de mim, e que o Gervane poderia ficar sossegado. Para mim ele falou:

— Silvânia, eu sou tímido, todos sabem, então, não vamos ter de fazer cenas de namoro na frente deles, e apenas estaremos juntos de mãos dadas, daremos uns abraços, beijo no rosto, algum gesto de carinho e basta. No máximo, um selinho, se for muito importante. Mas com respeito. Acha que consegue?

Eu olhei para o Gervane, e perguntei:

— Acha que assim eu posso?

Ele fez, que sim, olhou para o amigo e disse:

— Olha lá, Lian! Não vai abusar de minha confiança! – E deu risada.

Lian ficou vermelho como um pimentão. Mas riu, percebendo que era brincadeira.

Ele falou:

— Eu fico muito agradecido de coração por sua grande parceria. E se despediu muito mais tranquilo.

Depois que o Lian se foi, todo satisfeito, eu questionei o Gervane, como ele estava vendo aquilo. Ele disse:

— Esse pedido me pegou de surpresa. Mas, fico bem contente que você também quis ajudar. O Lian é um amigo de muito tempo, e precisa ganhar mais confiança. Ele não visita a família porque tem esse trauma de não conseguir namorar. E eles cobram.

Para tirar dúvidas, eu perguntei:

— Acha que ele é gay, ou misógino, que não gosta de mulher?

O Gervane até riu:

— Que nada! Ele é muito tímido mesmo, fechado. Não se solta. Mas adora mulher, no computador dele eu já vi muito vídeo pornô, acho que ele se masturba muito.

Perguntei:

— E por que ele não sai com mulher?

Meu namorado explicou:

— Ele até tentou. Quando quis perder a virgindade, foi com uma garota de programa, mas disse que ficou tão tímido, que quase não conseguiu trepar com ela. Inexperiente. Não sabe quase nada de sexo, o que ele sabe é só de ver vídeo erótico. Mas ele não se solta com mulher, e fica travaso.

— Coitado, assim fica difícil. – Eu disse.

Depois, quis saber se ele estava confortável com essa ideia de eu passar o feriado com o Lian e a família, me passando como namorada, e o Gervane falou:

— Amor, nós vamos ter muito tempo para aproveitar juntos. Vou ficar em casa no feriado, e vamos nos falando. Fico feliz de poder dar essa força ao Lian. Ele vai impressionar a família quando apresentar a namorada, linda e gostosa como você. Vai calar a boca de todos.

Eu perguntei:

— Você não fica com ciúme?

— Eu até fico sim, um pouco, pensando que você está se passando por namorada de outro. E se apresentando como tal. Mas, é até bom sentir um pouco de ciúme. E eu penso que é como se você fosse fazer o papel de uma outra pessoa, num filme. Nas cenas fillmadas, age como se fosse a namorada, mas quando ficar sozinha, voltamos a ser só nós. Vamos nos falando pelo telefone.

Eu não havia pensado naquilo, e o exemplo que ele deu me ajudou. Ia representar um papel, como se fosse outra garota, numa ficção. Então tive uma ideia:

— Olha, vou combinar com o Lian, para ele me apresentar como Silvina, assim, com um nome diferente, fica até mais difícil eu ser identificada depois.

O Gervane deu risada, e disse que eu já estava vivendo a fantasia do filme. Falou: “Se tiver que dar beijo, faz só beijo técnico”. Até rimos bastante dessa situação. Ficamos assim.

Fiz uma malinha pequena, com roupas para ficar mais na praia, suficientes para um final de semana prolongado. E uma mochilinha com meus cosméticos, xampu, cremes, sabonetes, maquiagem, escovas, pinças, carregador de celular e óculos escuros, essas coisinhas.

Na sexta-feira, o Gervane foi me deixar no ponto de ônibus, era uma viagem longa de mais de 5 horas. Eu estava vestida com um short jeans e uma blusinha preta de alcinhas, um pouco decotada e fui sem sutiã pois não gostava de usar, ainda mais em uma viagem longa como aquela. O Gervane disse:

— Nossa, amor, o Lian vai viajar com uma namorada muito gostosa. Assim você vai acabar com a timidez dele logo na viagem.

Eu respondi:

— Que isso, amor. Eu sempre uso roupas assim. Ela já me viu muitas vezes desse jeito.

Ele falou:

— Mas ele, vendo a namorada do amigo, respeita. Agora ele vai ver a namorada dele, essa tal de Silvina. Mesmo de faz de conta, vai olhar você de jeito diferente.

— Você acha que ele vai querer alguma coisa? – Perguntei. Estava querendo saber se o meu namorado sentiria ciúme daquela situação.

— Querer, todos querem, amor. Isso eu já estou acostumado. Mas, ele é muito tímido. Mesmo querendo, não sei se iria demonstrar. Além de ser nosso amigo.

Perguntei:

— Você fica com ciúme dessa situação? Acha que não deveríamos?

— Relaxa, Sil. Eu acho que está tudo bem. Estou acostumado a ter ciúme de você. Todo mundo fica sempre desejando, onde você for. Eu até gosto de ver como faz sucesso.

Ele riu e eu também sorri. Era uma verdade. No fundo, eu gostava de ser admirada.

O Lian já estava lá na rodoviária, nos esperando com as passagens na mão. Então me despedi de Gervane com um beijo demorado, pedi que ele não desaparecesse, tivesse juízo, e entrei no ônibus com o Lian. Expliquei que ele deveria me chamar de Silvina.

Ele entendeu o motivo, e disse que teria que se acostumar com aquele nome. Eu falei que bastava me chamar de Sil, e não teria erro. Ele concordou.

Fui em uma poltrona ao lado do Lian, conversamos pouco, pois ele era bem caladão, e depois de uma hora de viagem eu senti sono e acabei cochilando.

Logo percebi que não foi uma boa ideia ir de camisetinha e sem sutiã. O ar-condicionado do ônibus estava muito forte, fazendo frio.

Aquilo acabou deixando os bicos dos meus seios durinhos e marcando na camiseta. Não havia o que fazer. Reparei que o Lian olhava, mas disfarçou. Eu não liguei mais, me embolei no banco, sentada meio de ladinho, e acabei adormecendo. Em algum momento da viagem, num trecho de pista mais irregular, com curvas, o ônibus sacudia um pouco, e com o balançar, fez com que a minha blusinha com decote frouxo fosse deslocada, deixando meu peito direito à mostra. Eu dormindo não tinha percebido. Até que meia hora depois eu acordei e vi o Lian olhando para mim. Quando ele percebeu que eu tinha acordado, ele virou o rosto, disfarçadamente. Achei estranho, não sabia que eu estava de peito de fora, e não me importei, voltando a dormir. Acordei pouco depois e novamente notei que o Lian virou o rosto para o outro lado quando me viu despertar. Aí que eu me dei conta de que estava como o peito exposto. Fiquei vermelha de vergonha com aquilo e ajeitei o decote rapidamente. O Lian parecia tenso, olhando para frente, parecia estar sem jeito pela situação.

Percebi também que ele havia tirado a mochila que estava no chão e colocado em seu colo. Aquilo indicava que ele poderia ter se excitado ao ficar vendo o meu peito, e quis disfarçar.

Para não ficar na dúvida, eu resolvi assumir o que aconteceu, e perguntei a ele se tinha ficado muito tempo de peito de fora. Ele ficou vermelho com a minha pergunta e fez que sim com a cabeça. Eu perguntei:

— E por que você não me avisou?

— Você estava dormindo. – Ele disse.

Deu um tempo e depois disse em voz bem baixa:

— Confesso que eu estava admirando o seu peito, que é perfeito demais.

Fiquei vermelha, com um pouco de vergonha, e resolvi não comentar mais e esquecer aquele incidente, até porque foi um descuido meu. Ele foi sincero, e eu gostei daquela atitude. Mostrava que ele estava começando a perder o medo de falar as coisas. O resto da viagem foi normal.

Finalmente chegamos na cidade da família dele, fomos para casa dos pais dele e os familiares de fora já se encontravam lá. Lian me apresentou a todos como Silvina, sua namorada. Todos pareciam surpresos com aquilo, ouvi alguns cochicharem que nunca imaginaram que Lian conseguiria uma namorada, tão bonita e gostosa. Eu fiquei sem jeito ao ouvir, mas fingi não ter escutado. Fomos nos aprontar para a festa dos avós.

O jantar de comemoração de bodas dos avós foi muito bem, com muitas comidas variadas, havia fartura e muitas opções de cardápio.

As atenções estavam voltadas para o casal de velhos, todos alegres e felizes, num clima muito gostoso de família. Todos me tratavam muito bem e naquela noite eu dormi em um quarto grande junto com as primas do Lian e ele dormiu em colchões na sala, com seus primos.

No dia seguinte fomos para a casa de praia que distava alguns km dali. Soubemos que alguns familiares de Lian já tinham ido direto para lá. Porém quando chegamos lá só havia algumas pessoas, o que o tio de Lian que estava lá falou que muitos desistiram da viagem de última hora. Com isso, sobraram três quartos de casal e os tios de Lian disseram que demos sorte, pois inicialmente dormiríamos separados, mas agora havia um quarto livre para a gente. Eu olhei para o Lian um pouco sem jeito mas ele me olhou como quem diz “Fazer o que..”. Então fingi alegria com aquilo e fui com o Lian deixar minhas coisas no quarto.

O quarto tinha cama de casal mas nem eu e nem o Lian dissemos nada sobre aquilo. Mais tarde o Silvano, um primo de Lian, veio chamar a gente para irmos em um mercadinho ali próximo comprar carvão, bebidas e alguns petiscos. Eu fui ao banheiro, e resolvi trocar de roupa antes de sair.

Coloquei um vestido estampado, soltinho, que tinha mais a ver com aquele clima de praia, porém, retirei a roupa que usei na viagem e não coloquei nem sutiã e nem calcinha, pois estavam com pressa, e era ali próximo.

Peguei minha bolsa de praia e desci as escadas e fui ao encontro do Lian que me esperava na saída. Fomos eu, Lian, Silvano e a Miranda, uma prima de Lian, também prima do Silvano, pois os pais deles são irmãos da mãe do Lian.

Seguimos para o mercadinho comprar algumas coisas. Chegamos lá, eu e a Miranda pegamos algumas comidas e doces enquanto os meninos foram pegar as bebidas alcóolicas, carvão, e algumas carnes, depois seguimos para a fila do caixa.

Esse mercadinho era bem pequeno, só para miudeza mais voltadas para as casas de praia, só tinha um caixa e um senhor que estava lá, que deveria ser o dono. Na fila havia duas pessoas passando as compras, e na minha frente estava o Silvano e a Miranda com algumas sacolas na mão. Eu logo atrás deles, segurando umas sacolas com algumas outras compras e minha bolsa na mão. Atrás de mim estava o Lian segurando sacolas com bebidas. Foi quando ele, mexendo em algumas coisas que estavam em uma prateleira ao lado, deixou cair várias embalagens com pilhas no chão. Na mesma hora eu me ofereci para ajudá-lo, porém ele disse que estava tudo bem, que não precisava, e se abaixou, ajoelhado no chão para apanhar as embalagens de pilhas.

Eu fiquei olhando para frente, vendo o Silvano e a Miranda conversando sobre os produtos que compraram. E logo comecei a estranhar a demora do Lian para se levantar. Foi quando olhei para baixo para ver o que acontecia, e notei que ele estava parado com umas embalagens de pilhas na mão, olhando para cima. E era diretamente para minha bunda, bem debaixo do meu vestido. Quando ele percebeu que eu notei, ele rapidamente virou o rosto, disfarçando, e recolocando as pilhas nos seus lugares. Eu virei o meu rosto rapidamente para frente também, pois fiquei com vergonha daquela situação, ele podia ver que eu não usava nada por baixo do vestido. Tentei me afastar um pouco para frente para evitar novos olhares, mas ele já estava se levantando.

Logo que ele voltou e recolocou as embalagens das pilhas no lugar, eu fiquei vermelha de vergonha, pois provavelmente ele havia visto que eu estava sem calcinha. Ele nada disse, e eu também não. E não fiquei com raiva dele por conta disso, pois a culpa tinha sido novamente minha.

Voltamos para a casa e o pessoal já estava no jardim, onde tinha uma varanda, uma churrasqueira e ficava de frente para praia. Subi para o quarto, para trocar de roupa, e coloquei um biquini. A minha sorte foi que ficamos no quarto de cima com varanda de frente para o mar, então já com o biquini, fui até na varanda olhar para a praia e o mar.

De lá eu podia ver o pessoal embaixo brincando no jardim. Fiquei pensando como seria bom se o Gervane estivesse ali comigo, pois na verdade eu estava com saudades dele. Até que ouvi um barulho atrás e quando me virei o Lian estava sentado na cama me olhando. Eu perguntei:

— O que foi, Lian?

Lian respondeu:

— Nada não. Estou apenas vendo a paisagem e olhando o mar, assim como você.

Achei difícil que fosse verdade, ainda mais, depois que fui ao espelho do banheiro e reparei como a minha bunda engolia aquele biquíni azul, bem pequenino. Eu sempre usei biquínis pequenos, nunca tive biquíni que não fosse pequeno, e o Gervane sempre gostou de me ver com eles. Peguei meu celular, tirei umas fotos e enviei uma mensagem para o Gervane, com uma foto da minha imagem de costas refletida naquele espelho. Escrevi: “Vou para a praia com meu namorado. Saudade de você”.

Depois disso eu desci com o Lian, para o jardim, onde estavam todos. Lá comecei a beber umas cervejas, e fiquei junto das primas do Lian, enquanto ele foi ficar mais próximo dos primos e tios. Era uma turma bem barulhenta e divertida.

Dava para ver o quanto ele estava se divertindo, feliz por sua família tratá-lo bem, mostravam amizade e respeito, e fiquei orgulhosa, achei que tinha feito bem em ter ido como namorada dele, podendo ajudar o amigo.

Me deitei de bruços em uma espreguiçadeira, junto com algumas primas do Lian, bebendo cerveja e tomando sol, pegando um bronze para formar uma marquinha. Quando levantei os olhos para olhar em volta, pude perceber que tanto o Lian como seus primos e até alguns tios, não tiravam os olhos de cima de mim. Foi algo que me deixou alerta.

Procurei não ligar muito para aquilo, pois eu já estava acostumada com essa atenção masculina por onde eu passava. Depois de alguns minutos recebi uma mensagem no telefone que vibrou e fui olhar. Era do Gervane comentando a foto:

“Muito deliciosa! Assim, vai matar o meu amigo tímido do coração! Para quem nunca namorou, agora tem uma gostosa dessa!”

Mandei três emojis de carinha amarela com a língua de fora, e piscando um olho. Só para provocar, escrevi: “Perdeu parceiro! Quem mandou emprestar a namorada? O meu novo namorado aqui, não tira o olho.”

Aí, foi a vez dele me mandar um emoji de capetinha bravo. Depois, duas carinhas rindo com a língua de fora. Ele colocou a seguir, um emoji de uma mãozinha fechada com dois dedos erguidos, o indicador e o mindinho, e eu sabia que o sinal significava “corno”. Eu ri sozinha, e escrevi:

“Você que deixou. Agora, aguenta.”

Ele mandou mais “carinhas amarelas” rindo com a língua de fora, e escreveu:

“Aproveite para viver essa fantasia com o novo namorado, como um filme de ficção, se divirta com essa história, mas volte, com boas histórias para me contar, que eu estou cheio de saudade.”

Mandei três corações. E ele mandou beijinhos. Fiquei contente por ele estar também levando tudo na boa, e feliz em poder ajudar o amigo com a minha colaboração. Depois, fiquei pensando que ele e o Lian se gostavam mesmo de verdade, eram muito parceiros, e somente quem gosta muito, aceitaria uma coisa daquelas. Eu me senti também fazendo parte daquela amizade, e pela primeira vez me veio na mente a ideia de um triângulo. Tentei não ficar pensando naquilo, e me ocupei do que acontecia em volta.

O tempo foi passando, bebida vai, bebida vem, as meninas colocaram música para tocar, e para complicar, era funk. Elas começaram a dançar. Eu já estava meio alta, tenho baixa resistência para bebida alcoólica, deu vontade de ir dançar, porém fiquei acanhada para sair dançando na frente de todos ali, apesar de amar ficar rebolando no funk.

Era uma coisa que me excitava muito. Acho que toda mulher que gosta de dançar funk fica excitada, se sentindo uma cachorra provocando os machos. Ao menos era o conceito que eu tinha. Pouco depois, as meninas insistiram a me chamar para dançar junto com elas e acabei não resistindo. Me levantei e fui para a rodinha no gramado. Comecei a rebolar e quando vi estava com a bunda virada para onde Lian e seus primos estavam, mas não foi de propósito e sim porque todas as meninas estavam fazendo o mesmo também. As primas do Lian se animaram com a minha adesão e aquela timidez do começo já havia sumido por completo. Com o efeito do álcool cada vez mais forte, pois tomei mais uns tragos de caipirinha, comecei a rebolar bem forte, igual uma vagabunda, olhava por cima dos ombros na direção dos meninos e podia perceber os rapazes se cutucando e cochichando um para o outro. As garotas também se entusiasmaram e me imitavam. Reparei que os primos e o Lian provavelmente estavam falando coisas maliciosas sobre mim. Em vez de me inibir, de certa forma aquilo começou a me dar mais vontade de provocar, e fazia eu me empenhar mais ainda na dança. Várias vezes me abaixei até o chão. De biquíni, meio bêbada, devia estar muito provocante, mas eu nem liguei. Foi bem gostoso ver como eles admiravam e até batiam palma. Terminei de dançar e as meninas começaram a me aplaudir e gritar, falando que eu dançava demais.

Uns tios do Lian estavam dando tapinhas nas costas dele e falando “Eita, Lianzinho! Na primeira vez que namora e tu já acertou em cheio, hein?” - E todos estavam rindo e se divertindo. Lian meio acanhado, parecia muito feliz. Aquilo me deu alegria também.

As danças prosseguiram. Pouco depois, um dos tios do Lian trouxe uma piscina inflável e falou “Hora da Banheira”. Todos começaram a gritar, batiam palmas, eu não estava entendendo nada e a Miranda, prima do Lian, me falou que a banheira era a hora que iriam começar mais brincadeiras, eram jogos de competição entre homens x mulheres, e a banheira seria a última prova.

Eu fiquei sem entender direito e ela explicou:

— Sabe aquele quadro da TV, “Banheira do Gugu”, em que as mulheres tinham que tirar os sabonetes de dentro da banheira e os homens não podiam deixar? Pois é, aqui é a mesma coisa.

Foram criados dois grupos, um só de homens, e outro de mulheres. No começo fizeram umas provas de perguntas e respostas, depois, provas de resistência, como ficar numa perna só sem colocar outro pé no chão, e quem colocasse ia sendo eliminado, e ganhava quem eliminasse o outro gruo.

Outra prova foi de corrida com sacos, corridas com ovos cozidos na colher presas pelos dentes, e outras desse tipo. As mulheres estavam levando vantagem. Eu estava me divertindo muito junto com a primas e as tias do Lian.

Algumas das tias eram ainda bem novas e muito animadas. Nunca imaginei que a família do Lian fosse tão divertida. Enquanto brincávamos, continuávamos a beber, e a turma já estava muito alegre, algumas até demais. Finalmente a piscina ficou cheia, e então, fomos para a tal prova da banheira.

Começou com um casal de tios do Lian e quando tocou o apito de início da prova, vi o tio do Lian voar em cima da esposa, agarrá-la por trás, e ficaram em uma luta, um verdadeiro “agarra-agarra” dentro da piscininha. Achei divertido aquilo, e ao mesmo tempo achei que tinha muito contato físico, além do comum, porém, como todos que entravam ali na banheira eram casais, não tinha nenhum problema esse contato. Exceto pelo fato de que eu e Lian não éramos namorados de verdade. Mas, não tinha mais como recusar.

A prova foi seguindo, os primos do Lian com suas namoradas, as primas com namorados delas, e eu via o quanto o esfrega-esfrega entre os corpos era forte. Mas a turma animada, não ligava e parecia adorar aquela disputa. Acho que a maioria estava já tão alegre com as bebidas que tudo estava parecendo normal. Até que chegou a nossa vez.

Eu olhei para o Lian e ele nitidamente sem jeito, tímido como era, mas ele fez uma expressão de “temos que ir”. Respirei fundo, e entrei na banheira e logo que soou o apito da prova, o Lian veio atrás e me agarrou pelos braços.

Fui logo me abaixando para pegar os sabonetes e já senti o Lian cravando sua mão em volta da minha cintura, abraçando, e me puxando de encontro a ele. Pude sentir meu corpo e minha bunda indo de encontro à virilha dele. Eu sou bastante competitiva, é da minha natureza, e como já estava um pouco bêbada, sou forte, me debati com o Lian e consegui me soltar voltando a me abaixar procurando os sabonetes no fundo. Peguei alguns rapidamente. As meninas gritavam do lado de fora me incentivando, todos faziam algazarra, incentivando, os primos pilhavam o Lian que novamente cravou as mãos em mim, e na disputa dele me impedir e eu me soltar dele, ele tentar me agarrar, por diversas vezes ele segurava nos meus peitos e também passava a mão na minha coxa, se encostava na minha bunda, até que num dado momento ele foi me segurar e passou a mão no meu biquini, abaixando, deixando meus seios para fora. E no calor do momento eu sequer reparei, e continuei lutando e pegando os sabonetes.

Ele agarrado nos meus braços, me segurando, foi quando percebi o incidente, porém, ao tentar colocar o biquini de volta, o Lian me puxou pelos braços me arrastando para trás, fazendo eu ficar com os peitos totalmente de fora e expostos a todos que torciam. Eu tentava me soltar, porém ele era mais forte do que eu, e ficando presa a ele, praticamente sentada no seu colo, pude sentir seu pau duro debaixo da sunga, roçando na minha bunda. Aquilo me arrepiou inteira, e meus mamilos saltaram ficando empinadíssimos. Dava para verem aquilo. A sorte é que o apito tocou novamente e acabou o tempo. Foi quando ele me soltou e eu me ajeitei. Fiquei totalmente envergonhada ao sair da banheira, mas o pessoal só gritava e comemorava, parecia não terem dado a menor importância, ou até, de terem adorado. Acho que não ligaram para a minha exposição, pois provavelmente naquele tipo de prova era recorrente aquilo acontecer.

Fiquei envergonhada depois de tudo e principalmente por sentir o pau do Lian na minha bunda, mas somente eu e ele sabíamos. Lian ficou por um momento dentro da banheira, provavelmente esperando sua ereção abaixar, fingindo procurar os sabonetes que ficaram, e ao se levantar ainda dava pra notar um volume pronunciado dentro da sua sunga.

Terminou a brincadeira, somaram os pontos das provas, e no final das contas, As mulheres somaram mais pontos, e na prova de casal nós ganhamos! Fomos o casal com mais pontos. Caçoamos muito com a cara uns dos outros. Depois, quando a zoeira sossegou, eu continuei com as meninas na beira da piscina, conversando e tomando sol. Com isso, até consegui pegar uma cor, e deixou uma ótima marquinha pois minha pele reage ao sol com facilidade.

Por volta das 17h00 eu me despedi das meninas e falei que iria fazer minha caminhada, pois era algo rotineiro para mim, todos os dias. Chamei a Miranda que aceitou ir comigo. Entramos em casa para trocar de roupa, a Miranda foi para o quarto delas se arrumar e eu fui para o meu com o Lian.

Quando cheguei na porta do quarto, vi que estava entreaberta, escutei uns ruídos abafados ali dentro, e não entrei logo, fui abrindo a porta muito devagar, espreitando pela fresta, e nesse momento me assustei com o que vi! O Lian estava nu no quarto, trocando de roupa, porém, seu pau estava duro feito pedra e bem empinado! Eu já tinha sentido o volume encostado em mim na piscina, mas fiquei impressionada com o que estava vendo. Nunca tinha visto um pau tão grande como aquele, só em filme pornô, era enorme e com veias salientes, e chegava a pulsar no momento.

Ao ver aquilo, me deu um arrepio imediato descendo pela minha coluna, e meu corpo se estremeceu. Fiquei dois segundos olhando, e depois, recuei devagar, sem fazer barulho, desci as escadas e fui para sala. Me sentei no sofá ainda em choque com o que acabara de ver. Não conseguia acreditar que o Lian tivesse um pinto tão grande. E pensei: “Será que ele estava daquele jeito, ainda por minha causa, e pelo que aconteceu na piscina?” Aquilo era no mínimo, perturbador.

Minutos depois Miranda chegou na sala já de tênis e roupa para correr e me vendo do mesmo jeito, perguntou o que houve. Expliquei que estava esperando o Lian sair do quarto pois ele havia trancado a porta. Logo a seguir o Lian apareceu na sala e eu fui correndo para o quarto me arrumar. Vesti um top rosa e uma camisa leve por cima que ia até o umbigo, como eu estava em uma cidade praiana em vez de shortinho comum coloquei uma lycra preta que ia na metade da coxa, assim como Miranda calcei o meião e depois o tênis de corrida e fui caminhar com ela.

Caminhamos bem animadas e lá pelas 18:00 voltamos para a casa. Cheguei em casa com algumas dores, tanto na perna como nas costas, acho que foi pelo esforço na banheira, por conta dos contatos bruscos com o corpo do Lian. A Miranda me falou que o Lian havia feito aulas de fisioterapia um tempo e era bom com massagens em pontos que aliviam as dores. Falei para ela que tudo bem, não precisava, porém ao chegarmos em casa a Miranda foi logo falando ao Lian que eu estava com dores nas costas e nas pernas e que ele podia fazer algumas massagens em mim para aliviar as dores.

Lian estava na sala com alguns tios e tias, e havia algumas pessoas sentadas à mesa da cozinha, que ficava perto da sala. Eu fiquei toda sem jeito quando Miranda falou com ele, olhei para o Lian fazendo movimentos com a cabeça de leve negando o que ela havia dito. Lian falou:

— Aaah não, depois eu faço.

Só que os familiares dele começaram a pressionar para que ele fizesse, dizendo que era papel do namorado ajudar a namorada. Ele se aproximou de mim e sussurrou: “Por favor Sil, a gente precisa ser convincente”.

Não tinha outro jeito, então eu falei:

— É isso, amor, não seja malvado!

A Miranda trouxe um tapete rosa de praticar yoga, e colocou no chão da sala e eu me sentei nele. Fui indicando os locais onde eu estava sentindo dor e o Lian foi pedindo para que eu ficasse em determinadas posições.

Eu fazia a posição e depois ele me pegava nos braços e puxava por alguns segundos e em seguida me soltava. Depois, ele pedia que eu mudasse para outra posição e fazia algumas massagens, e com tempo, fui vendo que as dores iam melhorando. Ele sabia mesmo que fazia. Certo momento ele pediu que eu ficasse ajoelhada e com as mãos apoiadas no chão, em uma posição que é comumente conhecida como “de quatro”. Eu achei um pouco abusado fazer aquela posição ali, mas obedeci.

Ele pediu para que eu me abaixasse deitando o peito até encostar no chão e empinasse a bunda o máximo que desse. Ele começou massageando minha bunda, apertava as nádegas e movimentava como se rodasse uma bola entre as mãos, e às vezes passava a mão quase encostando na minha boceta. Aquela massagem estava estranha porém ele era muito hábil e aquilo estava me deixando excitada. Eu sentia o corpo ficar quente, e que estava ficando um pouco molhada entre as coxas com aquilo. Só que por mais que não achasse certo aquilo, tinha que manter aparência de normalidade perante os familiares dele presentes ali. Mas, ainda fez pior. Ele pediu que eu deitasse um pouco de lado e levantasse a perna direita e a segurasse no alto. Naquela posição, devido ao short de lycra que eu usava, a minha boceta ficava marcando no short, enquanto ele ia “sadicamente” massageando na parte interna na minha coxa com os dedos quase passando por cima da minha boceta, e aquilo já ia me deixando maluca.

Olhando por baixo, eu percebi o quanto o Lian estava excitado, pois dava pra notar o volume enorme em sua bermuda. Me lembrei rapidamente do que flagrei mais cedo, no quarto. Ver aquilo me deu uma nova onda de excitação, talvez pelo nervosismo e pelo inusitado da situação. Foi então que ele terminou de massagear e disse: “Pronto, se sente melhor?”

Eu ainda estava bem excitada e apenas confirmei com a cabeça, porém me sentido molhada por dentro do short. Agradeci a ele pela massagem, dei um beijo em seu rosto, para manter a imagem de namoradinha, e me levantei, seguindo correndo para o quarto, avisando que ia tomar banho.

Peguei meu celular e entrei no banheiro, liguei a banheira e enquanto esperava encher, fiquei mexendo no celular. Eu me sentia meio embaraçada com o que estava sentindo. Ter ficado excitada com os toques do Lian e ao mesmo tempo ter visto que ele também estava excitado, pela segunda vez naquele dia, me deixavam com um sentimento de estar fazendo algo errado, embora não fosse nada voluntário. Vi que tinha várias mensagens de Gervane. Eram mensagens de saudade, ele havia respondido a foto que enviei mais cedo de biquíni para ele, e mandou um monte de sacanagem.

O safado mandou até uma foto do pau, e foi inevitável eu fazer a comparação entre o dele e o do amigo. Nem se comparava com o pau do Lian. Verdade seja dita.

O Gervane disse:

— Imagino esse seu novo namorado como está todo animado.

Ele não imaginava nada, ou será que imaginava tudo? Gervane sempre foi provocador e gostava de safadeza. Ele, ainda me implorava para que eu enviasse foto pelada para ele. Então, quando a banheira encheu, eu já entrei muito excitada e comecei a gravar um vídeo para ele. Comecei de pé, nua, me exibindo, depois fui entrando na água, me deitando na banheira, e comecei a me masturbar e me filmar suspirando, gemendo, fazendo caras e bocas, e falando putaria para o Gervane. Eu estava muito excitada, e gemia:

— Ah... que vontade de dar minha bocetinha! Que vontade de sentir um pau duro aqui dentro!

Eu me masturbei até gozar, e como gozei....

Nas minhas falas, para não esconder muito as coisas, eu disse:

— Você me deixou vir com o Lian, como namorada, e aqui essa encenação de namoro, nos levou a situações críticas. Teve momentos que nossa intimidade levou a encostadas e abraços, e provocou reações físicas. Nos dois. Um perigo eminente.

Eu sabia que ao gozar, não estava pensando em Gervane naquele momento, foi em função de tudo que aconteceu, lembrando do pau duro do Lian, empinado no quarto, excitado comigo, e depois, daquele roça-roça na banheira e do toque das mãos dele na massagem encostando na beirada da minha bocetinha. Realmente eu fiquei muito excitada.

Quando terminei e enviei o vídeo para Gervane, me senti culpada, a pior pessoa do mundo. Terminei de tomar banho, me arrumei, e fiquei no quarto sentada na cama com um sentimento ruim por ter me masturbado pensando em outro homem que não fosse meu namorado. Aquela culpa pesou na minha cabeça e perdi até a vontade de sair quarto.

Até que chegou uma mensagem do Gervane:

“Nossa, que delícia de vídeo! Vi a marquinha do biquíni no seu corpo. Maravilhosa. Aposto que o Lian e os outros ficaram de pau duro, igual eu fiquei aqui. Gozei muito ouvindo você falar com voz de tesão. Amor, não se preocupe comigo, eu estou de boa. Lian é meu brother, e sei que ninguém é de ferro. Ficar excitado faz parte, e eu sei que isso mexe com você. Mas eu não acho ruim. É natural. Não se culpe por nada.”

Parecia até que ele sabia o que aconteceu. Aquilo me aliviou um pouco. Mais tarde fui à cozinha, já de camisola, e a Miranda que estava lá me perguntou o que houve, se eu iria ficar com eles, pois eles iriam beber e ficar até mais tarde no jardim da casa. Eu disse que não estava me sentindo muito bem, e que iria dormir.

Voltei ao quarto, ainda eram 20h00 e fiquei deitada na cama, refletindo. Um monte de coisas passava na minha cabeça. E quanto mais eu pensava, mais excitada eu ficava.

Lá pelas 22h00 ouvi a voz do Lian se despedindo do pessoal e pouco depois ele abriu a porta do quarto e entrou, eu ainda estava muito confusa e vi que aquilo não passaria enquanto não conversasse com ele, então o chamei:

— Lian, eu preciso conversar com você.

Ele veio até junto da cama e se sentou ao meu lado. Eu prossegui:

— Olha, estou tentando ao máximo, me passar por sua namorada, e ser a mais convincente possível para seus familiares, porém, estou percebendo que esse “faz de conta” está passando um pouco do limite. Não quero ser rude nem nada, mas percebi que você ficou excitado algumas vezes em que ficamos mais próximos, ou até encostados.

Lian abaixou a cabeça, parecendo um pouco envergonhado. Vi que ele ficou meio sem jeito, mas se manteve calado, então, eu pus a mão em seu ombro e perguntei:

— O que foi Lian, fala para mim?

Ele olhou nos meus olhos e falou:

— Eu imaginei mesmo que você tivesse notado, mas é que sempre fui muito tímido, e nunca tive uma namorada, só fiquei com três garotas em toda minha vida, e só transei com uma. Não sei se é por conta dessa falta constante, de quase nunca ter uma garota, mas eu me excito com frequência por coisas bobas, basta um pensamento, e com você aqui comigo se passando por minha namorada, tendo mais contato direto, foi inevitável. Me desculpe, eu sinto muito mesmo, mas confesso que fiquei excitado algumas vezes por sua causa. Você é uma garota espetacular. Que eu nunca vou conseguir igual.

Eu fiquei um pouco admirada com aquele desabafo, senti que ele era sincero, e assumir que ficou excitado comigo, foi gratificante, pois ele não mentiu. Meus pensamentos voaram direto para mais cedo, quando ele falou sobre seu pau ficar duro com frequência, e mais uma vez, me vi ali, pensando no pau dele. Meus seios latejaram.

Me controlei e perguntei:

— Mas Lian, você não se masturba para se aliviar?

Ele respondeu:

— Claro que sim, porém, não é o suficiente, mesmo depois de me masturbar, minutos depois já estou excitado novamente. E perto de você, achando que é minha namorada, fico mais ainda. Não sei como impedir. Acho que preciso de algo mais intenso sabe?

Me vieram várias coisas na cabeça quando ele falou que “precisava de algo mais intenso”. Eu já estava ficando excitada novamente só de imaginar o pau dele, duro e empinado. Sempre gostei de ver um pinto duro, empinado de tesão. Sempre me estimulou. Eu adorava ver o do Gervane, mas o do Lian era algo diferente, muito bonito, grande, grosso, que me impressionou demais. Foi então que, senti curiosidade em rever, e sem pensar nas consequências, eu tive uma ideia e resolvi fazer uma coisa meio louca. Falei:

— Olha Lian, eu não devia fazer nada, na verdade, isso que eu vou dizer é bem errado, mas acho que posso ajudar.

Os olhos dele chegaram a brilhar, ele se virou para mim e perguntou:

— Pode? Como?

Eu pedi que ele se deitasse na cama, ele obedeceu e eu falei:

— Olha, quero que você apenas relaxe, ok? Por favor, me deixe ajudar, não diga nada, só relaxe.

Ele concordou:

— Ok.

Eu pedi:

— Eu preciso que você me prometa que isso nunca vai sair daqui, você nunca contará isso para ninguém, me promete?

Ele respondeu que sim acenando com a cabeça. E disse:

— Prometo.

Nesse momento, com ele já deitado, eu puxei a bermuda dele para baixo, de uma vez, e quando vi seu pau já estava duro feito pedra, em pé, igual eu tinha visto mais cedo. O Lian levantou a cabeça da almofada, de uma vez, num susto, porém eu repeti:

— Não fala nada, apenas fique relaxado.

Ele recostou a cabeça novamente na almofada. Mas tinha a respiração muito ofegante. Ele não sabia o que eu faria. Aquilo me excitava. Eu estava sentada na cama ao lado dele, peguei aquele pauzão com minhas duas mãos e fiquei analisando admirada. Estava encantada com sua beleza e formato. Pensei: “Ele nem sabe o poder que isso tem sobre uma garota que sente tesão como eu”.

Lentamente, fui massageando a pica para cima e para baixo de leve. Nossa, era pesado e tão grosso que minha mão não conseguia fechar completamente. Era muito gostoso segurar naquela rola, tinha muitas veias, estava quente e podia sentir o membro rijo pulsando na minha mão. A cabeça exposta parecia uma ameixa roxa. Meu corpo ficou quente, meus peitos latejavam e a minha calcinha já estava se ensopando. O tesão me deixava muito quente.

Eu segurava a rola com uma mão, passava a outra mão massageando a base do pau e descia acariciando seu saco. Meu corpo todo fervia de desejo. Minha boca começou a salivar de vontade de sentir o gosto daquele pau, porém eu ainda sentia que não poderia passar daquele limite.

Para me controlar eu pedi para que ele retirasse a camiseta, e enquanto isso eu me levantei da cama para desligar a luz do quarto, deixando o ambiente apenas com a meia luminosidade que vinha do banheiro.

Voltei para a cama, me sentei de pernas cruzadas juntinho dele, peguei novamente no pau duro, e comecei a bater uma punheta para ele, intercalando entre movimentos lentos e mais rápidos. Eu já sentia muito tesão. Minha respiração também estava forte. Ele exclamou:

— Delícia! Assim eu gozo!

Sem pensar, toda arrepiada, eu falei:

— Isso, goza muito!

Ele ficou todo tenso, e com a boca aberta, me olhava admirado, foi quando eu senti seu pau pulsar forte e dar um salto, e logo saiu aquele jato de porra seguido por um urro alto do Lian:

— Ahhhhmmmmmm!

Nunca tinha visto tanta porra sair de um pau... Na hora, eu mordia o lábio inferior, e passava a língua sobre eles, com uma vontade enorme de colocar a boca naquele pau melado de porra, enquanto a gosma leitosa também ia escorrendo pela minha mão. Mas, eu me contive.

Lian se tremia todo, ainda gemendo, enquanto terminava de gozar. Eu permaneci punhetando o pau bem devagar, agora só sentindo a porra escorrer e passar pelas minhas mãos. Aos poucos o pau foi relaxando.

Eu conseguia sentir minha calcinha ensopada, minha boceta piscava de tesão naquele momento. Lian começou a abrir os olhos aos poucos, sua respiração estava voltando ao normal. Ele abriu os olhos e olhou para mim, e eu perguntei:

— Melhorou?

Ele, sem fôlego, quase sem sair palavras, disse:

— Muuuito...

Eu dei um sorriso, e falei:

— Que bom! Agora, vai no banheiro se lavar.

Eu queria afastar da minha frente aquela tentação que me dominava. Ele entrou no chuveiro e fechou a porta do box. Eu aproveitei e fui lavar a minha mão na pia. Quando voltei, fiquei deitada na cama, e aquele tesão de antes foi sumindo e aos poucos o sentimento de culpa voltava. Lian voltou ao quarto e veio deitar-se do meu lado na cama.

Ficou um certo silêncio constrangedor por um tempo e eu tentando quebrar aquilo, falei:

— Olha, Lian, eu não me sinto bem por ter feito o que fiz, e sei que você também não, não é legal com o Gervane, que confiou em nós. Eu fiz apenas para ajudar você a se controlar mais, e essa foi a primeira e última vez.

— Você foi maravilhosa! Sentiu como eu estava duro? Desde a véspera.

Eu não respondi, apenas falei:

— Amanhã a gente vai fingir que isso nunca aconteceu. Quero que você me prometa que isso não irá mais se repetir.

Ele respondeu:

— Sim, Sil, eu entendo. Vou tentar. Juro.

Ficamos calados, e aos poucos o cansaço me venceu, e adormeci profundamente.

Continua na parte 2.

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 434Seguidores: 971Seguindo: 222Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

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