BRINCADEIRAS DA MINHA ESPOSA PT 2 VERDADE OU DESAFIO.

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 3442 palavras
Data: 07/05/2026 12:16:16
Assuntos: Heterossexual

O cheiro de peixe assando na brasa já dominava tudo ali na margem do rio. Um aroma gostoso, forte, de sal, limão e fumaça de lenha que abria o apetite na hora. Antoni tinha montado uma fogueira bem feita, com toras grossas que estalavam com o fogo, e os gêmeos revezavam virando os pacus e tilápias grandes na grelha improvisada. O sol do meio-dia batia forte na água, fazendo tudo brilhar.

— João, chega mais, mano. Hoje cê é nosso convidado — disse Antoni, limpando a mão na bermuda antes de me estender um prato de alumínio com um sorriso sincero.

Sentei num tronco que eles tinham arrastado pra perto do fogo. Viviane veio logo atrás, rebolando devagar. Tava com um short jeans que era quase uma faixa, cortado tão alto que a metade de baixo daquela bunda gigante e redonda ficava pra fora, balançando a cada passo. Por cima, um top branco minúsculo, daqueles bem fininhos, sem sutiã nenhum. Os mamilos rosados e grossos marcavam o tecido de um jeito escandaloso, apontando pra frente a cada movimento. Ela sabia exatamente o efeito que causava. E adorava isso.

— Nossa, que cheiro bom demais — ela falou, rindo daquele jeito manhoso, e se abaixou bem devagar pra pegar o prato da mão do Kayk. Devagar mesmo. A bunda empinou pro alto, o short subiu ainda mais e deixou à mostra o começo da marquinha do biquíni e um pedaço da pele branquinha e depilada da buceta. Os três prenderam a respiração ao mesmo tempo. Eu vi. Ela viu também. E sorriu por dentro.

Começamos a comer. Papo ia, papo vinha. Puxei assunto com o Antoni enquanto mastigava o peixe quente e delicioso.

— Cês são daqui da região mesmo?

Ele mastigou devagar, engoliu e limpou a boca com as costas da mão.

— Somos, João. Família toda de Birigui. Só que... rolou uns B.O. pesado lá em casa. Tamo acampado aqui faz uns dias pra dar uma respirada, evitar treta.

Enzo cortou um pedaço grande do peixe com a faca e completou.

— Nosso pai se enrolou feio com agiota. A dívida cresceu pra caralho. A gente preferiu sair de casa um tempo pra não piorar as coisas sabe. Aqui é tranquilo. Ninguém vem incomodar a gente.

Kayk deu uma risadinha sem graça.

— Essa casa abandonada ali — apontou com o queixo — era nosso point de quando a gente era moleque e ate mesmo quando era um clube. Matava aula, vinha pescar, fumar escondido... Agora virou abrigo de novo.

Meu olhar foi pra Luana. Ela tava quietinha, sentada numa pedra, catando as espinhas do peixe com todo cuidado. Vestido amarelo simples, batendo no meio das coxas magras, cabelo preso naquele rabo de cavalo longo bem cuidado, olhos cor de mel perdidos no rio. Parecia uma bonequinha deslocada no meio daqueles três brutamontes.

— E a Luana? — perguntei, curioso.

Antoni ficou sério na hora.

— Luana é diferente, João. Foi criada pela nossa vó. É a santinha da família, tá ligado? Vó não deixava ela sair à noite pra nada. Por isso ela é assim... quieta, na dela. A gente cuida dela como se fosse tudo pra gente.

Virei o rosto rápido. Luana me pegou olhando. Não desviou. Sustentou meu olhar uns bons três segundos, aqueles olhos mel queimando nos meus, depois voltou pro prato. Mas o cantinho da boca dela tremeu, quase um sorrisinho escondido safado.

Do meu lado, Viviane tinha encostado a coxa grossa e quente na minha. Mas o corpo dela tava todo inclinado pra frente, rindo alto de uma piada que o Kayk contou. O top subiu um pouco e deixou a lateral de um daqueles seios grandes quase escapando. Kayk engoliu seco, olhou pro chão. Enzo tossiu, disfarçando.

Eu? Eu não fiz porra nenhuma. Só fiquei ali, bebendo a cerveja gelada e assistindo. E, pra minha surpresa... eu tava gostando pra caralho de ver ela provocando eles. Gostando de ver aqueles três engolindo em seco, pau duro na bermuda por causa da minha mulher. Gostando do respeito que eles tinham por mim mesmo assim. E gostando demais do jeito que a Luana me olhava quando achava que ninguém tava vendo.

O almoço terminou com um clima bom pra porra.

De noite o céu desabou de vez.

Começou com um trovão distante, depois um vento forte balançando as árvores. Em menos de vinte minutos a barraca virou uma piscina. Água entrava por todo lado, encharcando colchão, roupas, tudo.

— Caralho, João! — Viviane gritou, segurando o cabelo molhado enquanto a chuva caía forte. Ela tava só de calcinha e top, os dois completamente encharcados, grudados no corpo como uma segunda pele. Os mamilos duros como pedra apontando, a bunda gigante marcada, brilhando molhada.

Pegamos o que deu — malas de roupas e cremes, notebook, antena Starlink, coisas que não podiam molhar — e corremos pra casa abandonada. A única luz no meio daquele breu era de lá. Quando chegamos, os quatro já estavam dentro, acendendo velas porque só tinha duas lâmpadas funcionando naquele comodo enorme.

— A barraca de vocês também foi pro saco? — Antoni perguntou, rindo, pingando água da cabeça.

— Foi — respondi, jogando as coisas no chão de cimento frio.

O lugar era espaçoso, mas só tinha dois colchões velhos de casal encostados na parede. Seis pessoas. Pouca roupa seca. Pouca luz. Muito corpo pra pouco colchão.

Todo mundo se trocou como deu. Os meninos ficaram só de cueca boxe aqueles corpos jovens, escuros e musculosos à mostra. Luana vestiu uma camiseta larga que batia no meio das coxas magras, marcando os peitões empinados por baixo. Eu fiquei de bermuda. Já a Viviane... pegou uma camiseta minha, branca, bem larga. Sem sutiã. Quando a luz das velas batia de lado, dava pra ver a silhueta inteira dela: os seios grandes balançando soltos, mamilos rosados marcando o tecido fino, a curva perfeita da bunda gigante e até a sombra da boceta entre as coxas quando ela andava devagar.

Ela sentou num dos colchões, puxou as pernas pro lado e a camiseta subiu até o meio da coxa grossa. Não tava nem aí. Ou tava aí demais.

O silêncio ficou esquisito. Só o barulho forte da chuva batendo na telha de amianto e a respiração de todo mundo, mais pesada que o normal.

— Mano, desse jeito ninguém dorme não — Kayk quebrou o gelo, coçando a nuca, claramente nervoso bora alguma coisa.

— Tipo o quê? — Enzo perguntou.

Viviane sorriu de canto, aquele sorriso safado que eu conhecia muito bem.

— Verdade ou desafio — soltou ela, simples. — Quem nunca?

Os três se olharam. Luana arregalou os olhos.

— Ah, não... — começou ela, voz miúda.

— Ah, sim — Viviane cortou, já se deitando de bruços no colchão, apoiada nos cotovelos. A camiseta subiu nas costas e deixou quase a bunda inteira pra fora, redonda, empinada, a pele dourada brilhando à luz da vela. Todo mundo viu. Todo mundo sabia que ela sabia. — A gente tá preso aqui, molhado, quase sem luz. Ou brinca ou surta. Escolhe, Luana.

Antoni riu, nervoso.

— Porra, Dona Viviane não perde tempo. Fechou então. Mas respeito, hein galera. Respeito com o João aqui.

Ele me olhou. Eu só balancei a cabeça devagar. Por fora tava calmo. Por dentro meu coração batia na garganta e meu pau já começava a latejar.

— Eu começo — Viviane disse, girando uma garrafa vazia no chão entre os colchões. A garrafa rodou, rodou... e parou apontada pro Kayk.

Ele engoliu seco.

— Verdade ou desafio, Kayk?

O moleque olhou pros irmãos, depois pra mim, depois pra bunda da Viviane que tava a menos de meio metro do rosto dele.

— Sei lá... verdade.

Viviane lambeu os lábios devagar, bem devagar.

— Você já bateu uma pensando em mulher comprometida?

O silêncio caiu pesado. Só a chuva lá fora. Kayk ficou vermelho até a raiz do cabelo. Olhou pra mim de novo, com cara de quem pedia desculpa.

— Já... — murmurou, quase sem voz.

— Hmm — Viviane gemeu baixinho, satisfeita. — Passa a garrafa.

Ela girou de novo. A garrafa rodou por um tempo que pareceu eterno... e parou em mim.

O quarto inteiro prendeu a respiração. Luana travou o maxilar. Os meninos olharam pro chão. Viviane sorriu. E não era um sorriso inocente.

— Verdade ou desafio, amor? — a voz da Viviane saiu rouca, mais grossa que o trovão que explodia lá fora. Ela tava deitada de bruços no colchão velho e manchado, a camiseta branca fina grudada no corpo ainda molhado da chuva. Aquela bunda gigante, redonda e empinada, tava quase toda de fora, a pele dourada brilhando à luz tremida da vela. Cada curva, cada sombra entre as nádegas, tudo desenhado perfeitamente. Os três irmãos sentados no outro colchão, só de cueca boxe, corpos escuros e musculosos tensos. Luana no canto, joelhos bem apertados, a camiseta larga mal cobrindo o meio das coxas magras.

Todo mundo olhando pra mim.

Segurei a garrafa que tinha parado na minha frente. Olhei pra Viviane: os olhos dela brilhavam com uma safadeza que eu conhecia bem, mordendo o lábio inferior devagar, esperando minha resposta. Olhei pros meninos — Kayk ainda vermelho da pergunta anterior, Enzo com o maxilar travado, Antoni com cara de quem via o trem descarrilhando. Por último, olhei pra Luana. Aqueles olhos cor de mel cravados em mim, boca entreaberta, o peito subindo e descendo rápido, fazendo os peitões empinados marcarem forte o tecido da camiseta.

— Desafio — respondi. Minha voz saiu baixa, rouca, mas firme.

O quarto ficou ainda mais silencioso. Só a chuva batendo forte na telha e o vento uivando nas frestas da casa velha.

Viviane sorriu devagar, um sorriso lento, perigoso, de quem já tinha tudo planejado na cabeça. Ela se apoiou melhor nos cotovelos, o movimento fazendo os seios pesados amassarem contra o colchão e a camiseta subir mais um pouco naquela bunda deliciosa.

— Tá bom... — murmurou, quase ronronando. — Eu te desafio a tirar a bermuda. Agora.

Kayk engasgou. Enzo olhou pro chão. Antoni coçou a nuca, nervoso. Luana prendeu a respiração, os olhos mel arregalados.

Eu segurei o olhar da Viviane por um segundo. Ela sabia. Sabia que eu tava só de cueca por baixo. Levantei devagar. O colchão rangeu baixo. Puxei o cós da bermuda e desci ela até os joelhos, depois chutei pro lado. Fiquei ali, só de cueca boxe preta. Meu pau já meio duro, grosso, marcando o tecido de forma bem visível. A luz da vela batia de lado e projetava uma sombra grande e obscena na parede atrás de mim.

Ninguém falou nada. Mas eu ouvi tudo: a respiração falhada do Kayk, o suspiro quase inaudível da Luana, o gemidinho baixinho e satisfeito que escapou da garganta da Viviane.

Sentei de novo. Peguei a garrafa.

— Minha vez.

Girei forte. O vidro raspou no cimento frio, rodando, rodando... e parou bem na Luana.

Ela congelou. Os olhos arregalaram. As mãozinhas agarraram a barra da camiseta, puxando pra baixo numa tentativa inútil de se cobrir mais. Não adiantou nada.

— Lu... — chamou Viviane, voz doce por fora, mas cheia de veneno gostoso por dentro. — Verdade ou desafio?

Luana olhou direto pra mim. Só pra mim. O peito dela subia e descia rápido, os bicos dos peitos duros marcando o tecido fino da camiseta, quase furando.

— V-verdade... — sussurrou, voz miúda.

Viviane deitou de lado, apoiando a cabeça na mão. O movimento fez um dos seios grandes quase escapar pela lateral da camiseta e abriu um pouco mais as pernas. Por um segundo deu pra ver a boceta lisinha, dourada, ainda molhada da chuva.

— Tá bom... verdade então — Viviane passou a língua devagar nos dentes, pensando. — Você já beijou na boca, Luana?

Luana ficou vermelha inteira, do pescoço até a raiz do cabelo. Baixou o rosto.

— Não... — respondeu, quase sumindo.

Antoni soltou o ar aliviado. Enzo passou a mão no rosto. Kayk só olhava pro chão, mas a cueca dele tava esticada pra caralho.

— Hmm... santinha mesmo — Viviane murmurou, com um tom que parecia admiração misturada com tesão. — Sua vez, Lu. Gira.

Luana pegou a garrafa com a mão tremendo. Girou fraco. A garrafa rodou pouco e parou no Enzo.

— Verdade ou desafio, Enzo? — perguntou ela, voz ainda baixinha, mas tentando ficar firme.

— Desafio — ele respondeu, sem pensar muito.

Luana mordeu o lábio. Olhou pra mim rapidinho, depois voltou pro Enzo.

— Eu te desafio a tirar a camiseta da Viviane.

O ar do quarto ficou pesado.

Viviane riu alto, gostoso, claramente adorando cada segundo. Sentou, cruzou as pernas de um jeito que a camiseta subiu até quase mostrar a boceta.

— Regra é regra, Enzo... — provocou, levantando os braços devagar, se entregando.

Enzo levantou tremendo. Ajoelhou na frente dela. As mãos dele tremiam quando seguraram a barra da camiseta. Subiu devagar. Primeiro a barriga lisinha e dourada da Viviane. Depois a base daqueles seios pesados. Mais um puxão e a camiseta saiu pela cabeça dela.

Viviane ficou nua da cintura pra cima. Os seios grandes, redondos, pesados, balançando livres. Mamilos rosados grossos, arrepiados, apontando pra frente. Ela não cobriu nada. Jogou o cabelo molhado pro lado, arqueou as costas e empinou o peito, exibindo tudo.

— Pronto... — sussurrou, voz manhosa. — Satisfeito?

Enzo voltou pro lugar tropeçando, cueca esticada ao máximo, pau latejando visivelmente. Sentou e escondeu o rosto nas mãos.

Luana não tirava os olhos de mim, analisando cada reação minha.

Eu peguei a garrafa de novo.

— Continua.

Girei. Parou no Antoni.

— Desafio, João — ele escolheu antes mesmo de eu perguntar.

Olhei pra ele, depois pra Luana.

— Eu te desafio a beijar a boca da Luana. De verdade tirar o selinho dela.

na hora fui. o beijo aconteceu. Devagar, nervoso, mas real. Quando terminaram, a boca da Luana tava vermelha e inchada. Ela me olhou diferente. Mais quente. Mais molhada.

Viviane bateu palminhas baixas.

— Minha vez...

Ela nem girou. Apontou direto pro Kayk.

— Desafio. Você vai lamber meu pescoço bem aqui — apontou logo abaixo da orelha — por trinta segundos. Sem tirar a boca.

Kayk veio ajoelhado. Encostou a boca quente no pescoço dela. Passou a língua devagar, molhada, sentindo o gosto da pele. Viviane inclinou a cabeça, gemendo baixinho:

— Isso... assim, continua...

O pescoço dela ficou vermelho, babado. Kayk voltou pro lugar com a cueca prestes a explodir.

Luana pegou a garrafa. Girou com mais confiança agora.

Parou em mim.

Ela levantou o queixo, olhos cor de mel queimando.

— Desafio, João.

O quarto prendeu a respiração.

— Fala, Lu...

Ela umedeceu os lábios.

— Eu te desafio a me beijar de novo. De verdade.

Viviane deitou de costas, sorrindo safada, peitos nus balançando. Os meninos viraram estátuas.

Eu levantei. Ajoelhei na frente dela. Segurei aquele rostinho miúdo com as duas mãos. Pele quente, macia, cheirando a chuva e inocência. Encostei minha boca na dela. Devagar no começo. Depois abri seus lábios com a língua, ensinando, provocando. Luana gemeu baixinho dentro da minha boca, colocou a mãozinha no meu peito, tremendo. O beijo ficou mais fundo, mais molhado. O gosto dela era doce, nervoso, cheio de tesão reprimido.

Quando soltei, ela tava ofegante, boca inchada, olhos brilhando.

Viviane sentou, seios pesados balançando, e pegou a garrafa.

— Agora sim o jogo começou pra valer... Próxima rodada. E agora... vale tudo mesmo.

— Eu giro.

Rodou com força. O vidro girou rápido no cimento, fazendo aquele barulho seco, rodou, rodou... e parou bem no Antoni.

— Verdade ou desafio, Antoni? — perguntou ela, voz manhosa.

Ele riu sem graça, coçando a nuca.

— Desafio. Se for verdade eu me fodo.

Viviane se inclinou pra frente devagar, fazendo os seios pesados balançarem .

— Eu te desafio a trocar de lugar com o João. Agora. Você senta aqui, do meu lado. E o João vai sentar lá, do lado da Luana.

O quarto inteiro prendeu a respiração. Antoni levantou devagar, passou por mim. O ombro largo dele roçou no meu. Eu levantei também e fui pro canto. Quando sentei, o colchão afundou e minha coxa encostou direto na coxa dela. Luana tava gelada por causa da chuva, mas queimando por dentro. A camiseta dela subiu um bom pedaço. Ela não puxou pra baixo. Só virou o rostinho pra mim de canto, aqueles olhos cor de mel brilhando na luz fraca da vela, respiração curta e quente.

Do outro lado, Antoni sentou tão perto da Viviane que o braço dele encostou no seio dela. Viviane não se afastou. Pelo contrário. Encostou o ombro nele e sussurrou algo baixinho no ouvido dele. Antoni ficou vermelho até a orelha.

— Sua vez, Antoni — ela disse alto, com um sorrisinho.

Ele girou. A garrafa parou no Kayk.

— Verdade ou desafio?

— Desafio — Kayk respondeu, voz rouca.

Antoni pensou rápido.

— Tira a roupa. Fica igual a gente. Só de cueca.

Kayk era o unico deles que usava uma camisa. ele hesitou um segundo, olhou pra mim, depois puxou a camiseta molhada pela cabeça e jogou no chão. O peito dele era largo, definido, músculos brilhando com gotas de chuva. Quando sentou de novo, a cueca boxe marcava o pau duro, o contorno grosso bem visível. Viviane olhou demorado, lambeu o lábio inferior bem devagar, fazendo questão que todo mundo visse.

Luana do meu lado apertou as pernas. Senti o calor subindo pela coxa dela. Ela fingiu que ajeitava o cabelo, mas a mão roçou de leve no meu braço. Foi rápido. Foi proposital. Meu pau latejou forte dentro da cueca.

Kayk girou. Parou em mim.

— Verdade ou desafio, João?

— Desafio.

Ele sorriu, aliviado.

— Eu te desafio a deixar a Luana escolher onde você vai pôr a mão por dez segundos. Onde ela mandar.

O silêncio caiu pesado. Só a chuva lá fora.

Luana virou o rosto pra mim devagar. Estava a poucos centímetros. Eu sentia a respiração quente dela no meu pescoço.

— Pode ser... no meu joelho? — perguntou baixinho, mas todo mundo ouviu.

— Pode — respondi.

Coloquei a mão aberta no joelho dela, por cima da camiseta. A pele era fina, macia, quente pra caralho. Fiquei ali, sentindo ela tremer de leve, contando até dez na cabeça. Quando tirei, ficou a marca avermelhada da minha mão. Ela não disse nada. Só respirou fundo.

Viviane bateu palmas devagar, gostando do show.

— Fofo... Minha vez de girar de novo.

Rodou. Parou no Enzo.

— Desafio — ele já falou antes.

Desafio você a resistir isso.Viviane se levantou. Ficou de pé no meio dos dois colchões. A luz da vela vinha de baixo, desenhando o corpo dela inteiro por baixo da camiseta fina. Andou até Enzo, parou na frente dele e se abaixou devagar até o rosto ficar na altura do dele. Depois começou a se mexer.

Não era dança. Era provocação pura. Um rebolado lento, curto, bem na frente da cara dele. A camiseta subiu nas coxas grossas, a bunda gigante balançando a um palmo do nariz do moleque. Enzo fechou os olhos com força, mãos fechadas em punho no colchão, peito subindo e descendo rápido. Viviane passou a mão pelo próprio pescoço, desceu devagar entre os seios, apertando de leve, e voltou. Não encostou nele. Não precisava.

Quando ela parou, Enzo tava suando frio, pau latejando tanto que a cueca parecia prestes a rasgar.

— Viu? — sussurrou ela pra todo mundo. — Não precisa tirar a roupa pra deixar alguém sem ar kkkk...

Ela voltou e sentou colada no Antoni de novo, praticamente deitando em cima dele.

Enzo girou com a mão tremendo. Parou na Luana.

— Verdade — ela disse, firme.

Enzo olhou pra mim pedindo licença com os olhos e perguntou:

— Você quer que o João continue o jogo?

Luana não respondeu na hora. Olhou pra mim. Depois pra Viviane, que tava praticamente deitada no colo do Antoni. Depois voltou pra mim.

— Quero — respondeu, voz baixa mas decidida.

A palavra ficou suspensa no ar, pesada.

Luana pegou a garrafa. Girou com mais força. Parou na Viviane.

O sorriso da Viviane vacilou por meio segundo. Depois voltou maior, mais safado.

— Desafio, Luana. Manda ver.

Luana respirou fundo, a camiseta subindo com o movimento dos peitões.

— Eu te desafio a deixar o Antoni tirar o resto da sua roupa. Devagar.

Viviane arregalou os olhos, surpresa de verdade pela primeira vez. Depois riu alto, gostoso.

— Tá aprendendo rápido, hein, santinha... Ela levantou os braços. Antoni engoliu em seco. Olhou pra mim. Eu fiz um sinal quase invisível com a cabeça: pode ir. Ele segurou a barra da camiseta molhada com as duas mãos grandes e tirou centímetro por centímetro a parte que cobria suas coxas. Jogou o cabelo pra trás e olhou pra todo mundo, um por um. Por último, pra mim. Eu tava duro pra caralho. Luana viu. Ela colocou a mão no próprio pescoço sem perceber, mordendo o lábio. Viviane se deitou de lado, de frente pra roda, um braço apoiando a cabeça, uma perna dobrada. A posição deixava a calcinha esticada na boceta, marcando os lábios inchados. Tudo à mostra sem pudor. — Continua o jogo — disse ela, voz rouca, quase gemendo. A garrafa estava no meio, esperando o próximo giro.

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