O Demônio e a Megera – Episódio 7 (confissão e castigo)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 3905 palavras
Data: 07/05/2026 12:44:52
Última revisão: 07/05/2026 15:14:42

Olá, para ajudar na leitura, esse episódio 7 é continuação do episódio 3. Agradecemos pelas leituras e comentários carinhosos até aqui. Espero que aproveitem esse episódio

***

Era outubro de 2022. André acabara de se mudar para seu apartamento novo, um presente do tio Paulo e da tia Joana, que achavam que ele já trabalhava, era responsável e devia ter sua privacidade. Eu, particularmente, adorei a mudança, porque agora a gente podia foder fazendo barulho sem incomodar ninguém.

Sem contar com nossos joguinhos eróticos, que eram deliciosos, muito embora tenha um que me custou caro. Foi naquele dia, que contei no episódio 3, quando "chifrei o Demônio com o Diego". Isso aconteceu na sexta-feira de madrugada. Cheguei do motel já depois das 4 da madrugada e, para não estragar o roteiro, fui dormir em casa.

Acordei cedo, já sentindo saudade do Demônio e fui direto para sua casa, que ficava a 10 minutos de distância. Lá chegando, preparei seu café e o acordei com beijinhos. Depois da primeira refeição, tirei a mesa, lavei a louça, arrumei tudo e André, ainda morrendo de sono da noite anterior, voltou para a cama. Como a minha situação não era muito diferente, o acompanhei.

Era hora de iniciar a parte dois do script, muito embora eu desconhecesse o roteiro, o que, por si só, já era muito excitante. Eu só não imaginava ainda o quanto.

Eu estava deitada, a cabeça recostada em seu braço.

- Amor, eu fiz uma coisa muito feia ontem – choraminguei, com a cara mais cínica do mundo.

- O que você aprontou, Megera?

- Amor, eu fiz – provoquei com um tom de Madalena arrependida.

- Que você fez, eu já sei. Eu quero saber o que.

- Amor, amorzinho, você me desculpa?

- Pelo que, Ana Clara? Como eu vou te desculpar se eu nem sei do que você está falando?

- Tá bom, eu vou falar, mas você promete que não vai ralhar comigo? – falei toda melosa.

- Pelo visto, eu não só vou brigar com você, como certamente terei que puni-la severamente. Se você está enrolando para falar, deve ter feito algo muito grave.

- Você vai me dar uma punição muito severa? Eu tenho medo. Você é uma pessoa muito má.

- Porra, Megera, se você não vai falar, então para de me encher o saco com essa lengalenga.

- Tá bom, amor. Melhor falar logo e encarar meu triste destino. É que eu bem te chifrei ontem. Dei minha bucetinha para outro homem no motel.

- Continue – ordenou o Demônio, com a voz mais calma do mundo.

- Eu estava no barzinho. Aí eu dancei com ele. Depois ele ficou alisando minhas pernas, eu peguei no pau dele e ele me beijou. Depois me levou para o motel. Aí ele bem me fez gozar duas vezes lambendo minha bucetinha, depois comeu minha bucetinha e meu cuzinho.

- Então, quer dizer que você teve uma noite quente me colocando chifres na cabeça.

- Foi, amor, foi uma noite muito quente. Eu gozei quatro vezes. Minha buceta está toda melada só de lembrar – provoquei.

- Ah, que bom que sua buceta está assim, Ana Clara, porque eu tenho um presentinho lindo para ela.

Sem mais dizer nada, André se levantou e tirou minha roupa, me deixando completamente nua e muito excitada, sem saber o que viria depois. Essa é a melhor parte do jogo. Só de ficar nua na frente dele, eu já ficava louca de tesão, mas o meu final de semana seria inesquecível.

- Você sabe que será severamente punida por isso, não sabe? – perguntou com voz de homem mau, que parecia um filme, me deixando toda arrepiada, meus líquidos já escorrendo para minha virilha e minhas pernas.

- Sei. Eu mereço. Fui muito malvada.

- Que bom que você reconhece que merece. De bruços – ordenou com autoridade.

Como uma boa condenada, obedeci, mesmo sem saber qual era a minha pena. Meus olhos foram vendados, o que me dava um tesão da porra. André prendeu meus dois braços e minhas duas pernas com algemas. O puto tinha pensado em tudo e o meu corpo ficou em brasas, não tanto quanto minha bunda.

Na primeira chinelada, só depois fui descobrir que tinha sido de chinelo, dei um grito mais de susto do que de dor, mas a sequência de golpes foi fazendo com que meu bumbum ficasse todo ardido. Eu gemia, dava gritinhos a cada chinelada, uma de cada lado alternadamente. A ardência estava lá, mas o prazer vinha em ondas.

- Isso é para você aprender a se comportar como uma namorada descente e não como uma quenga que sai por aí dando essa buceta safada para o primeiro macho que encontra na noite.

Depois de castigar meu traseiro, me deixando toda ardida e tão encharcada, que até o lençol estava molhado, avisou.

- Você ficará aí, exatamente como está. Aproveite para refletir sobre seus erros e seu comportamento inapropriado.

Quase que me deu vontade de rir, mas o desespero foi maior de ser deixada ali presa e morrendo de vontade de ser fodida, sem nem poder me tocar. Até que ele deixou uma folguinha, que me permitia realizar movimentos com os braços e as pernas, mas sem sair da posição.

- Estou indo no supermercado. Vou fazer umas compras. Não saia daí, meu amor. Beijos – debochou.

- É sério isso, Demônio? – perguntei, aflita.

Não obtive resposta. E o pior é que aquela situação me deixava ainda mais excitada, com aquela ardência deliciosa no rabo, peladinha, de bunda para cima, totalmente dominada e vulnerável. Crueldade demais com uma pobre namorada adúltera.

Depois de muito penar, desesperada de tesão, acabei adormecendo com os olhos vendados. Acordei com alguém mexendo na minha cintura. Parecia que estavam vestindo alguma coisa em mim. Os toques eram gostosos. Depois, foi tirada a algema do pulso e do tornozelo esquerdo e fui virada de lado, zonza. Não entendia direito o que estava acontecendo, mas aquilo me cheirava a sacanagem do Demônio.

Logo em seguida, fui libertada completamente, mas aquilo era uma sensação passageira. Minha venda foi retirada e levei uma eternidade para as imagens se formarem com clareza.

- Você sabe o que é isso que você está usando, quenga adúltera? - provocou.

Quando me dei conta, quase não acreditei. O doido varrido havia colocado em mim um cinto de castidade. Eu não sabia se tinha vontade de rir ou de esganar o filho da puta.

- Esse é um presentinho especial para mulheres traidoras. Preste atenção no que vou lhe dizer. Até segunda ordem, você me obedece. Quanto melhor se comportar, menos tempo vai durar o seu castigo, você entendeu?

Quase que eu saio do personagem, mas, verdade seja dita, a curiosidade era maior e ficar com aquela coisa me dava uma sensação estranhamente gostosa.

- Você entendeu, Ana Clara?

- Sim, senhor – respondi, minhas próprias palavras alimentando minha excitação.

- Você já teve bastante prazer essa noite, não teve? Então, agora é minha vez – vaticinou, colocando o pauzão para fora da bermuda.

Claro que eu salivei só de ver minha tora de estimação. André sentou-se na beira da cama e me mandou ajoelhar entre suas pernas. Puta tesão do caralho.

- Chupa, boqueteira safada, que eu quero gozar.

Transtornada, obedeci e engoli faminta o pau do meu algoz. Naquela situação, mamar a rola do Demônio tinha um sabor diferente, de submissão, que era afrodisíaco. Eu mamava com tanta vontade, engolindo tudo, que a saliva escorria pelo meu queixo, quase engasgando com seu pau batendo na minha garganta. André ainda puxava minha cabeça e me mantinha com aquilo tudo dentro da boca, depois soltava, batia com o pau na minha língua.

Um calor me subia pelo corpo, uma sensação diferente, mas gostosa. A buceta latejando, implorando para ser tocada e gozar, mas inalcançável, o que só aumentava meu tesão. O puto não gozava de jeito nenhum, mas o pau não parava de latejar na minha boca. Eu lambia, sugava, punhetava, cheirava, tudo ao mesmo tempo, o tesão me consumindo. Até que ele pressionou minha cabeça e começou a controlar meus movimentos, usando minha boca, me fazendo gemer, com a impressão que ia ter um orgasmo sem me tocar, com cinto de castidade e tudo. Que quase veio quando ele acelerou os movimentos em minha boca urrando e despejou seu leite sagrado na minha goela. Ele arrancou o pau da minha boca, chegando a fazer um barulhinho de rolha saindo da garrafa e ainda esporrou no meu rosto, me deixando toda sujinha e sem conseguir gozar, gemendo, toda ofegante, cheirando e lambendo sua virilha, suas bolas e o interior de suas coxas.

- Agora, Ana Clara, vá preparar o almoço – ordenou.

Sabendo que meu castigo terminaria mais rápido, obedeci sem questionar. Não só por causa do castigo, mas essa coisa de obedecer e ficar toda exposta usando cinto de castidade é muito excitante. Meu Deus! Fui pegar meu vestido, mas André não deixou.

- Não senhora, nada de roupa. Você tira a roupa muito fácil para outro homem. Deve apreciar ficar assim. Então, nada de roupas até segunda ordem. E não limpe o rosto. É para você sentir o cheiro da minha porra para se lembrar de quem é o seu macho.

E lá fui eu com meu sinto de castidade preparar o almoço. Assim almocei e depois recebi a ordem de fazer uma limpeza e arrumação na casa enquanto o Demônio ia jogar futebol. Eu não sei como explicar o que eu estava sentindo. Eu tentava me concentrar no serviço, mas o tesão era insuportável. Às vezes, tinha o ímpeto de me tocar, levava a mão ao meio das pernas e lá estava aquela barreira cruel para me impedir, o que me deixava ainda com mais tesão e desespero, o corpo implorando pelo Demônio. E o pior era o cheiro do sêmen dele, que entrava pelas minhas narinas e ia direto para o cérebro, o que me dava uma sensação de prazer misturado com privação. Uma tortura só.

O filho da puta chegou já no final da tarde, me mandou preparar um lanche e, enquanto comia, me mandou pagar outro boquete. Eu bem que adorei essa parte, principalmente por, dessa vez, ele gozar tudo no meu peito, escorrendo pela minha barriguinha. Sem direito a me limpar, claro.

- Amor, quando a tortura vai terminar? Eu estou desesperada de vontade – protestei.

- Tenha paciência. Eu já gozei duas vezes hoje e estou satisfeito – debochou.

Só na hora de dormir, me deixou vestir o pijaminha por cima do cinto de castidade. Ficamos vendo filme na cama. Eu, morrendo de vontade de ser fodida, mal conseguia me concentrar no filme, mas havia um prazer diferente naquilo, naquele sentimento de impotência e submissão, que era afrodisíaco. Só que na manhã de domingo as coisas pioraram muito para mim.

Depois de fazer um boquete matinal no meu dono e servir o café, como uma empregadinha devassa, que faz o serviço nua, só usando um cinto de castidade, André passou à segunda fase do plano, essa bem mais cruel. Algemou-me na cama novamente, agora de frente, e me deixou naquela posição. Depois, removeu meu cinto de castidade, deixando minha bucetinha exposta e sentindo até frio depois de ficar tanto tempo presa naquela engenhoca.

- Como você está se sentindo, Ana Clara?

- Desesperada. Eu quero gozar, eu preciso, amor, me tira do castigo. Eu juro que eu nunca mais dou a bucetinha e o cuzinho para outro homem – provoquei.

- Talvez eu prolongue seu castigo por me lembrar da razão pela qual eu lhe estou castigando, sua safada devassa.

- Não, amor, perdãozinho, foi sem querer. Eu te imploro, tô precisada – choraminguei.

- Vou pensar no seu caso. Por enquanto, aproveite a ocasião para refletir sobre os seus atos.

“Eu estou refletindo é sobre quais partes do seu corpo eu vou arrancar quando você me tirar desse castigo, seu desgraçado”, pensei comigo, mas me mantive no personagem. Verdade seja dita, porém, existia um prazer naquele sofrimento, algo que fazia com que minha buceta não parasse de minar líquidos e meus mamilos parecessem duas pedras, de tão duros. Mas foi aí que começou a tortura de verdade.

André veio até mim e começou a acariciar meus pés e foi subindo as mãos, fazendo carícias, espalhando arrepio e tremedeiras por todo o meu corpo. Eu gemia e ofegava só com seus toques e ficava mais angustiada na medida em que suas mãos subiam pelas minhas coxas, seus dedos deslizando pela parte de dentro até chegar bem perto da minha virilha. Depois descia e voltava a subir, fazendo com que eu me debatesse, desesperada por um toque na buceta. Depois de ficar uns dez minutos nessa tortura, ele perguntou com a cara mais debochada do mundo.

- Está gostando do carinho amor?

Ofegante, com o coração quase saindo pela boca, eu não consegui nem responder.

As sessões de tortura se repetiram inúmeras vezes. Na segunda vez, o alvo das carícias foram meus seios, com direito a beijinhos no pescoço e a mão descendo até meu montinho, depois a língua, me fazendo gemer alto de tesão e desespero.

Na terceira, chegou a tocar meus lábios vaginais com a pontinha da língua, me fazendo chorar de soluçar, tamanho era o tesão. Eu queria implorar para sair do castigo, mas nem falar eu conseguia.

Depois de incontáveis sessões de tortura, finalmente o miserável teve compaixão de mim.

- Você quer sair do castigo?

- Quero, me tira, amor, eu não aguento mais – implorei com as lágrimas descendo.

- Você acha que aprendeu a lição?

- Aprendi, nuca mais vou te trair.

- Porque da próxima vez vai ficar sem gozar por um mês.

- Cruz credo, eu prefiro morrer, amor – respondi, esperando que ele fosse finalmente me libertar das algemas, mas ele só mudou a tortura.

Começou a me beijar carinhosamente, o que já seria suficiente para me deixar à beira de um orgasmo, mas não parou por aí. Sua mão deslizou torturantemente pelos meus seios, abdômen e se demoraram mais do que eu gostaria para chegar à minha buceta, enquanto engolia meu mamilo. Não demorei a colapsar com seus dedos provocando meu grelinho sensível. Gozei aos gritos, tendo tremedeiras e esguichando. Foi quando comecei a entender a lógica daquela tortura. A privação fez a tensão acumulada se transformar num dos orgasmos mais brutais que já tive, ao ponto de chorar e soluçar, tal era a intensidade daquilo. E não foi o único, porque o demônio não parou. Mergulhou a boca na minha buceta e a encheu de beijos. O que era aquilo, meu Deus? Uma nova onde veio tomando meu corpo e eu explodi novamente, agora aos gritos com sua língua fazendo travessuras com as paredes internas da minha vagina.

Só então, André libertou minhas pernas e depois meus braços das algemas, enquanto meu corpo ainda se contorcia e se debatia com a onda interminável de prazer. Nos atracamos e devoramos um a boca do outro e logo seu pau estava enterrado na minha buceta.

- Gostou do seu castigo? – provocou, sussurrando no meu ouvido entre uma chupada no meu pescoço e outra.

- Adorei, seu filho da puta! Agora eu vou querer usar cinto de castidade sempre para lembrar de que eu sou sua – respondi mordendo sua orelha, arrancando um gemido delicioso de sua boca.

Trepamos como animais selvagens no cio, nos apertando, mordendo, lambendo, chupando. Acho que emendei mais dois orgasmos naquela loucura, até o Demônio explodir num berro, que parecia que tinha levado uma mordida de um pitbull.

Naquele dia, decidimos almoçar fora e paramos em um restaurante que tinha música ao vivo, onde encontramos com os coroas. Depois de me torturar com requintes de crueldade por eu tê-lo traído com ele mesmo, o Demônio estava mais carinhoso do que nunca. Uma delícia. Fui tirada para dançar e ouvi umas mil e quinhentas vezes menções ao quanto eu era linda, gostosa e o quanto ele me amava. Eu dizia que era consciência pesada por ter sido um sádico pervertido, mas que eu tinha adorado e estava com saudade do seu chinelo, mas que ele ainda ia me pagar caro.

Só que o domingo ainda nos reservava fortes emoções. Voltamos para seu apartamento e fomos degustar algumas cervejas e conversar na varanda. No começo, foi sobre planos para o futuro. Agora, ele já tinha seu próprio apartamento e podíamos pensar em morar juntos, até casar. Tínhamos já um ano de namoro. No ano seguinte, eu faria estágio dando aula e poderíamos dar o próximo passo assim que eu fosse efetivada e pudesse ter renda para dividirmos as despesas, mas não tínhamos pressa. Agora, eu poderia dormir com ele sempre que tivéssemos vontade.

Porém, como não poderia deixar de ser, o assunto voltou a ser nossa aventura erótica.

- Você gostou do castigo, amor? – provocou.

- Você sabe que eu gostei. Só que eu fui punida e quem se aproveitou mesmo foi você, não é seu safado?

- Como assim?

- Pensa que eu não vi a Cinthia toda derretida fazendo bate-coxa com você? E o senhor bem se aproveitando para tirar uma casquinha daquela gostosa.

- Você ficou com ciúme, amor?

- Com ciúme e com tesão – confessei.

- Mais ciúme ou mais tesão?

- Mais tesão – respondi mordendo os lábios.

- Você é uma tarada ninfomaníaca, Megera. Ficou com ciúme de mim ou do Diego?

- Kkkkkkkkkkkkkkkk. Acho que dos dois. Estou pensando em combinar de sairmos nós três.

- Eu, você e a Cínthia ou eu, você e o Diego?

- Amor, a segunda alternativa é impossível, né? Uma pena, porque eu adorei a noite no motel com ele. Fico com a calcinha toda meladinha só de lembrar.

- E quando você não está com a calcinha toda meladinha?

- Quando eu não estou com você ou não estou pensando em você.

- Ou quando está vendo certas lives no Youtube.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Caralho, me fez lembrar daquele dia que a gente estava assistindo à live no seu quarto com aquele apresentador.

- Você fazendo caras e bocas, me deixando morrendo de ciúmes.

- Eu sei muito bem qual era o seu ciúme. Enfiou a mão dentro da minha calcinha.

- Você estava toda melada.

- Como agora, só de lembrar. Você começou a me masturbar. Eu morrendo de vergonha, mas toda rendida.

- E gozou gostoso nos meus dedos, se contorcendo toda feito uma cobra.

- Nós somos loucos?

- Eu sou. Completamente louco por você.

- Ai, que lindo! Não quero que isso acabe nunca – respondi, dando um abraço no Demônio.

- Você está linda nesse vestidinho, Cínthia. Realça esse seu corpão – disparou, de repente, com cara de safado, aquele riso de canto de boca que me tira do sério.

Acabou a paz. O puto sabe fazer meu estômago dar aquela fisgadinha e aquele calor subir pelas minhas coxas. Arregalei os olhos e entrei na provocação.

- Obrigada. Você também é um homem muito atraente, André. Minha amiga tem sorte – respondi, entrando no jogo.

- Você tem pernas lindas, Cínthia – reagiu, colocando a mão no meu joelho, me provocando um arrepio, o corpo todo reagindo.

- Acho que não é apropriado você ficar com sua mão na minha perna. Eu sou amiga da sua namorada – respondi, mas sem tirar sua mão do meu joelho.

Ele deslizou a mão pela minha coxa, fazendo uma cara de predador que deixou a Cínthia quase petrificada.

- Não tem problema. A Ana não liga. Ela sabe que nenhum homem resistiria a você, com esse corpo afrodisíaco, essa cor maravilhosa. Lembra de quando nós dançamos abraçadinhos naquele dia, que você não sabia que eu era o namorado dela?

- Lembro – respondi com o coração já descompassando.

- Você sentiu o mesmo que eu? Eu teria te beijado se a Ana não estivesse conosco e acho que você teria retribuído.

- Mas eu não sabia que você era você.

- Agora sabe – respondeu, deslizando a mão por baixo da minha saia, deixando a Cínthia toda mole, pronta para ser abatida.

- Ai, André, eu não me sinto à vontade sabendo que você é o namorado da minha amiga – respondi.

- Quer dizer que você também quer, não quer? Fala a verdade – falou, aproximando sua cadeira perigosamente da minha e levando a mão livre ao rosto de Cínthia, fazendo com que meu corpo todo se arrepiasse e a buceta latejasse dentro da calcinha molhada.

- Eu quero, mas não é certo, André – respondi toda melosa antes de ser tomada num beijo delicioso, cheio de desejo e más intenções.

- A Ana não vai ficar zangada com você. Pode deixar – falou, enquanto beijava meu pescoço e sua mão tocava minha calcinha, me fazendo sentir um choque elétrico.

André massageou meu grelinho sensível por cima da calcinha, enquanto beijava meu pescoço. Àquela altura, meu vestido já estava na cintura e minha boca emitia gemidinhos intermináveis com aquela carícia torturante no meu grelo.

- Ai, André, isso é errado. Você está deixando a amiga da sua namorada louca. Assim eu não consigo resistir – falei toda manhosa, pulando para seu colo e tirando o vestido pela cabeça, meus seios ficando à mercê de sua boca.

André não titubeou e deu uma mordidinha nos seios da minha amiga, me deixando ainda mais louca de tesão, antes de o abocanhar e começar a chupar gostoso, me fazendo rebolar em seu colo.

- Isso, chupa o peitão da amiga da sua namorada, me deixa louca de tesão.

- Sabia que além de linda e gostosa você é uma safadinha – respondeu, me apertando contra si, me prendendo pela cintura.

André me pegou no colo, me levou até o sofá e me colocou de quatro, abaixando minha calcinha até o joelho.

- Olha que rabão lindo você tem, Cínthia – falou, me dando uma lambida do grelo à entradinha do cu. Em seguida, enfiou dois dedos na bucetinha da Cínthia, já toda enxarcada, que fazia até barulhinho.

Enquanto torturava minha buceta, mordia, apertava, beijava e lambia minha bunda.

- Ai, André, que delícia. Assim eu vou gozar, seu gostoso. Tortura a amiga da sua namorada de prazer – provoquei.

- Quer sentir meu pau nesse rabo maravilhoso?

- Eu quero, me come, usa a amiga da sua namorada, me faz gozar feito uma cadela no cio, de quatro pra você.

Quando dei por mim, o pau de André já estava na minha entradinha, fazendo Cínthia delirar de prazer e expectativa.

- Fode minha buceta, fode. Eu quero sentir você dentro de mim. Fode a amiga da sua namorada.

O Demônio obedeceu e seu pau deslizou gostoso para dentro de mim. Logo começou aquele vai e vem torturante. Não demorei a explodir num gozo monumental, Cínthia aos gritos, falando coisas desconexas. André tirou o pau e estalou uma sequência de beijos nos lábios da minha buceta, me virou de frente e me colocou no sofá com as pernas arreganhadas antes de afundar seu pau de novo em mim, agora me olhando nos olhos.

- Está gostando do pau do namorado da sua amiga?

- Aaaaiiiinnn, estou, vou querer sempre. Seu pau é muito gostoso. Minha amiga tem sorte de ter um homem desses – respondi, olhando em seus olhos com carinha de apaixonada, sentindo um tesão dos infernos.

O Demônio alternava entre estocadas rápidas e profundas e um entra e sai lento, deixando quase tudo sair de dentro de mim para enterrar aquele pauzão todo até lá no fundo. Eu já tinha perdido a conta de quantos orgasmos tivera naquele fim de semana. Naquela posição, o pau dele roçava no meu grelinho toda hora e logo veio outra onda.

- Meu Deus, eu vou gozar de novo, amor. Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh.

Vendo meus olhos revirando, a respiração pesada, o corpo tendo tremedeiras e sofrendo choques, meu namorado não resistiu mais e descarregou seu tesão todo na bucetinha da minha amiga.

André caiu estatelado ao meu lado, todo esbaforido.

- Gostou de comer minha amiga, amor?

- Qualquer dia desses você vai me enlouquecer com essas suas taras, Megera.

- Só as minhas, Demônio?

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 7Seguidores: 15Seguindo: 43Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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Como pode?!?! Mais um capítulo delicioso!!!

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Feliz de você ter gostado Ramses. Já estamos trabalhando no episódio 8. O 9, o 10, o 11 e o 12 já estão definidos. E vamos que vamos.

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