Descobri que Minha Namorada Era Filhinha do Papai IV

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 2111 palavras
Data: 01/05/2026 13:38:41

Ela ficou parada na porta da minha sala por alguns segundos, como se não soubesse mais entrar na minha vida do jeito que sempre entrou. Não tinha nada da mulher segura, atrevida, cheia de resposta, que eu conheci naquele dia da descarga quebrada. Parecia menor. Mais cansada. Como se a máscara dela tivesse ficado pelo caminho.

Eu não mandei ela sentar.

Também não mandei ela ir embora.

Só fiquei ali, de pé, olhando para ela, tentando encontrar no rosto daquela mulher alguma pista de quem ela realmente era. Da Bianca que eu conheci, da Bianca que eu namorei, da Bianca que eu tinha visto naquela cozinha. Na minha cabeça, as três já não cabiam na mesma pessoa.

Ela fechou a porta devagar atrás de si e me encarou.

-Você vai ficar me olhando assim sem falar nada?

A voz dela saiu mais baixa do que o normal. Não era deboche. Não era provocação. Era cansaço.

Eu ri sem humor.

-Eu devia falar o quê?

Ela abaixou os olhos por um instante, respirou fundo e segurou as próprias mãos, como se precisasse se impedir de tremer.

-Eu devia ter te contado.

-Devia mesmo.

-Eu sei.

-Mas não contou.

Ela levantou os olhos para mim de novo. Estavam vermelhos. Não de choro escancarado, mas daquela dor que a pessoa segura tanto que acaba ficando presa por dentro.

-Eu nunca soube como contar.

Eu dei um passo para trás, como se precisasse de espaço até para ouvir aquela desculpa.

-Então não chama de dificuldade, Bianca. Chama pelo nome certo. Você mentiu pra mim.

Ela fechou os olhos por um segundo.

-Eu sei.

-Não. Você não sabe. Se soubesse, não tava com essa calma toda.

-Eu não tô calma, Pedro.

Dessa vez a voz dela saiu mais firme. Quase cortante. Mas logo desabou de novo.

-Eu tô tentando não me desmontar na tua frente.

Eu passei a mão no rosto, exausto, e apontei para o sofá.

-Fala logo. Porque se você veio aqui pra dizer que eu entendi errado, pode ir embora agora.

Ela balançou a cabeça devagar.

-Não. Eu não vim mentir mais.

Aquilo me deu um aperto no peito pior do que se ela tivesse inventado qualquer desculpa esfarrapada. Porque a verdade, quando finalmente vinha, parecia sempre mais feia do que a imaginação.

Ela sentou, mas na ponta do sofá, sem se ajeitar de verdade. Como se não merecesse conforto. Eu continuei em pé.

Por alguns segundos, só se ouviu o ventilador girando e o barulho distante da rua.

Então ela falou.

-Você quer saber como começou?

Eu não respondi.

Ela soltou um sorriso triste, quase sem vida.

Mas eu preciso contar, então quero que ouça.

Ela olhou para as mãos.

-Não teve um começo bonito. Não teve um dia específico que eu consiga apontar e dizer “foi aqui”. Foi tudo ficando torto aos poucos. Tão aos poucos que, quando eu vi, já não sabia mais separar as coisas.

Eu continuei calado.

Versão de Bianca …

Eu ainda estava no último ano do ensino médio, no meio do ano, minha mãe descansou, aquilo foi um baque para nós dois, ao mesmo tempo que os anos de luta contra a doença onde seu fim era inevitável, todos puderam descansar.

Um anos se passou, comecei a ajudar meu pai mais ativamente na administração das casas, aprendendo com o ele após a aula, organizando as finanças e cada vez mais nossa relação que ja era próxima começou a ficar cada vez mais.

Desde sempre nunca me preocupei com o tamanho das minhas roupas pela casa, andava de calcinha, shortinho entre outras, isso sempre foi bem natural, minha mãe não falava nada, nunca vi nenhum olhar diferente do meu padrasto para mim e a vida seguiu assim.

Certa noite eu estava no meu quarto, mexendo no computador e resolvo ir até a cozinha, pegar alguma coisa para comer, até aí tudo bem, eu estava usando uma calcinha de renda, que parecia um shortinho e uma baby look, vou descendo as escadas e percebo que a TV estava ligada em um volume um pouco alto, quando chego na sala, vejo meu pai deitado no sofá, apenas de cuecas sem camisa.

Uma garrafa de whisky na mesa de centro e ele roncava bastante, meu pai nunca foi de beber, mas depois da partida de minha mãe era cada vez mais frequente cenas como aquela.

Nada vexatório, apenas um homem a noite bebendo até dormir, mas aquilo me preocupava muito, afinal ele poderia desenvolver algum vício. Assim que o vejo ali naquelas condições, resolvo ir acordá-lo, chamo algumas vezes e ele não responde, ele estava de barriga para cima, eu fico olhando para ele e principalmente para o volume da cueca, eu já tinha tido algumas experiências com os meninos da escola, não era mais virgem, uma certa curiosidade bateu em mim, eu não estava pensando em nada, apenas levei a mão no volume da cueca dele.

Ele se mexeu por um instante, mas não acordou, fique um pouco assustada e tirei a mão, mas depois voltei, fiquei alisando enquanto via aquele pau crescendo diante de mim, e a cabeça sair fora da cueca.

Fui puxando a cueca dele um pouco pra baixo, fiquei hipnotizada com a cena, eu poderia ter saido, poderia não ter feito aquilo, mas não sei o que me deu, era uma excitação, meu coração acelerado, minha buceta quentinha, e por instinto, levo minha boca proxima aquela rola e começo a lambe-la e a chupa-la.

Não foi algo pensado, racionalizado, apenas aconteceu, comecei a mama-lo, sem pensar em consequências, sou surpreendida com a mão dele na minha nuca, mas nenhuma palavra, apenas continuo, sem olhar para ele, engolindo cada centímetro daquela rola preta com minha boca, ele forçava minha boquinha contra o pau dele, eu engasgava com a baba escorrendo da boca, ouvia gemidos dele, suas palavras que pareciam um sussurro pedindo para eu continuar .

Eu estava louca para sentir ele dentro de mim, na minha buceta, então eu apenas olho para ele, que me olhava, com uma cara de tezão, sem falar nada, eu subo no sofá, no colo dele, encaixando minha buceta no seu pau e começo a sentar, ele leva a mão nos meus seios, apertando eles, enquanto eu vou quicando com força, sentindo aquele pau preto todo dentro da minha bucetinha.

Trocamos beijos intensos, comigo no colo ele me vira, ficando por cima e começa a meter forte na minha buceta, eu gemia intensamente, sentindo aquele pauzão em mim e sem aguentar, começo a gozar, ficando com minhas perninhas moles, com ele entre elas.

Ele continua a meter, socando forte, até que tira de dentro da minha buceta de forma brusca, gozando logo em seguida em cima da minha barriga e seios, jatos de porra intensos, e eu ficava toda melada, olhando para ele.

Ficamos um pouco parados, sem falar nada, eu com a porra toda na minha barriga e seios ele sentado do lado no sofá, eu digo:

Pai vamos tomar um banho?

Ele sorria e diz que sim, levantamos e caminhamos até o banheiro, ele me dava banho e eu dava banho nele, sem falar uma palavra, apenas risos, ele parecia feliz, e eu também estava.

Os dias foram passando e não tocamos no assunto, nossa rotina seguiu normal, o mesmo carinho de sempre, as mesmas cobranças e até as broncas de pai e filha continuavam as mesmas. E eu não me sentia culpada, não sentia nada, apesar da criação, ele não era meu pai de sangue, mesmo sendo um paizão para mim. Não tinha nada de errado naquilo e a gente não ia casar ou algo do gênero, foi só aquilo.

Na minha cabeça estava OK, na do meu pai eu não fazia ideia, mas pelo jeito que ele me tratava também estava OK.

Naquela semana, eu voltei pra casa depois do cursinho, quando cheguei tinha uma sacola de presente no sofá, ele estava em casa também e falou que era para mim. Eu fiquei toda feliz, quando abri, eram algumas roupas, mas uma delas me surpreendeu.

Ele havia comprado uma lingerie bem sexy, pequenininha, de rendinha, na hora que eu vi, minha buceta se molhou na hora, e eu olhei para ele que me olhava com um sorriso sacana.

Eu não falei nada sobre a lingerie, apenas o abracei e agradeci pelos presentes, fui para o meu quarto, tirei as coisas das sacolas e fiquei olhando para a lingerie ali, na minha cama. Tomo um banho, saio do banheiro e fico encarando aquela lingerie na cama ainda, sem pensar muito ,visto ela.

Saio do meu quarto em direção a sala, ele estava vendo TV, arregalava os olhos quando me via, eu com um sorrisinho toda tímida, desfilava para ele, ele me olhava, deu 3 tapinhas no colo, e eu subo.

Me sentando de frente pra ele, sinto as mãos dele apertando minha bunda com força, nossas bocas se encontram e logo eu estava com os seios de fora, com ele mamando eles.

Ele me deita no sofá, tira a minha calcinha e cai de boca na minha buceta, me chupa tão gostoso, a excitação era tanta, que eu gozo em poucos minutos.

Depois ele fica em pé na frente do sofá, eu me sento e começo a mama-lo, chupando seu caralho cheia de vontade, enquanto olhava para ele com uma cara safada, excitadíssima, com aquela rolona minha boca.

Ele me manda ficar de 4 no sofá, eu obedeço, ele vem por trás de mim e começa a meter na minha buceta, dando tapas na minha bunda, socando com força em mim, eu gemia bastante, estava dorando aquilo, aquela brutalidade, ele macetando com força minha buceta e me dando tapas fortes na minha bunda, que ficaram uma semana marcados nela.

Antes de gozar, ele pede para eu mama-lo novamente, e então depois de um tempo, sinto aquela porra intensa na minha boca eu vou engolindo tudo.

Ficamos um pouco no sofá, eu fico agarradinha com ele, sentindo o corpo nu um do outro, sem falar nada, com a TV ligada, depois eu levanto, falo que vou tomar um banho, ele vai pro quarto dele também e almoçamos juntos logo depois.

A gente vai ficar fazendo isso?

Eu pergunto, enquanto almoçava, ele engole a comida, toma um gole do suco e diz:

Então, eu estava para conversar com você sobre isso, somos pai e filha e mesmo não sendo de sangue, não sei se é legal continuar nisso.

Eu tomo um gole do suco, fico analisando o que ele diz e falo:

É eu acho que não seria legal a gente namorar ou algo do genero ainda mais que nossa familia iria ficar em choque se descobrisse, e para mim você é o meu pai, não te quero como marido nem nada.

Ele riu e falou :

Eu penso a mesma coisa filha, não te vejo como minha mulher nem nada do genero, isso que está acontecendo, não sei explicar.

Eu olho e digo:

Nem precisa tentar explicar, pai eu também não entendo muito bem isso, mas eu to gostando e por mim vamos ficar do jeito que está. Até você arrumar uma namorada e casar ou eu um namorado etc.

Ele tomou outro gole do suco, me olhou com um sorriso e falou que OK, que poderia ser assim e que a gente sempre teria que conversar sobre as coisas, sobre os sentimentos entre outras coisa.

Fizemos esse combinado, uma relação de pai e filha na maioria do tempo, mas que em algum momento era apenas um homem e uma mulher desfrutando de um prazer intenso.

Os anos foram passando, ele chegou a namorar algumas moças, eu alguns rapazes, mas a única coisa que não mudava era a gente, muitas vezes passamos meses sem fazer nada, mesmo com a gente solteiros, mas bastava um toque diferente, um olhar mais penetrante que a gente se entregava um para o outro.

Foi aí que eu te conheci Pedro, eu gosto muito de você, estou apaixonada por ti, de verdade, mas é isso, eu tenho essa relação com meu Pai, eu amo ele mais que tudo no mundo e mesmo se eu e você chegar a casar um dia Pedro, eu vou continuar fazendo isso, é a nossa maneira de demonstrar amor. É estranho eu sei, mas é isso, se você puder me aceitar mesmo assim, eu vou ficar muito feliz, mas se não conseguir eu realmente entendo.

É uma quebra de padrão que é dificil de compreender.

Versão Pedro:

Era muita informação para digerir, eu realmente amava ela, estava muito apaixonado, mas como ela mesmo falou, era uma quebra de padrão muito dificil de entender, e eu não sabia o que fazer.

Continua ..

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