Cadelinha que chora no pau - Episódio 7 - Voyeur

Um conto erótico de GELZINHA
Categoria: Heterossexual
Contém 964 palavras
Data: 07/05/2026 21:05:00

Minha relação com o Supervisor foi intensa. Em relação às suas habilidades na cama, eram extraordinárias. Típico homem que fode sem economia. O seu trabalho na buceta era esplêndido e comia um cu como poucos. A melhor foda foi no Box do banheiro do Motel. Vidro esfumaçado, suor, água descendo e ele metendo no meu cu, em pé. Escorada no azulejo, eu sentia a batida frenética do Macho. Ele me segurava pela cintura e enfia dezoito centímetros cu adentro com maestria. Como sempre, ele monitorava meus gemidos e esperava meu gozo.

- Ai amor, vou gozar. Vou gozar!

Fui lavando as coxas com meu mel e perdendo as forças. O trabalho dele continuava.

Quando ele acelerou, senti o momento e joguei o corpo pra frente.

Um homem desesperado começou a uivar nos meus ouvidos e descarregar porra suficiente para um time de futebol. Seu gemido foi tão alto que gozei de novo. E ele gozou muito no meu cuzinho.

Foi nossa última vez.

Acabei descobrindo que ele dava assessoria para outras professoras e até a Diretoria tinha provado o gostoso veneno.

Não estava disposta a dividir macho e suavemente, tirei meu time de campo.

Aquilo mudou minha cabeça, pois não achava a traição ruim, mas a mentira, sim.

Se ele falasse que era só transa, eu não me apegaria e usaria seus serviços por tempo indeterminado. Como descobri sozinha, e de um jeito sórdido, vi mensagens no celular dele, abandonei ele sem pestanejar.

Segui.

Resolvi fazer mudanças. Fiz procedimentos no rosto, mudei os cabelos e entrei num regime.

Queria ficar gostosa.

Entrei num curso de samba no pé.

Trinta anos, o tesão à mil e o cu piscando. Virei uma manja rola.

Eu olhava pros olhos dos caras e depois para a rola.

Se não via volume, nem dava bola.

Só ia em lugar com chances de ver alguém interessante.

Eu caçava machos. E isso me levou ao Sérgio.

Estava numa casa de samba com minhas amigas e percebi alguém me olhando muito. Tentei ver as pernas e não dava. O ângulo era ruim.

A saída foi tirá-lo da zona de conforto. Fui pro meio salão pra dançar. E ele nada.

Quando já tinha esquecido, eis que ele aparece sambando muito do meu lado.

Ensaiamos uma coreografia e percebi que a noite estava ganha.

Dei as chaves do meu carro para minha amiga e sai com ele.

Sérgio era Moreno alto, cabelo tipo militar, um metro e oitenta, músculos definidos, sorriso lindo e 19 centímetros de amor para me oferecer.

Um beijo gostoso e sedutor.

Se impunha na cama. Fui dominada facilmente. Ele comandava o ato.

Metódico e dedicado, ele me deixava tranquila. Sua boa percorria meu corpo com maestria. Suave no pescoço, sugadora nos seios e faminta na buceta.

Ele me devorava como um mestre da sedução.

Não corria ao trabalhar na buceta. Ele me saboreava e se divertia com o meu grelhão.

Com ele, conheci o ganchinho. Ele prendia o grelho entre os lábios, metia dois dedos fundos e dobrava os dedos dentro dela.

Esse efeito maluco, fazia o grelho se projetar para a boca dele e virava fonte de prazer inesgotável.

Sem correr, ele me olhava pedindo o gozo. O conjunto da obra me tirava do eixo e a única palavra possível era:

- Vou gozar!

Ele se deliciava tomando meu gozo e eu tremia vendo a sede dele.

E logo corria para abocanhar seu pau Moreno.

Eu tinha aperfeiçoado o toque dos lábios e a pressão. Eu chupava pra mim, não pra ele, mas ele se maravilhava com o toque e a velocidade.

Mesmo assim, corrigia posição e empenho.

Gostava de ver minha bunda enquanto eu mamava e sua pica vibrava na minha boca.

- Mama, Putinha. Ele dizia. E eu dava show.

Ai, encapava a pica dele com com a boca, fazendo a camisinha cobrir toda a extensão.

A pica brilhante ficava pronta e era hora da brincadeira.

Eu costumava descer devagar na pica dele, com os olhos fixos nele.

Queria ver o seu prazer.

Tinha que me controlar, pois o tesão ia a mil quando meu cu tocava o saco dele.

Nessa hora, espalmava minha mão no peito dele e galopava.

Quicar na pica me deixava louca. O movimento de subir e descer dá a sensação de controle e eu ficava descontrolada.

Para me enlouquecer, ele sentava e abocanhava um seio.

Ai era foda, pois ele mamava com um boca quente de enlouquecer.

Estava vencida minha última resistência.

Como uma desesperada, eu acelerava e dizia para ele:

-É teu, é teu.

Uma corrente elétrica percorria meu corpo e eu desabava.

Encontrava dois lábios doces que me beijavam sem sossego.

Tranquilamente, ele me dizia:

- Desce pra eu descarregar a porra acumulada.

Me colocava de conchinhas, tirava a camisinha e empurrava tudo no meu cu.

Para ele, o enrabamento era algo mágico e ele vencia cada etapa com a maior leveza possível.

Eu sabia os limites dele, e a comunicação oral era o seu fraco.

Ai, eu começava a provocar: meu cu quer leite, enche o tanque, dá o que é meu.

Coitado. Batia o desespero e ele acelerava.

Sem condições de escapar da tortura, eu sentia a vara inchar e o saco ficar duro.

Nessa hora, eu dava o golpe final:

- Ai caralho. Essa pica está rasgando meu cu, vou ficar arrombada.

Ai ele gritava:

- Pqp vou encher esse cu!

E enchia. Tremendo, gritando e chorando.

Eu reconheço, é uma delícia sentir um Macho gozando no cu da gente.

Ele jogo tudo e entrega o seu melhor.

Eu ainda morro disso.

No entanto, depois de um tempo, ele me revelou uma tara.

Queria ver uma pessoa amada transando com outro na frente dele.

E passou a me pedir isso.

Eu, no intuito de agradá-lo, aceitei, mas depois eu conto.

Até a próxima.

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