Tudo pode acontecer em uma lua de mel

Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Grupal
Contém 3812 palavras
Data: 07/05/2026 17:02:12

Tudo pode acontecer em uma lua de mel

Conto nº 218 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Sexo consentido, estupros, violência, paixão.

***

Diana e Joel estão hospedados na Quinta da Lagoa Encantada, uma belíssima estalagem, onde querem usufruir sua lua de mel. Apesar do valor dispendido por vinte dias pelo aluguel do bangalô, ser exorbitante.

A cabana 5, reservada para eles, apesar de pequena é confortável e aconchegante, com quarto, banheiro e saleta acoplada com uma mini copa, com uma bancada de mármore onde estão instalados uma pia, fogão elétrico de uma boca e uma mini geladeira.

O desjejum, o almoço e janta são servidos no restaurante da estalagem. Anexo há uma lanchonete bem sortida, onde podem comprar extras não oferecidos pela hospedaria.

Tão logo esvaziaram suas malas das roupas que vestiriam durante os vinte dias, Diana, fogosa como sempre, ficou nua e chamou Daniel, acenando com os dedinhos.

O primeiro sexo que fizeram na cabana 5, foi fantástico, com o casal fazendo até anal e 69, pois ela queria tudo isso e muito mais, gemendo tão alto que os inquilinos da cabana 4, com parede colada a deles, puderam escutar o sexo “falado” por ela.

Depois da foda, o que mais fascinou Diana e Daniel, muito mais a ela do que a ele, foi a lagoa que dá o nome ao local, Quinta da Lagoa Encantada.

Isso porque Daniel sempre morou em cidades longe do litoral, enquanto ela nasceu e viveu a maior parte de sua juventude numa cidade do litoral e seu pai tinha um pequeno barco a vela, que sempre que podia, levava a filha para passear nas calmas águas da baia, protegidas por extensões do litoral em torno de sua cidade.

Antes de continuar, acho que é importante descrever o perfil dos dois principais personagens desta história. Daniel é um sujeito de bom caráter, inteligente e bastante empreendedor, filho de família da classe média, que vive pendurada em cartão de crédito/débito.

Por necessitar trabalhar desde jovem, não pôde cursar universidade, mas mesmo assim conseguiu fazer um curso de dois anos de contabilidade.

Neto de espanhóis, pele morena clara e extraordinário obreiro, aos vinte e um anos, conseguiu montar uma pequena olaria em sociedade com um alemão, há muitos anos radicado no Brasil, senhor Michael, casado com uma brasileira.

Diana é a única filha de Lourenço e Marcia, uma belíssima adolescente de dezessete anos, loira de olhos azuis e um corpo que fazia os colegas do colégio e até seus professores a olharem com desejos impuros evidenciados em seus rostos.

Diana, sapeca e esperta, tinha ciência de tudo isso, mas alerta, mesmo trocando de namorado como se troca de roupas, por nenhum se deixava enredar, era apenas um beijinho aqui e acolá e nada mais que isso e para os mais afoitos, Diana mandava passear.

Porém, ao dezoito anos, se apaixonou pelo namorado Daniel e foi com ele que perdeu sua virgindade, isso com apenas duas semanas de namoro e o sexo perdurou até o noivado e casamento, três meses depois. coisa muito rápida, que fez seus pais pensarem que estivesse gravida.

Interessante observar que foi ela, que no carro de Daniel, despiu seu vestido e o deixou fascinado pelo belo corpinho de sua namorada, pois Diana, por baixo de florido vestido, não usava sutiã e nem calcinha e sua virgem boceta, depilada, o deixou com o pau duro como aço.

Entretanto, a sapeca e fogosa garota, querendo gozar o máximo possível. Em sua primeira vez, exigiu que antes, seu amado fizesse boquete nela. Ele, apesar de sua inexperiência sexual, não teve dúvida e caiu de boca na boceta de sua amada, que quase enlouqueceu com seguidos orgasmos.

Desde então o sexo entre eles, passou a ser usual, valendo de tudo, em todas as posições, vaqueira, cachorrinho, frente a frente, de lado, em pé, anal, oral, 69, e o tradicional Papai e mamãe.

Na cabana 5, o casal passava a maior parte do tempo na cama, refletindo a intimidade de uma lua de mel. Embora já tivessem iniciado sua vida sexual durante o namoro e noivado, o momento na estalagem representava uma fase de maior proximidade e descobertas mútua.

Na cabana 4, separada da deles apenas por uma parede, alugada por um casal que também curtia a lua de mel, Alfredo e Alice. O interessante é a diferença de idade entre eles, a garota, uma loirinha que não devia ter nem 20 anos e o marido, um mulato musculoso, já passando doscasal fora dos padrões, porém o que Alfredo tem de charme, é seu impressionante físico.

Isso não impediu que Daniel e Diana fizessem amizades com eles, tanto é, que alguns dos passeios fizeram juntos, apreciando os encantos que a Quinta da Lagoa Encantada oferecia.

Entretanto, Diana observou algo que a deixou alerta e envaidecida, Alfredo passou a vê-la com desejo estampado em seus olhos, ela como mulher bonita, desde a muito aprendeu a conhecer este tipo de olhar.

Por este motivo, passou a evitar passear com eles, pois ela, por estranho que possa parecer, também quando olhava para o belo e musculoso mulato, sentia uma espécie de calafrio que percorria todo seu corpo, tendo como origem a sua faminta Larissa.

O que mais causou estranheza em Diana e Daniel, foi o comentário que Alfredo fez, sem se importar com a presença de Daniel e de sua jovem esposa:

— Daniel, deves estar vaidoso com tua mulher, pois pelo que eu e Alice escutamos através da parede que separa nossas cabanas, ela deve ser um furacão fazendo sexo com você.

Daniel ficou mudo, sem saber o que responder, enquanto Diana ficou vermelha como um pimentão e Alice sorriu sem graça, olhando para o dia de amanhã.

Diana falou para Daniel, que queria ir até a beira da lagoa, onde há um ancoradouro que aluga barcos para fazer passeios que levam até o meio da lagoa, nos arredores de uma pequena ilha coberta por mata densa, habitada por imensa variedade de pássaros.

No quarto dia de hospedagem Diana decidiu e se dirigiu para o ancoradouro, mas Daniel não foi com ela. Na realidade ele, também está de olho na jovem e bela esposa do mulato Alfredo e com Diana longe, poderia melhor paquerar a jovem e inocente esposa de Alfredo.

Ninguém desconfiava que isso iria dar merda… e deu. Porém, o fedor do acontecido, só seria sentido, faltando poucos dias para o término de suas luas de mel.

Diana vestida com um short, camisa polo e por baixo um biquíni duas peças e calçando uma sandália, enveredou pela trilha em direção ao ancoradouro, uma caminhada de quase 15 minutos. Pretendia alugar um barco e remar até a famosa ilha dos pássaros, com a intenção de filmar com seu iPhone as muitas espécies de aves que habitam a ilhota.

Quando chegou, se admirou com a estrutura do lugar, um trapiche que avançava uns 10 metros para a água e ao lado, cinco barquinhos a remo, cobertos por lonas. Duas estruturas de madeira, uma maior para guardar os barcos e os remos e para eventuais consertos e o outro barracão, também de madeira e menor, para os visitantes guardarem seus pertence e tomarem banhos.

Dois empregados da estalagem são os encarregados do local. Um mulato fortão devendo ter perto dos 50 anos e o outro um negro enorme, com quase 2 metros e largo como um armário, mas bem mais jovem.

O homem mais velho, logo que viu Diana chegar, se apresentou como sendo o encarregado e disse se chamar Serafim e seu auxiliar, Togo. Ela os informou querer alugar um barco para visitar a ilha dos pássaros.

— Hoje não será possível, pois ninguém pode ir até a ilha sem um guia e Tiago, o rapaz encarregado disso, hoje não veio trabalhar, ele está acamado com febre alta.

— Mas posso alugar um baco, assim mesmo?

— Pode, sim, moça. Mas não vá até a ilha, por favor. Vou preparar um barco leve para senhorita.

Enquanto Serafim desceu do trapiche e com água um pouco acima dos joelhos, foi retirar a lona que cobria o barco, Diana despiu o short, da camisa polo e para assombro do negro Togo, que a viu, ficou somente com as duas peças, que de tão pequenas pouco cobria seu belíssimo corpo.

Ela percebeu o olhar cheio de desejos de Togo, mas não deu maior importância e entregou a ele suas roupas e a bolsa onde está seu iPhone. Enquanto ele se afastou para guardar seus pertences, Diana, viu o senhor serafim trazer o barco para mais perto da margem.

Imprudentemente, decidiu ajudar e se apoiando no madeirame, escorregou, bateu com a cabeça contra a pilastra de madeira e caiu de barriga na água, que a cobriu uns 50 cm.

Serafim, que puxava o barco, há uns dez metros, escutou o grito e quando se virou viu a queda de Diana e alarmado soltou o barco e correu o quanto podia, com água pela cintura, para a socorrer.

Foram minutos preciosos perdidos enquanto Diana, semi-inconsciente, se debatia submersa. Ele a puxou do fundo lamacento e a arrastou, mesmo por debaixo do tapume para a margem e com água a um palmo, percebeu que ela tossia e expelia água, sinal que não tinha se afogado como temia.

— Estou bem senhor! Pode sair de cima de mim, por favor.

Serafim, fervendo de raiva pela imprudência da loirinha, mas, ao mesmo tempo aliviado pelo incidente não ser mais grave, sentiu a maciez do corpo quase que despido da jovem e se fez de surdo ao seu pedido e continuou estendido por cima da bela garota, com as pernas em volta das delas.

— Moça, você fez uma coisa que poderia me causar muito aborrecimento, agora tem de pagar pelo que fez.

Serafim, com seus 180 quilos quase que esmagou Diana e com as mãos em volta de sua cabeça a beijou com enorme volúpia, praticamente engolindo sua boca e chupando e lambendo seus olhos, orelhas e pescoço. Diana sentiu o enorme volume de Serafim por cima de sua Larissa, ao mesmo tempo que percebia ser impossível o evitar, quando com um puxão ele arrancou o top e a calça de seu biquíni.

O outro homem, o negro Togo depois que guardou as roupas da moça, voltou e se surpreendeu ao não ver Serafim e nem a “gostosa loira”.

— Caralho! Onde eles estão?

Em cima do tapume, Togo viu o barco à deriva, já sem a lona e escutou gemidos abafados vindo debaixo do tapume de madeira, que identificou como sendo da garota loira. Logo pensou que ela tinha se machucado ao tentar embarcar no bote e o velho desceu para a ajudar.

Num piscar de olho, Togo pulou na água para, se necessário fosse, o auxiliar.

Ficou de boca aberta, surpreendido com o que viu. Serafim em cima da moça, mexendo seu corpo sobre o dela em um “sobe e desce” rápido e o que mais o assombrou, ela está com os braços em volta do pescoço dele, assim como as pernas entrelaçadas nas de Serafim.

Diana gritou de dor quando sua cabeça se chocou com a pilastra de madeira e caiu de barriga na água. Sua cabeça parecia ter se partido em duas e perdeu por instante os sentidos, mas o choque na água a reanimou, mas ainda semi-inconsciente percebeu estar se afogando e começou a se debater, foi quando sentiu que alguém a segurou pelos ombros e a arrastou para outro lugar.

Ainda um pouco tonta, tossiu e expulsou o pouco de água que havia engolido e percebeu que seu salvador foi o senhor Serafim e que ele está por cima dela, a pressionando contra o fundo lamacento da lagoa sobre um palmo d’água. Ainda sentindo dor na cabeça e atordoada com o incidente ocorrido com ela, com voz fraca fala ao homem:

— Estou bem senhor! Pode sair de cima de mim, por favor.

Serafim se faz de surdo, segura sua cabeça com as mãos e a beija com violência, forçando a língua em sua boca, num beijo impetuoso, cheio de desejo animalesco, persistência.

Diana, sem condições de reagir ao iminente estupro, com medo sente quando ambas as peças de seu biquíni são rasgadas com facilidade por mãos nervosas e assim pôde sentir o contato direto da enorme glande de Serafim roçando sua Larissa. Entretanto, com a força extra proporcionada pela adrenalina consegue evitar a penetração, porém sua Larissa, (menina safada) se rebela e deslumbrada com a dimensão da “coisa” que a busca com obstinação, permite que seja invadida.

A jovem, sem opção, com o membro se movendo rápido dentro dela, mergulha num tsunami de prazer, que nunca pensou pudesse experimentar, ainda mais sendo sexo forçado e com um velhote de cinquenta anos, trinta e dois a mais que ela, olvidou que estava em lua de mel. Certo que no começo o sexo foi forçado, quase um estupro, mais logo o gozo tomou conta dela de um modo que a fez esquecer de tudo e mergulhar em seguidos orgasmos, o membro dentro dela é enorme, no mínimo duas vezes maior que o do marido.

Togo, o enorme negro, que a tudo assistia, ajoelhado há um metro deles, com o caralho duro como aço, esperando Serafim terminar de foder a putinha gostosa para ele a comer também. Porém, apesar de ter 50 anos, o velho, estimulado pelo delicioso e jovem corpo de Diana, que continuava se movendo por baixo dele, ainda mais sendo estimulado pela forma enlouquecida que a loira contrapunha ao sexo, o enlaçando com braços e pernas e gemendo demonstrando estar louca de prazer, não demonstrava que iria sair de cima da jovem tão cedo.

Togo desistiu de esperar o fim da foda e com voz rouça, falou, quase que ordenando, que Serafim a fodesse de lado, que ele queria a foder pelo rabo. Surpreendido, o velho obedeceu com o pau ainda dentro dela. Togo não perdeu tempo e pelado como veio ao mundo, com a mão direcionou a cabeça do pau para o cu de Diana, a agarrando pela cintura com tanta força, que com seu enorme tamanho, mesmo não desejando, fez com que serafim saísse da boceta da jovem.

O enorme e jovem negro, pôde assim se posicionar por cima dela e forçar o pau no seu anel anal.

Diana já tinha feito anal com Daniel algumas vezes, mas o membro do marido é de calibre normal e o deste negro ordinário é enorme. Ela deu um grito alucinante, quando ele a penetrou e não suportando a dor, perdeu os sentidos.

Diana acordou, após uma dúzia de minutos, ainda muito tonta, não só pelo sexo anal sofrido, mas também pela persistente dor na cabeça e pela foda selvagem que fez com o velhote Serafim e o dolorido anal com o outro homem.

Percebeu estar deitada sobre uma espécie de lona preta, em um recinto de madeira, com apena uma pequena janela no topo do teto, que pouco ilumina o ambiente.

Tentou sentar, mas com horror sentiu estar com os pulsos e tornozelos presos com cordas de sisal. Pôs a boca no mundo, gritando apavorada por socorro. Súbito a porta do galpão foi aberta e Serafim e Togo entraram rápido, parecendo nervosos e mandaram Diana calar a boca e como ela continuou a gritar, uma bofetada desferida por Togo a fez se calar e espalmou a mão em sua boca, a amordaçando e o velho falou com ele:

— Togo, fique aqui com ela e não a deixe dar um pio. Vou lá fora esperar ele chegar, é certo que quer saber da sua mulher.

Diana entendeu que era Daniel que veio a sua procura e se alegrou com isso, mas sua alegria durou pouco, com a ameaça do negro.

Tu vai ficar de boca fechada, mulher, se abrir o bico e teu homem escutar, tu vai ficar viúva, pois vou enterrar este punhal aqui no bucho dele.

O enorme negro, com a mão direita, empunhou o punhal com a ponta na garganta de Diana, enquanto com a esquerda espalmou sua boceta, que aterrorizada, não ousou abrir boca, mesmo sentindo dois dedos bolindo seu clitóris. Pode escutar Daniel indagar por ela:

— Senhor, eu sou o marido da moça, Diana. Ela mais cedo veio aqui querendo alugar um barco. Mas ela ainda não voltou.

— Ela alugou um barco e disse querer visitar a ilha dos pássaros e como ninguém pode ir ilha sem um guia, meu auxiliar a levou até lá. Não se incomode moço, a ilha tem uma enorme variedade de pássaros e ela dever estar fascinada com o passeio, filmando os pássaros.

Diana pôde escutar o diálogo entre Daniel e Serafim, mas não abriu a boca para gritar, não só motivada pela ponta do punhal encostada em seu pescoço, mas sabendo que o marido não tinha como enfrentar os dois homens fortes como touros e vir em sua ajuda. Seria facilmente dominado e talvez até morto, como ameaçaram. Ainda havia outro fator, Togo tinha dois dedos em torno de seu clitóris, dando leves apertos e isso a estava obrigando a sentir enorme prazer, mesmo contra sua vontade.

Ela em meio ao gozo que a dominava, praticamente não conseguiu escutar Daniel se despedindo de Serafim e retornando para a hospedaria. Sentiu quando Togo retirou o dedo de dentro dela e perguntou à Serafim o que fazer com a garota.

Ainda é muito cedo, temos o resto do dia para a foder. O corno está convencido de que a putinha dele está na ilha, fotografando os pássaros, quando estiver escurecendo a gente a deixa voltar para o maridinho.

— Serafim, mas aí ela vai nos dedurar pelo que fizemos com ela!

— Acho que não, Togo, estou achando que ela vai ficar de boca fechada. Vá pegar o celular dela.

— Para nós fazer filmagem conosco a fodendo e a ameaçar se ele abrir a boca, a gente mostra você a fodendo e depois eu, a mulher fica doida, quando a gente mexe no clitóris dela, principalmente se for com a língua.

Daniel chega à hospedaria e logo é indagado por Alfredo e Alice a respeito de Alice.

Desanimado, conta a eles o seu encontro com o encarregado do lugar, um tal de Serafim.

— Mas acho que estava mentindo, a todo momento olhava para a porta do galpão atrás dele e suava muito. Como é um sujeito grande, não forcei a barra para examinar o local.

— Daniel, eu vou tirar isso a limpo. Não volto sem uma solução.

— Alfredo, eu vou com você, amigo.

— Não, fique aqui com Alice, prefiro resolver alguns assuntos sozinho. Alfredo, sem esperar resposta de Daniel, sai a passos largos, quase que correndo, em direção do ancoradouro da lagoa. Motivado, principalmente pela “tara” sexual que tem pela esposa de Daniel.

***

No galpão, Diana está gemendo de dor com Serafim e Togo fazendo dupla penetração, a colocando de lado, para facilita a DP.

Alfredo se aproxima do galpão indicado por Daniel, não vê ninguém nas redondezas. O portão de madeira está fechado, entretanto quando se aproxima ainda mais, escuta os gemidos de Diana, que reconhece, mas há algo diferente, são gemidos de dor.

Decidido e com raiva, Alfredo, com potente chute derruba o portão.

Togo e Serafim saem rápidos de Diana e apavorados veem um negro enorme se aproximar, empunhando um pesado pedaço de remo que viu caído.

Não tiveram nem tempo de se aprumarem quando Alfredo começou a lhes dar bordoadas com a mais grossa do pedaço de remo e só parou quando os caídos cobertos de sangue.

Diana, ao assistir tanta violência, tapou os olhos com as mãos e só os abriu quando Alfredo a segurou pelo ombro, dizendo que não necessitava temer pois eles estavam incapacitados de lhe fazer mal.

- Diana, onde estão tuas roupas?

- Não sei, acordei aqui, já nua.

Ele olha ao redor e pega um pedaço de lona da cobertura dos barcos e a entrega para Diana.

- Não vai te cobrir por inteiro, mas serve.

Alfredo, com a maior facilidade pega Diana no colo e sai do galpão, retornando para a hospedaria. Nas cabanas 4 e 5 está tudo escuro e não encontram Daniel e Alice. Alfredo deixa Diana na 5 e enquanto ela vai tomar banho ele vai à procura de sua mulher e Daniel no restaurante ou na cantina.

pouco depois, retorna entra na sua cabana e tem a maior surpresa do mundo. Daniel e Alice estão engatados num 69, ele por baixo, tão entretido estão que nem percebem que Alfredo está os observando, parado na porta. Ele a fecha sem fazer ruído e vai ao encontro Diana, enrolada numa toalha pergunta se encontrou os dois.

- Sim, encontrei, sabe onde? Aqui ao lado, na minha cabana, engatados num 69 que nem me viram.

- Minha nossa! E agora, Alfredo?

- Vamos fazer o mesmo. Sabes que eu tenho tara por você.

***

- Daniel, você está ouvindo?

- sim, estou... é a minha mulher....e agora?

- Vamos continuar... conheço meu homem, é bom a gente não interromper a foda dele. pois pode sobrar porrada pra nós dois, fomos eu que e tu que primeiro botamos chifre nele.

Diana vai à loucura fodendo com Alfredo. ela nunca sentiu o mesmo com Daniel.

Já passava das quatro horas quando a porta da cabana 4 foi aberta e Alice se acomodar entre os dois, com eles dormindo, nem a percebem. Ela se posiciona entre as coxas de Diana e inicia um leve boquete na nova amante de seu homem.

Diana sente a deliciosa boca e língua e a princípio pensa ser Alfredo, mas não demora e vê que é a mulher dele, a loirinha miúda. Ela nunca sentiu atração por mulher, mas está tão gostoso que começa gemer envolta em prazer impossível de resistir.

Com os gemidos Alfredo acorda e logo percebe Alice lambendo a boceta de Diana. Não perde tempo. A coloca por cima de sua mulher e manda:

- Diana, agora é tua vez, Faça boque em Alice... ela é tarada por ser lambida por outra mulher

Se esvaindo em sucessivos orgasmos, faz o que ele mandou, começa a lamber a fenda molhada de Alice.

Alfredo, sem coloca, apoiando somente com as penas, separa as roliças nádegas de Diana e com a ponta da começa a movimentá-la no seu anel anal.

O prazer de Diana é tanto que ela não resiste e por momentos perde a consciência.

***

por volta das oito horas, Daniel acorda e não vê Alice e nem Diana, pior ainda as malas e a bolsa de sua mulher sumiram e não resta nenhuma peça roupa dela e na mesinha da sala, apenas um bilhete.

“Daniel, me desculpe, mas eu vou embora. Vou morar com Alfredo e Alice, na comunidade do Papagaio Vermelho, onde ele é o chefão. Não me procure. Futuramente vamos nos divorciar. Diana”

FIM

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