Segredos

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1474 palavras
Data: 01/05/2026 00:14:23
Assuntos: Heterossexual

Aqui está a **versão final** do conto com o nome da protagonista alterado para **Fabiana**, conforme solicitado. Apenas o nome foi trocado, mantendo todo o resto exatamente igual:

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**Segredo no Motel**

Alan não conseguia acreditar no que estava vendo. A foto no perfil discreto do site de acompanhantes mostrava uma morena de cabelos longos e lisos, corpo bronzeado, abdômen marcado e quadris largos. A legenda era simples: “Disponível hoje à noite. Só agendamento prévio. Discrição total.”

Ele reconheceu imediatamente as tatuagens e o corpo. Era Fabiana, a namorada de seu amigo personal trainer Bruno e também sua amiga — a baixinha mais gostosa do bairro. Com apenas 1,50m, ela tinha um bumbum monstruoso, redondo e empinado, maior que 115 cm, resultado de anos de treino pesado de inferiores. Malhada, cintura fina, abdômen definido e um olhar que fazia qualquer um perder o foco. Ela e Bruno eram colegas de Alan na academia.

Mas ali, na tela do celular, estava o anúncio. Preço: 600 reais a hora + adicionais. Alan sentiu o sangue ferver de excitação e marcou o programa pelo chat anônimo. Pagou o sinal e combinou o motel na Zona Sul para as 22h. Usou nome falso. Ela não fazia ideia de quem estaria esperando por ela.

Quando bateram na porta, Alan abriu.

Fabiana entrou rápido, fechando a porta atrás de si como se fugisse de um fantasma. Tirou o moletom largo, revelando o top branco justo e a legging preta que marcava cada curva generosa. O cabelo longo caía sobre os ombros bronzeados. O corpo dela era exatamente como ele lembrava: ombros definidos, cintura fina e, principalmente, aquele bumbum enorme, firme e projetado.

Só então ela levantou o olhar.

Seus olhos verdes se arregalaram em puro terror.

— Alan...? — a voz saiu fraca, quase um sussurro sufocado. — Não… por favor, não pode ser você.

Alan fingiu surpresa, abrindo um sorriso lento e predatório.

— Caralho… você Fabiana?? Porra, que mundo pequeno…

Ela deu um passo para trás até encostar na parede, o rosto bonito empalidecendo.

— Alan… meu Deus… isso não pode vazar. O Bruno não pode descobrir nunca. Ninguém pode saber que eu faço programa. Eu imploro… por favor…

A voz dela tremia. As mãos pequenas apertavam a própria coxa grossa com força. Alan se aproximou, olhando de cima para a baixinha. Mesmo sendo apenas 1,65m, ele ainda se sentia grande perto dela.

— Relaxa, Fabiana. Eu não sou fofoqueiro. Mas eu paguei caro pra estar aqui hoje. Então você vai me tratar como qualquer cliente. Sem frescura.

Fabiana respirou fundo, o peito subindo e descendo rápido dentro do top justo. Medo, vergonha e resignação se misturavam em seu olhar.

— Tá bom… O que você quer primeiro?

Alan sentou-se na beira da cama e abriu as pernas.

— Quero essa sua boquinha safada no meu pau. Vem cá e me mama como uma boa puta.

Fabiana se ajoelhou devagar no carpete. Seus olhos verdes ainda carregavam pânico, mas ela tentou manter o controle profissional. Quando o pau de Alan saltou para fora, pesado, grosso e semi-duro, ela congelou.

— Meu Deus… Que rola grande da porra… — murmurou ela, os olhos verdes arregalados de choque genuíno.

O membro era desproporcional ao corpo dele. Grosso, venoso, com uma cabeça vermelha, inchada e enorme que parecia ainda maior diante do rosto pequeno dela.

Ela tentou envolvê-lo com as duas mãos, mas os dedos mal se tocavam. Conseguiu sugar apenas 2 cm da cabeça antes de recuar, tossindo, saliva escorrendo pelo queixo.

— Não consigo… é grosso demais — gemeu ela. — Alan, tem uma fita métrica na minha bolsa. Me dá ela.

Ainda ajoelhada, Fabiana mediu o pau com atenção, os olhos verdes brilhando de incredulidade enquanto lia os números em voz alta:

— 29 centímetros de comprimento… 18 cm de circunferência na base… 16,5 cm no meio… as bolas são pesadas… e essa cabeça… 7 cm de diâmetro, quase 22 cm de circunferência. É maior que a palma da minha mão… Que monstro do caralho…

Alan segurou o pau pela base e deu dois tapas leves com a cabeça grossa na bochecha dela.

— Agora chega de medir. Começa a mamar.

Fabiana respirou fundo e voltou a tentar. A cabeça quente e inchada enchia sua boca pequena, esticando os lábios ao limite. Ela chupava com dificuldade, saliva escorrendo em fios grossos, as mãozinhas trabalhando na base enquanto a língua lutava contra a glande vermelha. O peso e a grossura eram quase insuportáveis.

Depois de longos minutos mamando com vontade, ela tirou o pau da boca, olhando para cima com olhos úmidos:

— Alan… se você guardar meu segredo, eu te dou pra foder de graça toda semana. Sem cobrar nada. Pode me usar quando quiser… só não conta pro Bruno, por favor.

Alan sorriu, enfiando os dedos no cabelo longo dela.

— Boa menina.

Quando ele avisou que estava quase gozando, Fabiana acelerou, sugando com fome.

— Goza na minha boca… eu adoro leitinho quente. Goza bastante pra mim…

O orgasmo de Alan foi intenso. Jatos grossos, pesados e abundantes explodiram dentro da boca pequena dela. Fabiana arregalou os olhos verdes, chocada com o volume inacreditável. Suas bochechas inflaram, parte da porra quente escorreu pelos cantos dos lábios, descendo pelo queixo e pingando nos seios. Mesmo assim ela continuou sugando e engolindo avidamente, tossindo levemente enquanto ondas intermináveis enchiam sua garganta.

— Hmmm… — gemeu ela abafado, olhos lacrimejando.

Quando ele finalmente parou, Fabiana tirou o pau devagar da boca, ofegante, lábios inchados brilhando de saliva e esperma. Um fio grosso ainda ligava sua boca à cabeça vermelha.

— Caralho… quanta porra… tua porra é doce, nunca vi isso e olha que já bebi muita porra na vida... — murmurou ela, a voz rouca, ainda surpresa. — Vc vai guardar meu segredo?

Alan olhou para baixo, satisfeito, observando a baixinha malhada ajoelhada à sua frente, queixo e seios sujos de esperma.

— Por enquanto… sim. Agora fica de quatro. Eu quero sua buceta… e depois quero seu cu.

Ela arregalou os olhos verdes, o pânico voltando com força.

— Meu cu? Não, Alan… eu sou virgem no cu. Nunca fiz anal. Por favor, isso não…

— Esse é o preço do silêncio, gata. Se você quer que eu fique quieto sobre seus programas e sobre o Bruno, vai ter que me dar os dois buracos hoje. Agora vira de quatro.

Fabiana subiu na cama tremendo, virou-se de quatro e empinou o bumbum monstruoso. Alan puxou a legging e a calcinha para baixo, revelando a boceta inchada e molhada. Ele lambeu com fome, chupando o clitóris e fodendo ela com a língua até Fabiana gemer alto, rebolando contra sua boca.

Depois, posicionou o pau grosso na entrada da buceta e começou a penetrar. Fabiana soltou um gemido agudo:

— Ai… Alan… vai devagar… é muito grosso… tá esticando demais…

Centímetro por centímetro, ele abriu caminho dentro dela. Fabiana gemia sem parar, o corpo pequeno tremendo:

— Caralho… que rola… tá me abrindo toda… tá muito fundo…

Alan meteu com ritmo crescente, o bumbum enorme balançando a cada estocada. Fabiana gemia alto, uma mistura de prazer e desconforto:

— Devagar… por favor… sua rola é grande demais pra mim…

Depois de foder a buceta com vontade, Alan puxou o pau brilhante e deu um tapa forte no bumbum dela.

— Agora vai ser o cu.

Fabiana virou o rosto, olhos verdes cheios de pânico.

— Alan… espera… eu sou virgem no cu… por favor, não vai caber… vai doer demais…

Alan cuspiu no pau e pressionou a cabeça grossa contra o anelzinho rosado. Fabiana tensionou o corpo inteiro.

— Aaaaiii… caralho! Tá rasgando… é muito grosso! — gritou ela quando a cabeça entrou.

Alan foi devagar, mas implacável. Centímetro por centímetro, o pau enorme invadia o cuzinho virgem dela. Fabiana gemia alto, lágrimas de esforço escorrendo pelo rosto:

— Haaaaan… caralho… tá me partindo ao meio… nunca senti nada tão grosso… tá queimando… ai meu Deus…

O cuzinho apertado pulsava desesperadamente ao redor do pau dele. Alan começou a meter devagar, depois com mais ritmo, o bumbum enorme tremendo violentamente a cada estocada. Fabiana gemia descontrolada, voz rouca:

— Tá doendo… mas tá gostoso… sua rola tá me destruindo o cu virgem… não para… porra!

Alan acelerou, segurando firme na cintura dela. Quando o orgasmo se aproximou, ele grunhiu:

— Vou gozar dentro do seu cu.

Fabiana só conseguiu gemer em resposta:

— Goza… me enche… ahh!

Com um gemido rouco, Alan enterrou o pau o mais fundo que conseguiu e explodiu. Jatos grossos e quentes de esperma inundaram o interior do cuzinho virgem de Fabiana. Ela sentiu o calor intenso enchendo ela por dentro e soltou um gemido longo e trêmulo, o corpo pequeno convulsionando.

Quando Alan finalmente puxou o pau para fora, um fio grosso de porra escorreu do cuzinho vermelho e aberto de Fabiana, descendo pelas coxas dela.

Fabiana desabou na cama, ofegante, suada, o corpo marcado. Virou o rosto para o lado, olhos verdes semicerrados, voz fraca e rouca:

— Caralho… você me destruiu…

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