Minha esposa se transtornou em escrava sexual de um gigantesco negro

Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Heterossexual
Contém 2036 palavras
Data: 06/05/2026 20:17:56

Minha esposa se transtornou em escrava sexual de um gigantesco negro

Conto n.º 217 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Adultério, traição, estupro, tara, corno, escrava sexual.

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Catherine e eu somos casados há cinco anos e até então não tenho nenhum motivo para desconfiar de sua lealdade. Sou engenheiro civil, trabalhando para o governo estadual há seis anos, e quando nos casamos, ela já tinha ciência que meu trabalho como inspetor de obras exigi que constantemente tenha de viajar para inspecionar obras a cargo de empreiteiras em pontes e viadutos contratados pelo governo.

Acontece que nos últimos meses, observo que algo vem acontecendo com minha esposa. Catherine está mais nervosa, mais arredia aos meus contatos íntimos e por mais estranho que possa parecer, quando se dispõe, fica passiva, ao contrário do que era antes, fogosa ao extremo.

Semana passada, quando retornei da minha viagem de três dias, não a encontrei em casa e puto da vida, fiquei a sua espera, sentado na varanda de casa com a luz apagada. Por volta das 2 horas, com a madrugada fria e chuvosa, ela chega de táxi. Catherine não me vê, sentado na espreguiçadeira no canto escuro da varanda. Abre a porta e entra apressada. Espero por cerca de 30 minutos e depois entro fazendo barulho, como se estivesse chegando agora de minha viagem. Catherine aparece no topo da escada, vestindo uma camisola.

— Oi, amor, eu estava dormindo desde cedo, sonhando com você. Como foi de serviço, querido?

Tudo bem, Catherine. Sinto ter acordado você.

— Quer que eu desça para preparar algo para você comer?

— Não necessita, estou sem fome. Vou tomar um banho e depois vou te comer, amor.

Falei isso olhando para a cara de minha esposa e ela falou, com um certo desânimo, que não passou despercebido.

— Tá, amor, eu te espero.

No banheiro, bisbilhotei no cesto de roupas para lavar e por baixo de algumas toalhas, a calcinha e o vestido que ela vestia quando chegou em casa. A peça íntima estava suja de algo que me parecia porra seca e com manchas de sangue e o vestido com alguns rasgos e todo amarrotado.

O sangue me fervia nas veias, que merda de foda Catherine estava fazendo. Ela que sempre fora uma mulher bem limpinha, agora parecia outra, se permitindo agir dessa maneira. Apesar de tudo, do chifre que colocou em mim, não podia deixar de a amar. Tinha de descobrir o que fez minha querida esposa começar a me trair assim desta forma tão descarada.

*** *** ***

Amo Marcelo e jamais passou pela minha cabeça em lhe ser infiel, contudo, o que aconteceu, juro por todos os santos que no começo foi à revelia minha, no entanto, depois, fascinada por uma forma muito estranha de sentir prazer, não consegui mais me livrar. Foi assim que tudo começou:

Marcelo estava fora de casa há três dias e quando ligou, informando que ficaria mais uns dias longe, pois a obra que estava vistoriando, mostrou muitas falhas. Entediada, resolvi ir visitar minha grande amiga Solange, que reside há poucas quadras de minha casa. Ficamos conversando até tarde e quando resolvi voltar para minha casa, já passava das 22:00. Com a noite quente e enluarada, não tive nenhum receio em voltar andando, seria uma caminhada de vinte minutos aproximadamente, já acostumada a fazer. O único ponto, podemos dizer, cego, era perto de casa, um antigo casarão em demolição e foi perto de lá, que o vi pela primeira vez, parado a minha frente, impedindo minha passagem. Fiquei como que hipnotizada.

Era um negro enorme e fiquei arrepiada do pânico que senti assim mesmo, tentei me desviar e passar rente ao meio fio. Confesso que mijando de medo, dei uns poucos passos, pensando que meu temor era infundado. Quando o senti me agarrar pela gola do meu vestido e demonstrando enorme força, fui arrastada para o casarão em ruínas, minhas roupas como se em um passo de mágica sumiram de meu corpo e o negro enorme com seu corpo quente por cima de mim, me penetrou com grande facilidade.

Eu o sentia com a língua áspera como lixa, deixar baba em meu pescoço e ombros, me lambendo como um animal que a muito não via fêmea. Seu modo bruto de me foder me deixou alucinada de tanto orgasmos que vinham em ondas sucessivas quando finalmente ele explodiu, me recheando de uma quantidade enorme de seu leite quente viscoso quase morri de tanto gozo que senti.

Quando saiu de dentro de mim, fiquei estendida sobre o piso do que devia ser antes uma cozinha e sobre a banca quebrada de uma pia, algumas trouxas do que devia ser roupas e um prato de louça e uma panela amassada, então supus que ali devia ser onde ele se escondia. Somente então é que pude ver melhor o negro estuprador em pé me olhando caída, fiquei impressionada ele devia ter quase 2 metros e era largo como um armário.

Se vestia com roupas velhas e sujas. Ele jogou minhas roupas para cima de mim e disse que era para me vestir. Tremendo de medo foi o que fiz, só a calcinha rasgada não pude colocar. Tremendo sem conseguir parar, recostada na parede, pois a presença dele me atemorizava, implorei que me deixasse ir embora, que não me machucasse. Foi então que ele falou, enquanto me examinava.

— Tenha calma madame, eu já fiz o que desejava com a senhora, a foder e não vou te machucar de modo nenhum

— Desde que cheguei na cidade e me maloquei aqui nessa ruína, tenho a visto passar na calçada com toda beleza deste corpinho gostoso para caralho e a desejei com enorme tesão. Sei que moras aqui pertinho numa linda casa murada e até pensei em a visitar numa noite dessas, quando teu homem estivesse viajando, mas depois pensei melhor e resolvi que não faria isso. Mas essa noite, quando te vi vindo sozinha, passando tão perto de mim, não resisti o enorme desejo que tenho por tu e a peguei.

O enorme homem falava tudo isso enquanto me olha e pude ver no seu rosto o enorme desejo que tinha por mim e com isso me assustei, mas depois, com o que ele falava, fui me acalmando, mas fiquei perplexa com o que ele acabou falando:

— A madame pode ir embora, como já são quase 24 horas e está tudo muito escuro, vou te acompanhar até o portão de tua casa, de modo nenhum malandro a pegue.

Caminhei a passos rápidos, quase correndo com ele ao meu lado, no portão de casa ele pegou minha bolsa e retirou o meu dinheiro e disse que necessita muito mais do dinheiro que eu e com um seco boa noite foi embora.

Pensei em ligar para a polícia e denunciar o estupro que sofri e indicar onde o negro se escondia, mas não sei qual razão decidi não fazer nada disso. No demorado banho que tomei, não saía a lembrança do enorme prazer que senti com a violência sexual que sofri. Tenho de confessar que foi o melhor sexo que fiz em toda minha vida. Sabia que não era normal ter este prazer, pois afinal fui atacada, roubada e estuprada por um sem-teto.

Nem para Solange, minha melhor amiga, falei do estupro que sofri. Acho com vergonha, pois falaria que eu tinha de o denunciar para as autoridades policiais e perguntaria porque não fiz isso.

No dia seguinte, não tive nem a coragem de sair de casa, pois ainda tinha marcas no corpo dos chupões e mordidas do negro gigante e algumas no pescoço e no rosto e nas panturrilhas. Passei cremes para ver que as marcas desapareciam mais depressa, mas somente três dias depois é que as manchas do rosto e do pescoço sumiram, mas algumas do ventre e das coxas ainda estavam lá. Ainda bem que Marcelo, ligou dizendo que ainda não sabe quando poderia voltar, pois ainda tinha muita coisa a vistoriar e assim quando votasse eu não teria mais manchas em mim.

Um mês depois

Catherine recuperada do estranho estupro, nunca mais viu o enorme negro morador das ruínas perto de sua casa, aventou a hipótese de que ele sumira com medo de que ela o tenha denunciado. Sentiu-se aliviada com isso, entretanto o sexo que sofreu naquela noite nunca conseguiu esquecer.

Até que numa tarde chuvosa, retornando do mercado perto de casa, portando sacolas numa mão e na outra um guarda-chuva, há três metros da edificação em ruínas, viu o negro gigante em pé encostado numa pilastra, vestindo uma calça caqui e uma camisa de manga curta e ele a olhava fixamente. Pensou em atravessar a rua, mas já estava demasiadamente perto dele, então tremendo de medo, apenas direcionou seus passos para o meio-fio da calçada. Foi então que o escutou falar:

— Catherine, entre e me siga, pois estou com enorme vontade de a foder novamente.

Catherine parou e o olhou e com raiva o xingou:

— Negro safado, estuprador, suma da minha vida!

Depois desviou o olhar para todos os lado e como não viu vivalma por perto, rapidamente entrou na casa em demolição e o seguiu, tal como ele ordenou. Seguiram por dentro do casarão em demolição até um terreno vazio, que devia pertencer ao casarão e, lá ela viu um pequeno galpão de madeira e, o enorme homem, escuro como a noite, falou:

— Esta é a guarita que o proprietário deste casarão mandou instalar para que eu seja o vigia daqui, de modo que espante os moradores de rua que pretendiam invadir o local. Agora tenho um emprego e um lugar onde posso foder com tu, sem o incômodo de antes. Venha pode entrar, tem um estrado de madeira colchão e coberta, dá para a gente fazer um amorzinho gostoso, mulher.

Catherine, em pé olhou a pequena guarita e se fixou primeiramente na cama num canto. Colocou suas sacolas sobre o piso e começou lentamente a se despir.

Totalmente nua e tremendo, não de medo, mas de nervoso, ficou olhando o negro se despir e quando olhou a enorme peça dura como um tronco, ficou extasiada. Ele se aproximou, segurando com a mão esquerda o falo, o direcionando para o meu rosto. Senti o cheiro azedo há centímetros de mim e fiz movimento de me afastar, foi quando o negro falou:

— Mulher, chupe o meu pau e faça direito, quero que engula a minha porra!

— Não… eu não farei isso, não gos…

Não pude terminar a frase, pois senti uma forte bofetada no meu rosto e cai de lado, ainda tonta percebi ele me pegar pelos longos cabelos e me erguer quase que arrancado algumas mechas e esfregou a cabeça do pau nos meus lábios, enquanto ordenava, com fúria na voz, que abrisse os lábios e o chupasse, senão iria me encher de porrada.

Obedeci e fiz exatamente como ele solicitou, o chupei por longos minutos até que o senti estremecer em minha boca. Ele colocou as mãos espalmadas em minha nuca e forçou que o membro entrasse em minha garganta, explodindo em jatos o seu sêmen. Com aquilo tudo enterrado em mim não pude respirar e apaguei.

Quando acordei ele estava montado por cima de mim, com aquela coisa toda dentro do meu cu, enquanto mantinha as mãos amassando meus seios, como se fossem massa de pão.

Ele era violento no sexo, me espancava e quanto mais maltratava a mim, mais eu o desejava dentro de mim. Era uma forma de tara que eu não conseguia me livrar.

Apesar de Marcelo me obrigar a confessar o que estava acontecendo comigo, sua atitude, o que acho justo, foi me levar para tratamento especializado, o que faço até hoje, entretanto, ele não me impede de duas vezes por semana pernoitar dormindo com o meu gostoso negro. Entendo que meu marido se conformou em ser corno.

***

Estou com um barrigão de quase oito meses e o meu marido só me fode pelo cu e tenho certeza de que o filho é do negro, pois ele me proibiu de fazer sexo vaginal com o meu marido.

FIM

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