Eu Vou Morar com Ele parte 5

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1040 palavras
Data: 06/05/2026 23:46:12

Uma Semana em Casa

Meu nome é Letícia. E essa semana está me matando devagar.

O Fernando viajou. Uma semana inteira fora, dirigindo caminhão pra uma cidade distante. Quando ele me avisou, meu coração deu um salto — de alívio e de pavor ao mesmo tempo. “Finalmente vou ver meus filhos”, pensei. “Finalmente vou ser a

mãe que eu prometi ser.” Mas mal ele saiu pela porta da kitnet, o vazio me acertou como um soco no estômago. Meu corpo inteiro doía de saudade. Não saudade de amor. Saudade do pau grosso dele me rasgando, me dominando, me fazendo esquecer que eu tenho uma família. Eu fiquei parada no meio da sala, nua, olhando a cama bagunçada onde ele me fodeu pela última vez. “Eu sou uma puta sem ele”, sussurrei pra mim mesma, lágrimas escorrendo. “E sou uma mãe sem eles.” O conflito me sufoca. Eu amo o Roberto. Amo meus filhos com uma força que dói. Mas amo mais ainda sentir-me usada, cheia, destruída pelo Fernando. “Como eu posso sentir falta de um pau mais do que da minha própria família?” Essa pergunta me persegue dia e noite. Eu me odeio. Eu me quero. Eu não consigo escolher.

Na segunda-feira eu voltei pra casa. Arrumei uma mala pequena — só com roupas normais, nada de micro vestido ou lingerie safada. Queria fingir que eu era a Letícia de antes. Quando abri a porta, meus filhos correram pra mim gritando “mamãe!”. Eu caí de joelhos, abracei eles forte, cheirei seus cabelinhos e chorei como uma idiota. Culpa pura. “Me perdoem por ter sumido”, eu pensava enquanto beijava suas testas. Roberto estava ali, olhando pra mim com aqueles olhos de quem me ama demais. Ele me abraçou devagar, beijou minha boca com carinho. “Você voltou… eu senti tanto sua falta, amor.” Eu sorri, mas por dentro eu tremia. Ele não sabe que eu voltei porque o Fernando viajou. Não sabe que, se o Fernando estivesse em casa, eu nem teria ligado.

Os primeiros dias foram doces e torturantes. Eu cozinhava, brincava com as crianças, dormia com o Roberto. À noite, quando ele me tocava, eu tentava me entregar. Na quarta-feira ele me pegou na cama, carinhoso como sempre. Me beijou devagar, desceu a boca pros meus peitos, lambeu minha bucetinha com calma. Eu gemia, mas era falso. Meu corpo respondia, mas minha mente estava longe — lembrando o Fernando me socando de quatro, me chamando de “mulher dele”, me enchendo até transbordar. O pau do Roberto é bom… mas não é grosso. Não me rasga. Não me domina. Eu gozei, sim, mas foi um gozo pequeno, educado. Enquanto ele gozava dentro de mim, eu mordia o lábio e pensava: “Fernando me faria gritar agora.” Depois, deitada no escuro, a culpa me devorava. “Eu sou uma vadia ingrata. Ele me aceita, me ama, cuida dos nossos filhos sozinho… e eu só consigo pensar no pau do outro.”

O ciúme do Roberto começou a aparecer na quinta-feira. Eu tava no celular, respondendo uma mensagem do Fernando — ele mandou uma foto do pau duro no quarto de hotel, com legenda “Saudade dessa bucetinha de puta”. Eu sorri sem

querer, mordi o lábio. Roberto viu. “É ele, né?”, perguntou, voz baixa, quase tremendo. Eu hesitei. O conflito explodiu dentro de mim: parte de mim queria mentir, proteger ele. Outra parte — a puta que mora em mim — queria provocar. Eu olhei nos olhos dele e falei a verdade, voz rouca: “É. Ele viajou, mas tá mandando mensagem… dizendo que sente falta de me foder todo dia.” Roberto ficou vermelho. Vi o ciúme nos olhos dele, misturado com tesão. Ele apertou meu braço. “Você… você pensa nele agora? Aqui, comigo?” Eu assenti devagar, sentindo minha bucetinha molhar só de falar isso. “Penso, amor. Penso no pau grosso dele me arrombando. No jeito que ele me chama de mulher dele. Me desculpa… mas eu não consigo parar de pensar.” Ele ficou em silêncio. Depois me beijou com força, quase com raiva. Me jogou na cama e me fodeu com mais vontade do que nunca — socando, mordendo meu pescoço, me chamando de “puta”. Eu gozei gritando, mas no meio do orgasmo eu sussurrei sem querer: “Fernando… mais forte…” Roberto ouviu. Parou por um segundo, olhos arregalados de dor e excitação. Depois gozou com força, tremendo inteiro. Depois do sexo ele ficou quieto, abraçado em mim, mas eu senti o ciúme queimando nele. “Você vai voltar pra ele quando ele voltar, né?”, perguntou baixinho. Eu não menti. “Vou, amor. Mas eu te amo. Eu amo vocês. Só… preciso disso. Me perdoa.”

Hoje é sábado. Fernando volta amanhã. Eu passei o dia inteiro com os filhos, brincando, cozinhando, sendo mãe. Mas toda vez que eu olho pro relógio, meu corpo lateja. O cu ainda tá um pouco inchado da última vez com o Fernando, e eu sinto falta da dor gostosa. Enquanto Roberto toma banho, eu me olho no espelho do quarto: marcas antigas ainda amarelando na cintura, chupões no colo que eu escondi com maquiagem. “Eu destruí tudo”, penso, lágrimas escorrendo. “Sou uma mãe que abandona os filhos por um pau. Uma esposa que faz o marido sentir ciúme e ainda assim goza pensando no outro.” Mas minha bucetinha tá molhada de novo. Eu quero os dois mundos. Quero o amor do Roberto, os beijos dos meus filhos… e quero o Fernando me arrombando, me chamando de mulher dele, me enchendo de porra quente.

Amanhã ele chega. Eu sei que vou correr de volta pra kitnet. Roberto sabe também — o ciúme dele tá estampado no rosto, mas ele não me impede. Ele me beija com mais força agora, me fode com mais raiva, como se quisesse competir. E eu adoro isso. Adoro ver ele sofrer e gozar ao mesmo tempo. Isso me faz sentir mais puta, mais viva.

Eu amo minha família. Eu amo o Roberto. Mas o vazio que o Fernando deixa… esse vazio me assusta e me excita ao mesmo tempo. Eu não sei quanto tempo mais eu aguento esse conflito. Só sei que amanhã, quando o Fernando me chamar, eu vou correr. E vou deixar o Roberto com o ciúme dele, com o pau duro imaginando tudo.

Porque eu sou essa mulher. Dividida. Culpada. Safada. E não consigo parar.

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