BRINCADEIRAS DA MINHA ESPOSA PT 1 A PESCA

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 3072 palavras
Data: 06/05/2026 12:17:36
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é João. Eu sou aquele cara que as pessoas param pra olhar na rua: 1,83 de altura, loiro natural, corpo bem sarado de quem treina todo dia em casa, olhos verdes bem claros que minha Viviane adora. Ela sempre diz que eles ficam ainda mais intensos quando eu tô com tesão. A gente mora em Rio Preto, num condomínio fechado bem chique chamado Figueira, cheio de gente de classe alta, muro alto, segurança 24 horas. Eu trabalho de casa, sou dono de um site grande de compras online. Fico o dia todo no laptop, só viajo algumas vezes por mês pra checar as coisas pessoalmente. Já a Viviane é influencer, vende perfume importado, joias e lingeries pras seguidoras dela. E cara... ela é uma delícia de mulher.

Viviane tem 1,70, loira com aqueles cabelos encaracolados que caem pelos ombros de um jeito que parece propaganda de shampoo. Cintura bem fininha, barriga lisinha de pilates, seios grandes e pesados que balançam gostoso quando ela anda. Mas o que mais chama atenção é a bunda dela. Gigante, redonda, empinada pra caralho, daquelas que enchem qualquer short e fazem os caras virarem o pescoço sem nem disfarçar. Ela não era magra não, era bem torneada, com carne nos lugares certos, pele dourada de quem vive tomando sol no quintal de casa. Tenho que admitir: ela era gostosa pra porra.

Meus pais estavam se mudando pra Europa e me passaram a responsabilidade da fazenda antiga deles, lá entre Araçatuba e Birigui, bem na beira do rio Tietê. Eu nunca fui muito de roça, tinha saído de lá com 16 anos pra estudar e nunca mais voltei direito. Mas a Viviane adorava esse tipo de coisa. “Vamos passar uns dias lá, amor. Pescar, relaxar, tirar foto pro Insta, respirar ar puro...” Ela fez três malas enormes: roupas, lanternas, cremes, maquiagem, secador... tudo. Eu só ri e fui dirigindo.

Chegamos, deixamos parte das coisas na sede chique com o Seu Zé, o caseiro de 69 anos, e fomos pro rio. Montei uma barraca grande num lugar bem bonito, perto de uma casa abandonada que parecia um antigo clube. Tinha vestiário, banheiros com chuveiro que ainda funcionavam, até luz tinha. Eu queria ficar lá dentro, mais confortável, mas ela insistiu na barraca. “Quero sentir a natureza de verdade, João. Quero ser mais rústica.”

No primeiro dia fomos só nós dois. Eu consegui pegar um pacu até grandinho, daqueles que dão trabalho pra tirar da água. Já ela... nada. Passou a tarde toda de biquíni branco, aquele modelo que marcava tudo. Os mamilos rosados dela ficavam bem evidentes contra o tecido fino, e sua bunda enorme brilhava toda untada de protetor solar enquanto ela ficava lá, frustrada, mexendo na vara de pesca.

— Poxa, amor... eu não peguei nada! — reclamou, fazendo biquinho, mas com aquele tom safado que ela usa quando tá irritadinha. — Não vou embora enquanto não pegar um peixe grande, hein. Nem que eu fique aqui um mês inteiro.

Eu ri, abracei ela por trás, sentindo aqueles seios pesados encostando no meu braço e a bunda macia roçando em mim. Depois montei a Starlink com a bateria de lítio que durava um tempão e fiquei trabalhando um pouco no laptop, na sombra das árvores.

Já era fim de tarde, o sol baixando e pintando o rio de laranja, quando comecei a ouvir vozes e risadas vindo de uns duzentos metros rio acima. Barulho de vara batendo na água, música baixa saindo de um celular. Fui caminhando até lá pra dar um oi. Sempre é bom saber quem tá por perto, né? E eles saberem que a gente também estava acampado ali.

Eram quatro adolescentes negros. Três rapazes fortes, altos, com aqueles corpos definidos de quem já trabalha ou joga bola desde moleque. Dois deles pareciam gêmeos idênticos, uns 18 anos, pele bem escura, músculos marcando nos braços e no peito. O mais velho, Antoni, tinha 19, um pouco mais largo e com um olhar mais sério. A menina era Luana, prima deles, 18 anos mas parecia mais nova, bem miúda. Magra, cintura fina, cabelo preso num rabo de cavalo longo e volumoso, olhos cor de mel que chamavam atenção. Apesar de ser bem magrinha, os peitos dela eram empinados pra caralho, quase desproporcionais pro corpo, marcando forte no vestidinho leve de algodão.

Quando eu me aproximei, os três irmãos me olharam de cima a baixo, avaliando. Mas foi Luana que me pegou de jeito. Ela não disfarçou nem um pouco. Seus olhos mel desceram devagar pelo meu peito, pararam na minha barriga, depois desceram mais um pouco pro short. Um sorrisinho apareceu no canto da boca dela, quase como se tivesse gostado do que viu.

Eu me apresentei normalmente:

— Boa tarde. Sou o João, tô acampado ali mais pra baixo com minha esposa. Só vim dar um oi pra gente saber que tem gente por perto.

Antoni apertou minha mão firme, quase testando força. Os gêmeos, Kayk e Enzo, trocaram um olhar rápido entre si e deram um sorrisinho de canto. Luana continuou me encarando, mordendo de leve o lábio inferior. Tinha um clima estranho ali... algo pesado, misterioso, como se eles estivessem escondendo alguma coisa. Senti um frio esquisito na nuca, mas ao mesmo tempo um calor subindo pela barriga. Não sei explicar direito.

Voltei pra barraca já quase noite. Viviane estava lá dentro, só de calcinha fio-dental branca, cabelos molhados do banho que tinha tomado no chuveiro da casa abandonada. Aquela bunda gigante, redonda e perfeita, apontada pra mim enquanto ela se curvava pra pegar uma roupa na mala. Os seios pesados balançavam livres, mamilos durinhos por causa do vento fresco da noite.

— E aí, amor? Quem era? — perguntou, virando o rosto pra mim com aquele sorriso que ela dá quando tá curiosa... e um pouco safada.

Contei sobre os quatro. Quando mencionei que eram três irmãos negros fortes e a prima miúda de peitos grandes, vi os olhinhos dela brilharem de interesse.

— Hum... interessante. Amanhã a gente pode chegar mais perto pra pescar junto, né? Quem sabe eu finalmente pego aquele peixe grande.

Ela se aproximou devagar, mão quente deslizando pelo meu peito, descendo até apertar meu pau por cima do short. Eu já estava meio duro só de pensar no que ia fazer. Acordei com o som do rio mais forte do que no dia anterior, aquela correnteza constante batendo na margem, o ar dentro da barraca já quente e abafado, grudando na pele. Meu corpo tava inquieto, meio latejando sem eu saber direito o porquê. Virei o rosto devagar no colchão inflável e dei de cara com a Viviane.

Ela já estava acordada. Deitada de lado, me olhando fixo. O lençol fino embolado na altura da cintura, o corpo praticamente todo exposto. Tava com o biquíni branco, mas colocado de qualquer jeito, como se tivesse vestido correndo depois de se tocar ou só pra me provocar. Uma das pernas levemente dobrada, abrindo um espaço delicioso entre as coxas. O tecido da parte de baixo tava bem encaixado, marcando a boceta inchada, os lábios grossos aparecendo em relevo. Parecia até mais apertado que ontem, enfiado na fenda.

Ela não desviou o olhar. Nem quando percebeu que eu tava descendo os olhos pro corpo dela. Só sustentou, com aquele sorrisinho pequeno e safado no canto da boca.

— Dormiu bem? — perguntou, voz baixa, preguiçosa, quase rouca.

— Dormi... — respondi, sentindo o pau já acordando dentro da cueca.

Ela se espreguiçou ali mesmo, sem pressa nenhuma. Esticou os braços pra cima, arqueou as costas, fazendo aqueles seios grandes e pesados subirem e balançarem. O biquíni mal cobria os mamilos rosados, que já estavam durinhos. A perna dobrou mais um pouco, abrindo ainda mais a virilha. O tecido branco ficou ainda mais grudado, marcando o contorno perfeito da boceta dela. E ela sabia. Sabia exatamente o que tava fazendo.

Mais tarde, já do lado de fora da barraca, Viviane escolheu o mesmo biquíni branco. Mas parecia outro. Ou melhor, ela parecia outra. O tecido tava mais justo, como se tivesse amarrado as laterais com mais força. A parte de cima mal continha os seios, o fundo da calcinha enfiado fundo entre as nádegas gigantes, deixando boa parte daquela bunda redonda e empinada à mostra.

Ela começou a passar protetor solar bem devagar. Braços, ombros, colo... as mãos deslizavam com calma, apertando de leve a própria pele, espalhando o creme como se estivesse se masturbando em câmera lenta. Virou de costas pra mim, aquela bunda enorme brilhando sob o sol da manhã.

— Passa pra mim, amor?

Me aproximei. Minhas mãos tocaram a pele quente dela, espalhei o protetor pelas costas, descendo pela cintura fina. Quando cheguei na curva onde a bunda começava, ela não se afastou. Pelo contrário. Deu um passinho quase imperceptível pra trás, encostando aquela bundona macia bem contra o meu pau, que já tava meio duro. Ficou ali, quietinha, respirando mais fundo, pressionando devagar, roçando de leve.

Eu segurei o máximo que consegui, sentindo o calor dela, o formato perfeito. Depois parei.

— Pronto...

Ela demorou uns segundos antes de se virar. Quando virou o rosto, o olhar tava diferente. Mais aceso, mais molhado. Quase faminto.

Fomos andando pro rio. E eles já estavam lá. Muito mais perto do que no dia anterior. Tinham mudado o ponto de pesca, como se quisessem ficar pertinho da gente.

Antoni acenou tranquilo, com um sorriso fácil. Os gêmeos Kayk e Enzo ficaram um pouco mais atrás, observando tudo. No começo o clima era leve: papo de futebol, todo mundo torcendo pro Corinthians, piada sobre pesca, qual isca era melhor. Eles eram gentis, educados até. Mas não era só isso. Nunca era só isso.

Viviane percebeu primeiro. Eu vi o exato momento. Um dos gêmeos deixou o olhar cair nos seios dela por um segundo a mais, tentando disfarçar. Ela pegou. E gostou.

A partir dali, ela mudou. Devagar, sem exageros, mas mudou pra caralho.

O jeito de andar ficou mais solto, mais consciente. Ela apoiava o peso mais num lado, inclinando o quadril, fazendo aquela bunda gigante balançar a cada passo. Quando se abaixava pra pegar a vara de pesca ou o cooler, fazia devagar. Descendo com as pernas um pouco abertas, subindo do mesmo jeito. Às vezes abria um pouco mais as coxas e o biquíni entrava fundo, marcando a boceta inchada, o tecido branco ficando quase transparente de tão grudado.

Num desses movimentos, ela levou a mão à lateral do biquíni e ajustou, puxando o tecido. O gesto foi simples, mas abriu a virilha por um segundo a mais, revelando boa parte da boceta lisinha, os lábios carnudos aparecendo. Rápido o suficiente pra parecer natural. Lento o suficiente pra que os três vissem.

E eles viram. Os três. Em silêncio. Atentos. Olhos grudados naquela carne exposta.

Enquanto isso tudo acontecia, a Luana jogava um jogo diferente.

Ela não participava diretamente das olhadas pros peitos e bunda da Viviane. O dela era comigo. Sempre. Mesmo quando parecia distraída — mexendo o pezinho na água, ajeitando o vestidinho leve que subia nas coxas magras, brincando com o rabo de cavalo —, os olhos cor de mel voltavam pra mim. Firmes. Parados. Medindo. Estudando cada reação minha.

Num momento ela se aproximou mais, sem fazer alarde. Ficou a poucos metros de mim, perto da margem. Entrou na água devagar. O vestido subiu com o movimento, revelando a calcinha branca simples por baixo. Ela segurou a barra... mas não baixou de volta na hora. Ficou ali, parada, com a água batendo nas coxas, olhando direto pra mim. Depois desviou o olhar, só pra voltar de novo, com um sorrisinho curto, quase escondido.

Viviane entrou na água logo depois. Caminhou devagar, sentindo o fundo com os pés. A água subiu pelas coxas grossas, pela cintura, molhando o biquíni que colou ainda mais no corpo. Os mamilos rosados ficaram bem marcados, quase como se ela estivesse pelada. Ela passou as mãos pelo cabelo loiro encaracolado, puxando tudo pra trás. O movimento deixou o pescoço exposto, os ombros brilhando, os seios empinados pra frente.

Ela não olhava direto pros garotos. Mas sabia. Sabia exatamente onde os olhos deles estavam e adorava cada segundo.

Eu fiquei no meio disso tudo. Sem falar muito. Só observando. Viviane cada vez mais solta, mais provocante, roçando a bunda “sem querer” quando passava perto deles. Luana quieta, mas constante, me comendo com os olhos. E os três irmãos... silenciosos, mas com aquele ar de quem tá esperando o momento certo. Quando voltamos pra barraca, o sol já tinha quase sumido atrás das árvores. Na beira do Tietê o escuro chega rápido, como se alguém apagasse as luzes de uma vez. O rio continuava seu barulho constante, misturado com o canto alto dos grilos. O ar tava mais fresco, mas ainda úmido, grudando na pele.

Viviane voltou elétrica. Não era cansaço, era pura tesão acumulado o dia inteiro. Assim que entramos na barraca, ela tirou o biquíni branco ainda molhado sem nenhuma cerimônia e ficou completamente nua. Os cabelos loiros encaracolados pingavam nas costas, gotas escorrendo pela curva da espinha até desaparecerem naquela bunda gigante, redonda e perfeita. Ela pegou a bolsa de maquiagem, uns cremes e o shampoo caro que tinha trazido.

— Amor, preciso gravar uns stories pra marca. É merchan do shampoo novo. Me filma rapidinho?

Eu peguei o celular, sentei na cama inflável e acendi a lanterna de forma suave. Ela abriu o potinho do creme cheiroso e começou a passar nos braços, depois desceu pros seios grandes e pesados. Apertava devagar, como se estivesse se acariciando pra valer, espalhando o creme branco brilhante na pele dourada. O top fininho que vestiu mal cobria nada — os mamilos rosados e grossos marcavam o tecido, durinhos, apontados pra frente. Ela olhava direto pra câmera, mordendo o lábio inferior, jogando os cachos pro lado, inclinando o corpo pra frente. Aqueles peitos pesados balançavam livres, cheios, desafiando a gravidade de um jeito que deixava qualquer um louco.

— Gente, esse shampoo é vida... deixa o cabelo sedoso mesmo depois de um dia inteiro no rio — falava com aquela voz mole, rouca, bem safada, passando os dedos devagar entre os cachos. Depois virou de costas, empinou aquela bunda gigante pra câmera, o fio-dental quase sumindo no meio das nádegas macias e empinadas. — E o cheirinho... hmm... meu marido não me larga quando eu uso isso aqui.

Eu tava suando. Meu pau latejava dentro da bermuda enquanto filmava cada movimento dela. Quando finalmente desliguei o vídeo, ela riu baixinho, jogou o celular na mala e me olhou com aquela cara de quem ainda não tinha terminado.

Mas a bateria da Starlink tava no vermelho. Se não carregasse, eu ia ficar sem internet pro trabalho no dia seguinte.

— Vou levar lá na casa abandonada, amor. Lá tem tomada. Deixo carregando a noite toda.

Viviane fez um biquinho, já deitada de bruços no colchão, só de calcinha fio-dental. Aquela bunda enorme pra cima, as costas arqueadas, mexendo no celular distraidamente.

— Volta logo, hein...

Peguei a lanterna e fui. A casa velha era fria por dentro, cheirava a mofo antigo, cimento úmido e abandono. Entrei no vestiário, liguei a bateria na tomada e conferi se tava carregando direitinho. Estava.

Foi aí que eu ouvi.

Vozes baixas. Risadas abafadas. Um barulho molhado, ritmado... pele contra pele, mão deslizando rápido.

Meu corpo travou. Andei devagar, pé ante pé, até a porta entreaberta do outro cômodo. Espiei pela fresta.

Os três estavam lá. Antoni, Kayk e Enzo. De costas pra mim, bermudas abaixadas até o meio das coxas grossas e musculosas. Mãos pra frente, movimentos duros, rápidos, quase desesperados. Eles tavam se masturbando com força. Não dava pra ver os paus direito, só as costas largas, os ombros subindo e descendo, os músculos das bundas contraídas.

E falavam baixo, ofegantes:

— Caralho, mano... aquela Viviane é muito gostosa pra porra — soltou um deles, voz arrastada de tesão. — A mina mais linda que eu já vi na vida. Aquela bunda... puta que pariu.

— É foda — respondeu outro, parando meio segundo só pra respirar mais fundo. — Pena que o marido dela é gente boa pra caralho. O João é da hora, mano. Não dá pra fazer sacanagem.

— É sim — confirmou Antoni, sem parar o movimento da mão. — João é gente boa. A gente não vai dar em cima da mulher dele, tá ligado? Máximo que a gente faz é bater uma pensando nela mesmo...

E continuaram. O som das mãos batendo rápido, respiração pesada, gemidos presos na garganta. Meu coração batia forte no peito.

Aí um deles riu fraco:

— Só que a Luana... mano, a Luana tá apaixonada no João. Cês viram como ela olha pra ele o dia inteiro?

Os outros dois riram junto, ainda no ritmo da punheta.

— Calma, véi — disse Kayk. — Ela é determinada pra porra, mas a Luana é virgem. Duvido que ela tenta alguma coisa. Vai ficar só na vontade mesmo.

— Verdade — completou Enzo. — Mas amanhã cedo a gente chama eles pra almoçar com a gente. Pescamos uns peixes grandes hoje. Vamo assar ali, trocar ideia, ficar mais próximo.

— Fechado — disse Antoni. — Vamo ser de boa. Respeito total com o João.

Saí dali na ponta dos pés, coração na garganta, a cabeça completamente fervendo. Voltei pra barraca com as pernas meio bambas.

Uma sensação estranha me dominava. Não era raiva. Não era ciúme puro. Era... curiosidade. Um fogo esquisito, quente, subindo pela barriga. Eu tinha visto como a Viviane provocou os três o dia inteiro — rebolando, abaixando devagar, ajeitando o biquíni pra mostrar a boceta. Ela sabia exatamente o que tava fazendo. Mas eles... eles me respeitavam. Falavam de mim como se eu fosse irmão mais velho deles.

E a Luana... virgem, mas louca por mim.

Entrei na barraca tentando ficar quieto. Viviane tava deitada de lado, só com o fio-dental, uma perna dobrada pra cima. A bunda gigante desenhada pela luz fraca da lanterna, os seios pesados amassados no colchão, mamilos ainda durinhos. Ela me olhou com aqueles olhos molhados, famintos.

— Demorou... — sussurrou.

Não falei nada. Tirei a bermuda devagar, o pau duro pra caralho pulando pra fora. Ela abriu um sorriso safado, puxou minha nuca e me beijou com fome, língua quente e molhada entrando na minha boca. Aquela noite a gente fodeu como se o mundo fosse acabar. Eu peguei ela de quatro, segurando aquela bunda gigante com força enquanto metia fundo, ouvindo ela gemer meu nome. Gozei pensando nos três se masturbando por ela... e na Luana me olhando com aqueles olhos cor de mel.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Gabriellll a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 355Seguidores: 460Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários