Perdi o meu cabaço com meu tio fazendeiro

Um conto erótico de Clara
Categoria: Heterossexual
Contém 1970 palavras
Data: 06/05/2026 17:33:33

Meu nome é Clara, e essas são as memórias que nunca vou poder contar a alguém. Foi nas férias na fazenda dos avós, onde tudo era verde, calor e um silêncio que parecia guardar segredos. Eu era adolescente (16), cheia de energia, e junto com os primos mais novos inventamos brincadeiras que rapidamente viraram algo mais… quente. Era “verdade ou consequência” onde as consequências eram beijos, ou esconde-esconde que terminava com pegação nos cantos mais escondidos da casa grande.

Um desses dias, estava no alpendre com meu primo Lucas, adolescente. (16) Estávamos num brincando de “ousadia”, quem perdia tinha que fazer o que o outro mandasse. Lucas mandou eu dar um beijo de língua nele. Eu, meio curiosa, aceitei. Foi um beijo moleque, rápido, mas já tinha uma mão se aventurando na minha cintura quando uma voz grossa cortou o ar:

“O que é essa safadeza aqui?”

Meu sangue gelou. Era o tio Augusto. Ele morava na Fazendo, com meus avós, os donos da fazenda, meu tio, 36 anos, e parecia um gigante. Não gigante de altura, mas de presença. Fazendeiro de verdade, com ombros largos que pareciam carregar o mundo, braços musculosos cobertos por uma camisa de manga curta sempre aberta entreaberta, e uma barba bem feita que contrastava com os cabelos castanhos longos que ele prendia às vezes. Ele tinha olhos claros que pareciam ver tudo, e um jeito calmo que, ao mesmo tempo, era muito… dominador. Ele estava parado na porta, observando, com um rosto sério.

Lucas (filho dele) fugiu como um ratinho. Eu ficou paralisada, com os lábios ainda úmidos do beijo do primo.

O tio Augusto não gritou. Ele apenas entrou, sentou na cadeira de madeira e disse: “Clara, venha aqui.”

Eu obedeci, tremendo. Ele começou a conversar normal: sobre a escola, sobre a cidade, sobre como eu estava crescendo. Eu relaxei um pouco, até que ele disse, com a voz mais baixa:

“E beijo na boca… você já sabe o que é?”

Eu me desesperei. “Tio, não, foi só uma brincadeira!”

Ele sorriu, um sorriso que não era totalmente amigável. “Tá tudo bem, Clara. Todo mundo experimenta. Mas tem um preço pra não contar isso pra ninguém.”

“Preço?” eu perguntei, confusa.

“Você beijou seu primo. Beijar um menino da família… Pra eu não fallar com o Fernando (meu pai) você me dar um beijo também. Igual você deu nele.”

Meu mundo parou. A boca ficou seca. Mas… algo dentro de mim começou a se mexer. Um calor diferente. Eu senti minha bucetinha – eu nem usava essa palavra, mas era isso – dar um pulso lá dentro. Um pulsar quente. E ela começou a ficar… molhada? Eu sentia algo parecido com os primos. Mas o tio Augusto… aquele homemzão todo másculo, todo forte, com aqueles olhos fixos em mim… querendo me beijar? Isso mexeu com algo muito profundo dentro de mim, algo que eu não sabia nomear.

Eu pensei um pouco. O medo e a curiosidade brigavam. A curiosidade venceu.

“Eu… eu posso,” eu disse, quase não ouvindo minha própria voz.

Ele pareceu satisfeito. “Bom. Mas não aqui. Quando o sol baixar, eu te levo no curral pra ver as vacas de tarde. E lá você me dá esse beijo.”

Ficou combinado.

Na hora, ele se arrumou. Não muito, mas notei. Ele tomou banho, trocou a camisa. Quando o sol começou a escurecer, ele apareceu: “Vamos, Clara.”

O curral era grande, com o som das vacas e o cheiro forte de terra e animal. Ele me tratou bem, explicando coisas sobre os bezerros, mas seus olhos não paravam em meus olhos. O momento chegou. Ele se aproximou, colocou uma mão grande no meu ombro.

Eu me inclinei. O beijo começou leve, mas em segundos se transformou numa coisa que eu nunca tinha sentido. A língua dele invadiu minha boca, não moleque como a do Lucas, mas com autoridade, explorando cada parte. Suas mãos, grandes e ásperas, desceram e apertaram minha bundinha através do shorts. Ele apertou com força, e eu senti um choque de prazer tão forte que quase caí. Ele me puxou contra ele, e eu senti algo duro pressionando minha barriga através da calça dele.

No calor do beijo, minha mão, sem querer, desceu e passou por aquela protuberância. Não era muito grande, mas grossa, dura, quente. Eu tirei rápido, assustada.

Ele parou o beijo e olhou para mim, os olhos agora eram de um fogo que eu nunca vi.

“Você aguenta?” ele perguntou, a voz rouca.

Eu, sem entender completamente o que “aguenta” significava, mas com meu corpo já todo tremendo de desejo, respondi: “Sim.”

Ele não falou mais. Com movimentos rápidos, ele desceu meu shorts e minha calcinha, me colocou de costas pra ele. Eu estava completamente exposta no curral, o vento da tarde batendo na minha pele. Eu estava em choque, mas minha bucetinha estava pulsando, molhada, esperando algo.

Ele não usou palavras. Ele apenas se posicionou. Não era enermo, mas largo que qualquer coisa que eu tinha imaginado, nunca imaginei que um pintinho pudesse ficar grosso daquele modo, ele se aproximou e com uma pressão que não era gentil, ele empurrou.

Eu gritei. Um grito alto, que ecoou no curral. Não era só surpresa; era dor. Uma dor cortante, profunda, como se eu estivesse sendo dividida em dois. Senti algo se romper lá dentro. Comecei a chorar instantaneamente, soluços que me tomaram completamente. Ele parou completamente, tirou depois de alguns segundos. Eu vi sangue no pau dele e um pouco no meu shorts.

Eu me vesti rápido, as pernas tremendo. Ele apenas disse, com uma voz fria: “Não conta pra ninguém.”

Eu corri. Corri até a casa, me enfiei no meu quarto e me encolhi na cama. A dor física era forte, mas a dor na alma era maior. Como eu ia explicar? Eu não sabia.

Ele, o tio Augusto, eu não sei como se sentiu. Imagino que ele foi para seu quarto, talvez lavou-se, talvez ficou olhando para o nada. Para ele, foi só um acerto de contas? Um preço cobrado? Eu não conseguia pensar.

No dia seguinte, a tarde estava quente. A tradição na fazenda era tomar banho no rio quando o sol baixava. Eu estava machucada, mas precisava me lavar, sentir a água limpa. Entrei no rio, a água fresca ajudando um pouco a dor. Eu estava nua, tentando esconder meu corpo – principalmente meu peito, que agora parecia algo que homens olhavam.

E então ele apareceu.

O tio Augusto chegou à margem do rio. Ele não estava sorrindo.

“Clara,” ele chamou.

Eu me encolhi na água.

“Eu… eu preciso pedir desculpas,” ele disse, a voz mais baixa do que usual. “Eu não imaginei que você fosse virgem.”

“Doeu muito! Eu não sei como vou falar pra minha mãe!”

Ele começou a se aproximar, entrando na água. “Vamos entrar no rio. A água ajuda.”

Ele tirou a roupa – a camisa, o jeans. Quando ele tirou tudo, eu vi o pau dele. Mesmo não ereto completamente, era intimidante. E então… minha bucetinha reagiu. Novamente aquela pulsação, aquela onda de calor… ela começou a ficar molhada lá dentro. Eu tentei controlar, mas era como tentar controlar o rio.

Ele entrou na água, se aproximou de mim. “Não conta ao seu pai,” ele disse. “Ele é meu irmão… isso destruiria a família. Espera você arrumar um namoradinho na cidade, e você diz que perdeu o cabaço com ele.”

A ideia era horrível, mas fazia sentido no meu desespero. “Eu… eu concordo.”

Ele feliz, se aproximou e me abraçou. A água estava na altura da nossa cintura.

“Clara,” ele disse, e então ele me beijou.

Eu não consegui afastar ele. Não porque eu estava paralisada de medo, mas porque algo dentro de mim queria. Algo que tinha sido acordado no curral e agora estava faminto.

O beijo começou e rapidamente se tornou algo mais profundo. Suas mãos grandes seguraram meu rosto enquanto sua língua explorava minha boca. Minha língua encontrando a dele. Meu corpo, contra minha vontade consciente, se inclinou contra ele.

Ele então começou a me levar para a parte mais funda do rio, onde uma pedra grande. Ele me guiou até lá, e com suas mãos firmes, ele posicionou minhas costas contra a pedra lisa, eu ja estava nua. A água um pouco abaixo da cintura dele.

“Você quer?” ele perguntou, seus olhos procurando os meus.

Eu não consegui falar “sim”, mas meu corpo respondeu. Eu inclinei minha cabeça, um gesto quase imperceptível.

Ele então se posicionou entre minhas pernas. A água ajudou – ela lubrificou, escondiu. Ele guiou seu pau, completamente ereto, uma torre de carne escura e imponente – até a entrada da minha bucetinha, ainda dolorida mas agora incrivelmente molhada por desejo.

A entrada foi diferente. Não foi um empurrão brutal como no curral. Ele foi lento. Ele pressionou a cabeça enorme do seu pau contra minha entrada e, com uma paciência que não existia antes, começou a entrar. Eu senti cada centímetro. A dor ainda estava lá, uma memória viva, mas misturada com algo novo – uma sensação de preenchimento completo, de estar sendo ocupada por algo que meu corpo agora aceitava.

Ele entrou completamente, me deu um beijinho. A água do rio nos rodeava. Ele começou a se mover (que delicia).

O sexo no rio foi… gostoso. Indescritivelmente gostoso. Cada movimento dele dentro de mim era registrado com uma precisão fora do comum, como eu queria que aquele homem me comesse todos os dias.

Suas mãos agarravam meus seios, seus dedos apertando meus mamilos que respondiam ficando duros. Ele beijava meu pescoço, minha orelha, enquanto seu pau ia e voltava dentro da minha bucetinha.

Eu comecei a gemer. Gemidos que eram engolidos pelo som do rio, mas que eram verdadeiros. Eu agarrei seus ombros largos, sentindo os músculos dele trabalhando enquanto ele me fodia.

Ele mudou o ritmo – começou mais rápido, mais profundo. Eu sentia cada batida dele dentro do meu útero e chegando num ponto que começou a pulsar com um prazer intenso. Eu não sabia o que era um orgasmo, mas meu corpo estava se preparando para algo.

“Você está indo…” ele gemeu no meu ouvido.

Eu não entendia, mas meu corpo entendia. Uma onda começou a se formar lá dentro – começando da minha bucetinha e se espalhando por todo meu corpo.

Quando ele saiu e entrou, algo explodiu dentro de mim. Um tremor, um espasmo, um prazer tão intenso que me fez gritar, eu agarrei e mordi o pescoço dele. Gozei, na primeira vez que dei. Não sabia o nome, mas era isso.

Ele sentiu. Ele sorriu um sorriso selvagem.

“Boa,” ele disse.

E então ele continuou a se mover, mais rápido, fui a loucura muito gostoso, af. Ele metia mais rápido, mais brutal mesmo com a água. Eu estava agora completamente entregue, meu corpo respondendo a cada movimento.

Do nada, ele gemeu, enterrou seu pau até o fundo e soltou um liquido quentinho em mim. Aquela sensação me mudou, eu queria todo dia se pudesse aquele leitinho quente, amo até hoje, sempre fodo no pelo.

Ele ficou dentro de mim por um tempo, me dando beijinhos, ambos ofegantes, a água fluindo...

Ele saiu da água primeiro, se vestiu rápido.

“Ninguém sabe,” ele repetiu.

Eu saí depois, me vestindo com a perna ainda tremendo do orgasmo e da realidade.

Eu nunca contei a ninguém. Nunca repetimos aquilo, por causa dele, eu queria muito, ele é muito gostoso, meu primeiro homem. Eu nunca contei a ninguém. Mas algo mudou entre nós, um olhar compartilhado, um conhecimento secreto.

E até hoje, quando eu vejo aquele rio, ou quando sinto um calor específico no meu corpo, eu me lembro daquela tarde, da água, do pau dele dentro de mim, da transformação e do prazer. Com 16 anos, naquela fazenda, eu deixei de ser uma menina para ser algo mais algo que pertencia ao rio e ao tio Augusto.

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Foto de perfil genéricaByHeitorContos: 4Seguidores: 5Seguindo: 0Mensagem Sou homem, com imaginação fértil e um tesão de 20,5cm. Espero agradar muito vocês com meus contos.

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