Sou Lúcia (54 anos). Viúva há quatro anos. Pentelhos brancos/grisalhos na buceta, seios caídos mas bonitos, tesão acumulado de anos de casamento com um homem de pau pequeno. Adora ser humilhada e chamada de "velha". Helena (52 anos) – melhor amiga. Casada há trinta anos com um homem que não a toca mais. Depilada, buceta lisa, experiente, safada. Sofia (49 anos) – melhor amiga. Casada com um caminhoneiro que passa semanas fora. Loirinha natural, pelos loiros na buceta, ousada e sem vergonha. Marcos (28 anos) – professor de natação. Corpo de nadador. Pau de 24 cm, grosso, cabeça roxa. Olhos verdes, sorriso discreto.
O professor de natação da academia mudou de cidade e foi contratado Marcos. Tinha 28 anos, corpo de nadador – ombros largos, cintura fina, pernas fortes, poucos pelos. Cabelo castanho, olhos verdes, um sorriso que aparecia pouco mas que quando aparecia deixava qualquer mulher de joelhos. Ele tinha sido contratado para substituir o antigo professor, que tinha se mudado para o litoral. E a notícia correu rápido entre as alunas do grupo de adultos.
Eu era uma delas. Meu nome é Lúcia, tenho 54 anos, sou viúva há quatro. Meu marido faleceu de infarto, e desde então eu vivia sozinha. Não sozinha de solidão – sozinha de cama. Minhas amigas, Helena e Sofia, também eram alunas do grupo. Helena tinha 52 anos, era casada há trinta com um homem que já não a olhava mais – punheta e pornô no celular, ela dizia. Sofia tinha 49 anos, casada também, mas o marido era caminhoneiro, passava semanas fora. As três treinávamos juntas todas as terças e quintas, sempre no mesmo horário, sempre na mesma raia.
Quando Marcos entrou na área da piscina pela primeira vez, vestindo a sunga azul-marinho, o silêncio foi absoluto. Eu olhei para Helena. Helena olhou para Sofia. Sofia olhou para o volume na sunga. E o volume era impossível de ignorar. Não era um pau comum. Era um pau que parecia ter vida própria, um pau que marcava a lycra como se estivesse pedindo passagem. Eu nunca tinha visto nada parecido – meu marido, coitado, tinha um pau pequeno, daqueles que mal faziam volume na cueca. Aquele homem parecia que estava carregando uma manga dentro da sunga.
Helena foi a primeira a falar, em um sussurro que só nós três ouvimos: "Olha o tamanho daquilo, minha filha. Meu Deus do céu." Sofia riu baixo. Eu não consegui rir. Eu fiquei olhando, tentando disfarçar, tentando não ser pega. Mas os pentelhos brancos da minha buceta estavam escapando pela lateral do meu maiô – algo que sempre acontecia, porque eu nunca me depilei direito, e os pelinhos grisalhos teimavam em sair para fora do tecido. Marcos me viu ajeitando o maiô e sorriu. Foi o primeiro sorriso – rápido, discreto, mas eu vi. E senti minha buceta molhar na água morna da piscina.
Marcos era profissional, mas não era cego. Ele explicava os exercícios com calma, corrigia a posição do corpo, segurava na cintura das alunas para alinhar a coluna. Quando ele segurou na minha cintura, os dedos dele pareciam ferros quentes. Ele falou algo sobre respirar na hora certa, mas eu não ouvi nada – só senti a mão dele, só vi os olhos verdes, só pensei no volume da sunga. Quando ele tirou a mão, eu vi que ele olhou para a lateral do meu maiô. Para os meus pentelhos brancos que escapavam. Seus olhos verdes brilharam. Ele mordeu os lábios.
Depois da aula, no vestiário, Helena e Sofia vieram até mim. Rimos dos pentelhos. Rimos do volume. Sofia tinha uma reunião de família e não pôde ir ao happy hour. Ela foi para casa. Eu e Helena fomos para o bar.
Ficamos só nós duas – duas mulheres maduras, uma viúva, outra cansada do marido que não a tocava, com uma garrafa de vinho e três horas pela frente. A conversa começou leve – os filhos, o trabalho, o preço do aluguel. Depois escorregou para o sexo. Sempre escorregava.
"Você sentiu tesão hoje?", Helena perguntou.
"Senti. Desde que ele entrou na piscina."
"Eu também. Meu marido já nem me toca. Ele só vê pornô no celular e bate punheta. Nunca me chupa. Nunca me beija. Nunca me procura."
"O meu morreu."
"Pois é. A gente tem que se virar sozinha."
Fomos para minha casa. Trancamos a porta. Tiramos os vestidos. Ficamos de calcinha. Helena tinha uma calcinha de renda preta, eu uma calcinha de algodão branca que não escondia os pentelhos. Ela olhou para os meus pelos brancos escapando pelas laterais.
"Você nunca depila?", ela perguntou.
"Nunca. Meu marido não ligava. E o professor parece que gostou."
"Gostou mesmo. Eu vi o olho dele brilhar."
Fomos para o quarto. Abri a gaveta de brinquedos. Tirei os três consolos que tinha – um pequeno, de 13 centímetros, rosa; um médio, de 16 centímetros, preto; um grande, de 20 centímetros, transparente, com veias pintadas. "Escolhe", eu disse. Helena pegou o médio. Eu fiquei com o grande. "E o pequeno?" "O pequeno é para iniciante. A gente não é mais iniciante."
Sentamos no sofá. Cada uma com seu vibrador. As calcinhas no chão. Os vestidos levantados. As bucetas à mostra – a dela depilada, lisa, rosada, inchada de tesão; a minha com os pentelhos grisalhos escapando pelos lados, molhados, brilhando sob a luz do abajur.
"Vamos bater uma juntas?", ela perguntou.
"Vamos."
Eu disse: "Fica de frente para mim. Quero ver você gozar." Ela disse: "Fica de frente para mim. Quero ver você gozar também."
Começamos. Ela enfiou o vibrador na buceta – o preto de 16 – e eu enfiei o transparente de 20. Os dedos nos grelinhos, os olhos nos olhos, as bocas abertas, os gemidos baixos.
"Pensa nele", Helena disse. "Pensa no professor."
Pensei. A buceta contraiu. O vibrador entrou mais fundo. Um gemido escapou dos meus lábios – um gemido alto, molhado.
"Porra, Lúcia... você está apertando?"
"Estou. Estou pensando como seria ele me comendo. Com aquele pau enorme."
"Você não ia aguentar."
"Eu ia tentar."
Será que ele gosta de mulher mais velha?", ela perguntou, ofegante.
"Gosta. Eu vi o jeito que ele olhou para os meus pentelhos."
Helena gozou. Gozou gritando o nome do professor. "MARCOS!" O grito ecoou pela sala. Eu gozei de novo só de ouvir.
Depois que gozamos, ela olhou para mim com os olhos brilhando. "Lúcia, eu quero saber de tudo. Como foi que você começou a brincar com vibrador? Me conta tudo. Eu nunca fiz nada assim com outra mulher. Foi minha primeira vez. Me ensina."
Eu contei. Contei como eu comprava os consolos escondida, como usava na banheira, como me masturbava pensando no marido que não dava prazer. Contei como comecei a fantasiar com mulheres também, como lia contos eróticos na internet, como desejava ter uma amiga para brincar junto.
"Eu quero fazer isso de novo", ela disse.
"Vamos fazer. Todas as semanas. Até a gente chamar o professor."
"Você acha que ele vai topar?"
"Ele vai. Nós somos três bucetas carentes. Ele é um homem com um pau enorme. A matemática é simples."
Rimos. Nos beijamos. A língua dela na minha boca, o gosto do gozo dela, o gosto do meu gozo. Os seios se apertando, os mamilos duros. Os dedos nos cus. Ficamos ali, ofegantes, os corpos ainda tremendo, as bucetas pulsando. O cheiro do sexo preenchia a sala.
"Hoje foi só brincadeira", eu disse, ainda com os dedos na minha buceta. "Mas amanhã a gente planeja."
No dia seguinte, contamos tudo para Sofia. Ela já estava louca de curiosidade, ligou para mim antes mesmo do café da manhã. Contei sobre os vibradores, sobre os gemidos, sobre a gente se beijando, sobre os dedos nos cus.
Sofia ficou em silêncio por um momento. Depois, a voz ficou mais baixa, mais íntima.
"Eu também fiz uma coisa ontem. Depois que eu cheguei em casa. Vocês duas estavam lá gozando juntas, e eu fui para casa sozinha. Cheguei em casa, tranquei a porta do quarto, abri a gaveta de brinquedos. Tinha uns cinco, de todos os tamanhos. Escolhi o maior, um consolo de 18 centímetros, preto, grosso, com veias saltadas. Enfiei na buceta. Enfiei no cu. Enfiei na buceta de novo. Gozei quatro vezes."
"Quatro vezes?", Helena perguntou, impressionada.
"Quatro. Enquanto eu me masturbava, eu fechei os olhos e pensei nele. No Marcos. Na sunga. No volume. Naquele pau balançando quando ele andava."
"E o seu marido?", eu perguntei.
"O meu marido estava na estrada. Ele ligou no meio da noite. Perguntou se eu estava com saudade. Eu disse que sim. Perguntou se eu estava molhada. Eu disse que sim. Ele pediu para eu me masturbar pensando nele, que ele ia se masturbar pensando em mim. Eu me masturbei pensando no Marcos. Gozei pensando no Marcos. Ele gozou pensando em mim. Ele gozou achando que a minha buceta estava molhada para ele. Mas não estava. A minha buceta estava molhada para o professor. Ele é corno virtual e nem sabe."
As três rimos. Nos chamamos de safadas, vadias, pervertidas — com orgulho.
"Você já estava com tesão antes de saber o que a gente fez?", perguntei.
"Já. Desde a aula. Desde que eu vi ele na sunga."
"Então a gente precisa fazer um plano."
Foi Helena que teve a ideia. "Uma aposta. Quem conseguir provocar o professor de forma mais ousada, quem fizer o pau dele ficar mais duro, quem chegar mais perto de uma transa. Ganha um jantar em qualquer restaurante. Pago pelas outras duas. O professor vai ser o juiz. Ele não vai saber da aposta, mas ele vai ser o juiz."
"Jantar caro", Sofia disse. "Com vinho caro. E sobremesa."
"E o professor?", eu perguntei. "O professor é o prêmio ou é só o instrumento?"
"O professor é o prêmio. O jantar é a cereja do bolo."
"Combinado."
A aposta estava lançada.
Helena foi a primeira. Ela era a mais velha, a mais experiente, a que tinha menos a perder – o marido já não ligava para ela, já não olhava para ela, já não a procurava. Ela podia fazer o que quisesse.
Ela escolheu uma terça-feira – dia de aula de natação. Chegou mais cedo, usou um maiô que não usava há anos: um maiô preto de lycra, aberto dos lados, deixando a bunda quase toda de fora. Os seios marcavam, os mamilos apareciam por baixo do tecido fino. Ela tirou o forro do maiô para a calcinha ficar mais transparente.
Marcos estava na borda da piscina. Quando viu Helena, parou a frase no meio. "Bom dia, Helena. Você... está diferente." "Estou? Foi o cabelo. Cortei." O cabelo estava igual. O que estava diferente era a bunda, os seios, a buceta que aparecia pelas laterais do maiô preto.
Ela entrou na água. O maiô ficou transparente. Os seios ficaram à mostra. Os mamilos – escuros, grandes – apareciam como dardos. A buceta – depilada, lisa, inchada – aparecia como um desenho a lápis na lycra molhada.
Durante a aula, Helena se certificou de pedir ajuda para Marcos corrigir a posição do corpo. "Professor, eu acho que estou fazendo errado. Pode ver?" Ele foi. A mão dele na cintura dela. A mão descendo. Os dedos quase tocando a bunda. "Está certa. Pode continuar." "Tem certeza? Eu acho que meu quadril está torto." "Não está." "E agora?" Ela girou o quadril. A bunda roçou na mão dele. Ele não tirou a mão. Ela sentiu o pau dele endurecendo sob a sunga.
No final da aula, no vestiário, ela me mandou uma mensagem: "Ele ficou duro. Eu senti." Eu respondi: "E você?" "Fiquei molhada. Vou chegar em casa e me acabar no vibrador."
Ela fez. Chegou em casa, o marido já estava dormindo, trancou a porta do quarto, pegou o vibrador de 16 centímetros, enfiou na buceta, fechou os olhos e pensou no Marcos. No pau dele. Na mão dele na sua bunda. No olho verde. Gozou três vezes. Depois chamou o marido. Ele veio. Ele nunca vinha quando ela pedia. Mas naquela noite, Helena estava com o cheiro de sexo no corpo. Ele chegou, enfiou o pau pequeno na buceta dela, meteu por dois minutos, gozou, virou para o lado, dormiu. Ela ficou acordada. Pegou o vibrador de novo. Gozou mais uma vez. Pensando no Marcos.
Sofia era a mais nova, a mais ousada, a que tinha o marido caminhoneiro. Passava semanas sozinha, semanas de tesão acumulado, semanas de vibrador e dedos e vontade. Ela escolheu uma quinta-feira – também dia de aula. Mas ela não usou maiô. Usou biquíni. Um biquíni branco, pequeno, fio dental. A parte de cima mal cobria os seios. A parte de baixo mal cobria a buceta.
Quando ela entrou na piscina, Marcos estava no outro lado, dando aula para uma aluna mais velha. Ele olhou. Olhou de novo. Olhou uma terceira vez. Sofia fingiu que não viu. Ela nadou devagar, se alongou na borda, empinou a bunda. O biquíni branco ficou transparente. A buceta apareceu – lisa, rosada, os pentelhos loiros brilhando.
Marcos veio. "Sofia, esse biquíni não é apropriado para a aula." "Por quê? Está me atrapalhando." "Não está atrapalhando você. Está atrapalhando os outros." "Os outros quem?" Os outros homens na piscina. "Eu não ligo para os outros", ela disse. "Eu ligo para você." "Para mim?" "Para você. Você olhou. Eu vi. Você gostou?" Ele não respondeu. "Você gostou?"
Ele se virou, foi dar aula para outra aluna. Mas o pau dele estava duro – impossível esconder na sunga. Sofia viu. Sorriu. Saiu da piscina, foi para o vestiário, se masturbou pensando nele. Gozou em dois minutos.
No caminho para casa, me ligou. "Lúcia, eu vou gozar a semana inteira pensando naquele homem."
Na quarta-feira, Helena e Sofia vieram para minha casa. Eu já havia preparado a sala: velas, almofadas no chão, os três vibradores sobre a mesa de centro.
Elas chegaram juntas. Helena de vestido curto, sem calcinha. Sofia de short e top, os seios balançando.
Sentaram. Eu me sentei no meio. As três nuas em menos de cinco minutos. As três bucetas à mostra: a de Helena, depilada, lisa, rosada; a de Sofia, loira, os pelos finos e claros; a minha, com os pentelhos grisalhos, escapando pelos lados.
"Quem começa?", perguntei.
"Eu", Sofia disse.
Ela se ajoelhou na minha frente. Abriu minhas pernas. A buceta grisalha apareceu. Ela cheirou. Lambeu a primeira vez. A língua percorreu os grandes lábios.
"Isso, Sofia", eu gemia. "Lambe a buceta velha da sua amiga. Lambe os pentelhos brancos."
Ela lambeu. Lambeu até eu gozar. Enquanto isso, Helena se ajoelhou atrás de Sofia. Abriu as pernas dela. A buceta loira, molhada. Enfiou a língua.
"Isso, Helena", Sofia gemia. "Lambe a buceta da sua amiga enquanto eu lambo a buceta da outra."
A língua de Sofia na minha buceta. A língua de Helena na buceta de Sofia. Eu gozei. Sofia gozou. Helena gozou.
Depois, Helena olhou para mim. "Eu quero chupar os seus peitos", ela disse. "Chupa", eu respondi. Ela se ajoelhou na minha frente, pegou os meus seios com as duas mãos – caídos, mas bonitos – e começou a chupar os mamilos. Primeiro o direito, depois o esquerdo. A língua dela fazia círculos. Eu gemia. Sofia se aproximou, ajoelhou ao lado, e começou a chupar os meus peitos também. As duas línguas nos meus mamilos. As duas bocas. Os dois pares de olhos me olhando. "Isso, suas vadias", eu gemia. "Chupem os peitos da sua amiga velha."
Depois eu disse: "Agora vocês duas." Deitei Helena de costas. Sofia sentou no rosto dela – a buceta loira na boca de Helena. Eu me ajoelhei entre as pernas de Helena. Enfiei o vibrador de 20 centímetros na buceta dela.
"Assim, Lúcia", ela gritava. "Me come. Me fode. Enquanto a Sofia senta na minha cara."
Depois trocamos. Sofia deitou de costas. Eu sentei no rosto dela – a minha buceta grisalha na boca loira. Helena enfiou o vibrador de 16 centímetros na buceta de Sofia.
"Isso, suas putas", Sofia gemia. "Vocês são minhas."
"Somos", eu disse.
Depois, fui eu que deitei de costas. Helena e Sofia se posicionaram entre as minhas pernas. Helena enfiou a língua na minha buceta grisalha. Sofia enfiou a língua no meu cu. As duas línguas – uma na buceta, outra no cu – me faziam enlouquecer. "Isso, suas vadias", eu gemia. "Me lambem. Me comam. Me acabem."
"Agora eu quero ver vocês duas de tesourinha", eu disse, ofegante. Helena e Sofia se entreolharam, sorriram, e se posicionaram na cama de costas, com as pernas abertas. Helena deitou de costas, Sofia deitou de costas em cima dela, as pernas delas entrelaçadas. As duas bucetas se encontraram – a lisa de Helena e a loira de Sofia – os grelinhos se esfregando. Começaram a se mexer devagar. Os corpos se movendo em ondas. Os grelinhos se esfregando. As bocas abertas. Os gemidos altos.
"ISSO!", Helena gritou. "Assim, Sofia! Esfrega o teu grelinho no meu!"
"Esfrega o teu na minha buceta!", Sofia respondeu.
Elas se esfregaram até gozarem juntas. Os líquidos se misturaram. Eu assistia, me masturbando, os dedos nos meus pentelhos brancos. Helena gozou primeiro, Sofia gozou em seguida, e eu gozei só de ver.
Passamos a noite inteira assim. Nós três nos chupando, nos comendo com os vibradores, gozando, nos beijando. No final, estávamos exaustas, mas felizes.
"Amanhã a gente chama ele", eu disse.
"Amanhã", elas concordaram.
Na segunda-feira seguinte, as três foram juntas para a piscina. Helena com o maiô aberto dos lados. Sofia com o biquíni branco fio dental. Eu, porém, estava guardando o meu melhor para o final da aula. Usei um maiô azul-marinho normal – fechado, comportado, quase modesto.
A aula terminou. Todos os alunos saíram. Ficamos apenas nós três e Marcos guardando os equipamentos na borda da piscina.
"Professor", eu chamei. "Eu quero mostrar uma coisa para você."
"O quê?"
"O que você gostou de ver nas minhas amigas. As bundas. As bucetas. Agora eu quero mostrar a minha."
Tirei a touca. O cabelo grisalho caiu sobre os ombros. Tirei os óculos de natação. Olhei nos olhos verdes dele. Tirei o maiô.
Fiquei pelada na beira da piscina. A água ainda pingava do meu corpo. Os seios caídos, mas bonitos – os mamilos duros. A barriga com as marcas do tempo. As pernas finas. E a buceta. A buceta com os pentelhos brancos, grisalhos, misturados com alguns pelos escuros que ainda resistiam.
Marcos olhou. Não piscou. Não falou. Apenas olhou.
"Gostou?", eu perguntei.
"Gostei", ele respondeu, a voz falhando.
"E os meus pentelhos?"
"São brancos. São grisalhos. São os pentelhos mais gostosos que eu já vi."
"Mais gostosos do que os da Helena? Do que os da Sofia?"
"Mais gostosos. Porque são velhos. Porque são seus. Porque você não tem vergonha deles."
"Você quer que eu te coma agora?", ele perguntou.
"Aqui? Na piscina?"
"Em qualquer lugar."
"Então me come."
"De quatro."
Eu me ajoelhei na borda da piscina. Fiquei de quatro. A bunda empinada. Os pentelhos brancos escorrendo água. O cu piscando.
Ele se ajoelhou atrás de mim. Enfiou a cabeça do pau na minha buceta.
"Porra, Marcos...", eu gemi.
"Para", Helena disse. "Não aqui. Isso é para o jantar. A gente combinou."
Ele parou. Tirou o pau. Me ajudou a levantar.
"Ela tem razão", ele disse. "Sexta-feira. Na sua casa. Eu vou te comer. Vou comer as três. Mas você, Lúcia, vai ser a última. Você vai ser a sobremesa. A sobremesa de pentelho branco."
"Combinado", eu disse.
No dia seguinte, depois da aula, nos aproximamos de Marcos.
"Professor, a gente queria te convidar para um jantar", eu disse. "Na minha casa. Sexta-feira, 20h."
Ele hesitou. "Não é apropriado."
"Por que não? A gente é amiga. Você é professor. Não tem nada de errado."
"E os maridos?"
"Os maridos não vão", Helena disse com um sorriso. "Os maridos não sabem."
Ele olhou para as três. Olhou para os seios de Sofia escapando pelo biquíni. Para a bunda de Helena. Para os meus pentelhos brancos aparecendo pela lateral do maiô.
Ele aceitou.
Na sexta-feira, ele chegou às 20h em ponto. Vestia bermuda jeans e uma camiseta branca justa. O volume na bermuda era impossível de ignorar.
Eu abri a porta. Usei um vestido curto, sem calcinha. Os pentelhos brancos apareciam pelas laterais. Helena usou um vestido longo aberto na frente – os seios à mostra, a buceta depilada aparecendo. Sofia usou um short e top – o short tão curto que a bunda aparecia quando ela se abaixava.
Comemos. Conversamos. Rimos. Depois do jantar, fomos para a sala.
"Professor, a gente quer te mostrar uma coisa", eu disse.
"Os nossos maiôs", Helena completou.
Tiramos a roupa. Ficamos as três nuas na frente dele.
"Por que você não tira a roupa, professor?", Helena perguntou.
Ele hesitou. Tirou a camiseta. O corpo de nadador apareceu. Depois a bermuda. Depois a cueca. O pau dele pulou para fora.
24 centímetros. Grosso. A cabeça roxa. As veias saltadas.
"Senta no sofá", eu disse.
Ele sentou.
As três se ajoelharam na frente dele.
"Quem começa?", Sofia perguntou.
"Eu", eu disse.
Ajoelhei na frente dele. Abri a boca. Enfiei a cabeça do pau dele na minha boca. Não cabia. A cabeça sozinha já enchia a minha boca. Chupei, babando, engasgando.
"Isso, Lúcia", ele gemia. "Chupa o pau do professor."
Helena se ajoelhou atrás de mim. Abriu a minha bunda. Enfiou a língua no meu cu. Enquanto eu chupava ele, ela chupava o meu cu.
"Isso, Helena", eu gemia, com a boca cheia. "Chupa o meu cu. Chupa o cu da sua amiga velha."
Sofia ajoelhou ao lado dele. Lambeu as bolas dele. Passou a mão no pau. As três línguas naquele pau.
Ele gozou. Gozou na minha boca. Eu engoli.
Deitei ele na cama. As três montaram.
Helena foi a primeira. Subiu no pau dele. A buceta lisa, depilada, abriu-se para receber aquele monstro. Ela cavalgou. Gozou.
Sofia foi a segunda. Subiu no pau dele. A buceta loira, peluda, abriu-se. Ela cavalgou. Gozou.
Eu fui a última. A buceta mais velha. Os pentelhos brancos, grisalhos, molhados, esperando. Subi no pau dele. Desci devagar. A cabeça entrou. Doeu – doeu gostoso. Desci tudo. O pau inteiro dentro da minha buceta grisalha.
"Porra, Marcos", eu gemia. "Você está no meu útero."
"Vai gozar", ele disse.
Ele bateu na minha bunda. Meteu por baixo. Eu gozei. Gozei gritando, gozei chorando, gozei achando que ia morrer de prazer.
Depois que ele comeu as três, caímos na cama. Os quatro nus. A sunga no chão.
"Professor, a gente fez uma aposta", eu disse, ainda ofegante.
"Uma aposta?"
"Helena, Sofia e eu. Quem provocasse o senhor de forma mais ousada. Quem fizesse o seu pau ficar mais duro. A gente ia pagar um jantar para a vencedora. O senhor era o juiz, mesmo sem saber."
Ele sorriu.
"Helena, você foi ousada. Seu maiô aberto dos lados, sua bunda de fora, seu jeito de se alongar na borda. Você me deixou duro."
"Sofia, você foi sem vergonha. Seu biquíni fio dental, seus pelos loiros aparecendo, sua boca dizendo 'eu ligo para você'. Você também me deixou duro."
Ele parou. Olhou para mim.
"Mas a Lúcia... A Lúcia se guardou para o final. E quando ela tirou o maiô... quando ela ficou pelada na beira da piscina... os seios caídos, a barriga marcada, as pernas finas... e os pentelhos brancos. Os pentelhos grisalhos. Os pelos velhos. Aquilo me deixou mais duro do que tudo. Porque não é ousadia. É verdade. É a sua buceta. É a sua idade. É a sua cara. Eu escolho a Lúcia."
Helena e Sofia suspiraram. Não reclamaram. Sabiam que era verdade.
"Mas o jantar não vai ser só meu", eu disse. "A gente vai junto. As três. E o senhor vai ser nosso convidado."
"Combinado", ele disse.
Na sexta-feira seguinte, fomos as três para o restaurante. Marcos chegaria depois. O vestido que eu escolhi era preto, curto, sem calcinha. Os pentelhos brancos escapavam pelas laterais. Helena usava um vestido vermelho, também sem calcinha. Sofia usava um vestido azul marinho, curtíssimo.
O garçom se chamava João, uns 25 anos. Helena foi a primeira a provocar: abriu as pernas enquanto pedia a entrada. A buceta lisa apareceu. Sofia foi a segunda: levantou a barra do vestido enquanto bebia vinho. A buceta loira apareceu.
Eu fui a terceira. Chamei o garçom pelo nome. "João, o que você está olhando?" "Nada, senhora." "Não minta. Você está olhando para as nossas bucetas. Está gostando?" "Estou", ele confessou, em um sussurro. "Então olha bem. Essa aqui – apontei para Helena – é depilada. Lisa. Essa aqui – apontei para Sofia – é loira. Pelos fininhos. E a minha abaixei a barra do meu vestido preto, mostrando os pentelhos brancos – é velha. Os pelos são brancos. O professor de natação adora. Você também vai adorar."
Ele ficou parado, imóvel.
Marcos chegou no meio do jantar. Se sentou ao meu lado. A mão dele desceu para a minha coxa. Os dedos roçaram os meus pentelhos brancos por baixo da mesa.
"Você está se exibindo para o garçom?", ele perguntou, baixo.
"Estou. E para os outros clientes também."
"Continua. Eu quero ver."
Terminamos o jantar. João trouxe a conta com as mãos trêmulas. Helena pagou. Saímos do restaurante com os vestidos levantados, as bundas de fora, os clientes olhando.
No carro, a caminho de casa, Marcos me puxou para o banco de trás. Abriu minhas pernas. Enfiou a mão. Os dedos encontraram os meus pentelhos brancos – molhados. Enfiou um dedo. Depois dois. Depois o pau. No carro. Em movimento. Helena e Sofia assistindo pelo retrovisor. Gozei gritando. Ele gozou dentro de mim.
Chegamos na minha casa. A piscina estava acesa – luz azul, água morna. Marcos foi embora – tinha um compromisso cedo. "Mas vocês três ficam", ele disse. "Se divirtam."
Trancamos a porta. As três nuas em menos de um minuto. As bucetas à mostra – a lisa de Helena, a loira de Sofia, a grisalha da minha.
"Na piscina", eu disse.
Entramos na água morna. O céu estrelado. A lua quase cheia.
Helena se aproximou de Sofia. "Eu quero chupar os seus peitos", ela disse. "Chupa", Sofia respondeu. Helena ajoelhou na borda da piscina, Sofia ficou em pé na água, os seios dela na altura da boca de Helena. Helena chupou os mamilos loiros de Sofia. Uma por uma. A língua fazendo círculos. Sofia gemia. Eu me aproximei por trás de Sofia, abracei ela pela cintura, e comecei a chupar o pescoço dela, as costas, a nuca. As três conectadas.
Depois, foi a vez de Sofia chupar os meus peitos. Ela se ajoelhou na borda, eu fiquei em pé na água. Ela chupou os meus seios caídos com vontade. Os mamilos duros. Eu gemia.
"Está gostoso?", ela perguntou.
"Está. Chupa, sua loira. Chupa os peitos da sua velha."
Helena se posicionou atrás de Sofia. Abriu as pernas dela. Enfiou a buceta lisa na bunda de Sofia. Esfregou. A bunda de Sofia, molhada, apertada. "Isso, Helena", Sofia gemia. "Esfrega a tua buceta na minha bunda."
"Agora eu quero ver vocês duas de tesourinha", eu disse. Helena e Sofia saíram da água. Deitaram na grama ao lado da piscina. Helena deitou de costas. Sofia deitou de costas em cima dela, as pernas delas entrelaçadas. As duas bucetas se encontraram – a lisa e a loira – os grelinhos se esfregando. Começaram a se mexer devagar. Os corpos se movendo em ondas. Os grelinhos se esfregando. As bocas abertas. Os gemidos altos.
"ISSO!", Helena gritou. "Assim, Sofia! Esfrega o teu grelinho no meu!"
"Esfrega o teu na minha buceta!", Sofia respondeu.
Elas se esfregaram até gozarem juntas. Os líquidos se misturaram. Eu assistia da borda da piscina, me masturbando, os dedos nos meus pentelhos brancos.
Depois que elas gozaram, Helena se levantou, veio até mim, e esfregou a buceta lisa no meu rosto. A buceta dela na minha boca. Eu lambi. O grelinho, a entrada, os grandes lábios. "Isso, Lúcia", Helena gemia. "Lambe a minha buceta. Lambe a buceta da sua amiga."
Sofia veio atrás de mim. Abriu minhas pernas. Esfregou a buceta loira na minha bunda. A bunda molhada, os pelos loiros roçando na minha pele. "Isso, Sofia", eu gemia, com a boca na buceta de Helena. "Esfrega a tua buceta na minha bunda velha."
As três se conectaram – Helena na minha boca, eu Sofia na minha bunda. Os gemidos ecoavam no quintal.
"Agora a minha vez", eu disse.
Deitei de costas na grama. As pernas abertas. A buceta grisalha apontando para o céu. Helena sentou no meu rosto – a buceta lisa na minha boca. Sofia sentou na minha buceta – a buceta loira esfregando no meu grelinho. As duas bucetas – uma na minha boca, outra no meu grelinho. Eu lambia. Eu me esfregava. Eu gemia.
"ISSO!", eu gritei. "ISSO, SUAS VADIAS! ME COMAM! ME ACABEM!"
Helena gozou na minha boca. Sofia gozou na minha buceta. Eu gozei nas duas. Gozei gritando, gozei chorando, gozei achando que ia morrer de prazer.
Caímos as três na grama. Exaustas. Suadas. Fedidas. Felizes. O cheiro das três bucetas preenchia o quintal – o cheiro da depilada, o cheiro da loira, o cheiro da grisalha. Todas misturadas.
Ficamos deitadas, olhando para o céu. A lua. As estrelas.
"Eu nunca vou esquecer essa noite", Helena disse.
"Ninguém vai", eu disse.
"O que a gente faz amanhã?", Sofia perguntou.
"Repete", eu disse.
"Repete de manhã, de tarde e de noite."
"E na segunda-feira?"
"Na segunda-feira a gente volta para a piscina. Para a aula. Para o professor."
"E ninguém vai saber?"
"Ninguém vai saber. Só a gente."
"E o garçom?"
"O garçom vai saber. O garçom viu tudo."
"E os clientes do restaurante?"
"Os clientes vão ficar com tesão lembrando."
Rimos. Depois ficamos em silêncio.
Depois, eu me virei de bruços. A bunda empinada. Os pentelhos brancos brilhando. Helena veio atrás de mim. Enfiou a língua no meu cu. Sofia veio na frente. Enfiou a língua na minha buceta.
"De novo?", Helena perguntou.
"De novo", eu respondi.
Gozamos de novo. Dessa vez, mais devagar. Cada língua, cada dedo, cada gemido. A água da piscina balançava. O som dos gemidos ecoava no quintal.
Dormimos as três na mesma cama. Nus. Suados. As bucetas coladas. Os dedos entrelaçados.
Acordamos no dia seguinte com o sol batendo nos rostos.
"Hoje é sábado", Helena disse.
"E daí?", Sofia perguntou.
"E daí que a gente tem o dia inteiro para repetir."
"Não vou tomar banho."
"Eu também não."
"Eu também não."
E repetiram. E repetiram. E repetiram.
Até a sexta-feira chegar.
E o professor voltar.
E os amigos dele.
E o garçom.
E a piscina.
E a cama.
E o tesão.
E a piscina nunca mais foi a mesma.
Fim.