Eu síndico comi a conselheira casada

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 579 palavras
Data: 01/05/2026 16:32:21

Meu nome é Marcos, tenho 54 anos e sou síndico de condomínio. Certo dia, uma moradora, Jussara, 35 anos, morena, casada, com 2 filhos, do bloco 09, apto 14, me perguntou como poderia se candidatar ao cargo de conselheira.

Eu disse que teríamos uma assembleia em setembro e que ela poderia se candidatar. A princípio, achei bacana ela querer se candidatar, porque naquele condomínio os moradores não se interessavam muito. Porém, os porteiros me falavam que ela era muito brava e que seu marido tinha medo dela.

Mesmo assim, gostei da ideia. Chegou o dia da assembleia e somente ela se candidatou. Logo após a reunião, ela me disse:

— Sr. Marcos, quero uma reunião com o senhor para ficar a par das contas do condomínio. — E com a voz brava, completou: — Não pense que só porque estou sozinha no conselho o senhor vai ter moleza! Vou fiscalizar todas as contas e todo o condomínio!

Eu disse para ela ficar tranquila, que tudo daria certo, e marcamos a reunião para a outra semana na sala do condomínio. Como ela tinha alguns afazeres, pediu se poderia ser às 23h. Estranhei o horário, mas não vi problema, pois também tinha outros compromissos.

Chegou o dia. Fui para a sala mais cedo e esperei por ela, que chegou pontualmente com seu tablet. Ela perguntou pelas pastas de prestação de contas. Falei que estavam no quarto ao lado e que a porta estava aberta. Fui até a sala e, logo em seguida, ela me chamou:

— Sr. Marcos, pode segurar a escada para eu poder pegar aquela pasta que está no alto?

Eu disse que sim. Mas quando ela foi subir, escorregou e...

Sua bunda estava no meu pau como ela estava com a saia bem fina. Senti sua bunda colocar no meu pau, que ficou duro igual uma pedra. Ela, pela minha surpresa, seu cu começou a piscar. Segurei ela firme para ela não cair. Quando olhei para seu rosto, ela estava com os olhos fechados. Então, entendi que ela queria transar. Então, fui levantando sua saia. Ela começou a gemer. 'Humm, hummm, humm', disse ela. Então eu disse: 'Tem certeza?' Ela sussurrando de tesão disse: 'Meu marido está trabalhando, por isso marquei nesse horário. Me faça amor, Sr. Marcos, por favor.' Com sua levantada, abaixei-me e comecei a chupar seu clitóris e enfiava a língua na sua vagina até chegar seu cu. Ela gemeu baixinho: 'Humm, humm'. Que delícia! Estou gozando. Tive que segurar a escada com ela junto, que ela começou a tremer. Então, aproveitei, esfreguei meus nos sua vagina e logo em seguida comecei a penetrá-la. Ela gemia e gozava muito no meu pau. Dei várias bombadas até que caímos juntos no chão. E voltei a penetrar com força, desta fez por cima das costas dela. Eu esfregava seu clitóris. Então, ela gozou de novo e deu um grito. Onde eu tampei a sua boca, não assim, aguentei mais e enchi sua vagina de sêmen. Ficamos ali no chão, exaustos. Nos levantamos. Ela disse: 'Nossa, que foi que eu fiz?' Eu disse: 'O que foi que nós fizemos?' Com sua boca perto da minha, então ela disse: 'Não podemos continuar com isso.' Eu disse: 'Agora é tarde' e te dei um beijo. Ela abaixou e, chupando meu pau, disse: 'Sua, sua, Sr. pode fazer mim o que Sr. quiser.' Então, nossas reuniões eram só sexo. E ela me confessou que o marido dela não a fazia com ela a muitos anos.

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