03- A namorada de minha filha é uma tentação - O Presente

Um conto erótico de Nikolov
Categoria: Heterossexual
Contém 3206 palavras
Data: 06/05/2026 17:39:23

Já envolvido naquele clima de pura sacanagem, virei o cartão lentamente para dar suspense ao fato e quando olhei, arregalei os olhos e as encarei.

– Vamos logo, papai. Mostre pra gente o que está escrito.

Fui envolvido por uma emoção tão grande que sequer ouvi o que Tina me disse com voz de quem estava implorando, enquanto meu pau, que já estava a meio caminho de uma ereção, ficou completamente duro e marcava a bermuda que eu usava e o fato de não estar usando cueca deixava minha situação aparente.

Diante do marasmo em que eu me encontrava, Tina não resistiu e, puxando o cartão da minha mão, leu em voz baixa e depois, enquanto Petra lia, ela comemorava:

– Viva! Eu ganhei! O aniversário é do papai, mas quem vai ganhar um presente de verdade, serei eu.

– Assim, não vale! Tem maracutaia nesse sorteio. Você já sabia, não sabia Nico?

– Juro que não. Você viu. Nem olhei para os cartões enquanto tirava. Mas, querem saber, para mim não faz diferença porque qualquer uma das opções já seria muito mais do que eu sonhava. Além disso...

– Quer dizer que para você não faz diferença, papai? – Falou Tina fazendo beicinho como se estivesse magoada.

– Não! O que eu quis dizer é que, depois de hoje, tudo o que vocês colocaram nesses cartões vai acontecer. Pode não ser hoje, mas tenho certeza que vai.

Sorrindo, Tina pegou na minha mão e me puxou em direção à escada dizendo:

– Vem papai! Vem pegar o seu presente que, aliás, você já devia ter pego há pelo menos três anos porque, desde quando completei quinze, que sonho com isso.

Deixei-me levar e estranhei quando, no meio do caminho, Valentina parou e, olhando para trás, falou para Petra:

– Vem comigo, querida! Meu pai não vai poder te pegar hoje, mas eu posso. Além disso, eu quero você ao meu lado nesse momento tão especial.

Com uma carinha de quem tinha acabado de ganhar um presente há muito desejado, Petra se apressou e logo estava segurando a minha mão. Com aquelas duas ninfetas me levando a reboque, entrei no quarto e fui praticamente jogado na cama enquanto Tina emitia suas ordens:

– Fica aí deitado que a Petra e eu vamos começar e depois cuidamos de você.

– Nada feito. Se o presente é meu, sou eu que tem que decidir o que vamos fazer. Vocês duas hoje são minhas. – Protestei em uma imitação ridícula de quem estava falando sério.

– Ele está certo, Tina! O presente é dele, então é ele que manda. – Contemporizou Petra ao perceber que minha filha ia reclamar.

– Tá bom! Só não seja chato, papai! Por favor, não estrague a minha noite.

– Minha noite, você quer dizer.

– Isso. Sua noite. Seu velhote bobo.

Como conhecia minha filha, sabia que se desse espaço para ela, logo a situação me inverteria e seria a ser comandado. Pensando nisso, dei a primeira ordem logo:

– Então tá! Petra, tire toda a roupa da Tina. Mas faça isso sem usar as mãos.

E sabia que a loira teria dificuldades em cumprir essa ordem. Tirar uma calcinha com a boca pode ser possível, mas um baby-doll já é outra coisa. Mesmo assim, ela tentou até que, perdendo a paciência, desistiu e usou as mãos arrancando a peça de roupa de minha filha pela cabeça. Depois, se ajoelhou e, agora obedecendo à minha ordem, usou a boca para arrancar a calcinha de Tina, porém, ela não se preocupou em fazer com que o diminuto pedacinho de panos ligados com tiras fosse empurrado em direção aos pés da outra. Em vez disso, ela mordeu as tiras e, com um movimento brusco da cabeça, foi arrebentando e rasgando o tecido e logo minha filha estava nua diante de mim.

Ver minha filha nua já não era nenhuma novidade para mim. Já estava cansado de admirar seus seios pequenos e firmes, sua barriga chapada, a testinha gorda de sua buceta e sua bunda perfeita. Entretanto, saber que ela agora estava nua para ser fodida por mim já era outra coisa. Ansioso, dei a ordem seguinte:

– Agora a Tina vem até aqui e chupa o meu pau enquanto a Petra fica olhando de perto para orientar se for preciso.

As duas correram para a cama e praticamente se atiraram sobre mim. Petra segurou meu pau o mantendo virado para cima e explicou:

– Pronto, querida. Comece lambendo a cabeça e depois coloque na boca. Não todo, só a cabeça e chupe com força. Depois você desliza a boca para baixo e vamos ver o quanto dessa rola bonita consegue engolir.

Valentina forçou a cabeça para baixo e quando não conseguiu mais, Petra colocou a mão sobre sua cabeça e forçou para baixo. O som dela se engasgando me deixou aflito e, segurando com firmeza o pulso da loira, livrei minha filha daquele sufoco e ela levantou a cabeça enquanto tosse, mas, para minha surpresa, foi ela que chamou minha atenção quando conseguiu falar:

– Para papai. Deixe a Petra em paz para me ensinar a te dar prazer. Não interfira mais. – E virando-se para Petra, ordenou: – Vamos de novo, querida. Quero aprender a chupar esse pau direitinho para dar prazer a esse chato.

Petra, sorrindo para mim como quem estivesse mostrando quem estava no controle, voltou a empurrar a cabeça de Tina para baixo e dessa vez não fiz nada e, quando senti os lábios daquela moreninha que ainda mantinha o seu jeito de criança tocando os meus pelos púbicos, senti meu pau vibrar e gemi alto.

Estava preste a gozar e minha porra ia ser despejada além da garganta da minha filha que naquele momento estava dilatada com a invasão de meu pau, mas a amiga dela estava prestando atenção em mim e puxou a cabeça dela o suficiente para que apenas a metade do meu pau continuasse dentro da boquinha macia dela e explicou:

– Goza agora, querido! Pode gozar que sua filha está pronta para sentir o sabor da sua porra na boquinha dela. – E depois resolveu ser didática com a namorada dela: – É assim que se faz, Tina. Quando seu macho for gozar na sua boca, recue um pouco. Isso serve tanto para deixar espaço para a porra encher sua boquinha quanto para você poder sentir o gosto de nosso Papi.

Jatos e jatos de esperma foram despejados dentro daquela boquinha. Uma quantidade exorbitante para uma menina que está recebendo tal descarga pela primeira vez e ela, sem saber o que fazer, ficou imóvel com os lábios pressionando meu pau para evitar que a porra vazasse de sua boca. Petra, vendo isso, continuou a sua aula de como fazer um boquete bem feito:

– Agora tire a boca devagar, sempre tomando cuidado para não deixar cair nada. Esse suco é muito precioso e você não pode esperdiçar nada. Você consegue?

Não conseguiu. Não cem por centro, mas foi uma quantidade mínima que vazou e ela, com a boca ainda fechada, olhou para Petra com a boca fechada que continuou com suas instruções:

– Ergue a cabeça e me deixe ver.

Tina obedeceu e ouviu o elogio de sua amante:

– Isso, meu amor. Você aprende rápido mesmo. Agora engole, mas não tudo. Deixe um pouco. – Petra aguardou e quando Tina, sem precisar de ordem, abriu novamente a boca, continuou: – Isso. Você está agindo como uma verdadeira putinha. Só falta agora você me beijar e dividir essa delícia comigo.

Ver aquelas duas ninfetas lindas se beijando e fazendo movimentos com a língua para que eu soubesse que o resto da minha porra passava da boca de Tina para a de Petra, meu pau voltou a endurecer. Quando finalmente pararam de se beijar, ambas abriram a boca e deixaram que a outra visse que ambas estavam vazias e depois, sem combinarem, viraram o rosto para que eu tivesse a mesma visão.

Mas Petra não estava a fim de perder tempo e, ao ver que meu pau estava duro, perguntou para a Tina:

– Muito bem, querida! Nota dez para o seu desempenho. Mas ainda falta tirar o cabaço de sua buceta. Que posição você quer?

A resposta de Tina foi dada com um gesto de balançar os ombros, dizendo que para ela não fazia diferença. Mas a Petra estava realmente a fim de provocar e falou:

– Esse negócio de posição varia para cada pessoa. Cada mulher tem a sua preferência, assim como os homens. Só que você ainda não experimentou nenhuma e, antes de saber com qual se sente melhor, vamos ter que tentar várias. Então vamos começar pelo básico que, na minha opinião, serve para que cada um de vocês veja no outro o efeito que causa a ele. Deite-se de costas, querida!

Tina obedeceu e sua amiga se encarregou de abrir suas pernas enquanto se dirigia a mim:

– Fica de joelhos aqui, Nico. – Ela falou batendo com a palma da mão no espaço que havia entre as pernas de Tina.

Mais uma vez obedeci e a loira, sob o pretexto de que precisava deixar meu pau lubrificado, se curvou e o engoliu quase por inteiro. Quase gozei com a tática dela que, apesar da pouca idade, era dona de uma técnica de chupar um pau só encontrada em mulheres experientes. Ela sugava com suavidade meu pau enquanto sua língua trabalhava por baixo se esfregando ao longo dele, me levando à loucura.

Quando eu já sentia dificuldades para me controlar e não gozar na boca dela, Petra liberou meu pau de sua boca, mas manteve sua mão segurando a base dele enquanto se abaixava e lambia a buceta de Tina que se contorceu e gemeu ao sentir o contato daquela língua gostosa estimulando seu grelinho. Só que não demorou e, puxando o meu pau para baixo, posicionou a cabeça na entrada da bucetinha dela e perguntou:

– Você está pronta, meu amor?

– Estou com um pouco de medo. Vai doer?

– Só um pouquinho. Você vai sentir uma dor, mas é só no começo.

– Então eu estou. Vem papai. Fode minha boceta logo.

Petra fez uma leve pressão, empurrou meu pau e eu colaborei forçando meu quadril para a frente. A loira estava atenta e demonstrou sua preocupação quando firmou meu pau que ela não tinha soltado não permitindo que a penetração continuasse e explicou:

– Espere um pouco até ela se acostumar.

Só que a reação de Tina dizia que aquilo era desnecessário. Ela balançava a cabeça de um lado para outro enquanto gemia, mostrando com isso que já estava pronta para se entregar por completo. Petra também entendeu desse jeito e liberou meu pau e eu, forçando lentamente, fui invadindo a bucetinha virgem da minha filha com o meu pau duro.

Ouvi um gemido de dor de Tina no exato momento que senti a pressão do cabaço dela, mas continuei forçando e ouvi um grito:

– Aiiii! Ai papai. Aiiii Petra. Está doendo!

– Aguente firme querida. Fique tranquilo que logo vai passar.

Senti o calor do sangue dela escorrendo pelo meu saco e entendi que a parte difícil tinha ficado para trás. Então, aumentei a força e senti meu pau deslizar para o fundo daquela buceta enquanto me deitava sobre Tina cobrindo o corpo dela com meu, procurando sua boca para um beijo apaixonado.

Enquanto o beijo durava, ficamos imóveis. Até que senti uma leve pressão no meu pau me mostrando que a minha linda menina estava tendo leves espasmos. Retirei a metade do meu pau e forcei novamente, ouvindo:

– Simmm, papai. Está ficando gostoso. Mexe mais, mexe.

Repeti o movimento e senti uma que minhas costas estavam sendo arranhadas. Tina me abraçou e, tomada pelo tesão, fincou as unhas das duas mãos em mim e eu, movido pela dor, pelo desejo e pela satisfação de estar realizando, não só o meu sonho, mas também o sonho daquela garotinha. Comecei a socar com força judiando daquela buceta que acabara de perder seu lacre.

Para completar o quadro e levantar ainda mais o tesão, se é que isso era possível, Petra se posicionou atrás da gente e senti sua língua deslizando pelo meu saco e, quando ela prendeu um dos meus ovos em sua boca e sugou com força, gemi alto.

Já estava pronto para gozar, mas não podia fazer isso antes de dar esse prazer à Tina. Para minha sorte, ela começou a rebolar com força, ferir minhas costas até fazer sangrar enquanto voltava a balançar a cabeça de um lado para outro. Seus gemidos eram gritos que enchiam o quarto. A pressão dos músculos vaginais da xoxota dela em torno do meu pau abriram as represas que eu tentava manter e minha porra foi despejada no fundo da buceta de Tina.

Depois de vários minutos em que meu corpo ficou esmagando o de minha filha contra o colchão, pois estava sem forças por causa de dois orgasmos que tive, conseguir readquirir o controle sobre ele e rolei para o lado para livrá-la desse peso. Deitada do lado dela, virei o rosto e me deparei com seus olhos grudados no meu e um meio sorriso nos lábios. No rosto, uma expressão de felicidade, fazendo com que eu entendesse que ela tinha acabado de satisfazer um desejo que se acumulara ao longo do tempo. Foi Petra que quebrou aquele clima:

– Muito bem. Agora vamos dar um tempinho para vocês dois se recuperarem e depois vamos ao cabacinho que ainda resta.

Tina riu do jeito que ela falou, mas depois disse com determinação, dirigindo-se a mim:

– Papai, eu quero muito te dar o meu cuzinho. Porém, isso pode ficar para um dia em que você mereça outro presente. Mas se tiver condições de gozar mais uma vez, eu quero que seja no fundo da buceta da Petra. Ela foi tão prestativa que está merecendo isso.

– Não acredito que você está falando sério! Você tem certeza disso? – Perguntou Petra demonstrando que estava surpresa com a proposta de Tina.

– Lógico que estou falando sério. Por que? Você não quer?

– Nossa! Isso é tudo o que eu quero nessa vida.

– Sua safada. Então tá. Só que agora sou eu que vou deixar o nosso papai pronto para você.

Dizendo isso, Tina se sentou ao meu lado e ajeitou seu corpo para poder chupar meu pau e, assim que o abocanhou, afastou a boca e falou sorrindo:

– Hum! Está melhor ainda assim. Gosto de pica misturado com o de buceta. Da minha bucetinha.

– Pare de ser safada, Tina! Deixe esse pau duro e depois vem cuidar de mim. Quero que seja você a me deixar pronta para isso.

Só de ouvir a conversa maluca daquelas duas safadas e provocantes garotas, meu pau logo ficou duro e, assim que viu que essa parte de sua tarefa estava cumprida, pulou em cima de Petra e, depois de beijar a boca dela, foi descendo com sua boca deslizando pelo corpo dela. Depois de dar especial atenção aos seios, chegou à bucetinha dela e chupou com volúpia fazendo com que ela gozasse.

Eu reclamei disso:

– Agora sua namorada não precisa mais de mim. Ela já gozou!

– Para papi. Nós mulheres não precisamos de ter nada duro. Anda logo e fode a buceta da minha amiga.

Não tinha como não obedecer a essa ordem. Mesmo assim, não foi necessário que eu fizesse nada, pois Petra, ao ouvir o que Tina disse, se levantou e montou em cima de minhas pernas. Meu pau ficou encostado na barriga dela que, em vez de agir, olhou para a Tina e pediu:

– Agora é sua vez, querida. Foi você que permitiu, então é você que tem que enfiar essa pica gostosa dentro de mim.

Tina segurou meu pau e o manteve em pé enquanto Petra erguia seu corpo e se movimentou até posicionar a entrada de sua xoxota na cabeça do meu pau. Tina, com uma carinha de sacana, ficou esfregando meu pau na xoxota dela.

Como se quisesse provocar à amiga, esfregava meu pau no grelinho dela e depois deslocava para trás passando direto pela xoxota e forçava na entrada do cuzinho de Petra. Porém, não permitia a penetração e ficava repetindo esse movimento até que Petra, com uma voz tremida, pediu:

– Pare com isso, Tina. Enfia logo esse pau em mim. Quero sentir o papi me fodendo.

– Tá. Mas onde? Você quer o pau do papi na buceta ou no cuzinho.

– Qualquer lugar, porra. O que eu quero é que você pare de sacanagem. Anda logo!

– Bom! Se eu não dei o meu cu para ele, você também não pode.

Dizendo isso, Tina segurou firmemente meu pau e Petra, sentindo que essa era a sua hora, soltou seu peso e sua buceta foi engolindo lentamente meu pau enquanto ela se contorcia e mostrava expressões de prazeres que, de tão intenso, desfiguravam sua face.

Para mim era difícil acreditar que aquela garota linda, divertida e atirada, pudesse realmente ter algum interesse por mim. Mas era exatamente isso que ela demonstrava em seu êxtase.

A desfiguração das feições da jovem loira não prejudicava em nada sua beleza. Os olhos extremamente arregalados, a boca retorcida e as narinas dilatadas como se estivesse encontrando dificuldades em suprir sua necessidade de ar, dava a ela uma aparência sáfica que a impressão era que ela estava irradiando luz própria. Uma luz que nada mais era do que o resultado da adrenalina provocada em virtude da realização de um desejo.

Esses pensamentos me abandonaram quando um calor intenso queimou meu peito e foi se deslocando para a espinha dorsal de onde se espalhou por todo o meu corpo e fui invadido por um banho de luz que me levou ao ápice sugando todas as minhas forças e, quando se apagou, levou junto com ela a minha consciência.

Quando voltei a mim, me deparei com dois rostinhos lindos cujos sorrisos eram promessas de uma vida plena de prazeres e Tina, ao ver que eu abria os olhos, falou com uma voz carinhosa:

– E aí, papai? Gostou?

– Eu adorei, queridas. Nunca na minha vida pensei que fosse possível um prazer com essa intensidade.

– Isso quer dizer que nós vamos poder repetir a dose?

– Lógico que vamos. Tentem me impedir de ter a vocês duas e verão um homem realmente fora de si.

– Verdade, Niko? E quando vai ser isso?

– Sempre meus amores. Todos os dias, todas as horas e todos os minutos. – Elas se atiraram sobre mim e escorregaram cada uma para um lado, começando a beijar meu rosto até que a Petra se levantou, sendo imitada por Tina. Surpreso, perguntei:

– Ei. Aonde você vai?

– Vou para nosso quarto. Vamos Tina, deixe seu pai descansar.

– Nem pensar. Pode voltar aqui. A partir de hoje, vocês dormem nessa cama. – Depois, olhei para os pés da cama como se estivesse medindo seu comprimento e mudei: – Nessa, talvez não. Amanhã mesmo vou comprar uma daquelas enormes para que nós três possamos ficar confortáveis.

– Nós três? E quando surgir mais alguém? Um cara, ou talvez outra mulher. – falou Tina.

– Pare de inventar moda, Tina! Só a gente já está bom demais, não vá estragar isso.

O riso cristalino das duas embalou o meu cansaço e o cafuné que as duas fizeram em mim completou a tarefa de me colocar para dormir. Ainda me lembro que, naquele estágio intermediário entre a consciência e o vazio do sono, ter sentido o colchão balançar enquanto ouvia gemidos.

FIM

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