O Corno Arrependido?

Um conto erótico de Isa
Categoria: Heterossexual
Contém 6011 palavras
Data: 06/05/2026 17:12:55

Eu e meu marido já estávamos falando disso fazia um tempo. Começou meio como brincadeira, depois voltou em conversas soltas, até parecer não tão absurdo assim. A ideia tinha sido dele: chamar outro homem.

No começo eu recusei na hora. Depois, nem tanto.

Com o tempo, fui me acostumando mais com a ideia. A curiosidade começou a despertar mais.

E naquele fim de semana, sem pensar demais, eu resolvi parar de adiar.

Passei uma tarde inteira olhando perfis em sites de encontros. A maioria eu descartava rápido, ou não me interessavam, ou pareciam forçados demais.

Até encontrar o Rafael. A foto não mostrava exatamente o rosto, se é que vocês me entendem. Foi isso que me fez parar.

Fiquei olhando por alguns segundos a mais do que deveria antes de abrir o perfil. Na descrição, ele era direto: experiente com casais, sem enrolação, sabia exatamente o que estava fazendo.

Talvez tenha sido isso. Ou talvez eu já estivesse decidida.

A gente trocou poucas mensagens ao longo da semana. O suficiente.

O Dia Do Encontro – Nossa Primeira Vez

O sábado chegou mais rápido do que eu esperava.

A casa estava arrumada, a mesa posta com capricho, uma garrafa de vinho tinto mais cara que achamos no mercado. Meu marido estava visivelmente nervoso, mexia nos talheres pela terceira vez, olhava o relógio a cada dois minutos. Eu tinha escolhido um vestido preto simples, só que justo o suficiente para marcar o corpo. Por baixo, uma lingerie nova que comprei só pra essa noite.

Quando a campainha tocou, meu estômago deu um salto.

Meu marido foi abrir. Eu fiquei parada na sala, coração acelerado.

voz grave e calma:

— Boa noite

Era ele. Rafael. 45 anos, alto, encorpado, cabelo curto com alguns fios grisalhos nas laterais. Cheiro bom de perfume amadeirado. Olhou pra mim e sorriu de leve.

— Você deve ser a Isa. Prazer.

Ele apertou minha mão. Depois cumprimentou meu marido com um aperto firme.

O jantar começou relativamente normal. Elogiou a casa, a comida, o vinho. Mas o ar estava pesado. Rafael era tranquilo, falava pouco, mas quando falava era direto. Meu marido tentava manter a calma, mas eu via ele meio nervoso.

No meio do prato principal, Rafael olhou pra mim por cima da taça de vinho e disse, com naturalidade:

— Isa, você tá muito quietinha.

Eu sorri, sem graça.

— Só um pouco nervosa…

Ele deu um meio sorriso e falou, sem tirar os olhos de mim:

— Vem cá. Senta no meu colo um pouco.

O silêncio que caiu na mesa.

Meu marido parou de mastigar. Eu senti o rosto esquentar na hora. Olhei pra ele, depois pra Rafael.

Rafael continuou calmo, batendo de leve na própria coxa:

— Vem. Não precisa ter vergonha. Seu marido sabe por que eu tô aqui.

Eu hesitei por alguns segundos. Meu coração batia forte.

Levantei devagar da cadeira. Minhas pernas estavam moles. Dei a volta na mesa e parei ao lado dele. Rafael afastou um pouco a cadeira pra me dar espaço.

Quando sentei no colo dele, senti imediatamente o calor do seu corpo. Ele era firme. Uma das mãos dele subiu devagar pelas minhas costas, enquanto a outra descansou na minha coxa, por cima do vestido.

Ele falou baixinho, quase no meu ouvido, mas alto o suficiente pro meu marido ouvir:

— Assim tá melhor. Você tá tremendo, Isa.

Meu marido não disse nada. Só olhava, taça parada na mão.

Rafael apertou de leve minha coxa e continuou, voz calma:

— Relaxa. Hoje ninguém precisa fingir. Eu vim aqui pra te foder. E seu marido vai assistir tudo.

Senti um arrepio forte subir pela espinha. Minha bucetinha deu uma contração involuntária.

Ele virou o rosto um pouco na direção do meu marido e perguntou, ainda com a mão na minha coxa:

— Tudo bem pra você, né?

Meu marido engoliu seco, voz rouca:

— Tudo bem…

Rafael sorriu de leve, apertou minha coxa com mais firmeza e falou no meu ouvido:

— É isso ai.

Rafael manteve a mão firme na minha coxa, os dedos deslizando por cima do tecido do vestido. Eu sentia o calor dele atravessando a roupa, o volume crescendo devagar debaixo de mim. Meu marido continuava sentado do outro lado da mesa, sem conseguir disfarçar o nervosismo, com o rosto vermelho, a respiração mais curta.

Rafael tomou um gole de vinho calmamente, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo, e falou baixo, sussurrando no meu ouvido:

— Você tá bem quente aqui em cima… Já tá molhada, Isa?

Eu não respondi. Só mordi o lábio inferior. Ele deu uma risadinha baixa e apertou minha coxa com mais força.

— Não precisa responder. Eu vou descobrir daqui a pouco.

Ele olhou para o meu marido e perguntou, com a voz tranquila:

— E você? Tá gostando de ver sua mulher sentada no meu colo?

Meu marido engoliu em seco antes de conseguir responder, a voz saindo rouca:

— Tô… tô sim.

Rafael sorriu satisfeito. A mão que estava nas minhas costas desceu devagar até a curva da minha bunda, apertando de leve por cima do vestido. Eu me remexi sem querer no colo dele e senti claramente o pau dele endurecendo contra mim.

ele falou, só pra mim:

— Calma… Ainda nem começamos.

O resto do jantar ficou quase insuportável. Cada garfada parecia durar uma eternidade. Rafael continuava conversando normalmente, mas a mão dele não parava quieta, ora apertando minha coxa, ora subindo um pouco mais por baixo do vestido, roçando a borda da calcinha. Eu tentava manter a compostura.

Em determinado momento ele se inclinou mais perto e falou bem baixinho, só pra eu ouvir:

— Quando acabar o jantar, vou te foder bem devagar na frente dele. Você quer isso?

Eu apenas confirmei, quase imperceptivelmente. Meu rosto estava queimando.

Rafael sorriu contra meu pescoço e deu um beijo leve bem abaixo da orelha.

— Boa menina.

Rafael me puxou mais contra o corpo, a mão subindo por baixo do vestido sem pressa, os dedos roçando minha calcinha já molhada. Ele falou no meu ouvido:

— Tá vendo? Ele já sabe qual é o lugar dele hoje.

O jantar seguia, mas o ar estava cada vez mais pesado. Rafael continuava calmo, conversando como se estivéssemos em um jantar comum. Ele tomou mais um gole de vinho e olhou para o meu marido com naturalidade.

— E você, com o que trabalha? O que você faz?

Meu marido piscou, claramente pego de surpresa pela pergunta. Ele limpou a garganta antes de responder:

— Sou engenheiro… trabalho com projetos de estruturas.

Enquanto meu marido falava, Rafael deslizou a mão por baixo do meu vestido sem nenhuma pressa. Eu senti os dedos dele subindo pela minha coxa, depois pela barriga, até chegar ao decote. Com calma, ele puxou o tecido do vestido para o lado e tirou meu seio esquerdo para fora, expondo-o completamente.

Eu soltei um suspiro curto, surpresa. Meu peito ficou nu sobre a mesa, o mamilo já duro.

Rafael não parou de olhar para o meu marido. Continuou a conversa como se nada estivesse acontecendo, enquanto sua mão grande começava a massagear meu seio devagar, apertando, pesando, o polegar passando lentamente sobre o mamilo. E disse ele, apertando meu seio:

— Engenheiro... Legal. Deve dar um bom dinheiro, né?

Meu marido tentava manter o olhar no rosto dele, mas não conseguia evitar que os olhos descessem para o meu peito sendo massageado bem na frente dele. A voz saiu rouca:

— Dá… dá sim.

Rafael sorriu de leve, ainda massageando meu seio sem pressa. Ele apertou o mamilo entre os dedos, puxando de leve, fazendo eu me remexer no colo dele. Eu sentia o pau dele bem duro contra minha bunda agora.

Continuou Rafael, como se estivesse falando do tempo:

— Que bom. Porque hoje eu vou foder sua mulher bem gostoso. E você vai ver tudo de perto.

Ele deu um beliscão mais forte no meu mamilo. Eu não consegui segurar um gemidinho baixo. Rafael olhou para mim, voz baixa e rouca só nos meus ouvidos:

— Tá gostando, Isa? De ficar com o peito de fora enquanto eu converso com seu marido?

Eu só consegui assentir, o rosto queimando de vergonha e tesão.

Ele voltou a olhar para o meu marido, ainda massageando meu seio com calma, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

— Relaxa. Comeu bem? Porque depois da sobremesa eu quero a sobremesa de verdade.

Meu marido estava vermelho, a respiração curta, sem conseguir tirar os olhos da mão de Rafael no meu peito.

Rafael continuou massageando meu seio com calma, o polegar circulando o mamilo duro enquanto conversava com meu marido como se nada estivesse acontecendo. Depois de alguns segundos, ele tirou a mão do meu peito só para descer o zíper da calça devagar, sem pressa nenhuma.

Ele puxou o pau para fora ali mesmo, debaixo da mesa. Era grosso, pesado, já meio duro. A cabeça rosada apareceu, veias marcadas. Igualzinho como foto. Ele segurou a base e deu uma leve sacudida, exibindo.

Olhou para mim e falou baixo, quase um comando:

— Vem. Mãozinha aqui.

Eu hesitei por meio segundo, olhando de relance pro meu marido. Ele estava paralisado, olhos fixos no pau de Rafael.

Com a respiração tremendo, estiquei a mão direita e segurei ele. Estava quente, grosso, pulsando na minha palma. Comecei a punhetar devagar, subindo e descendo degavar. Sentia ele endurecendo rápido na minha mão.

Rafael soltou um suspiro satisfeito e voltou a massagear meu seio exposto, apertando com mais força agora. Disse ele:

— Assim… bem devagar. Mostra pro seu marido como você faz direitinho.

Meu marido não conseguia desviar o olhar. A boca dele estava entreaberta, a respiração pesada.

Eu continuei punhetando, o polegar passando pela cabeça. O pau estava ficando bem duro latejando na minha mão. Ele apertou meu mamilo entre os dedos e puxou de leve, fazendo eu soltar um gemidinho involuntário. Ele perguntou, voz rouca, ainda olhando pro meu marido:

— Tá gostando de sentir um pau de verdade, Isa? Maior que o do seu marido, né?

Eu não respondi. Só continuei mexendo a mão, mais rápido agora, sentindo ele crescer completamente na minha palma.

Rafael sorriu de lado e apertou meu seio com força.

— Responde.

Sussurrei envergonhada:

— …Tá… tá maior.

Ele deu uma risadinha baixa e falou bem perto do meu ouvido, mas alto o suficiente pro meu marido ouvir:

— Ótimo. Continua punhetando que eu quero ficar bem duro pra te foder depois do jantar.

Minha mão não parava. O pau dele pulsava quente e pesado enquanto eu o masturbava ali, debaixo da mesa, com meu marido assistindo tudo em silêncio.

Rafael gemeu baixinho enquanto eu continuava punhetando ele, a mão subindo e descendo no pau grosso e quente. Ele apertou meu seio exposto mais uma vez, depois olhou para o meu marido com um sorrisinho calmo. E falou com voz tranquila, como se estivesse perguntando sobre o vinho:

— Me diz uma coisa… Vocês já fizeram isso antes? Já trouxeram outro homem pra foder ela?

Meu marido engoliu em seco, o rosto vermelho. Ele demorou um pouco para responder, a voz saindo baixa e rouca:

— Não… é a primeira vez.

Rafael sorriu, satisfeito. Ele deu um tapinha leve na minha coxa e falou:

— Levanta um pouco, pra que eu possa me levantar, Isa.

Eu me levantei do colo dele devagar, as pernas tremendo. Rafael se levantou também, o pau duro balançando para fora da calça aberta. Ele ficou de pé bem ao meu lado. Olhou para baixo e disse, ordenando com naturalidade:

— Agora senta de novo. E Abre a boca.

Eu me sentei de novo na cadeira, o coração martelando no peito. Rafael deu um passo à frente, segurou a base do pau grosso e aproximou a cabeça rosada dos meus lábios.

— Isso… abre bem.

Eu abri a boca, nervosa. Ele esfregou a cabeça do pau nos meus lábios lentamente, depois empurrou para dentro, bem devagar. Senti o gosto salgado dele invadindo minha boca. Era grosso, pesado na língua.

Rafael soltou um suspiro longo e colocou a mão na minha nuca, guiando o movimento.

— Chupa gostoso… vai.

Comecei a chupar, subindo e descendo a boca no pau dele, sentindo ele ficar ainda mais duro. Ele não forçava fundo, mas mantinha o controle, empurrando devagar, deixando eu sentir o tamanho.

Enquanto eu chupava, ele olhou para o meu marido, que assistia tudo sentado do outro lado da mesa, sem conseguir desviar o olhar. Rafael falou, sem tirar o pau da minha boca:

— Olha bem… sua mulher chupando um pau maior que o seu pela primeira vez ao vivo.

Ele deu uma estocada mais profunda, fazendo eu engasgar levemente. Depois puxou um pouco para trás e acariciou meu cabelo.

— Isso… assim mesmo. Chupa direitinho pra mim.

Meu marido estava paralisado, respirando pesado, os olhos fixos na minha boca trabalhando no pau de Rafael. Rafael sorriu de lado e falou:

— Primeira vez dela… e já tá fazendo tão bem.

Rafael segurava meu cabelo com uma mão enquanto eu chupava ele, indo e voltando com a boca no pau grosso. Ele gemeu baixo, depois tirou o pau da minha boca devagar, deixando um fio de saliva ligando meus lábios à cabeça inchada. Ele olhou para mim de cima, os olhos brilhando, e falou com a voz rouca:

— Caralho, Isa… você é muito linda. Olha essa carinha… essa boca, olhos assim… Você foi feita pra chupar pau, sabia?

Eu senti o rosto queimar de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Dei um sorrisinho tímido, ainda olhando pra ele, e respondi baixinho:

— Obrigada…

Rafael sorriu, satisfeito com a minha resposta. Segurou o pau pela base e começou a passar o saco devagar no meu rosto. As bolas pesadas e quentes deslizaram pela minha bochecha, pelo nariz, roçando meus lábios. O cheiro dele era forte, masculino, me deixando ainda mais molhada.

Ele deu umas batidinhas leves com o pau no meu rosto, primeiro na bochecha esquerda, depois na direita, depois na testa. O som molhado ecoava baixo. Depois esfregou a cabeça grossa nos meus lábios. E mandou, voz mais grossa:

— Abre a boca de novo

Eu abri. Ele bateu o pau mais algumas vezes na minha língua, devagar, como se estivesse marcando território.

— Assim… boa garota. Olha pra mim enquanto faz isso.

Mantive os olhos nele, sentindo o pau pesado batendo na minha língua. Meu marido assistia tudo em silêncio do outro lado da mesa.

Rafael deu mais uma batidinha forte com a cabeça do pau na minha língua e disse:

— Tá vendo como ela fica obediente rapidinho? Primeira vez e já sabe o lugar dela…

Depois segurou meu queixo e levantou meu rosto. Olhou nos meus olhos por um segundo e falou, com a voz calma mas firme:

— Vamos pro quarto.

Ele guardou o pau dentro da calça, mas deixou o zíper aberto. Levantou da cadeira e estendeu a mão pra mim. Eu me levantei, as pernas fracas. Ele passou o braço pela minha cintura, puxando meu corpo contra o dele.

Enquanto caminhávamos pelo corredor em direção ao quarto, ele deslizou a mão para baixo e deu dois tapinhas firmes na minha bunda, por cima do vestido. Disse ele, dando mais um tapa, um pouco mais forte:

— Essa bunda é gostosa pra caralho. Tá rebolando sem querer, né?

Eu não respondi, só senti o rosto queimar. Meu marido vinha logo atrás, em silêncio.

Rafael apertou minha cintura com mais força e deu mais dois tapinhas seguidos, fazendo minha bunda balançar. Ele riu baixinho:

— Adoro quando a mulher fica nervosa assim. Fica toda molhada e não consegue disfarçar.

Chegamos na porta do quarto. Ele abriu, me empurrou gentilmente pra dentro pela cintura e acendeu a luz. Olhou para o meu marido, que parou na porta, inseguro. Rafael falou, sem rodeios:

— Pode entrar. Mas senta naquela poltrona ali no canto. Hoje você só assiste.

Meu marido entrou devagar e sentou na poltrona, as mãos apertadas entre as pernas.

Rafael virou para mim, ainda com a mão na minha cintura. Deu mais um tapa firme na minha bunda e falou perto do meu ouvido:

— Vamos tirar esse vestido. Devagar.

Rafael me virou de frente para ele e segurou a barra do meu vestido. Puxou para cima devagar, tirando pela cabeça. Fiquei só de calcinha preta rendada na frente dos dois.

Ele deu um passo para trás, me olhando de cima a baixo, e soltou um suspiro apreciativo. E disse ele, se virando pro meu marido:

— Caralho… olha isso. Que corpo bonito que sua mulher tem. Peitos firmes, cintura fina, bunda empinada… Você tem sorte, hein? Tesão de mulher.

Meu marido não respondeu, só engoliu em seco, os olhos percorrendo meu corpo.

Rafael voltou a olhar para mim e deu um tapa leve na lateral da minha bunda.

— Vira e fica de quatro na cama.

Eu obedeci. Subi na cama, apoiei os joelhos e as mãos no colchão, empinando a bunda. Rafael se posicionou atrás de mim, abriu a calça novamente e tirou o pau grosso para fora. Eu senti a cabeça quente roçando contra minha buceta por cima da calcinha.

Ele puxou a calcinha para o lado com dois dedos e colocou a cabeça do pau bem na entradinha da minha buceta, esfregando devagar, molhando tudo.

Foi nesse momento que meu marido interrompeu, a voz saindo nervosa:

— Ei… não vai colocar camisinha?

Rafael parou o movimento, mas não tirou o pau da minha entrada. Olhou para o meu marido com uma expressão calma, voz baixa e firme:

— Relaxa, cara, Eu sou saudável. Faço exame todo ano. Eu te envio depois. Não preciso de camisinha.

Ele deu uma leve empurrada com a cabeça do pau, só pressionando um pouco mais contra minha bucetinha molhada, sem entrar ainda. Continuou, olhando de novo para mim e disse:

— Além disso… sua mulher tá pingando. Ela quer sentir no pelo. Não é, Isa?

Eu não quis admitir, só fiquei em silêncio, o rosto contra o lençol. Rafael apertou minha cintura com uma mão e deu um tapa leve na minha bunda.

— Responde pro seu marido.

Eu sussurrei, voz tremendo:

— …É.

Rafael sorriu satisfeito e voltou a esfregar a cabeça grossa na minha entrada, agora mais devagar, provocando.

— Tá vendo? Ela quer. E eu também. Então hoje vai ser sem camisinha.

Ele olhou novamente para o meu marido, que continuava sentado na poltrona, tenso.

— Se você quiser parar, é só falar agora. Mas se não falar… eu vou meter nela do jeito que ela merece.

Rafael não esperou mais. Segurou minha cintura com as duas mãos e começou a meter devagar, só a cabeça grossa entrando e saindo da minha buceta molhada. Eu soltei um gemido longo, sentindo ele me abrir aos poucos.

— Isso… vai abrindo pra mim

Ele foi entrando mais fundo, centímetro por centímetro, até quase todo o pau estar dentro. Depois começou a aumentar o ritmo. As estocadas ficaram mais fortes, mais rápidas. Logo ele estava metendo com força, o som molhado da pele batendo ecoando no quarto. O suor começou a aparecer no peito e na testa dele.

Eu gemia sem controle, empinando mais a bunda pra receber ele.

De repente, ainda metendo em mim, Rafael virou a cabeça pro meu marido e falou, quase sem fôlego, mas com tom de comando:

— Pega uma cerveja pra mim.

Meu marido piscou, atordoado, mas se levantou sem dizer nada. Foi até a cozinha e voltou rápido com uma lata gelada. Estendeu a mão, oferecendo.

Rafael pegou a cerveja sem parar de foder. Abriu com uma mão só, deu um gole longo e continuou metendo em mim, agora mais devagar, aproveitando o momento.

Ele bebia a cerveja enquanto o pau entrava e saía da minha buceta, o corpo suado brilhando. De vez em quando dava um gole maior e soltava um gemido satisfeito. E disse ele, olhando pro meu marido:

— Tá gostosa pra caralho… sua mulher aperta gostoso. Tá sentindo o barulho?

Meu marido ficou parado ao lado da cama, assistindo tudo em silêncio. Rafael deu mais um gole na cerveja, depois colocou a latinha na mesinha ao lado da cama e segurou minha cintura com as duas mãos novamente.

Voltou a meter mais fundo, com mais ritmo, o suor escorrendo pelo peito dele e caindo nas minhas costas. Ele olhou pra mim por cima e falou, voz rouca:

— Rebola essa bunda pra mim enquanto eu bebo.

Eu obedeci, rebolando devagar contra ele enquanto Rafael pegava a cerveja de novo e dava outro gole, metendo devagar, aproveitando cada segundo.

Rafael deu o último gole longo na cerveja, os olhos meio fechados de prazer enquanto ainda metia devagar em mim. Depois, sem cerimônia, amassou a latinha com uma só mão, fazendo um barulho alto de metal, e jogou ela no chão do quarto, do lado da cama.

Imediatamente voltou a meter forte.

As estocadas ficaram pesadas, profundas, o som molhado da pele batendo ecoando forte no quarto. Eu gemia alto, o corpo sacudindo a cada metida. O suor dele pingava nas minhas costas.

Depois de uns minutos metendo com força, ele diminuiu o ritmo só um pouco e olhou para o meu marido, ainda com o pau enterrado bem fundo em mim. Falou, ofegante:

— Me diz uma coisa… Ela dá o cu?

Meu marido hesitou, visivelmente desconfortável. A voz saiu baixa e nervosa:

— Não… faz meses que ela não faz anal comigo. Ela não gosta muito…

Rafael sorriu de lado, ainda metendo bem devagar. Sem tirar o pau da minha buceta, ele levou o polegar até minha boca.

— Molha.

Eu chupei o dedo dele, molhando bem. Ele puxou o polegar e, sem pressa, começou a enfiar lentamente no meu cuzinho.

Eu soltei um gemido mais agudo quando senti o dedo entrando. Ele foi fundo, girando devagar enquanto continuava fodendo minha buceta.

Meu marido se mexeu na poltrona, tentando interromper:

— Ei… espera, ela não…

Eu virei o rosto um pouco na direção dele, a voz saindo manhosa e ofegante:

— Ah… deixa, amor.

Meu marido calou a boca na hora, os olhos arregalados.

Rafael deu uma risadinha baixa, satisfeito, e enfiou o polegar mais fundo no meu cu, agora fodendo os dois buracos no mesmo ritmo.

— Isso… boa garota. Deixa o mestre brincar com os dois buracos.

Ele metia forte na buceta e girava o polegar no meu cuzinho, fazendo meu corpo tremer inteiro. O suor escorria pelo corpo dele e caía em mim.

Rafael olhou mais uma vez pro meu marido e falou, com um tom quase provocador:

— Relaxa… ela tá gostando. Já tá laciando.

Rafael tirou o polegar do meu cuzinho devagar, olhou para o buraco piscando e deu um sorriso satisfeito.

— Tá vendo? Já tá abrindo bem… Acho que dá pra começar.

Ele puxou o pau da minha buceta com um som molhado. A cabeça grossa e brilhante de tesão encostou no meu ânus. Era enorme. Ele segurou firme na base e começou a pressionar devagar.

Assim que a cabeça enorme começou a forçar a entrada, eu me contorci inteira na cama. Soltei um gemido alto, meio de dor, meio de prazer, o corpo tensionando. E reclamei, respirando rápido:

— Ahh… devagar…

Meu marido se mexeu inquieto na poltrona, visivelmente incomodado.

— Isa… tá doendo? — perguntou ele preocupado.

Rafael nem parou. Continuou pressionando a cabeça grossa contra meu cuzinho, forçando centímetro por centímetro. Ele olhou para o meu marido com calma e falou, voz rouca mas firme:

— Relaxa… é assim mesmo. No começo sempre aperta. Ela vai se acostumar.

Eu continuava me contorcendo, os dedos apertando o lençol. O cu ardia enquanto a cabeça enorme tentava passar pelo anel apertado. Rafael segurava minha cintura com força me impedindo de me mexer.

Rafael falou:

— Respira fundo… isso… relaxa o cuzinho pra mim.

Depois de alguns segundos de pressão constante, a cabeça grossa finalmente passou com um “plop” molhado. Eu soltei um gemido longo e agudo, o corpo tremendo inteiro. Rafael gemeu de prazer:

— Porra… que cu apertado.

Ele ficou parado por uns instantes, só com a cabeça dentro, deixando eu me acostumar. Depois, bem devagar, começou a empurrar o resto.

Centímetro por centímetro, o pau grosso foi entrando no meu cu. Eu sentia cada veia, cada grossura, me abrindo inteira. Quando ele finalmente enterrou tudo, o saco dele encostando na minha buceta, eu soltei um gemido rouco, quase sem ar.

Rafael ficou parado, bem fundo, e passou a mão nas minhas costas suadas.

— Isso… agora tá todo dentro. Tá sentindo, Isa? Tá sentindo o pau inteiro no seu cu?

Eu só consegui gemer baixinho, o corpo ainda tremendo.

Ele olhou para o meu marido, que estava pálido na poltrona, e falou com um sorrisinho:

— Relaxa, cara. Ela aguentou tudo. Agora vai ser só prazer.

Rafael deu uma estocada lenta, testando, depois outra um pouco mais forte. Meu cuzinho estava completamente arrombado por ele.

Rafael ficou parado por alguns segundos, bem fundo dentro do meu cu, deixando eu sentir toda a grossura dele. Depois começou a meter devagar, saindo quase até a cabeça e voltando bem lento.

Eu ainda me contorcia na cama, gemendo baixo a cada movimento. O cuzinho ardia, esticado ao máximo. Meu corpo tensionava involuntariamente, as mãos apertando o lençol com força. Reclamei com a voz tremendo:

— Ahh… É muito grosso…

Rafael segurou minha cintura com mais firmeza e continuou metendo devagar, entrando e saindo com paciência.

— Relaxa… vai acostumando. Tá apertando pra caralho… mas o cu ta gostoso.

Aos poucos, meu cuzinho foi relaxando. As estocadas dele começaram a entrar mais fácil, mais liso. O dor inicial foi dando lugar a um prazer. Eu ainda gemia, mas agora o som estava mais molhado.

Rafael percebeu a mudança.

— Tá vendo? Já tá abrindo melhor…

Ele aumentou o ritmo. Começou a bombar mais forte, as estocadas ficando mais profundas e rápidas. O som da pele batendo contra minha bunda ecoava no quarto. Cada vez que ele entrava até o fundo, eu soltava um gemido mais alto, o corpo sacudindo pra frente.

Ele segurou minha cintura com as duas mãos e meteu com mais força ainda, o pau grosso entrando e saindo do meu cu sem piedade. O suor escorria pelo peito dele e caía nas minhas costas.

— Porra… agora sim. Tá tomando tudinho. Olha como esse cu tá engolindo meu pau.

Eu não conseguia mais falar direito. Só gemia e empinava a bunda pra trás, recebendo as estocadas fortes. Meu cuzinho já estava completamente arrombado, aceitando ele com facilidade.

Rafael acelerou ainda mais, metendo fundo e rápido, o saco batendo contra minha buceta molhada a cada estocada.

Ele deu um tapa forte na minha bunda e falou, ofegante:

— Tá gostando, Isa? Tá gostando de levar no cu?

Eu só consegui gemer em resposta, o corpo tremendo inteiro.

Rafael metia cada vez mais forte no meu cu, o pau grosso entrando fundo e saindo quase todo a cada estocada. Eu gemia alto, o corpo sacudindo na cama.

De repente meu marido se levantou da poltrona, visivelmente preocupado. Ele se aproximou rápido e bateu de leve no meu ombro, nervoso:

— Isa… amor, você tá bem? Tá doendo muito?

Eu estava com a cara afundada no lençol, gemendo a cada investida. Sem pensar, estiquei uma das mãos para trás e afastei o braço dele meio incomodada, e disse com voz rouca:

— Deixa…

Olhei por cima do ombro para Rafael, os olhos cheios de tesão, e pedi quase implorando:

— Mais forte… mete mais forte.

Rafael deu um sorrisinho safado, o suor escorrendo pelo peito. E disse satisfeito:

— É isso aí… é disso que eu to falando. Agora sim.

Ele segurou minha cintura com mais força, quase cravando os dedos, e começou a comer meu cu sem dó nenhum. As estocadas ficaram brutais, rápidas e profundas. O pau grosso entrava até o fundo com violência, o saco batendo forte na minha buceta molhada. O som molhado e alto ecoava pelo quarto.

Eu soltava gemidos altos, o corpo sendo empurrado para frente a cada estocada. Rafael não dava trégua, metia com força mesmo, sem piedade, o quadril batendo contra minha bunda com violência.

Grunhiu ele, a voz rouca de esforço:

— Assim? É isso que você quer? Levar no cu sem dó?

Gemi, quase sem fôlego.

— Isso… assim…

Meu marido ficou parado ao lado da cama, sem saber o que fazer, vendo a cena: eu de quatro, sendo arrombada com força, pedindo mais enquanto Rafael suava e metia sem parar.

Rafael deu um tapa forte na minha bunda e acelerou ainda mais, o pau entrando e saindo do meu cu com rapidez brutal.

— Porra… que cu guloso. Tá levando tudo agora.

Eu só conseguia gemer e empinar mais a bunda, completamente entregue.

Rafael metia forte no meu cu, mas de repente ele parou, ainda com o pau enterrado fundo. Deu um tapa na minha bunda e ordenou:

— Abre com as duas mãos. Quero ver.

Eu obedeci sem pensar. Levei as mãos para trás, segurei minhas nádegas e abri bem o cuzinho, expondo tudo pra ele.

Ele puxou o pau devagar até só a cabeça grossa ficar dentro. Depois tirou completamente. Meu ânus ficou aberto, um rombo vermelho e inchado piscando no ar, ainda tentando se fechar.

Rafael soltou um gemido baixo de satisfação.

— Caralho… eu adoro quando fica assim.

Ele segurou o pau pela base e bateu a cabeça grossa várias vezes contra o buraco aberto, fazendo um som molhado. Depois enfiou tudo de uma vez, até o fundo. Meu corpo deu um solavanco e eu soltei um gemido alto.

Ele tirou novamente, devagar, só pra ver o estrago. O cuzinho ficou bem aberto, um buraco vermelho pulsando. Ele ficou olhando, admirando. Disse ele, virando um pouco a cabeça pro meu marido:

— Tá vendo isso? Olha o rombo que eu fiz no cu da sua mulher. Tá todo arrombado.

Meu marido estava em silêncio, os olhos fixos no meu ânus dilatado.

Rafael deu mais duas batidinhas com o pau na entrada aberta, depois enfiou tudo de novo com força. Começou a meter rápido, entrando e saindo várias vezes seguidas, tirando o pau completamente só pra ver o rombo se formar de novo.

Cada vez que ele tirava, meu cuzinho ficava escancarado, vermelho, brilhando de lubrificação e tesão. Ele enfiava de volta com violência, gemendo de prazer.

— Porra… adoro ver o rombo que eu faço. Tá ficando cada vez mais aberto pra mim.

Eu gemia alto, o corpo tremendo, ainda segurando minhas nádegas bem abertas pra ele.

Rafael deu um tapa forte na minha bunda e acelerou ainda mais, o pau entrando e saindo do rombo que ele mesmo tinha criado.

Rafael meteu mais algumas vezes fundo no meu cu, depois tirou o pau completamente com um som molhado. Deu um tapa forte na minha bunda e mandou:

— Senta aqui. Chupa.

Eu me virei rápido, ainda de joelhos na cama. Rafael sentou na beira do colchão, as pernas abertas. Eu me aproximei e coloquei o pau dele na boca novamente. Estava quente, com gosto do meu cu, latejando forte.

Chupei com vontade, subindo e descendo a boca, a língua trabalhando na cabeça grossa. Rafael gemeu, segurando meu cabelo com uma mão.

Depois de um tempo ele tirou o pau da minha boca, segurou pela base e começou a punhetar rápido bem na frente do meu rosto, a cabeça inchada quase encostando nos meus lábios, e ordenou:

— Abre a boca.

Eu abri, língua para fora. Ele punhetou mais rápido, respirando pesado. De repente ele gemeu alto e gozou forte.

Os primeiros jatos grossos acertaram direto na minha língua, depois no fundo da garganta. Ele continuou batendo o pau, pintando meus lábios, meu queixo e parte do rosto com porra quente e branca. Eu tentei engolir o que dava, mas boa parte escorreu pelo canto da boca.

Quando terminou, ele ainda deu mais algumas batidinhas com a cabeça do pau na minha língua, espalhando o resto.

Rafael respirou fundo, olhou para o meu marido e falou com um sorrisinho:

— Já tá uma puta profissional.

Eu não consegui segurar. Dei uma risadinha baixa, ainda de joelhos, o rosto todo melado de porra.

Meu marido deu só um sorrisinho tímido, sem dizer nada, claramente sem graça.

Rafael riu também, passou o polegar no meu queixo recolhendo um pouco de porra e enfiou na minha boca.

— Engole o restinho… boa garota.

Eu lambi o dedo dele, engolindo o que sobrava.

Depois que terminou, o quarto ficou em silêncio por alguns segundos, só se ouvindo nossa respiração pesada.

Rafael deu um suspiro longo, satisfeito, e passou a mão no meu cabelo bagunçado.

— Deita aqui comigo

Já se acomodando melhor na cama.

Eu me deitei ao lado dele. Rafael me puxou para perto, passando o braço por baixo da minha cabeça e me abraçando contra o peito. Meu corpo ainda estava quente e suado. Ele acariciava minhas costas devagar com a ponta dos dedos, um toque calmo.

Meu marido ficou parado por um momento, sem saber muito bem o que fazer. Depois se deitou do outro lado da cama, o mais longe possível, quase na beirada.

Rafael pegou o controle da TV que estava na mesinha e ligou, mudando de canal até achar um filme de ação qualquer. Não importava qual era. Ele só queria um som de fundo.

Ficamos os três na cama enorme: eu e Rafael no meio, abraçados como um casal. Ele me puxou ainda mais para perto, minha cabeça descansando no peito dele, uma perna jogada por cima da dele. De vez em quando ele dava um beijo na minha cabeça ou passava a mão na minha bunda, apertando de leve.

Meu marido estava do outro lado, deitado de lado, virado para nós. Ele não dizia nada. Só olhava de canto de olho, em silêncio. Via Rafael me abraçando, via minha mão descansando no peito dele, via os dedos de Rafael fazendo carinho nas minhas costas como se eu fosse dele.

Em determinado momento Rafael riu de alguma cena do filme e apertou minha cintura, me puxando mais contra o corpo. Eu sorri também, me aconchegando mais nele.

Meu marido continuou ali, quieto, assistindo ao filme… mas principalmente assistindo a nós dois.

Rafael percebeu e, sem tirar os olhos da TV, falou baixo, pro meu marido:

— Tá confortável aí?

Meu marido só disse um “tô” quase inaudível.

Rafael deu um sorrisinho, beijou minha testa e continuou me abraçando, o braço firme em volta de mim. Eu fechei os olhos por um instante, sentindo o calor do corpo dele, o cheiro de suor e sexo ainda no ar.

O filme continuava passando, mas ninguém realmente estava prestando atenção.

Depois de um tempo, Rafael deu um suspiro longo e olhou para o relógio na mesinha.

— Bom… já tá tarde. Vou indo.

Ele se levantou da cama, ainda nu, o corpo suado e marcado. Pegou a roupa calmamente e começou a se vestir. Eu também me levantei, vesti só uma camisola fina e o acompanhei até a porta da frente.

Na porta, Rafael se virou para mim. Segurou minha cintura com as duas mãos, me puxou contra ele e me deu um beijo demorado na boca. Não foi um beijo rápido de despedida, foi um beijo de quem já se sente dono. A língua dele entrou na minha boca com calma. Quando se afastou, ele sorriu e falou baixo:

— Gostei muito de você. Quero repetir. Logo.

Eu sorri de volta, ainda sentindo o gosto dele.

— Eu também.

Ele me deu mais um beijo rápido na testa, abriu a porta e saiu.

Fechei a porta devagar e voltei para o quarto.

Meu marido estava deitado de lado, virado pra parede, de costas no canto da cama. A luz do abajur ainda estava acesa.

Eu subi na cama devagar e me deitei atrás dele. Fiquei em silêncio por alguns segundos, depois falei baixinho:

— Ele é legal, né?

Meu marido demorou um pouco para responder. A voz saiu baixa, quase um sussurro:

— Sim… ele é.

Eu fiquei olhando para as costas dele. Depois dei uma risadinha leve e disse:

— Preciso tomar um banho…

Dei uma risadinha mais suave, quase tímida.

Meu marido não respondeu nada. Só ficou quieto, respirando devagar.

Eu fiquei mais alguns segundos ali, olhando para ele, depois me levantei e fui para o banheiro.

Enquanto a água quente caía sobre meu corpo, eu passei a mão entre as pernas e senti o cuzinho ainda aberto e sensível. Sorri sozinha, pensando na noite.

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Comentários

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Olha, esse é, atualmente, um tema muito difícil de escrever. Um conto com culckold pede, normalmente, dois ou vários capítulos para desenvolver a tensão, a expectativa e a imaginação do leitor. Ir direto para a cena do crime é um grande desafio, mas você fez isso com uma habilidade admirável. O conto ficou excitante, principalmente porque a narração feminina, enfatizando as sensações, foi poderosa. Muito bom mesmo. Fugiu da mesmice e fez jus às três estrelinhas. E ganhou mais uma seguidora e um seguidor. Quando tiver tempo, dá uma passada na nossa página para conhecer as aventuras o Demônio e a Megera. Bj!

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Isa_Bella, bom seu conto. Bem escrito e bem estruturado. Gostei. Tem coisas que somente a ficção retratam, e senti que este é uma ficção, não é uma história real, embora seja quase realista. Se você quiser saber o que é que difere uma história real de uma ficção, que pareça real, me manda um e-mail e eu lhe respondo em privado. leonmedrado@gmail.com - Só para dar uma pista: Com uma mulher sentada no colo, fica muito difícil abrir o ziper da calça e tirar o pau para fora. É uma ginástica infernal. Acho que você terá muito a ganhar se aprender alguns detalhes que posso indicar. Seus contos ficarão ainda melhores. Três estrelas com louvor.

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Isa, meus parabéns seu conto é muito delicioso, delícia d+ imaginar ser o Rafael e te possuir todinha, fiquei com muita tesão lendo.

Parabéns!

Contato email: kas.saf.pe@gmail.com

Instagram: @kas.saf.per

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Conto delicioso, se eu fosse o marido,bateria uma punheta deliciosa,olhando a esposa se divertir com um dominador,forte e pauzudo.

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