Minha relação com o Supervisor foi intensa. Em relação às suas habilidades na cama, eram extraordinárias. Típico homem que fode sem economia. O seu trabalho na buceta era esplêndido e comia um cu como poucos. A melhor foda foi no Box do banheiro do Motel. Vidro esfumaçado, suor, água descendo e ele metendo no meu cu, em pé. Escorada no azulejo, eu sentia a batida frenética do Macho. Ele me segurava pela cintura e enfia dezoito centímetros cu adentro com maestria. Como sempre, ele monitorava meus gemidos e esperava meu gozo.
- Ai amor, vou gozar. Vou gozar!
Fui lavando as coxas com meu mel e perdendo as forças. O trabalho dele continuava.
Quando ele acelerou, senti o momento e joguei o corpo pra frente.
Um homem desesperado começou a uivar nos meus ouvidos e descarregar porra suficiente para um time de futebol. Seu gemido foi tão alto que gozei de novo. E ele gozou muito no meu cuzinho.
Foi nossa última vez.
Acabei descobrindo que ele dava assessoria para outras professoras e até a Diretoria tinha provado o gostoso veneno.
Não estava disposta a dividir macho e suavemente, tirei meu time de campo.
Aquilo mudou minha cabeça, pois não achava a traição ruim, mas a mentira, sim.
Se ele falasse que era só transa, eu não me apegaria e usaria seus serviços por tempo indeterminado. Como descobri sozinha, e de um jeito sórdido, vi mensagens no celular dele, abandonei ele sem pestanejar.
Segui.
Resolvi fazer mudanças. Fiz procedimentos no rosto, mudei os cabelos e entrei num regime.
Queria ficar gostosa.
Entrei num curso de samba no pé.
Trinta anos, o tesão à mil e o cu piscando. Virei uma manja rola.
Eu olhava pros olhos dos caras e depois para a rola.
Se não via volume, nem dava bola.
Só ia em lugar com chances de ver alguém interessante.
Eu caçava machos. E isso me levou ao Sérgio.
Estava numa casa de samba com minhas amigas e percebi alguém me olhando muito. Tentei ver as pernas e não dava. O ângulo era ruim.
A saída foi tirá-lo da zona de conforto. Fui pro meio salão pra dançar. E ele nada.
Quando já tinha esquecido, eis que ele aparece sambando muito do meu lado.
Ensaiamos uma coreografia e percebi que a noite estava ganha.
Dei as chaves do meu carro para minha amiga e sai com ele.
Sérgio era Moreno alto, cabelo tipo militar, um metro e oitenta, músculos definidos, sorriso lindo e 19 centímetros de amor para me oferecer.
Um beijo gostoso e sedutor.
Se impunha na cama. Fui dominada facilmente. Ele comandava o ato.
Metódico e dedicado, ele me deixava tranquila. Sua boa percorria meu corpo com maestria. Suave no pescoço, sugadora nos seios e faminta na buceta.
Ele me devorava como um mestre da sedução.
Não corria ao trabalhar na buceta. Ele me saboreava e se divertia com o meu grelhão.
Com ele, conheci o ganchinho. Ele prendia o grelho entre os lábios, metia dois dedos fundos e dobrava os dedos dentro dela.
Esse efeito maluco, fazia o grelho se projetar para a boca dele e virava fonte de prazer inesgotável.
Sem correr, ele me olhava pedindo o gozo. O conjunto da obra me tirava do eixo e a única palavra possível era:
- Vou gozar!
Ele se deliciava tomando meu gozo e eu tremia vendo a sede dele.
E logo corria para abocanhar seu pau Moreno.
Eu tinha aperfeiçoado o toque dos lábios e a pressão. Eu chupava pra mim, não pra ele, mas ele se maravilhava com o toque e a velocidade.
Mesmo assim, corrigia posição e empenho.
Gostava de ver minha bunda enquanto eu mamava e sua pica vibrava na minha boca.
- Mama, Putinha. Ele dizia. E eu dava show.
Ai, encapava a pica dele com com a boca, fazendo a camisinha cobrir toda a extensão.
A pica brilhante ficava pronta e era hora da brincadeira.
Eu costumava descer devagar na pica dele, com os olhos fixos nele.
Queria ver o seu prazer.
Tinha que me controlar, pois o tesão ia a mil quando meu cu tocava o saco dele.
Nessa hora, espalmava minha mão no peito dele e galopava.
Quicar na pica me deixava louca. O movimento de subir e descer dá a sensação de controle e eu ficava descontrolada.
Para me enlouquecer, ele sentava e abocanhava um seio.
Ai era foda, pois ele mamava com um boca quente de enlouquecer.
Estava vencida minha última resistência.
Como uma desesperada, eu acelerava e dizia para ele:
-É teu, é teu.
Uma corrente elétrica percorria meu corpo e eu desabava.
Encontrava dois lábios doces que me beijavam sem sossego.
Tranquilamente, ele me dizia:
- Desce pra eu descarregar a porra acumulada.
Me colocava de conchinhas, tirava a camisinha e empurrava tudo no meu cu.
Para ele, o enrabamento era algo mágico e ele vencia cada etapa com a maior leveza possível.
Eu sabia os limites dele, e a comunicação oral era o seu fraco.
Ai, eu começava a provocar: meu cu quer leite, enche o tanque, dá o que é meu.
Coitado. Batia o desespero e ele acelerava.
Sem condições de escapar da tortura, eu sentia a vara inchar e o saco ficar duro.
Nessa hora, eu dava o golpe final:
- Ai caralho. Essa pica está rasgando meu cu, vou ficar arrombada.
Ai ele gritava:
- Pqp vou encher esse cu!
E enchia. Tremendo, gritando e chorando.
Eu reconheço, é uma delícia sentir um Macho gozando no cu da gente.
Ele jogo tudo e entrega o seu melhor.
Eu ainda morro disso.
No entanto, depois de um tempo, ele me revelou uma tara.
Queria ver uma pessoa amada transando com outro na frente dele.
E passou a me pedir isso.
Eu, no intuito de agradá-lo, aceitei, mas depois eu conto.
Até a próxima.