Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 13

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3503 palavras
Data: 07/05/2026 06:03:23

O quarto tava um silêncio que chegava a doer no ouvido, só com o barulho do ar-condicionado. Eu olhei para a Lia, ali esticada, fingindo que não fez nada, e a vontade que eu tive foi de voar no pescoço dela, mas o tesão de corno era maior. eu respirei fundo. O jogo agora tinha mudado de nível. Não era mais só vingança, era uma guerra de todo mundo contra todo mundo naquela cobertura.

Peguei o celular dela desbloqueie e clonei o WhatsApp dela, depois guardei o celular dela no mesmo lugar, do mesmo jeitinho. Não podia dar bandeira agora. Fiquei ali, em pé no escuro, sentindo o cheiro daquele velho impregnado no quarto. O Sr. Cláudio, o patriarca todo cheio de moral, comendo a irmã da sua futura nora.

Me deitei na cama, mas nem fechei o olho. Cada vez que a Lia se mexia e encostava em mim, eu sentia uma tristeza e um tesão. Mas eu pensava: "Pode aproveitar, Lia. Que eu tou aproveitando também".

Quando o sol começou a bater na janela, a Lia se espreguiçou toda dengosa, se virando pra mim com aquela cara de santa.

— "Bom dia, amor... você já acordou? Nem senti você chegando na cama ontem, apaguei total,"

ela disse, com aquela vozinha de quem não vale o que come.

Olhei bem dentro dos olhos dela. Ela sustentou o olhar, mas deu pra ver uma pontinha de nervosismo lá no fundo.

— "Bom dia, Lia. É, você tava num sono bem pesado mesmo. Deve ter sido o cansaço... ou as emoções da capital, né?"

Ela deu um risinho sem graça.

— "É... a cidade cansa a gente. Vou tomar um banho pra gente descer. O café deve estar sendo servido."

Enquanto ela se trancava no banheiro, eu peguei meu celular. Vi que tinha uma mensagem da Bruna no meu WhatsApp:

"Ainda tá doendo meu cuzinho, Robson. Não consigo parar de pensar no que você fez. A Clara tá aqui no quarto com uma cara de quem viu um fantasma. O café vai ser tenso."

Eu só dei um sorriso de lado. Desci primeiro. A mesa do café era um cenário de filme de terror. O Paulo já tava lá, todo engomadinho, lendo jornal no tablet. O Sr. Cláudio tava sentado na cabeceira, com uma cara de acabado, mas com um brilho no olho que me deu vontade de vomitar.

— "Bom dia, Robson! Dormiu bem na nossa suíte?"

o Paulo perguntou, sem nem levantar o olho do tablet.

— "Excelente, Paulo. Nada como uma noite cheia de surpresas pra gente acordar disposto,"

respondi, puxando a cadeira bem de frente pro velho Cláudio.

O velho me olhou e deu um aceno de cabeça. Eu podia ver a mão dele tremendo levemente enquanto segurava a xícara. Pensei: "Esse aí não aguenta mais uma rodada com a Lia sem o coração explodir".

Logo a Clara e a Bruna desceram. As duas tavam andando estranho, um passo meio travado, sentando com um cuidado que quase me fez rir. A Clara não conseguia olhar na minha cara. A Bruna, por outro lado, me lançou um olhar de safada por cima da xícara de café que dizia tudo.

Por último, a Lia chegou. Ela tava usando um vestidinho leve, toda radiante. E tava andando igual as meninas, meio travada.

Ela cumprimentou todo mundo e, quando chegou no Sr. Cláudio, deu um sorriso que durou um segundo a mais do que o necessário.

— "Bom dia, Sr. Cláudio. O senhor parece melhor hoje,"

ela disse, com aquela voz de mel.

— "Estou ótimo, Lia. Realmente... a companhia de vocês trouxe uma energia nova pra essa casa,"

o velho respondeu, com uma malícia que só eu e a Lia entendíamos.

O café da manhã seguia naquele teatro, mas o clima pesou de vez quando a porta do elevador abriu e a dona Verônica apareceu. Ela tava radiante, usando um conjunto de seda azul, com aquele sorriso de quem não tem uma preocupação na cabeça.

— "Bom dia, família! Que manhã maravilhosa!"

ela disse, dando um beijo no topo da cabeça do Paulo e sentando-se ao lado do marido.

— "Dormi como um anjo. Acho que foi a paz de saber que meu filho finalmente encontrou uma esposa de ouro. E você, Cláudio? Parece que o remédio de ontem fez milagre, acordou até com mais cor."

O velho deu um sorriso amarelo, limpando o canto da boca com o guardanapo.

— "É... o descanso foi revigorante, Verônica."

Eu olhei para a Lia. Ela tava de cabeça baixa, fingindo que estava muito interessada num pedaço de mamão, mas as mãos dela tremiam de leve. Senti um nó no estômago. Pedi licença e fui até o banheiro do corredor, precisava ver com meus próprios olhos o tamanho da sujeira.

Tranquei a porta, sentei no vaso e abri o aplicativo clone. O coração parecia que ia sair pela boca. Abri a conversa com o contato "Sr. Cláudio". O que eu li ali me transformou em outro homem.

Sr. Cláudio: "Você tem certeza, Lia? É a sua primeira vez por trás? Eu pago o que você pediu. Os 50 mil caem na sua conta assim que a gente terminar, venha para meu quarto, aqui no apartamento de baixo"

Lia: "Tenho, sr. Cláudio. O Robson é um grosso, ele nunca encostou ali porque eu dizia que tinha medo. Mas por esse valor, e por um homem potente como o senhor... eu entrego o que for. Só toma cuidado com a dona Verônica."

Sr. Cláudio: "Ela saiu. Vem agora. Quero ver se esse bumbum virgem é tudo isso que eu imaginei ."

Tinha até uma foto que ela mandou pra ele deitada na nossa cama, de costas, levantando o vestidinho ela tava só fio dental. E depois, uma mensagem dele de madrugada:

Sr. Cláudio: "Meu Deus, que delícia. Valeu cada centavo. O Paulo não sabe a sorte que tem de ter uma cunhada assim. O dinheiro já foi transferido. Apaga tudo."

Eu guardei o celular no bolso e lavei o rosto com água gelada. Olhei no espelho e vi um estranho. Minha mulher tinha vendido o cuzinho que me negou por anos para um velho gágá por 50 mil reais. O tesão de corno que eu senti antes sumiu, dando lugar a uma raiva fria, cortante.

Voltei pra mesa com um sorriso que daria medo no diabo.

— "Tudo bem, Robson? Demorou no banheiro,"

o Paulo comentou, sem maldade.

— Tudo ótimo, Paulo.

Dona Verônica, totalmente por fora, continuava sorridente.

— " Lia, querida, você tá tão calada... aconteceu algo? Tá andando meio travada, parece que tá com dor."

Lia forçou uma voz que mal saía.

— "É só... mau jeito de dormir, dona Verônica. A cama é muito macia, não tô acostumada."

— "Pois é,"

eu intervim, pegando na mão da Lia por cima da mesa e apertando até ela sentir

— "Minha mulher é muito sensível. Dona Verônica"

Dona Verônica sorriu, achando o gesto a coisa mais carinhosa do mundo,

enquanto a Lia tentava discretamente puxar a mão, com o rosto começando a empalidecer sob a maquiagem.

— "Ah, o amor jovem é tão intenso, não é, Cláudio?"

a matriarca suspirou, tocando o braço do marido.

— "Lembra de quando a gente começou? Você também não me deixava em paz."

O Sr. Cláudio deu um engasgo seco com o café. O som do talher dele batendo no prato de porcelana ecoou como um tiro no silêncio que se seguiu. Eu não desviei o olhar dele.

Queria que ele sentisse que eu sabia. Queria que ele visse, através do meu sorriso.

— "Pois é, Dona Verônica,"

continuei, soltando a mão da Lia e pegando uma faca de serra para passar manteiga na torrada com uma calma de psicopata.

— "A Lia é uma caixinha de surpresas. Às vezes eu acho que nem eu conheço todos os talentos dela. Mas hoje o dia promete, né? O Paulo tinha comentado de irmos todos dar um passeio para o cimena, ou quem sabe fazer umas compras de luxo..."

— "Ah, eu adoraria!"

Bruna interrompeu, tentando aliviar a tensão, mas a voz dela saiu aguda demais. Ela deu uma olhada rápida para a Clara, que continuava de cabeça baixa, cutucando uma omelete que já estava fria.

— "Eu não vou,"

a Clara disse, baixinho.

— "Não estou me sentindo bem. Acho que a comida de ontem me deixou... sobrecarregada."

— "Que bobagem, amor ,"

o Paulo disse, finalmente fechando o tablet e olhando para a noiva com um ar de preocupação genuína que me deu até pena.

— "O ar da capital vai te fazer bem. E você, Lia? Tá animada pra ver as lojas da Oscar Freire?"

Lia olhou para o Paulo, depois para o Sr. Cláudio, e por fim para mim. O pânico estava estampado naquelas pupilas dilatadas.

— "Eu... eu acho que vou ficar com a Clara. Companhia de irmã, sabe? A gente descansa um pouco."

— "Nada disso,"

eu disse, com um tom de voz que não aceitava réplica.

— "O Sr. Cláudio investiu tanto na nossa recepção, seria uma desfeita. Inclusive, Sr. Cláudio, eu estava pensando... o senhor entende muito de investimentos, não é? Estava lendo sobre como certas... transações rápidas, de alto valor, podem mudar a vida de uma pessoa da noite pro dia.

Cinquenta mil, por exemplo. É um valor interessante para um 'investimento' de uma noite só, não acha?"

O velho ficou cinza. Literalmente cinza. O guardanapo caiu do colo dele no chão.

— "Eu... eu não sei do que você está falando, Robson. Negócios não são assunto para a mesa de café,"

ele resmungou, a voz falhando e o suor começando a brotar no buço.

— "Claro, claro. Ética profissional acima de tudo,"

pisquei para ele e tomei um gole longo de suco de laranja.

A Dona Verônica olhou de um para o outro, sentindo que o clima estava estranho, mas sua negação era mais forte que sua intuição.

— "Bom, decidam-se. Eu vou me trocar. Quero todo mundo pronto em trinta minutos!"

Ela se levantou e saiu, saltitante.

Assim que ela sumiu no corredor, o silêncio caiu como uma guilhotina.

O Paulo se levantou logo em seguida para atender uma ligação de trabalho, deixando apenas eu, o velho, as duas irmãs e a Bruna.

O silêncio na mesa estava tão pesado que parecia que o teto ia desabar em cima da gente a qualquer momento. O sr. Cláudio não conseguia nem me encarar, ficava olhando fixo para a xícara de café como se procurasse uma saída ali dentro. A Lia estava branca, parecia uma folha de papel, e eu conseguia ouvir a respiração ofegante da Clara e da Bruna do meu lado.

Eu estava saboreando aquele desespero como se fosse o melhor café da manhã do mundo. Mas o que eu não esperava era que o jogo ia virar antes mesmo de eu levantar da cadeira.

Meu celular vibrou no bolso. Um número desconhecido. Pensei que era cobrança ou algum golpe, mas quando bati o olho na prévia da mensagem, meu sangue gelou e o sorriso de psicopata sumiu na hora.

"Eu sei de tudo, Robson. Vi você comendo as duas meninas na beira da piscina ontem à noite. As câmeras de segurança não mentem, e o meu silêncio tem um preço bem alto. — Verônica."

Olhei para o fim do corredor, por onde a "dona Verônica" tinha acabado de sair. Aquela história de "dormi como um anjo" era o maior migué que eu já vi na vida. A coroa não era ingênua.

Levantei da mesa de uma vez, a cadeira arrastou fazendo um barulho que fez a Lia dar um pulo.

— "Tudo bem, amor?"

ela perguntou, com a voz tremendo.

— "Vou pro quarto rapidinho. Esqueci de tomar um remédio,"

respondi seco, sem nem olhar pra trás.

Tranquei a porta do quarto e li a mensagem de novo. O suor que antes era do velho, agora escorria na minha nuca. Aquela fdp me pegou no pulo. Enquanto eu achava que tava humilhando o velho e a Lia com o que eu sabia, a dona Verônica assistiu o meu show particular com a Bruna e a Clara.

Não deu dois minutos, o celular apitou de novo. Outra dela:

"Não adianta se esconder no quarto. Ou quer que o eu conte para o Paulo que voce comeu a futura mulher dele"

Eu tava encurralado. A raiva fria que eu sentia pela Lia se misturou com um medo que eu não conhecia. Eu tinha as provas contra a Lia e o velho, mas a Dona Verônica tinha a prova que me destruiria. Se o Paulo descobrisse o que eu fiz com a Clara e a Bruna, ele me mataria.

Saí do quarto e fui em direção à biblioteca, que ficava numa parte mais isolada da cobertura. O corredor parecia um túnel sem fim.

Quando abri a porta pesada de madeira, ela estava lá. Sentada numa poltrona de couro, com um tablet na mão e um copo de whisky puro, mesmo sendo dez da manhã. Ela nem se deu ao trabalho de levantar.

— "Entra, Robson. Fecha a porta e tranca. A gente tem muito o que conversar

Ela virou o tablet pra mim. O vídeo tava nítido. Dava pra ver cada detalhe meu com a Bruna e a Clara na beira da piscina. A iluminação da cobertura era perfeita pra segurança, e péssima pra quem quer esconder pecado.

— "E aí, Robson? O que você acha que vale mais? O seu segredo ou o meu silêncio?"

— ela disse, dando um gole no whisky e me medindo de cima a baixo com um olhar que não era de raiva, era de fome.

Eu entendi na hora. A Dona Verônica não queria justiça. Ela queria entrar no jogo. E pelo jeito que ela me olhava, o pagamento que ela ia exigir não ia ser em dinheiro.

Dona Verônica deu um gole no whisky, deixou o copo de lado e levantou da poltrona com uma elegância que metia medo. Ela veio caminhando até mim, parou a centímetros do meu rosto e eu senti o cheiro do perfume caro misturado com o álcool.

Ela passou a mão pelo meu peito, descendo devagar até a fivela do cinto, e olhou bem no fundo dos meus olhos.

— "Agora o esquema é o seguinte: eu vou apagar esse vídeo e manter sua sujeira escondida do Paulo. Em troca, você vai me dar o que deu para as meninas depois. Eu quero sentir o seu leitinho na boca agora mesmo"

Eu travei. A situação era absurda, mas o tesão que aquela coroa exalava era de outro mundo.

— "E não para por aí,"

ela completou, dando uma leve mordida na minha orelha.

— "Isso aqui é só o aperitivo. Depois, quando a gente tiver com mais tempo, longe desses idiotas e daquelas garotas, eu quero que você me foda de verdade. Quero que você me use até eu esquecer que sou casada. Entendeu o preço do meu silêncio?"

Eu olhei pra porta trancada e depois pra ela, que já tava se ajoelhando na minha frente, abrindo minha calça com uma sede que eu nunca vi,

Quando ela abriu o meu zíper e a peça pulou pra fora, dona Verônica até deu um tranco pra trás, arregalando os olhos de um jeito que a pose de madame sumiu na hora. Ela ficou ali, paralisada por uns segundos, olhando pro tamanho da minha pika como se não estivesse acreditando que ia ter que dar conta de tudo aquilo, chegando a soltar um "meu Deus" baixinho enquanto passava a mão trêmula pra conferir se era real mesmo. A coroa, que estava toda cheia de si, deu uma engolida seco e percebeu que o buraco era bem mais embaixo, mas logo deu aquele sorriso de lado, aceitando o desafio e se preparando pra encarar o serviço com ainda mais sede.

abocanhando tudo com vontade, Ela fechava os olhos e fazia um barulho de garganta que me deixava doido, se engasgando muito, usando a língua com uma técnica de quem entende, enquanto olhava pra cima de um jeito debochado, como se estivesse mandando na porra toda. Eu não aguentei muito tempo com aquela pressão e aquele vácuo que ela fazia, e quando o tesão bateu, eu dei aquela travada e descarreguei um jato de leite quente direto na garganta dela. Ela tossiu, engoliu tudo com muita dificuldade, limpou o canto da boca com o dedo e deu uma risadinha de satisfação, me olhando com aquela cara de quem agora era minha dona.

Ela se despediu de mim, e sai da biblioteca as pressa para ninguém me ver.

quando eu tava passando pelo o corredor, tava o paulo mandando um audio, fiquei ali parado, grudado na parede igual uma lagartixa, tentando não fazer nem barulho com a respiração. O Paulo tava de costas, andando de um lado pro outro, com o celular no ouvido e uma cara de ódio que eu nunca tinha visto.

— "Pois é, Gabriela, o bagulho tá doido. Eu tô aqui com um sorriso falso na cara, mas por dentro eu tô fervendo. Como é que eu vou ficar de boa sabendo que o filho da puta do Sérgio, o seu próprio pai, comeu minha irmã e ainda comeu a Clara. Eu tô bolado demais, não consigo nem encostar na clara sem lembrar daquele arrombado."

Eu travei no meio do corredor, sentindo meu sangue dar uma pancada na cabeça: "Caralho, o Paulo já sabe da putaria toda e tá fingindo de morto só pra comer a filha do cara como vingança? O maluco é mais frio que o velho, e eu aqui achando que era o único mestre do jogo enquanto ele sabe que o Sérgio maceta futura mulher e a irmã dele sem dar um pio!"

De repente, o celular dele apitou com um áudio e, como o volume tava no talo, deu pra ouvir a voz da Gabriela certinho. A guria, com uma voz de ninfeta safada.

— "Ai, Paulinho, para com isso... Esquece meu pai, esquece a clara e aquela sonsa da sua irmã. O que eles fizeram já foi, deixa o velho se achar o garanhão. Foca no que eu te prometi. Essa semana eu sou toda sua e vou te dar o que você mais quer. Vou entregar meu cuzinho rosa só pra você, do jeitinho que você gosta, pra você tirar esse estresse e ver que eu sou muito melhor que elas. Me encontra no lugar de sempre e esquece o resto."

Eu fiquei em choque, encostado no batente, processando a sujeira. Quer dizer que o Sérgio, que deve ser algum figurão amigo da família, passou o rodo na mulher e na irmã do Paulo, e agora o Paulo tava usando a filha do cara pra se vingar? Naquela cobertura ninguém valia o prato que comia, era uma podridão atrás da outra e eu ali, no meio desse fogo cruzado, descobrindo que o buraco era muito mais embaixo.

Abri o Instagram voando, com o dedo tremendo de curiosidade, e joguei o nome da Gabriela na lista de seguidores do Paulo. Quando o perfil carregou, minha pressão até subiu. A guria era um espetáculos. tinhas mais ou menos uns 19 anos, ruivinha de olho azul bem claro, cheia de sardinha no rosto com aquela carinha de anjo que não quebra um prato. Mas o choque veio quando arrastei as fotos; da cintura pra cima ela tinha aquele corpo de ninfetinha, toda delicada, mas quando chegava no quadril a coisa mudava de figura. A mina era uma cavala, com um rabo enorme e umas pernas grossas que não batiam com aquele rostinho. Eu fiquei ali, babando na tela do celular e sentindo um tesão absurdo por aquela ruiva, pensando que o Paulo era um desgraçado de sorte por ter um troco desse nível pra dar no tal do Sérgio.

Assim que Paulo deu as costa eu fuii as pressa para a cozinha.

Entrei na cozinha quase atropelando as cadeiras, com o coração parecendo uma britadeira no peito. O silêncio ali era total, só o barulho da geladeira funcionando. A mesa ainda tava com os restos do café, mas a galera já tinha debandado geral para os quartos pra se arrumar pro tal passeio.

Eu encostei na bancada, tentando fazer o ar voltar pro pulmão. Minha cabeça tava parecendo um liquidificador: a Verônica me chantageando e me usando de brinquedo na biblioteca, a Lia vendendo o rabo pro velho por 50 mil, e agora o Paulo, que eu achava que era o otário da história, revelando que é um psicopata que deixa o tal do Sérgio traçar a família toda só pra poder fuder a filha ruiva do cara.

Olhei pro meu celular ainda aberto no perfil daquela Gabriela. Aquelas sardinhas no rosto e aquele rabo gigante não saíam da minha mente. Eu tava cercado de gente podre, mas o pior é que essa podridão tava me deixando mais aceso do que nunca. Eu precisava agir rápido, porque se eu desse um passo em falso naquele ninho de cobra, eu ia ser o próximo a ser engolido vivo. Se o passeio ia ser de "luxo", eu ia ter que manter a cara de paisagem mais cínica do mundo enquanto planejava meu próximo movimento.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 23Seguidores: 74Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

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Cada vez melhor! Mas ainda está devendo uma foda só com a Clara Robson. Sério cara, torço demais pela transa dos dois.

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