A sinistra história de Margô e Samanta, mãe e filha
conto nºde Marcela Araujo Alencar
Tema: Mãe puta, filha virgem, sequestro, estupro, cativeiro, prostituição.
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Na mansão da família Almada Dálmata tudo era alegria. Nos salões internos e na área externa, no entorno da piscina e nos salões de jogos e na sauna, um barulhento grupo de amigos e colegas, se diverte à rodo. O motivo da festiva reunião é a comemoração da bodas de porcelana de Afonso Almada Dálmata e Margô Fonseca Dálmata. Ele é o ceo do Grupo Dálmata &Filhos, um conglomerado de companhias da área de alimentos espalhados por todo país, em condomínio com seus irmãos Heleno e Cristiano. O Grupo, de administração familiar formado há mais de 120 anos, atualmente é dirigido pelos três irmãos.
Margô com 36 anos ainda conserva sua beleza de rosto e corpo, pois nunca deixou de se cuidar, frequentando academia e salão de beleza, é uma loira com 1,70 de altura. Sua filha, Samanta com 1,66 é uma adolescente tão formosa como a mãe e as duas sabem que são motivos de olhares dos homens convidados, quase todos servidores de diversos níveis das empresas do grupo de companhias do esposo e se divertem circulando no meio deles, pois mãe e filha são bastante vaidosas e para dizer a verdade, são também fogosas. Margô abusa do seu poder de sedução e se diverte com isso, vestindo roupas que mostram muito do seu belíssimo corpo e sua filha Samanta, segue no mesmo ritmo da mãe, apesar de ser bastante jovem. Rica e coquete a garota se molda em Margô, mas como é uma jovem com pouca noção de seus atos, faz isso só por divertimento, ao contrário da filha, Margô leva a sério seu poder de sedução e apesar de amar o marido, ela, sem medir consequências já lhe foi infiel algumas vezes, ou melhor dizendo, muitas vezes; pois isso está em seu DNA. Sua primeira traição, ocorreu no segundo ano de casada e ocorreu em sua própria casa e por incrível que possa parecer, foi com o irmão de Afonso, seu cunhado Heleno, qualificando a traição ainda mais horrível. Depois disso, não parou mais de trair o marido, novamente com Heleno e até com Cristiano, o outro cunhado. Teve casos com dois rapazes na academia de ginastica que frequenta, com três colegas de Afonso, do escritório central do grupo. A lista é grande, difícil de saber quantos outros parceiros de cama Margô teve durante estes vinte anos de “plena felicidade conjugal” .
vive na corda bamba, mas como boa artista se mantém sobre o fio sem perder o equilíbrio, de tal forma que só uma pessoa sabe do seu sombrio segredo, o seu motorista particular, mas o negro Sebastião é convencido a se manter com a boca fechada, lógico que vez que outra, ele recebe um abono especial por parte de sua patroa, no banco da limosine. Verdade que Margô passou a apreciar a enorme ferramenta de Tião, a maior que ela conhece e que ele sabe manobrar com perícia, como bom motorista que é.
Na festiva comemoração, Margô ao lado de Samanta e de todos os convidados erguem suas taças de champanhe, depois que Heleno, seu cunhado faz um pequeno e comovente discurso se referindo ao amor que une o casal Afonso e Margô ao longo de vinte anos de matrimônio, que floresceu ainda mais com a pequena e bela filha, Samanta. Afonso abraça o irmão agradecendo palavras tão gentis e Margô é felicitada por Cristiano, seu cunhado mais novo, enquanto observa um dos garçons do bufê servir mais uma taça de champanhe para Samanta, ela chama atenção da filha a respeito lhe dizendo que ela é muito novinha para estar bebendo champanhe. A jovem sorri para sua mãe e entrega a taça para seu tio Cristiano, que bobo não é e sempre que pode, continua a foder sua belíssima e fogosa cunhada.
Depois da saudação das bodas de porcelana, Samanta se aproxima de seus amigos e colegas do colégio e longe da mãe ela se serve de mais champanhe, acompanhando as garotas e rapazes, que também bebem. Ela sempre de olho na mãe e no pai, que não querem que ela beba nada que tenha álcool, mas Samanta longe deles já está na quarta taça do espumoso.
Ela está bastante feliz por ver o amor que une seus pais e por estar no meio de seus amigos comemorando os vinte anos de união deles. Samanta como é lógico de se supor, não foge à regra e como as demais amigas, só permite aos seus amigos que chupem seus mamilos, ela mais cuidadosa que suas colegas, lhes fala que abaixo sua cintura é tabu.
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Aos poucos os convidados vão se despedindo e às 21:00, só os parentes mais próximos estão reunidos na sala da mansão e enquanto a equipe de empresa de bufe contratada, inicia a limpeza da área externa.
As 23:00, Samanta em seu quarto, curte o pileque ocasionado por seis tacas de champanhe que bebeu as escondidas de seus pais.
Todos na casa deveriam estar dormindo, mas ela escuta vozes vindo do corredor ao lado de seu quarto, curiosa, mesmo vestindo uma curta camisolinha, entreabre a porta e vê que são seus tios Cristiano e Heleno que estão indo para seus quartos ao lado do dela e eles trazem cada qual garrafas de champanhe.
Heleno a olha e pergunta se ela aceita beber mais um gole do espumoso com eles. Samanta fica em dúvida, pois percebe que os tios estão de pileques e falam enrolados, muito mais Cristiano e é ele que a segura pelo braço e a puxa para o quarto deles.
- Venha sobrinha, vamos terminar a noite em grande estilo.
Ela fica em dúvida pois debaixo de sua pequena camisolinha não veste nada. Mas quando percebe já está no quarto dos tios e eles rindo lhe servem taças de champanhe e sem que protestasse já entornou mais três e agora totalmente embriagada está estendida numa das camas de meio-casal totalmente nua e Cristiano a enlouquece chupando seu saliente clitóris e Heleno lambe seus mamilos.
Samanta não tem condições de se opor aos seus tios que estão na eminencia de a estuprarem e eles a posicionam de lado para que possibilite a dupla penetração.
Heleno empurra com força o membro para o cu da sobrinha, mas está tão embriagado que não tem ereção completa, o pênis se dobra e não a invade e por graças dos céus, o mesmo se dá quando Cristiano tenta penetrar a virgem vagina da sobrinha, ele não consegue.
Por quase vinte minutos ficam nesse entra não- entra, até que Samanta se sente incomodada, imprensada no meio de seus tios pesadões e mesmo alcoolizada como está, consegue sair do meio deles, se veste e consegue voltar ao seu quarto, ainda virgem ou melhor conceituando, meio-virgem.
Toda esta estranha situação perdurou por quase uma hora, não mais que isso e Samanta não tem pouca ideia do seu quase estupro pelos canalhas de seus tios. pois o excesso de álcool em seu sangue a fez quase esquecer do acontecido, mas sua libido sabe e com isso sua boceta e ânus estão pegando fogo.
Por volta das 3:30 depois de uma demorada ducha de água fria, se sente bem melhor. A tesão que sentia amenizou. Sai do banheiro anexo do seu quarto e da janela pode ver a piscina lá embaixo e lhe vem a ideia estapafúrdia de dar uns mergulhos, pois já são quase 04:00. Escolhe um biquini e procurando não fazer barulho para não perturbar o sono de seus pais, que dormem no quarto ao lado do dela, desce as escadas. Abre de mansinho a porta de correr que acessa a área externa e não necessita ligar a iluminação, pois o luar é o suficiente.
Samanta está se dirigindo para a piscina quando percebe que o salão de jogos está com a iluminação ligada, acha estranho, pois o local normalmente fica às escuras. Não dá muita importância ao fato, mas ao chegar na borda da piscina, algo chama sua atenção, observa, pela janela que filtra a iluminação do salão, uma sombra. Então sabe que alguém está lá no salão de jogos. Mais curiosa que receosa, decide ir ver quem está a essa hora no salão.
Abre a porta lentamente e no aposento parcamente iluminado só vê as mesas e aparelhos de jogos; a luz que viu foi do outro aposento, onde estão as poltronas para descanso, uma pequena copa e dois toaletes. Escuta vozes vindo de lá e lentamente abre de mansinho uma fresta, onde possa ver o interior, sem ser vista.
Seu coração dispara, pois percebe que são três homens que reconhece, são membros do bufe que o pai contratou e dois deles estão despidos sobre o grande sofá fazendo sexo duplo em uma mulher e o terceiro apenas os observa, acha que esperando a vez de trepar na fulaninha.
A mulher está de lado com os dois a fodendo, não consegue saber quem ela é, mas pelo pouco que pode ver, acha que é uma das garçonetes do próprio bufe.
Samanta que nunca pensou em um dia pudesse ver tal cena, fica fascinada vendo o sexo grupal que se desenrola há poucos metros dela. Nem lhe passa pela cabeça de como o grupo conseguiu permanecer no local depois que todos os veículos do bufe saíram.
Entretanto escutando os gemidos de prazer da mulher e o som dos corpos se chocando, algo muito singular começa a nascer em Samanta. Ela quase sem perceber, sente que sua Larissa fica úmida, proveniente do prazer que a invade e sua mão desce para a calcinha de seu mini biquini e com os dedos começa a se masturbar. Em um par de minutos, Samanta explode num violento orgasmo, o primeiro que sente tão forte, muito mais do que sente quando se masturba sob as cobertas de sua cama. Porém envolvida em prazer tão intenso, perde o equilíbrio e seu corpo encosta na porta, que com o peso abre por completo e ela cai de cara no chão, fazendo com que o grupo envolvido no sexo grupal se volte para ela.
São eles, o chefe do pessoal do bufe e seu assistente e o terceiro, o motorista de uma das camionete do grupo. Eduardo, Anselmo e Luiz são surpreendidos com o súbito abrir da porta e mais surpresos ficam ao ver uma garota praticamente nua, caída no piso e com a mão ainda dentro da calcinha preta que veste. Eles envolvidos no sexo duplo sobre o sofá, se “desengatam” com seus membros ainda duros, Eduardo sai do ânus da mulher tão rápido que até faz um som parecido com um peido abafado e Anselmo se retira da buceta e os dois se entreolham assustado e Eduardo, exclama:
-Caralho, fomos descobertos, Anselmo!
Os dois se unem a Luiz e os três se aproximam da garota no chão, abismados com o que estão vendo, é a filha do senhor Afonso, vestida tão somente com um mini biquini.
- Puta que pariu, vejam, ela é tão gostosa como a mãe!
Embalados pela droga que tomaram durante a orgia com a mulher, sem muito percepção no que estão a fazer, levantam a garota. É Anselmo que com ajuda de Eduardo a levantam do chão. Ela que ao sentir muitas mãos em seu corpo, toma ciência do que estar acontecendo e aterrorizada começa a se debater e quando pensa em botar a boca no mundo, a mão espalmada de Eduardo em sua boca a faz se calar.
- Não berre garota, senão vais acordar todo mundo!
Samanta é colocada sobre o encosto de um outro sofá quase ao lado de onde a outra mulher também drogada e nua tenta se erguer para ver o que está acontecendo. Luiz se aproxima dela e lhe fala:
- Fique deitadinha aí, senhora Margô, é apenas sua filha gostosa que veio se juntar a nossa farra.
- Mas como pode ser isso? Samanta é virgem!
- Mas acho que como a senhora, ela gosta de mentir, veja lá no sofá, ela está nua e Anselmo e Eduardo estão fazendo a festa com ela, que não protesta em nada, está vendo?
Samanta, sente a boca de um deles praticamente dento da sua, agindo como uma mordaça. Enquanto sente mãos arrancarem as duas peças de seu biquini e invadirem suas intimidades. Ela está desesperada e com a força da adrenalina se torce e retorce para evitar seu iminente estupro, sente dedos invadirem sua boceta, enquanto o outro começa a chupar seus seios e mamilos.
Margô mesmo com a bebidas e drogas circulando em seu sangue, capta Luiz a lhe dizer......, é apenas sua filha gostosa que.... todo o resto do que ele está a lhe falar, não tem relevância nenhuma. Seu instinto de mãe, que a tudo supera, a força se erguer e como uma loba feroz investe sobre os dois homens que estão violentando sua querida filha.
Samanta em pânico e desespero, vê sua mãe se agarrar com unhas e dentes sobre os dois homens que estão por cima dela e sente que necessita ajudá-la, se ergue e se atira sobre os dois homens, mas ela é como um peso leve lutando com peso pesados e ainda vê com o canto do olho o terceiro homem se aproximar e com horror percebe quando ele com um objeto na mão, talvez um pedaço de pau, desfere uma forte pancada na cabeça de Margô que com um grito, cai desfalecida, com os loiros cabelos manchados de vermelho. Mas não tem tempo para nada, quando um violento empurrão em seu ombro a faz se chocar com força contra uma parede e uma forte dor, como se algo estivesse se partindo em sua clavícula.
Com Margô inerte e Samanta gemente de dor os três homens se entreolham, parecendo que as drogas que circulam em seus sangues, ainda os mantém com as mentes agressivas, mas assustados com o rumo dos acontecimentos.
- Puta merda! Vejam que tremenda enrascada nos metemos? Era somente aceitar o convite da madame para a comer aqui e depois irmos embora e agora temos mãe e filhas inertes e machucadas!
- Luiz, vamos dar o fora e as deixar aí, é o melhor que temos de fazer.
- Tá doido Anselmo? Quando o corno do marido ou os empregados da mansão acharem as duas, elas vão abrir a boca, principalmente a garota, e aí nós estaremos fodidos, será cana na certa.
- Então não temos outra saída ; a não ser evitar que elas nos denunciem.
- Que é que tu está dizendo, Eduardo?
- É isso mesmo que tu tá pensando, cara. Não vou pegar cana novamente por causa dessas duas aí.
- Como vamos fazer isso, Anselmo? Aqui não dá pé, temos de as levar pra um lugar onde os presuntos não possa ser encontrados. Ninguém sabe que a gente ficou aqui na mansão delas, podemos usar isso a nossa favor.
***
O Sol já está querendo surgindo entre as copas das árvores no topo da montanha circunvizinha da cidade quando a camionete com o logotipo do bufê estaciona com Margô e Samanta, amarradas e amordaçadas caídas entre os vãos dos bancos.
- Luís, aqui é um bom lugar para desova estas duas,
- Ancelmo, também acho, mas me veio uma ideia. Antes vamos foder a filha da coroa, pois senão me engano, ela falou que a garota é virgem.
O três bandidos deixam Margô no salão da camionete e conduzem Samanta para fora e a colocam estendida sobre uma lona que tinham no veículo, a liberam das cordas e da mordaça e como já está nua, num segundo, eles também estão despidos e como lobos famintos começam a estuprar Samanta, Luiz a penetra pela vagina, enquanto Eduardo a sodomiza e Anselmo, paciente, espera sua vez de a foder, Samanta, grita de dor e não suportando a estupida dupla invasão, perde os sentidos.
Duas horas depois, plenamente satisfeitos pelo triplo estupro de Samanta, eles enrolam o corpo ensanguentado da jovem na lona preta e fazem o mesmo com Margô, numa segunda lona. e começam a cavar um buraco raso, para enterrar mãe e filha.
Tão entretidos estão na sinistra tarefa que nem percebem a aproximação de seis homens. São soldados do traficante Cara Marcada, o “dono” do Morro Macaco Pelado, morto nesta noite por uma força policial que invadiu a comunidade, justamente para o prender. O grupo de marginais, conseguiu escapar do cerco policial e buscar abrigo na mata que conhecem bem, foi quando, com surpresa deram de cara com os três homens cavando um buraco para enterrar dois “presuntos enrolados em lonas.
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Tião Preto, que herdaria a vaga de Cara Marcada, tomou a decisão na hora,
- Vamos nos apoderar da camionete e em vez de dois presuntos serão cinco a serem enterrados. Entretanto ao examinar quem seriam os dois presuntos que os 3 homens iriam enterrar, tiveram dupla surpresa, eram duas mulheres brancas, loiras, que apesar de estarem bastantes machucadas, ainda estavam vivas.
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Dois anos depois
Margô e Samanta, mãe e filha estão no grande barracão de Tião Preto, onde dividem a cama com os seis soldados. Elas já estão viciadas em serem mulheres dos seis homens, principalmente Samanta, que numa mesma mesma noite, pula de rede em rede para oferecer o cu ou a boceta para seus belos negões. A jovenzinha se tornou viciada em sexo e dependente de drogas, tal como Margô, sua mãe. Entretanto o que Samanta mais gosta, não é ser fodida pela vagina ou pelo cu, mas sim se
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Esta situação persiste até que uma força policial invade o morro e mata Tião Preto e quase a totalidade de seus “soldados”.
No meio de todo disparo das amas, Samanta e Margô, aterrorizadas em meio ao fogo cruzado, conseguem escapar pelos fundos do barracão e quase que se mijando de tanto medo, ficam escondidas na mata, por dois dias e duas noites e só quando acham que tudo voltou ao normal no morro é que saem do esconderijo e seguindo as trilhas começam a subir para o cume da comunidade, até que chegam no bordel do Malaquias e pedem abrigo.
- Malaquias, você sabe que nossos homens foram mortos pelos pés chatos, então eu e minha filha queremos ficar aqui trabalhando no teu bordel.
- Podem ficar, mas informo que aqui o dia de descanso é só na segunda-feira. Pago 20,00 por cliente e exijo no mínimo 6 por noite.
- Mas estou curioso, agora que estão livres porque não desceram para o asfalto, para suas famílias?
- Tá louco, Malaquias? Aqui eu e mamãe podemos fazer o que mais gostamos, foder com estes negões deliciosos e te drogas ao nosso alcance.
Desde este dia em diante, de terça-feira a domingo, Margô cobre sua cota de seis homens por noite, já Samanta, mais faminta por sexo, atende até oito clientes, isso perdura até o presente momento.
FIM
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Obrigada